FRANCÊS disparou contra um soldado RUSSO.

Em 1854, durante a batalha da guerra russa, na península da Crimeia, um soldado FRANCÊS disparou contra um soldado RUSSO.
A bala do soldado Francês encontrou a bala do soldado Russo no ar.
Exatamente, colidiram em pleno voo.

Foto: Em 1854, durante a batalha da guerra russa, na península da Crimeia, um soldado FRANCÊS disparou contra um soldado RUSSO.
A bala do soldado Francês encontrou a bala do soldado Russo no ar.
Exatamente, colidiram em pleno voo.

FONTE: dailymail.co.uk / bbc.co.uk
Link: http://goo.gl/6DPshr
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Apple-1

Computador Apple-1 pode ser vendido por até meio milhão de dólares. O computador, ainda funcional, é chamado de 01-0070 e foi montado por Wozniak em 1976 na garagem da casa dos pais de Steve Jobs. Naquela época, seu preço era de US$ 666,66.

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Fonte: goo.gl/vMfGds

#WDF Wendel Freitas
CDC Fatos Desconhecidos

As terríveis experiências médicas do Nazismo

destaque

As terríveis experiências médicas do Nazismo

Os campos de concentração da Segunda Grande Guerra não eram apenas locais onde os judeus trabalhavam até a morte. Nesses locais foram feitos experimentos médicos dignos de filmes de terror. Confira:

 

Não é preciso ser um gênio da História para saber que a 2ª Guerra Mundial foi um período traumático para a humanidade. Milhares de pessoas morreram nas batalhas e outras tantas foram capturadas e levadas para os campos de concentração. Esse foi o destino, como sabemos, da maioria dos judeus que viviam na Alemanha.

Acontece, que nesses lugares temíveis – onde as pessoas eram mal tratadas e exploradas até a morte em trabalhos escravos – as mazelas não se resumiam somente à devastação da Guerra com seus ataques aéreos e tiroteios. Nas mãos de médicos como Josef Mengele, Sigmund Rascher, Eduard Wirths e Werner Fischer, inúmeros experimentos científicos, dignos de filmes de terror, foram colocados em prática, usando os prisioneiros como cobaias.

Conheça, na lista abaixo, as piores e mais temíveis experiências médicas realizadas na época do Nazismo:

TESTES MILITARES

Visavam soluções para aumentar a eficácia dos soldados nos campos de batalha, tais como:

Congelamento

As vítimas, que nesses casos sempre estavam nuas, eram colocadas em tonéis de água praticamente congelada ou expostas ao gelo. A intenção dos médicos nazistas era calcular a resistência máxima do ser humano ao frio. Claro que inúmeras pessoas morriam por hipotermia no meio dos experimentos, que não paravam por aí. Isso porque depois do óbito, os pesquisadores ainda testavam métodos de reanimação.

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Aquecimento

Esses também eram testes que buscavam determinar o limite do corpo humano diante do aumento de temperatura. Os prisioneiros de guerra ficavam expostos a luzes incandescentes ou imersos em caldeirões com água fervente. Não raro as próprias “cobaias” do congelamento participavam desse outro experimento, na tentativa de reanimação, quando as pessoas estavam quase mortas. Não há registros de sobreviventes nessas experiências.

Pressão

Outros experimentos cruéis aos quais eram expostos os prisioneiros, foram os testes de pressão. Os pesquisadores da época queriam descobrir qual a altitude segura para os soldados alemães. Muitas pessoas perderam a consciência ou morreram sofrendo convulsões pela pressão intracraniana excessiva. Segundo os registros históricos, das 200 vítimas desses experimentos, 80 morreram durante os testes. O restante foi executado em seguida.

pressão

Água do mar

Não dá para dizer exatamente se o teste era para saber se as pessoas sobreviveriam ou se morreriam mais rápido consumindo água do mar, mas aconteceu. Um grupo de 90 ciganos foi deixado em uma câmara, recebendo apenas pouco alimento e água salgada. Conforme os relatos dos experimentos, de tão desidratados, eles eram vistos lambendo os azulejos recém-lavados do lugar, no desespero por água potável.

Estilhaços

Herta Oberheuser, uma médica que ficou famosa por seu sadismo, foi responsável por esses dolorosos experimentos. Durante os testes, ela feria suas vítimas com pregos, cacos de vidro, serragem e lascas de madeira para simular as condições de luta entre os soldados e verificar o prejuízo que os ferimentos por estilhaços poderiam causar.

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Fome

Milhares de prisioneiros, inclusive muitas crianças, foram deixados sem alimento em testes de subnutrição.

TESTES DE EUGENIA

Testes que buscavam maneiras rápidas e eficazes de esterilização em massa, para impedir que pessoas não arianas se reproduzissem. Entram para esse corredor os testes:

Injeção química

Misturas bombásticas eram injetadas diretamente no útero das vítimas, como as famosas injeções de iodo e nitrato de prata. Além da esterilização, eles perceberam ainda terríveis efeitos colaterais, como câncer e hemorragia interna.

injeção

Radiação

Sem que os prisioneiros soubessem, eles eram expostos a radiação excessiva e ficavam estéreis em menos de 3 minutos. Foi a forma mais pontual que os médicos nazistas encontraram para o “problema”, chegando a esterilizar mais de 400 mil pessoas. Mas os efeitos também eram desastrosos, causando mortes imediatas ou na câmara de gás, uma vez que as cobaias saíam machucadas dos experimentos e eram, assim, consideradas inúteis.

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Diferença “racial”

Inúmeras cobaias humanas, de diferentes etnias, foram infectadas com as mesmas doenças para que os médicos nazistas analisassem a evolução da enfermidade em cada uma delas.

TESTES DE CIÊNCIA GERAL

Com o argumento de aprimorar a ciência, os médicos nazistas fizeram os mais inescrupulosos testes com seres humanos.

Testes com gêmeos

Experimentos terríveis foram feitos com gêmeos. Um deles, por exemplo, tentou gerar siameses interligando seus vasos sanguíneos. Dos mais de 1.500 gêmeos, somente 183 sobreviveram aos campos.

Doenças

Testes em busca da cura da malária, tifo, tuberculose, febre amarela, febre tifoide e hepatite foram feitos em milhares de presos. As vítimas eram, deliberadamente, infectadas com as doenças. Cerca de 90% das pessoas que participaram desses testes morreram. Além disso, os vivos eram dissecados para que os médicos pudessem ver a forma como a doença se espalhava pelo corpo.

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Venenos

Em busca de antídotos para substâncias tóxicas, muitos prisioneiros foram envenenados. Além disso, suas reações eram observadas para entender quais os efeitos que causavam no organismo. Os que não morreram após as convulsões e outros efeitos foram mortos para análise.

Regeneração

Muitos prisioneiros foram vítimas de fraturas, infecções, enxertos ósseos ou amputações propositais, realizadas pelos médicos nazistas. Aliás, as vítimas não recebiam nem o privilégio das anestesias. Depois de tudo isso, os experimentos eram finalizados com tentativas de reimplantes, para registrar como o corpo se regenerava.

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Pessoas inteligentes à cima da média, tendem a pensar mais rápido, e como resultado, sua escrita fica mais distorcida e descuidada.

Foto: Pessoas inteligentes à cima da média, tendem a pensar mais rápido, e como resultado, sua escrita fica mais  distorcida e descuidada.

Gorgojo Jirafa

Trachelophorus giraffa é um inseto endêmico de Madagáscar, mede cerca de 2.5 cm. Seu nome, em específico, é porque tem um pescoço longo semelhante a uma Girafa.

Foto: Gorgojo Jirafa

Trachelophorus giraffa é um inseto endêmico de Madagáscar, mede cerca de 2.5 cm. Seu nome, em específico, é porque tem um pescoço longo semelhante a uma Girafa. 

#DRL | Danilo Rocha
ADM Fatos Desconhecidos

Mãe usa cadeira de rodas do filho para criar divertidas fantasias de Halloween

 

Doces ou travessuras? No Halloween, ou Dia das Bruxas, crianças capricham na fantasia para se divertir e conseguir algumas guloseimas. A ansiedade pelo último dia de outubro é tanta que nem mesmo a cadeira de rodas que acompanha Caleb McLelland há anos o impede de se divertir. Pelo contrário: desde que o garoto tem 3 anos de idade, Cassie, a mãe, se desdobra em criatividade e habilidade para incorporar a cadeira de rodas à fantasia.

Diagnosticado com uma malformação conhecida como espinha bífida, ainda com 18 semanas de vida, o garoto não consegue andar, o que não o impede, contudo, de se divertir e arrasar no Halloween. De Superman a Mario Kart, Caleb já ganhou fantasias incríveis e hoje inspira diversas outras mães e crianças cadeirantes a fazerem o mesmo, por meio do blog Wheelchair Costumes(“Fantasias de Cadeira de Rodas”, em português).

Veja abaixo algumas das fantasias de Caleb e das outras crianças, que compartilharam no blog, e tente não se apaixonar:

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Fotos © Cassie McLelland

Cassie quer com isto, além de divertir o filho e não o limitar à imagem da cadeira de rodas, alertar todos os pais de que ser criança, independente da condição, é felicidade: “Quando eu estava grávida, eu estava apavorada. O quadro que nos pintaram era sombrio, na melhor das hipóteses. Foi horrível. Eu gostaria de ter sabido na época o quão incrível meu filho seria. Se eu tivesse tido um vislumbre, eu não me teria assustado tanto”.

Cassie

“Eu quero que as pessoas saibam que um filho é uma alegria. Eu sou uma pessoa melhor porque ele está aqui. Tem sido ótimo, tem sido uma honra ser sua mãe“.

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Abaixo outras crianças inspiradas por Cassie e Caleb:

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Ebola pode matar um milhão de pessoas até o fim de janeiro

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O ebola poderia matar um milhão de pessoas até o final de janeiro, advertem planejadores de desastre do governo estadunidense. Especialistas também disseram que a doença pode se tornar endêmica e algumas clínicas começaram recusar vítimas, de acordo com a revista “Forbes”.

Os EUA estão enviando 400 mil kits de cuidados domésticos com batas protetoras, máscaras, luvas, cloro e medicamentos para a Libéria, país no centro do pior surto da doença, informou o jornal britânico “The Times”. A proposta de assistência domiciliar é baseada em um modelo usado pela última vez para erradicar a varíola na África na década de 1960. No entanto, a população da região é três vezes maior do que era então e é agora muito mais concentrada em favelas urbanas densas.

OMS: epidemia de ebola é provavelmente muito pior do que pensamos

Alguns especialistas temem que o surto, que já dura seis meses, possa não ser mantido sob controle em um futuro próximo, e, ao invés disso, a doença se torne endêmica. “A atual perspectiva epidemiológica é sombria”, disseram os autores de um estudo publicado na “New England Journal of Medicine”. “Para o médio prazo, pelo menos, devemos encarar a possibilidade de que [o ebola] se torne endêmico entre a população humana da África Ocidental, uma perspectiva que nunca tinha sido contemplada.”

O Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CCPD) dos Estados Unidos afirma que poderia haver 1,4 milhões de infecções na Libéria e na Serra Leoa até o final de janeiro. E a Organização Mundial de Saúde, que estima que o número de casos nos próximos quatro meses chegaria a “centenas de milhares”, informou também que a taxa de mortalidade da infecção, que causa febre hemorrágica, é superior a 70%, acima dos 50% calculados anteriormente.

O pior quadro possível ainda considera a possibilidade do vírus sofrer uma mutação e, assim, modificar a sua forma de contágio. De acordo com o diretor de Estratégia da OMS, Christopher Dye, coautor do estudo que sustenta que a doença poderia se tornar endêmica de países africano, se, como tantos outros, o vírus fosse transmitido pelo ar, ao invés do contato direto com fluídos corporais, as consequências seriam muito sérias.

Por que esta é a mais terrível epidemia de ebola de todos os tempos

Por outro lado, se as intervenções para a contenção do ebola atingissem o êxito total, o vírus desapareceria nos humanos em questão de meses e retornaria a seus portadores originais: os morcegos.

As estimativas alarmantes vêm em meio à crescente onda de violência contra os profissionais de saúde. Sete estrangeiros foram mortos na remota aldeia de Womey, na Guiné, no início de setembro, depois de a equipe de médicos e jornalistas ter ido ao local para aumentar a conscientização sobre a doença. Seus corpos mutilados foram encontrados em uma latrina, informou o The Guardian. Em 24 de setembro, a polícia prendeu 27 pessoas com ligações com o assassinato.

Em outro lugar na Guiné houve motins pois as pessoas temiam que o desinfetante que estava sendo pulverizado em um mercado poderia ter espalhado a doença.

Serra Leoa ordenou que todos os seus seis milhões de pessoas ficassem em casa por três dias na semana passada, em uma tentativa desesperada controlar o surto. Os profissionais de saúde foram de porta em porta, encontrando 130 vítimas que foram então isoladas. O governo alegou que 85% da população agora acredita que o ebola é real.

OMS declara epidemia de ebola uma emergência de saúde internacional

Porém, em Monróvia, capital da Libéria, a instituição Médicos Sem Fronteiras informou que estava recusando tantos pacientes quanto os que estavam sendo admitidos na clínica de 160 camas. Uma das três existentes em Monróvia, a clínica contabilizou 350 mortes no mês passado. Algumas noites, até cinco pessoas morrem no local.

Ainda, segundo Tom Frieden, diretor do CCPD, declarou, no último dia 21 de agosto, em uma coletiva de imprensa que, ao contrário de alguns rumores, os casos não estão diminuido. Pelo contrário: “Eu gostaria de não ter de dizer isto, mas [a situação] vai piorar antes de melhorar”, afirmou.

O surto é o pior desde que o vírus foi identificado em 1976, no Zaire (atual República Democrática do Congo). [Forbes, Revista Galileu, Breitbart]