Marinha inicia a 34ª edição da Operação Antártica

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As 6 maiores sanguinárias da história

Já ouvimos muitas histórias de verdadeiros monstros pertencentes à nossa raça. Vlad, o Impalador, Adolf Hitler e Luis Garavito são alguns desses exemplos. Mas o que não costumamos ouvir muito é que cada um deles também tinha sua alma gêmea, apesar de nunca a ter conhecido. Mulheres tão deturpadas e psicóticas quanto nossos “amigos” mencionados acima, que não são tão comentadas no dia à dia por algum motivo. Então vamos tirar alguns minutinhos para conhecê-las também, e ferir um pouco esse estereótipo de dócil que temos do sexo feminino?

6. BELLE GUNNESS

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Também conhecida como Hell’s Belle, a caçula de 8 irmãos era uma Norueguesa que daria uma ótima açogueira se não fosse completamente insana. Ela se mudou para os EUA em 1881, 4 anos após perder um bebê por ter sido vítima de agressão, e se casou com um homem chamado Mads Sorenson, com quem abriu uma loja e passou a viver uma vida normal. Isso é, até 1887, quando a loja foi misteriosamente incendiada, causando inclusive a morte de seu marido. Com o dinheiro do seguro, Belle comprou uma casa e se casou de novo com um homem chamado Peter Gunness, com quem teve uma filha. Peter também veio a falecer um pouco depois. Estranho, né?

Pois é, e tudo isso ficou mais estranho ainda quando a professora de Jennie, sua filha, escutou a garota dizer a seguinte frase à um amigo: “Mamãe matou papai. Ela abriu a cabeça dele com um cutelo. Não conta pra ninguém!”. Com isso, foram realizadas muitas investigações em cima do caso – todas sem sucesso. Belle envenenava o café ou usava clorofórmio para desacordar as pessoas que a visitavam em busca de informações, e as arrastava pro porão onde… Bem, você sabe. Ela nunca foi pega, e morreu em 1908 por causas desconhecidas.

5. GERTRUDE BANISZEWSKI

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Gertrude decidiu se tornar uma Torturadora ao conhecer uma jovem Sylvia Likens, de apenas 16 anos. Os pais de Sylvia estavam viajando e pediram para que Gertrude ficasse de babá… Uma péssima escolha, tendo em vista que Sylvia foi espancada com palmatórias, banhada em água fervente, não alimentada, queimada por guimbas de cigarro, forçada a inserir uma garrafa de vidro em suas genitais, comer seus próprios excrementos, entre outras coisas tão brutais, mas tão brutais, que você não desejaria nem ao seu pior inimigo. Gertrude também tentou escrever com uma agulha a frase “Eu sou uma prostituta e tenho orgulho disso” na barriga de Sylvia antes dela morrer, mas a menina não resistiu ao processo. Baniszewski também forçou seus próprios filhos e a irmã de Sylvia a colaborar com as torturas. Essa aí pelo menos pegou prisão perpétua. O que ainda é pouco!

4. ILSE KOCH

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A Bruxa de Buchenwald se chamava Ilse Koch, e era uma nazista extremamente sádica e perturbada. Durante a guerra, ela e seu marido foram posicionados no Campo de Concentração de Buschenwald, onde ela ficou encarregada dos prisioneiros, e seu marido, de administrar o Campo de Execução. Ela torturou centenas de prisioneiros brutalmente até a morte. Fora isso, acreditava-se que ela fazia abajours com as peles dos prisioneiros, mas as investigações acabaram revelando que na verdade eles eram feitos de pele de cabra. Ou pelo menos é o que dizem.

3. MADAME POPOVA

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Presa após a confissão de uma de suas clientes com a consciência pesada, Popova era uma russa mercenária, vulgo “assassina de aluguel”, com um Modus Operandi bem específico: Maridos. Isso mesmo, ela cobrava das mulheres uma taxa nominal, e mais um valor após o serviço ter sido realizado. Assassina de sangue frio, quando a denúncia foi ao público, até mesmo a polícia teve problemas em chegar até ela, por conta da imensa multidão de revoltados que a cercava em sua casa. Eles queriam queimá-la na fogueira em praça pública, mas foram impedidos pela polícia. Após ser capturada, ela nem ao menos tentou esconder, e ainda admitiu ter orgulho de seu trabalho, dizendo que cada uma das mortes foi justificada pelo fato de suas vítimas terem sido homens perversos que abusavam de suas esposas.

2. ELIZABETH BÁTHORY

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A Condessa Elizabéth Báthory de Ecsed, também conhecida como Condessa Sangrenta, faz jus à medalha de prata que recebe, com 80 vítimas confirmadas e mais de 650 estimadas. Com uma mentalidade completamente fora da realidade, a Condessa, que era fanática pelo Ocultismo, acreditava que se ela se banhasse no sangue de mulheres jovens, jamais envelheceria. Olha a ideia! Ela torturava e assassinava suas vítimas, bebendo em seguida um pouco do seu sangue e se banhando com o resto dele. A data certa de sua morte é até hoje um mistério, pois ela foi encontrada morta em uma torre na qual foi aprisionada após ter sido descoberta.

1. MARY… BLOODY MARY

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Nossa vencedora de hoje é a Rainha Mary I, da Inglaterra, popularmente conhecida como Bloody Mary. Ela tem mais de 300 vítimas confirmadas, todas elas Protestantes que sofreram nas mãos de seu fanatismo religioso. As pessoas que conseguiram fugir ficaram tão aterrorizadas que nunca mais voltaram à Inglaterra, mesmo depois que a Rainha bateu as botas em 1558. Filha única do Rei Henry VIII, e primeira mulher à sentar no trono da Inglaterra, ela queria acima de tudo restaurar a fé católica no país, regando-o de sangue sob o lema de que os fins justificam os meios. Ela foi tão abertamente terrível com o mundo, suprindo tanto toda e qualquer demonstração de humanidade, que até hoje rolam histórias de que se você falar o nome dela três vezes na frente do espelho, ela vem te visitar… E aí, quem tem coragem de tentar?

Conheça Triton, o leão que joga futebol

Conheça Triton, o leão que joga futebol

Caso você tenha gatos ou esteja acostumado(a) com eles, você provavelmente já deve saber que felinos gostam de brincar com objetos esféricos. Dê a eles uma bola de qualquer tipo e eles se divertirão por muito tempo, fixados no objeto redondo, sem prestar absolutamente nenhuma atenção em você.

Mas você nunca imaginaria que um felino como o leão se amarraria em bolas de futebol. No Zoológico de Joanesburgo, o leão Triton tornou-se atração popular no zoológico na época da Copa do Mundo da África do Sul e, até hoje, conquista cada vez mais fãs. A “jabulani” não é um brinquedo qualquer pra Triton — o leão se dispõe até a mergulhar pra pegar a bola. Confira o vídeo:

O monstro de 14 anos de idade é tão encantado com a bola de futebol que ele se recusa a jogar com qualquer uma das sete fêmeas que vivem com ele no zoológico. A curadora Agnes Mululeke disse: “Eu acho que Triton poderia ensinar a alguns jogadores uma coisa ou duas sobre futebol, com as suas habilidades.”

“Nós temos 10 leões no zoológico e ele é o único que gosta do futebol”, disse Agnes. “Ele foi, sem dúvida, um grande mascote para a equipe da Inglaterra durante a nossa Copa.”

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E aí, você jogaria uma pelada com esse daí?

O lugar mais radioativo do planeta

Não, não é Chernobyl. Também não é Fukushima. A cidade mais radioativa do mundo fica na Rússia, entre os Montes Urais e a alguns quilômetros da fronteira com o Cazaquistão. O nome do inferno? Ozyorsk.

Ozyorsk é tão radioativo, mas tão radioativo, que se você der uma voltinha lá, morre em algumas horas. O lugar tem muita história e não é a toa que hoje é inabitável. Na década de 1940, a cidade foi sede de um centro de produção de material nuclear, que foi mantido em segredo até 1990. A função desse centro era extrair o Urânio-238 encontrado nas montanhas da região e enviar para a fabricação de armas. Em 1948, o primeiro reator começou a funcionar, convertendo urânio em plutônio.

A produção era uma beleza, mas algum gênio decidiu descartar o lixo nuclear no rio da região. O rio Techa, que abastecia cerca de 40 cidades e vilas da região, foi completamente contaminado. Em pouco tempo, isso resultou em 21% de aumento na incidência de câncer, 25% de aumento nos problemas no nascimento e 41% de aumento nos casos de leucemia em toda a região. O rio emitia 25% da radioatividade liberada na região durante um ano inteiro!

Se fosse só isso, já seria um desastre. Mas, em 1957, a explosão de um tanque resultou na dispersão de 50 a 100 toneladas de matéria de alto nível radioativo. Em 1968, os lagos contaminados da região sofreram um período de estiagem e o vento acabou dispersando a poeira radioativa que estava depositada nos leitos, atingindo milhares de pessoas. Finalmente, em 1990, cientistas descobriram que a taxa de radiação emitida pelo lago era suficiente para matar uma pessoa em uma hora.

A situação hoje está “controlada”. Parte dos lagos foram preenchidas com concreto, mas nada que diminua o sofrimento dos que ainda moram lá. Aliás, é uma boa pergunta: qual o sentido de morar nesse lugar?

Foto: Esse é o resultado de uma queimadura por radiação. Conheça a cidade que é tão radioativo, mas tão radioativo, que se você der uma voltinha lá, morre em algumas horas: http://bit.ly/1bhoCga

Por que a Mona Lisa não tem sobrancelha? Será que você consegue acertar a resposta?

LIVROS DE ARTE

Por que a Mona Lisa não tem sobrancelha? Será que você consegue acertar a resposta?

Descubra aqui as razões para uma estranha moda medieval que, até hoje, na verdade é aplicada para o padrão de beleza feminino

 

Pouca gente repara nisso, mas você já notou como as pinturas “clássicas” da Renascença Medieval, que aconteceu mais ou menos entre os século XIV e XVII, sempre ilustram mulheres sem sobrancelhas? E isso não é proposital e nem porque a tinta acabou, já que esse “erro” é cometido até por mestres do realismo que até hoje impressionam o mais técnico dos desenhistas.

Acontece que, até o século XVIII, era uma moda – e até mais que isso – raspar as sobrancelhas e os pelos faciais. Tudo partia da Igreja Católica, que considerava que qualquer pelo mostrado por uma mulher era impuro e representava a luxúria. Ou seja, como você pode ver, com aqueles vestidos e várias camadas de roupa, o pessoal ficava alucinado só de ver uma sobrancelha e imaginar outras partes a partir dali. E, como no período a Igreja ainda tinha muita força, esses costumes acabavam virando um tipo de lei, que inclusive estava apta a punições. Por isso, não era só a Mona Lisa que era assim:

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Além disso, a testa era considerada o ponto mais belo no rosto de uma mulher (não me pergunte, também não entendi), especialmente nas que seriam retratadas para a imortalidade – ou seja, nobres e o pessoal da realeza. Portanto, da mesma forma que o Photoshop, não se sabe até que ponto os retratos são realidade ou “melhorias” feitas pelo artistas, mas é provável que grande parte das modelos e musas da época realmente tivesse essa aparência de Teletubbie.

Entretanto, se pararmos pra pensar, hoje anatomistas faciais e maquiadores, por exemplo, sabem o valor essencial que as sobrancelhas têm para as expressões faciais. E se um dia o mesmo for descoberto com o buço? Ou a “monocelha”? Afinal, querendo ou não, a depilação feminina que hoje é feita provavelmente é uma herança dessa cultura Católica medieval, já que muitas vezes é associada à “higiene”, que é uma palavra científica para a “pureza divina”.

Children’s Story Books for Trauma Informed Work & Art Making

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As part of my ongoing re-organizing and inventorying of my work & creative space, I spent some time going through my collection of children’s books that I commonly use in group work (as well as individual sessions) with school aged youth (ages 6-12) and pre-school aged children. Many of these books I have had for years, purchased at trauma conferences, and have found really helpful to introduce a theme or topic that we will be working on before beginning the art intervention.

Children's Story Books for Trauma Informed Work & Art Making | creativity in motion Shelfie: Children’s Story Books for Trauma Informed Work

Here are some of my favorites and how I like to use them with art making in the groups I’ve done over the years:

Domestic Violence:

  • The Safe House– I have included this book when working with youth from violent homes on making paper houses around the theme of safety and what makes a house a safe home. You…

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