MORTE

Nino 01

Minha morte nasceu quando eu nasci.

Despertou, balbuciou, cresceu comigo…

E dançamos de roda ao luar amigo

Na pequenina rua em que vivi.

Já não tem mais aquele jeito antigo

De rir e que, ai de mim, também perdi!

Mas inda agora a estou sentindo aqui,

Grave e boa, a escutar o que lhe digo:

Tu que és minha doce Prometida,

Nem sei quando serão as nossas bodas,

Se hoje mesmo… ou no fim de longa vida…

E as horas lá se vão, loucas ou tristes…

Mas é tão bom, em meio às horas todas,

Pensar em ti… saber que tu existes!

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