o coração de um poeta

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver

Apesar de todos os desafios,

Incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas

E se tornar um autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si,

Mas ser capaz de encontrar um oásis

No recôndito da sua alma.



É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.

É saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um “não”.

É ter segurança para receber uma crítica,

Mesmo que injusta.



Pedras no caminho?

Guardo todas, um dia vou

Construir um castelo …

 

Fernando Pessoa

 

Uma aranha fiava sua teia próximo à cama da avó Nokomi.


Todos os dias ela observava a aranha trabalhar.
Alguns dias depois, o neto entrou e, ao ver a aranha na teia,
pegou uma pedra para matá-la. Mas a avó não deixou.
O garoto achou estranho, mas respeitou o seu desejo.
A velha mulher voltou-se para observar mais uma vez o trabalho do animal e,
então, a aranha falou:
“Obrigada por salvar minha vida. Vou dar-lhe um presente por isso. Na próxima Lua nova vou fiar uma teia na sua janela. Quero que você observe com atenção e aprenda como tecer os fios. Porque esta teia vai servir para capturar todos os maus sonhos e as energias ruins. O pequeno furo no centro vai deixar passar os bons sonhos e fazê-los chegarem até você.”
Quando a Lua chegou, a avó viu a aranha tecer sua teia mágica e,
agradecida, não cabia em si de felicidade pelo maravilhoso presente:
“Aprenda”, dizia a aranha.
Finalmente, exausta, a avó dormiu. Quando os primeiros raios de sol
surgiram no céu ela acordou e viu a teia brilhando como jóia graças às gotas de
orvalho capturadas nos fios. A brisa trouxe penas de pomba que também ficaram presas na teia, dançando alegremente e, por último, um corvo pousou na teia e deixou uma longa pena pendurada.
Por entre as malhas da teia, o Pai Sol sorria alegremente.
E a avó, feliz, ensinou todos da tribo a fazerem os filtros de sonhos.
E até hoje eles vêm afastando os pesadelos de muita gente…
E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei.

era um vez……..


Uma aranha fiava sua teia próximo à cama da avó Nokomi.


Todos os dias ela observava a aranha trabalhar.
Alguns dias depois, o neto entrou e, ao ver a aranha na teia,
pegou uma pedra para matá-la. Mas a avó não deixou.
O garoto achou estranho, mas respeitou o seu desejo.
A velha mulher voltou-se para observar mais uma vez o trabalho do animal e,
então, a aranha falou:
“Obrigada por salvar minha vida. Vou dar-lhe um presente por isso. Na próxima Lua nova vou fiar uma teia na sua janela. Quero que você observe com atenção e aprenda como tecer os fios. Porque esta teia vai servir para capturar todos os maus sonhos e as energias ruins. O pequeno furo no centro vai deixar passar os bons sonhos e fazê-los chegarem até você.”
Quando a Lua chegou, a avó viu a aranha tecer sua teia mágica e,
agradecida, não cabia em si de felicidade pelo maravilhoso presente:
“Aprenda”, dizia a aranha.
Finalmente, exausta, a avó dormiu. Quando os primeiros raios de sol
surgiram no céu ela acordou e viu a teia brilhando como jóia graças às gotas de
orvalho capturadas nos fios. A brisa trouxe penas de pomba que também ficaram presas na teia, dançando alegremente e, por último, um corvo pousou na teia e deixou uma longa pena pendurada.
Por entre as malhas da teia, o Pai Sol sorria alegremente.
E a avó, feliz, ensinou todos da tribo a fazerem os filtros de sonhos.
E até hoje eles vêm afastando os pesadelos de muita gente…
E como encontraram
Tal qual encontrei
Assim me contaram
Assim vos contei.