Artista cria incrível ‘museu aquático’ com esculturas no fundo do mar

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Por que quase não há japoneses obesos?

A resposta rápida de porque quase não há japoneses gordos, além dos lutadores de sumo, você provavelmente já saiba: a dieta. Mas não só a dieta, também o controle do Estado. No Japão, desde 2008, todas as empresas têm a obrigação de medir a cintura de seus empregados com mais de 40 anos. Se o funcionário apresentar situação de sobrepeso (mais de 85 cm nos homens e 90 nas mulheres) ele terá um prazo para baixar de peso.

8 coisas que quase ninguém sabe sobre a máfia japonesa

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8 coisas que quase ninguém sabe sobre a máfia japonesa
Conheça alguns detalhes sobre a Yakuza, que pouca gente conhece, mas que são capazes de causar arrepios

Por influência de Hollywood e de enredos de livros e jogos, a Yakuza – a lendária máfia japonesa – é conhecida de uma forma romântica pelo mundo. Eles, que além de medo, causam admiração pelo “excitante mundo do crime”, escondem segredos cruéis a respeito da ação do grupo dentro e fora do Japão ao longo dos (muitos) anos em que agem declaradamente como uma facção criminosa. (Se você gosta de segredos, clique aqui para conhecer também os que a Igreja Católica não quer que você saiba)

Abaixo, listamos alguns detalhes sobre a Yakuza que pouca gente conhece, mas que são suficientes para acabar de vez com a admiração que as pessoas sentem desses mafiosos Confira:

1. Grande máfia
Se você pensa que a Yakuza é coisa do passado, saiba que ela emprega, de certa forma, mais de 100 mil pessoas. Esse número a torna uma das maiores organizações criminosas do mundo. Mas, seu maior número de membros foi logo após a Segunda Guerra Mundial, quando chegou contar com 184 mil pessoas. Esse total, por incrível que pareça, representava mais da metade da força policial japonesa, que em 2010 era de 291.475 homens.

2. Lealdade
Dentro da máfia japonesa há uma organização rigorosa, que segue o típico formato piramidal, com o líder no topo e distribuição de poder entre suas camadas de capangas. Os kobun, ou filhos (seguidores); precisam ser leais e absolutamente obedientes ao oyabun (o chefão ou “pai”), estando dispostos mesmo a sacrificar suas próprias vidas em nome do líder ou do grupo.

3. Um dedo a menos
Broncas sem represálias ou “demissões” não acontecem na máfia. Quem não segue as ordens à risca sobre punições por meio de violência física. Os erros mais graves, por exemplo, costumam ser pagos com a amputação de um dos segmentos do dedo, prática conhecida entre eles como yubizume.

De acordo com os estudiosos da organização, segundo a tradição japonesa, o ato era praticado para que a pessoa desobediente se tornasse mais dependente de seu superior, especialmente na hora de brandir uma espada. Claro, há casos também em que os homens são punidos com a morte.

4. União
Até meados do século 20, a Yakuza funcionava na forma de famílias rivais, quando Yoshio Kodama uniu todas as facções e se tornou o primeiro chefe absoluto da máfia. Ele era um líder de extrema direita, que desviou muito dinheiro para o Partido Democrático Liberal japonês, com orientações n anticomunistas.

Dizem que Kodama foi um dos responsáveis pelo escândalo de 1976, envolvendo a companhia aeroespacial norte-americana Lockheed, cuja empresa teria pago um suborno superior a 3 milhões de dólares em suborno, por meio da Yakuza, para o então primeiro-ministro japonês, Kakuei Tanaka. Aliás, a parceria entre os membros da máfia e os partidos extremistas do país, continua até hoje e traz benefícios para ambos os lados, dando decisão política ao grupo e proteção aos políticos corruptos.

5. Urso assassino
Kazuo Taoka era o oyabun da maior família de mafiosos do Japão, a Yamaguchi-gumi. Ele era conhecido como Kuma, ou urso, em português; por ter a mania de atacar os olhos de seus adversários. Contam que, certa vez, o chefão recebeu um tiro na parte traseira do pescoço e sobreviveu sem sequelas Já destino do cara que o atacou não foi tão misericordioso: ele foi encontrado morto semanas depois, abandonado em uma floresta, em Kobe.

6. Indústria pornográfica
Esse é outro setor em que a Yakuza possui forte controle, incluindo pornografia infantil. Os representantes da máfia também têm influência em esquemas de tráfico sexual e contrabando de armas, além das práticas ilegais “normais” que fazem parte do cotidiano desses homens, como extorsões e chantagens. Sobre esse assunto, inclusive, há até uma divisão específica que se concentra nesse tipo de atividade, a sokaiya, que faz ameaças em troca de dinheiro.

7. Atividades globais
Inúmeros relatos apontam que a Yakuza não está restrita apenas ao Japão. No Ocidente, especialmente no Havaí e nos estados norte-americanos de Nova York, Nevada e Califórnia é onde há indícios da forte presença da máfia japonesa. Em alguns desses lugares, inclusive, já indícios de que a organização teria formado alianças com gangues coreanas e vietnamitas e chinesas.

Além disso, a cidade de Los Angeles, especificamente, é um paraíso para os mafiosos, cheia de atrizes jovens, dispostas a tudo para ter fama e dinheiro e que acabam entrando na indústria pornográfica ou em esquemas de prostituição. Isso porque as ocidentais, especialmente as loiras, são consideradas muito atraentes por muitos japoneses.

8. Síndrome de Robin Hood
Por serem implacáveis em suas missões, os membros da Yakuza costumam ver mortes violentas como uma forma poética e honrosa. Além disso, se acham o próprio Robin Hood e têm a mania de roubar dos ricos para ajudar os mais pobres. O pior de tudo é que esses conceitos românticos da vida criminosa fazem com que a máfia seja admirada por muita gente.

Um bom exemplo das ações sociais lideradas pela Yakuza foi em 2011, quando o Japão foi atingido pelo tsunami. Nessa época, a máfia respondeu tomou parte da situação com maior agilidade que o próprio governo japonês, entregando carregamentos de comida, água potável, cobertores e suprimentos de higiene pessoal nos abrigos.

The Toronto Maple Leafs of 2014-15: The More Things Change

Same Page Team

By: Dan Grant

You can finish the title yourself.

That’s really the key to the season for this edition of the Toronto Maple Leafs, though maybe not in the way you might think. Some things have changed to be sure. There are new faces on the ice in expanding roles. There were some surprising late cuts and of course, there are a lot of new bodies in the front office and on the coaching staff.

But what does it all amount to? Is this Leafs team poised to make the jump from fringe playoff contender to dark horse conference contender? If not, just what is the point of all this?

Let’s take a look at the team and see what there is to be seen.

Kozun springs into the Leafs lineup! Action shot! Nice number Brandon. No negative association there or anything.

THE MORE THINGS CHANGE

Like I said, there are new faces. 21 year old Josh Leivo

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Is a Chimpanzee a ‘Legal Person’? Court Set to Decide

TIME

A New York appeals court will begin hearing a landmark case on Wednesday that could determine if a chimpanzee has a legal status akin to personhood, thereby making its captivity unlawful.

Animal rights lawyer Steven Wise filed the lawsuit in 2013 on behalf of Tommy, a 26-year-old chimpanzee kept by a private owner in upstate New York. The lawsuit alleged that keeping the chimpanzee in captivity was unlawful, because a chimpanzee was not merely a possession of the owner, but rather “a cognitively complex autonomous legal person with the fundamental legal right not to be imprisoned.”

As such, the case called upon the court to grant Tommy the status of “legal personhood,” thereby extending the fundamental human right of habeas corpus, or the right to not be unlawfully imprisoned, to a primate.

The case grabbed headlines, including TIME’s, for its ambitious attempt to blur a longstanding legal distinction between humans…

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A Walk Around Montreal

Ryan Bolton.

Mont Royal in Montreal

Following our wedding, Kate and I escaped to one of our favourite cities: Montreal. We saw concerts, ate at the legendary Schwartz’s, drank at weird bars, ate delicious tacos, and stayed in this 1840’s loft in Old Montreal. Here’s a snapshot of our time there.

Downtown Montreal 1 Photo by Ryan Bolton.

Montreal Food Truck Photo by Ryan Bolton.

Climbing Mont Royal Photo by Ryan Bolton.

Full Shot of Downtown Montreal Photo by Ryan Bolton.

Park Bench in Mont Royal Photo by Ryan Bolton.

Schwartz's Diner Montreal Photo by Ryan Bolton.

Montreal Loft in Old Montreal Photo by Ryan Bolton.

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