A casa de f√©rias mais √ļnica do mundo

Como você imaginaria a sua casa de veraneio no interior, para se livrar do estresse da cidade durante os fins de semana, os feriados e as férias? Uma casa bem aconchegante e pequena no meio do nada, cercada de lindas árvores, com uma grande mesa de piquenique no gramado? Bem…a casa abaixo é mais ou menos isso, só que com uns detalhes a mais.

A equipe de arquitetos belgas B-ILDprojetou uma casa de f√©rias diferente de qualquer outra. Gra√ßas √† sua criatividade e trabalho duro, a equipe foi capaz de criar esta √ļnica casa de veraneio nos campos da Holanda. Parte do que torna o lugar interessante √© que metade dela fica abaixo do solo. Mas o que realmente separa essa casa dos milhares de outros pontos de f√©rias √© que ela foi constru√≠da para servir como um bunker durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar de seu passado problem√°tico, este lugar realmente se transformou em uma √≥tima casa para as f√©rias. D√™ uma olhada:

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Pode não parecer muita coisa…

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…mas assim que você olhar abaixo da superfície, você vai ver que esta casa de férias é uma das mais interessantes do mundo.

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A entrada.

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Do outro lado da porta.

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Para um bunker, até que a claridade não está ruim, não é?

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Lembre-se que isso faz parte do projeto; a aparência básica, as cores e a iluminação funcionam muito bem juntas.

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Camas de beliche!

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Até que o quarto é bem bonito.

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Há bastante espaço, especialmente para um bunker.

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Nada mal…

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A mesa de jantar da família.

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A graça também está nos arredores. Local bem bonito.

Que lugar! O Macaco realmente conseguiria um pouco de privacidade nesse ponto. Parece que seria bastante relaxante! E você, concorda?

Cientistas dizem que a Terra est√° passando pelo sexto processo de extin√ß√£o em massa.

Foto: Cientistas dizem que a  Terra está passando pelo sexto processo de extinção em massa.

#WDF | Wendel Freitas
CDC Fatos Desconhecidos

Conhe√ßa a Costa do Esqueleto, o maior cemit√©rio do mundo √† beira-mar

destaque

Conheça a Costa do Esqueleto, o maior cemitério do mundo à beira-mar

Um cemitério aberto, no meio das areias de uma praia paradisíaca. Conheça a Costa do Esqueleto, um lugar totalmente fora do comum, que fica na Namíbia

√Č dif√≠cil lembrar de praias e cen√°rios paradis√≠acos quando a assunto est√° relacionado a terror ou¬†a trag√©dias, n√£o √© mesmo? Acontece, no entanto, que a natureza n√£o sabe disso e fez de uma praia, na costa da Nam√≠bia, um dos lugares mais fantasmag√≥ricos do mundo.

Isso porque a ‚ÄúCosta dos Esqueletos‚ÄĚ, como o pr√≥prio nome sugere, se trata de um enorme cemit√©rio a c√©u aberto, √† beira do mar; onde s√£o encontradas in√ļmeras carca√ßas e esqueletos de baleias, de outros bichos marinhos e at√© mesmo restos humanos. Ali√°s, contam que esse lugar, com mais de 500 quil√īmetros de extens√£o, sempre foi um √≠m√£ de n√°ufragos e, hoje em dia, conta com mais de mil desses barcos (muitos de s√©culos atr√°s) que, por algum motivo, afundaram ali perto e engolidos pela areia.

Aliás, vem daí a grande quantidade de esqueletos humanos encontrados nessa praia. Pelo menos é assim que historiadores justificam tantos ossos de nossa espécie espalhados pela Costa do Esqueleto.

Mesmo assim, segundo contam, h√° 12 esqueletos decapitados no local (descobertos em¬†1943) que ningu√©m nunca conseguiu descobrir o motivo pelo qual foram mortos ou porque foram abandonados ali. Mas existem tamb√©m na regi√£o algumas hist√≥rias sobre desaparecimentos de avi√Ķes, como o do piloto su√≠√ßo Carl Neuer, que se perdeu no lugar em 1933.

O mais impressionante sobre a Costa, no entanto, é que mesmo sendo tão assustadora e inóspita, há centenas de turistas que todos os anos se aventuram por essas areias cheias de restos mortais. Inclusive, o fluxo de pessoas no lugar é tão grande que, em 1971, uma grande parte da Costa foi declarada Parque Nacional, sendo que só a parte sul pode ser explorada por veículos especiais. Já na parte norte da Costa do Esqueleto, só é possível chegar de avião.

Veja algumas fotos do lugar:

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Aos-15-anos-fotografo-cria-mundo-magico-feito-em-miniatura

Muitos de n√≥s, durante a adolesc√™ncia, faz√≠amos o m√≠nimo de ir para a escola e j√° ach√°vamos que era muito. Mas alguns jovens dedicam seu tempo e esfor√ßo √†s suas paix√Ķes e acabam revelando-se verdadeiros talentos. √Č o caso do fot√≥grafo norte americano¬†Zev Hoover, de apenas 15 anos de idade, que criou um mundo m√°gico feito em miniatura para sua s√©rie de fotos‚ÄúLittle Folk‚Äú.

O dom para a fotografia de Fiddleoak, como é conhecido, veio precocemente, aos oito anos de idade, quando deu início aos primeiros cliques. Com o tempo, as habilidades foram aumentando e o nível de qualidade de seu trabalho tem impressionado, unindo a imaginação para criar cenas em miniatura. Ao contrário de outros fotógrafos que, de fato, utilizam miniaturas em seus trabalhos, Hoover se dedica a manipular as imagens que registra para transformá-las em algo pequenino.

O intuito é que as fotos sejam todas tiradas no mesmo local e quando isso não é possível, o fotógrafo trata de combinar as cenas certeiramente, a ponto de ninguém perceber as diferenças. O garoto estuda em casa, então tem bastante tempo para se dedicar à fotografia e aos seus universos particulares, dos quais fazem parte do processo criativo a solidão em meio a natureza.

Hoover destacou a import√Ęncia da internet em seu reconhecimento mundial, j√° que suas miniaturas est√£o tomando conta da web. ‚ÄúO feedback das pessoas √© o que me encoraja a continuar meu trabalho. A internet tornou o mundo menor, qualquer um pode encontrar meu trabalho facilmente. Sem ela isso seria quase imposs√≠vel, eu seria apenas uma crian√ßa que tira fotos e seria um ningu√©m, talvez para sempre‚ÄĚ, declarou √† reportagem da¬†BBC.

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Quem tem o dom de tatuar, consegue ir além das expectativas em busca do melhor desenho possível e traço marcante. A russa Valentina Ryabova impressiona por conta de suas tatuagens hiperrealistas, que mais se parecem com pinturas na pele, registradas em fotografias.

Cenas comuns e inocentes do cotidiano, como um garoto carregando seu skate ou uma menina tomando um sorvete, são alguns de seus trabalhos, feitos com muita precisão e talento, o que torna a imagem menos banal por si só. As imagens são tão realistas, que você se esquece que é uma mera tattoo.

Em contrapartida, a artista tamb√©m cria desenhos um tanto quanto sensuais, retratando mulheres atraentes ao estilo Lolita e, em algumas ocasi√Ķes, nuas. Personagens de filmes como ‚ÄúO M√°scara‚ÄĚ e Vinz, do cl√°ssico filme ‚ÄúO √ďdio‚ÄĚ, al√©m do pintor surrealista Salvador Dal√≠, tamb√©m figuram entre as suas tatuagens. D√° uma olhada:

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Colecionador compra c√Ęmara fotogr√°fica antiga e encontra fotos da Primeira Guerra Mundial

Muitas vezes, guerras são lembradas como atos gloriosos, patrióticos, movidos por motivos belos como a liberdade. As 10 fotos abaixo discordam. Elas representam a verdadeira imagem da guerra, que é de tragédia e derramamento de sangue. Confira:

  • Colecionador compra c√Ęmara fotogr√°fica antiga e encontra fotos da Primeira Guerra Mundial

10. Cratera da Batalha de Messines

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Esta fotografia foi feita durante a Batalha de Messines, que ocorreu em Flandres, na Fran√ßa, no in√≠cio de junho de 1917. A batalha durou uma semana, com mais de 25.000 mortos confirmados e 10.000 desaparecidos. A cratera colossal foi criada no primeiro dia da batalha pelo Segundo Ex√©rcito Brit√Ęnico, que detonou 19 minas em 19 segundos, al√©m de usar artilharia pesada. Cinco outras minas permaneceram sem detonar, e uma sexta foi detonada durante uma tempestade em 1955. Mais de 10.000 soldados alem√£es morreram na explos√£o, que se diz ter sido ouvida de Londres a Dublin. O ataque foi a maior explos√£o planejada da hist√≥ria militar na √©poca, e criou um territ√≥rio muito perigoso mesmo para os brit√Ęnicos ‚Äď a superlota√ß√£o na borda do grande buraco resultou na morte de cerca de 7.000 de seus soldados. Muitas das crateras criadas durante a Batalha de Messines ainda podem ser vistas em fazendas francesas, e algumas foram transformadas em piscinas.

9. A loja de próteses para soldados

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21 milh√Ķes de homens ficaram feridos durante a Primeira Guerra Mundial, e muitos voltaram com les√Ķes faciais incapacitantes. Embora a cirurgia pl√°stica estivesse avan√ßando mais r√°pido do que nunca na √©poca, muitos soldados passaram a usar rostos prot√©ticos para esconder as cicatrizes que n√£o puderam ser removidas. Depois de trabalhar com soldados feridos na Cruz Vermelha, Anna Coleman Ladd, nascida em Boston (EUA), montou uma loja em Paris, que se tornou incrivelmente popular. Ela vendia pr√≥teses feitas √† m√£o a partir de cobre e aplicadas ao rosto do paciente de maneira que se misturassem com a pele t√£o perfeitamente quanto poss√≠vel. Anna produziu mais de 220 m√°scaras prot√©ticas at√© 1918. O espa√ßo da loja era o mais alegre poss√≠vel para combater o trauma que os pacientes j√° haviam passado na guerra, com um jardim coberto de hera e decorado com est√°tuas, quartos cheios de flores e bandeiras por todos os lados. Os soldados recebiam chocolates, vinho e domin√≥ para passar o tempo enquanto estavam na loja. Anna estabeleceu padr√Ķes revolucion√°rios de cuidados para os feridos, diferente de tudo que eles j√° tinham visto antes.

8. Tenente Norman Eric Wallace

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Tenente Norman Eric Wallace era um observador canadense durante a Primeira Guerra Mundial. Alistou-se em 1915, e foi imediatamente enviado para a Europa. Dois anos depois, o avi√£o de Wallace caiu, e ele sofreu ferimentos faciais terr√≠veis devido a queimaduras. A cirurgia pl√°stica feita para reconstruir o rosto de Wallace foi revolucion√°ria para a √©poca. Enxertos de pele retirados de suas n√°degas foram usados para reparar cicatrizes, e pele do seu pesco√ßo e queixo foi deslocada para cobri-las. Os m√©dicos tamb√©m usaram pele de seu ombro para cobrir suas bochechas e l√°bio superior. Ainda assim, Wallace usou um rosto prot√©tico. Apesar de todos os problemas que passou, o soldado se apaixonou durante sua perman√™ncia no hospital e se casou em 1920. Tragicamente, sua esposa morreu de c√Ęncer apenas alguns dias antes de seu primeiro anivers√°rio de casamento. Wallace continuou sua carreira militar e acabou promovido a major. Ele viveu at√© o final de 1974, quando sucumbiu ao c√Ęncer de pulm√£o. Passou a maior parte de sua vida sozinho em hot√©is e chal√©s em Llangammarch Wells, uma aldeia isolada no Pa√≠s de Gales, onde era muito querido pelos moradores.

7. Destruição da Batalha de Verdun

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A Batalha de Verdun, que ocorreu perto da cidade de mesmo nome, durou pouco menos de 11 meses. A imagem mostra o efeito do bombardeio militar na cidade, que foi abandonada. A destrui√ß√£o foi causada por t√°ticas question√°veis de guerra usadas por ambos os lados, com a inten√ß√£o de acabar com o maior n√ļmero de recursos e matar tantas pessoas quanto poss√≠vel, para desgastar o inimigo. Estima-se que mais de um milh√£o de homens morreram durante a Batalha de Verdun, mas esta imagem mostra claramente o efeito que ela teve sobre as vidas dos civis apanhados no conflito. O ataque representou um golpe duro para os franceses, j√° que Verdun tinha sido um pr√≥spero centro comercial de import√Ęncia hist√≥rica para eles.

6. Munição de um dia de guerra

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A¬†forma de luta utilizada na Grande Guerra nunca tinha sido vista em uma escala t√£o grande. Um exemplo √© a Batalha de Verdun, mencionada acima. Apenas no primeiro dia da batalha, for√ßas alem√£s usaram 1.200 armas de artilharia, 2,5 milh√Ķes proj√©teis, e 1.300 trens de muni√ß√£o para atacar seus inimigos. O fornecimento di√°rio de todo esse aparato pesava at√© 25.000 toneladas. No geral, 14 milh√Ķes de proj√©teis foram disparados em toda a batalha. A imagem mostra uma pilha de c√°psulas, os inv√≥lucros dos proj√©teis, utilizados durante o curso de um √ļnico dia na guerra. Isso ilustra quantos homens foram mortos e feridos durante o conflito. Uma das raz√Ķes para tantas baixas foi o uso da t√©cnica de barragem, t√°tica idealizada por Sir Henry Horne pela primeira vez na Batalha de Somme, em 1916. Esta estrat√©gia envolvia disparar fogo lentamente em frente ao avan√ßo das tropas. Era uma t√°tica perigosa, porque se o disparo ocorresse em um momento errado, poderia facilmente matar os pr√≥prios soldados em vez do inimigo.

5. Renas usadas pela R√ļssia

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Em 1914, a R√ļssia era uma for√ßa aliada, que ajudava os brit√Ęnicos a combater a Alemanha. Esta fotografia de um soldado brit√Ęnico puxando um tren√≥ de abastecimento com uma rena ilustra como, apesar de avan√ßos maci√ßos em tecnologia, muitas das t√°ticas usadas na Primeira Guerra Mundial ainda eram arcaicas e, provavelmente, resultaram em mais mortes do que impediram. A R√ļssia n√£o foi o √ļnico pa√≠s que usou m√©todos ultrapassados; mesmo os revolucion√°rios industriais brit√Ęnicos usaram por um bom tempo cavalos, que n√£o ajudavam em nada contra as metralhadoras da Alemanha. Pelo contr√°rio, s√≥ aumentavam o n√ļmero de mortos, em todas as esp√©cies. A apari√ß√£o da cavalaria dos brit√Ęnicos foi durante a Batalha do Somme, em 1916, dois anos ap√≥s a guerra come√ßar. A introdu√ß√£o do tanque no final daquele ano finalmente acabou com a explora√ß√£o dos pobres animais.

4. As chocantes imagens de Walter Kleinfeldt

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Esta imagem √© uma das fotografias mais marcantes da Primeira Guerra. Ela foi feita com uma c√Ęmera Contessa por Walter Kleinfeldt, na √©poca com 16 anos, que havia se juntado √† guerra um ano antes. Quando voltou para a Alemanha, Walter abriu uma loja para exibir suas fotos, mas esta, tirada durante a Batalha do Somme, n√£o foi descoberta at√© quase 100 anos mais tarde, pelo filho do fot√≥grafo. O contraste entre o soldado morto e o crucifixo √© impressionante. Em um document√°rio da BBC sobre a cole√ß√£o a partir da qual a imagem vem, o filho de Walter argumenta que a fotografia √© ‚Äúuma acusa√ß√£o contra a guerra‚ÄĚ. Outras fotos de Walter incluem uma de corpos espalhados e uma de um m√©dico alem√£o consolando um soldado em seus √ļltimos momentos. Kleinfeldt tamb√©m captou o cotidiano dos soldados quando eles estavam longe do campo de batalha, se lavando em rios ou vagando ao redor de cidades alem√£s.

3. O mundial em Guerra Mundial

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Embora pare√ßa √≥bvio, o fato de que o conflito foi uma verdadeira guerra a n√≠vel mundial √© muitas vezes pouco lembrado. Esta fotografia impressionante feita por Albert Kahn, um banqueiro milion√°rio que passou o in√≠cio do s√©culo 20 capturando as culturas dos pa√≠ses em todo o mundo em not√°veis imagens a cores para o seu livro ‚ÄúOs Arquivos do Planeta‚ÄĚ, mostra um grupo de franceses da Cavalaria Colonial Francesa, do Quarto Regimento de Sipahis, provavelmente proveniente de Marrocos. O uso de tropas coloniais era particularmente forte na Fran√ßa, provavelmente devido √† sua pequena popula√ß√£o. No momento em que a guerra come√ßou, a Europa tinha conquistado terras na maioria do resto do mundo. A √ćndia ofereceu o maior n√ļmero de homens ‚Äď 1,5 milh√£o de soldados ‚Äď para a guerra, enquanto Nova Zel√Ęndia, Canad√°, √Āfrica do Sul e Austr√°lia contribu√≠ram com mais milh√Ķes para os militares brit√Ęnicos. Os franceses contavam com o apoio dos africanos ocidentais, da Indochina e dos malgaxes. O resultado foi uma guerra que tocou mais cantos do mundo do que qualquer outra antes.

2. Campanha de Galípoli

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Esta fotografia comovente mostra um soldado australiano carregando um companheiro ferido em Suvla Bay, na tentativa de lev√°-lo a um m√©dico. A Campanha de Gal√≠poli foi uma das primeiras grandes perdas para o ex√©rcito australiano. O principal objetivo da campanha era capturar Constantinopla do Imp√©rio Otomano, mas falhou. √Č estimado que quase meio milh√£o de homens morreram na empreitada. A brutalidade da batalha √© retratada em uma das m√ļsicas mais famosas da Austr√°lia, ‚ÄúAnd the Band Played Waltzing Matilda‚ÄĚ, de Eric Bogle. O significado da campanha para a hist√≥ria australiana √© talvez melhor resumido pelo primeiro-ministro na √©poca, William Hughes, que disse que o pa√≠s ‚Äúnasceu nas margens de Gal√≠poli‚ÄĚ. Ainda hoje, apesar do fato de que os australianos sofreram perdas piores na frente ocidental em um espa√ßo de sete semanas do que fizeram ao longo de oito meses em Gal√≠poli, a batalha ainda √© lembrada com muito mais entusiasmo do que qualquer outra da Primeira Guerra Mundial no pa√≠s.

1. Pir√Ęmides da vit√≥ria (e da morte)

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A pir√Ęmide nesta foto √© uma de duas surpreendentes estruturas constru√≠das em Nova York, nos EUA, elevando-se sobre ambas as extremidades do ‚ÄúCaminho da Vit√≥ria‚ÄĚ, perto da Grand Central Station, em 1918. Cada pir√Ęmide, composta de 12.000 capacetes alem√£es, representava milhares de soldados capturados ou mortos, bem como a derrota do inimigo. Supostamente, os capacetes seriam dados para aqueles que investiram na guerra, mas seu paradeiro hoje √© desconhecido. Embora guardar ‚Äúsouvenirs‚ÄĚ de batalhas possa parecer bizarro ou at√© mesmo errado para n√≥s hoje, o ato era comum durante o s√©culo 20. Por exemplo, um australiano trouxe para casa a cabe√ßa mumificada de um soldado turco que tinha matado em Gal√≠poli.

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O HMHS Britannic (navio irmão do Titanic) serviu como navio-hospital durante a Primeira Guerra Mundial. No entanto, acabou naufragando após atingir uma mina naval.

Foto: O HMHS Britannic (navio irmão do Titanic) serviu como navio-hospital durante a Primeira Guerra Mundial. No entanto, acabou naufragando após atingir uma mina naval. 

#DNL | Danilo Rocha
CDC Fatos Desconhecidos

Cachorros idosos s√£o protagonistas de ensaio emocionante

Aviso: prepare-se para ficar com o coração na mão.

Se voc√™ tem ou j√° teve um cachorro de estima√ß√£o, sabe qu√£o verdadeira √© aquela m√°xima de que eles s√£o os melhores amigos do homem. Independente da personalidade de cada um, que a gente sabe que s√£o t√£o variadas quanto √† dos humanos, do humor, dos picos de loucura, dos dias mais tristes, eles est√£o sempre ali ‚Äď prontos para arrancar um sorriso seu e dar aquela levantada no astral de qualquer ambiente.

E mesmo quando eles est√£o em idade avan√ßada, todas essas coisas continuam valendo. E foi isso que deu um insight para o fot√≥grafo Pete Thorne, do Canad√°. Ele pensou que, assim como fotografar os idosos pode fazer retratos poderosos e carregados de uma emo√ß√£o praticamente indescrit√≠vel, o mesmo efeito e as mesmas emo√ß√Ķes poderiam ser capturados em fotos de cachorros idosos tamb√©m.

  • Estudo descobre que cachorros tamb√©m podem ser pessimistas

E foi assim que nasceu a s√©rie de fotos ‚ÄúOld Faithful‚ÄĚ (‚Äúidoso fiel‚ÄĚ, em tradu√ß√£o livre), que nos mostra um olhar √≠ntimo, de admira√ß√£o e muito carinho, dos melhores amigos do homem quando eles est√£o vivendo a tal da melhor idade.

Os rostos envelhecidos de cada cão contam a história de uma vida cheia de altos e baixos. A série já possui mais de 50 fotos, mas parece que podemos esperar mais pela frente.

Algumas das que voc√™ vai ver aqui foram tiradas poucos dias antes dos cachorros passarem dessa para uma melhor, o que d√° um tom ainda mais especial para esse √ļltimo registro de uma vida vivida para deixar humanos mais felizes.

  • Depois de grande: 21 fotos bel√≠ssimas de cachorros antes e depois

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Astrofotografia

Mais astrofotografia incrível, provavelmente obtida após longa exposição. Tempestade com raios e a via-láctea.

Foto: Uma astrofotografia incrível, provavelmente obtida após longa exposição. Tempestade com raios e a via-láctea.

#FOX | Heber Cardoso
ADM Fatos Desconhecidos

Artista faz esculturas hiper-realistas que v√£o confundir seus sentidos

Artista faz esculturas hiper-realistas que v√£o confundir seus sentidos

Existem alguns artistas que possuem uma sensibilidade extraordin√°ria que, aliada a uma t√©cnica precisa, oferece a capacidade de enganar nossos olhos. √Č o que acontece com o artista australiano¬†Sam Jinks, que cria esculturas hiper-realistas com grande precis√£o anat√īmica e fisiol√≥gica.

Utilizando silicone, fibra de vidro, resina, carbonato de cálcio e ainda cabelos humanos, suas esculturas mostram pessoas melancólicas ou ainda com parte do corpo sendo de animais. Esses seres parecem querer ganhar vida, a ponto de termos a sensação de que a qualquer momento vão se mexer. Jinks trabalha há cerca de 8 anos exclusivamente com suas esculturas, que aprendeu a moldar quando trabalhava em TV e precisava fazer fantoches e, posteriormente, na área de efeitos especiais para cinema.

Veja alguns de seus extraordin√°rios trabalhos:

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Sam Jinks : Unsettled Dogs 2012 / Sullivan + Strumpf

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MALAYSIAN FOOD ARTIST SAMANTHA LEE SERVES UP MORE PLATEFULS OF AMAZEBALLS

Imagine if your mom made you meals that became famous all over the world… you’d probably belong to the Clean Plate Club, right?

Malaysian food artist and mother of two Samantha Lee began by making Japanese lunch boxes (bento) in 2008 to encourage her elder daughter to eat independently. Bentoboxes may be stylishly arranged and decorated to look like popular movie, TV or video game characters (kyaraben) or people, animals or buildings (oekakiben). There is some amazing bento art out there, but soon Lee was taking it to a new level on a daily basis.

Despite her lack of formal training, Lee‚Äôs creativity found an outlet in the incredibly detailed, cute and nutritious meals she painstakingly put together for her two girls, using only run-of-the-mill household tools like scissors and knives. She describes herself as ‚Äúan ordinary, regular and average mom, crazy about making a mess in the kitchen.‚ÄĚ Although she‚Äôs keeping her feet on the ground, her star has risen quickly in the international media in recent months, from Belgium to the Ukraine and all over the world. She now works as a kids party planner, doing sewing, crafting, baking and doodling in her spare time.

Check out her latest creations, including a step-by-step pictorial guide to crafting your own!

‚Ėľ Time to think about Halloween costumes‚Ķ for your rice balls! Onigiri Charlie Brown is made from rice, nori seaweed, omelette and cheese, with a tomato jack ‚Äėo lantern.

‚Ėľ Minnie and Mickey Mouse are so sweet‚Ķ

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‚Ėľ Michael Jackson says, ‚Äúso eat it, just eat it‚ÄĚ.

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‚Ėľ King of popping veges into your mouth, love me tender greens‚Ķfood5

‚Ėľ If you had a chance to change your plate, would you? I would change mine for this one‚Ķfood6

‚Ėľ It must be Wednesday.food7

‚Ėľ Wilma Flintstone looking lovely in dark green seaweedfood8

‚Ėľ Her husband, Fred, rocks the dreaded broccoli.food9

‚Ėľ Best cure for the ‚Äúmean reds‚ÄĚ.food10

‚Ėľ Red Apple Riding Hood and the Big Chocolate Wolf get gobbled up together!food11

‚Ėľ Here‚Äôs a yummylicious Miss you can make at home with a bread roll, cream cheese and Nutella! See below for step-by-step details.food12food13

Tasteful and delightful, Lee’s charming food art transcends national boundaries. How does she do it?? Getting home-made food on a plate for your family is difficult enough, even without making each meal a masterpiece.

We‚Äôre looking forward to Samantha Lee‚Äės continuing adventures in food, in and out of the plate!

CUPCAKES ALMOST TOO BEAUTIFUL TO EAT! ADDING A JAPANESE TOUCH TO CAKE DECORATING

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Art lovers and foodies rejoice! Japan now has cupcakes so beautiful that they should probably be considered works of art, but are in fact delicious hand-made goodies meant for eating.

But could they be SO beautiful, so detailed, so mesmerizingly dainty in Japanese styles and patterns, that it would be a waste or even blasphemous to ruin them through our crude form of consumption, lost forever via our vast digestive tract? I probably wouldn’t go that far, but they are fantastically elegant and a slight hesitation to appreciate the detail before digging in would probably be in order, if not inevitable.

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The art of cake and cookie decorating with icing, a very Western ‚Äúart form,‚ÄĚ has finally made its way to Japan via Akina Matsuhira, who designs many of her detailed goodies in a Japanese-theme. After studying cake-decoration in England at Brooklands College and then continuing her training at a cake studio in London, Matsuhira has finally made a triumphant return to Japan, and with her she brings her master ‚Äúsugar artist‚ÄĚ skills and knowledge.

Most amateur bakers out there probably understand that baking and decorating cupcakes or cookies is no easy task. But that’s nothing compared to the tireless work of competitive cake decorating. It’s indeed not a job for the faint of heart; it takes patience and a strong will.

In her big entry into the spotlight, Matsuhira entered a cake-decorating contest, where she revealed her true masterpieces, cupcakes capturing the spirit of Japan. After painstakingly decorating for two days, working through the night, she came out on top, winning the first prize.

‚ĖľA folding-fan with a beautiful wisteria design.

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Now back in Japan, Matsuhira¬†is giving lessons to aspiring ‚Äúsugar artists,‚ÄĚ and has written two books for those who can‚Äôt travel to Shiga Prefecture for an in-person course. She has published one decorating recipe book and one cookie decorating lesson book. The books span from easy tasks for beginners to¬†more high-level challenges for advanced artists. They‚Äôre definitely worth checking out if you are at all interested in icing art.

But for the rest of us, we can just feast our eyes (and hopefully our taste buds) on Matsuhira‚Äôs masterpieces. One of her signature design themes is ‚ÄúJapanese wedding engagement.‚ÄĚ Now, after seeing these intricate delicacies, it almost makes me want to get engaged myself, just so I can celebrate with my friends and family with these fashionable cupcakes.

‚Ėľ I‚Äôm pretty sure that‚Äôs a real flower, not a sugar flower‚Ķ right?

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Keep an eye out for the detail, especially the gold icing bordering the flowers ‚Äď it really adds a regal touch and also helps the colors pop out. Her designs are always very Japanese in how delicately and meticulously she makes each sweet.

‚ĖľAn obi (decorative belt worn on a kimono). Don‚Äôt forget that it‚Äôs made of frosting!

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‚ĖľA very Japanese crane intertwined with a haorihimo (the decorative band on men‚Äôs formal kimono jackets worn at one‚Äôs wedding).

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‚Ėľ Tree peonies. Could you eat something that intricate?

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On second thought, I might not get engaged just so I can eat cupcakes, but I would, however, jump at the chance to see one of Matsuhira’s goodies in person (and then eat it!). Her work is very beautiful and manages to blend the Western cake-decorating style with the delicate and unique Japanese spirit. I can definitely see this catching on and becoming a huge trend throughout Japan, especially at weddings. Any aspiring sugar-artists out there, feel free to let me know if you need a taste-tester!

Images: JILL’s Sugar Collection

Pir√Ęmides de Giz√©

As grandes pir√Ęmides de Giz√©, no Egito, s√£o as √ļnicas das antigas maravilhas do mundo ainda existente.

Foto: As grandes pir√Ęmides de Giz√©, no Egito, s√£o as √ļnicas das antigas maravilhas do mundo ainda existente. #WFD | William Fagundes Estagi√°rio Fatos Desconhecidos