As-tatuagens-hiperrealistas-de-uma-artista-russa-vao-impressionar-você

Quem tem o dom de tatuar, consegue ir além das expectativas em busca do melhor desenho possível e traço marcante. A russa Valentina Ryabova impressiona por conta de suas tatuagens hiperrealistas, que mais se parecem com pinturas na pele, registradas em fotografias.

Cenas comuns e inocentes do cotidiano, como um garoto carregando seu skate ou uma menina tomando um sorvete, são alguns de seus trabalhos, feitos com muita precisão e talento, o que torna a imagem menos banal por si só. As imagens são tão realistas, que você se esquece que é uma mera tattoo.

Em contrapartida, a artista também cria desenhos um tanto quanto sensuais, retratando mulheres atraentes ao estilo Lolita e, em algumas ocasiões, nuas. Personagens de filmes como “O Máscara” e Vinz, do clássico filme “O Ódio”, além do pintor surrealista Salvador Dalí, também figuram entre as suas tatuagens. Dá uma olhada:

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Colecionador compra câmara fotográfica antiga e encontra fotos da Primeira Guerra Mundial

Muitas vezes, guerras são lembradas como atos gloriosos, patrióticos, movidos por motivos belos como a liberdade. As 10 fotos abaixo discordam. Elas representam a verdadeira imagem da guerra, que é de tragédia e derramamento de sangue. Confira:

  • Colecionador compra câmara fotográfica antiga e encontra fotos da Primeira Guerra Mundial

10. Cratera da Batalha de Messines

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Esta fotografia foi feita durante a Batalha de Messines, que ocorreu em Flandres, na França, no início de junho de 1917. A batalha durou uma semana, com mais de 25.000 mortos confirmados e 10.000 desaparecidos. A cratera colossal foi criada no primeiro dia da batalha pelo Segundo Exército Britânico, que detonou 19 minas em 19 segundos, além de usar artilharia pesada. Cinco outras minas permaneceram sem detonar, e uma sexta foi detonada durante uma tempestade em 1955. Mais de 10.000 soldados alemães morreram na explosão, que se diz ter sido ouvida de Londres a Dublin. O ataque foi a maior explosão planejada da história militar na época, e criou um território muito perigoso mesmo para os britânicos – a superlotação na borda do grande buraco resultou na morte de cerca de 7.000 de seus soldados. Muitas das crateras criadas durante a Batalha de Messines ainda podem ser vistas em fazendas francesas, e algumas foram transformadas em piscinas.

9. A loja de próteses para soldados

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21 milhões de homens ficaram feridos durante a Primeira Guerra Mundial, e muitos voltaram com lesões faciais incapacitantes. Embora a cirurgia plástica estivesse avançando mais rápido do que nunca na época, muitos soldados passaram a usar rostos protéticos para esconder as cicatrizes que não puderam ser removidas. Depois de trabalhar com soldados feridos na Cruz Vermelha, Anna Coleman Ladd, nascida em Boston (EUA), montou uma loja em Paris, que se tornou incrivelmente popular. Ela vendia próteses feitas à mão a partir de cobre e aplicadas ao rosto do paciente de maneira que se misturassem com a pele tão perfeitamente quanto possível. Anna produziu mais de 220 máscaras protéticas até 1918. O espaço da loja era o mais alegre possível para combater o trauma que os pacientes já haviam passado na guerra, com um jardim coberto de hera e decorado com estátuas, quartos cheios de flores e bandeiras por todos os lados. Os soldados recebiam chocolates, vinho e dominó para passar o tempo enquanto estavam na loja. Anna estabeleceu padrões revolucionários de cuidados para os feridos, diferente de tudo que eles já tinham visto antes.

8. Tenente Norman Eric Wallace

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Tenente Norman Eric Wallace era um observador canadense durante a Primeira Guerra Mundial. Alistou-se em 1915, e foi imediatamente enviado para a Europa. Dois anos depois, o avião de Wallace caiu, e ele sofreu ferimentos faciais terríveis devido a queimaduras. A cirurgia plástica feita para reconstruir o rosto de Wallace foi revolucionária para a época. Enxertos de pele retirados de suas nádegas foram usados para reparar cicatrizes, e pele do seu pescoço e queixo foi deslocada para cobri-las. Os médicos também usaram pele de seu ombro para cobrir suas bochechas e lábio superior. Ainda assim, Wallace usou um rosto protético. Apesar de todos os problemas que passou, o soldado se apaixonou durante sua permanência no hospital e se casou em 1920. Tragicamente, sua esposa morreu de câncer apenas alguns dias antes de seu primeiro aniversário de casamento. Wallace continuou sua carreira militar e acabou promovido a major. Ele viveu até o final de 1974, quando sucumbiu ao câncer de pulmão. Passou a maior parte de sua vida sozinho em hotéis e chalés em Llangammarch Wells, uma aldeia isolada no País de Gales, onde era muito querido pelos moradores.

7. Destruição da Batalha de Verdun

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A Batalha de Verdun, que ocorreu perto da cidade de mesmo nome, durou pouco menos de 11 meses. A imagem mostra o efeito do bombardeio militar na cidade, que foi abandonada. A destruição foi causada por táticas questionáveis de guerra usadas por ambos os lados, com a intenção de acabar com o maior número de recursos e matar tantas pessoas quanto possível, para desgastar o inimigo. Estima-se que mais de um milhão de homens morreram durante a Batalha de Verdun, mas esta imagem mostra claramente o efeito que ela teve sobre as vidas dos civis apanhados no conflito. O ataque representou um golpe duro para os franceses, já que Verdun tinha sido um próspero centro comercial de importância histórica para eles.

6. Munição de um dia de guerra

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A forma de luta utilizada na Grande Guerra nunca tinha sido vista em uma escala tão grande. Um exemplo é a Batalha de Verdun, mencionada acima. Apenas no primeiro dia da batalha, forças alemãs usaram 1.200 armas de artilharia, 2,5 milhões projéteis, e 1.300 trens de munição para atacar seus inimigos. O fornecimento diário de todo esse aparato pesava até 25.000 toneladas. No geral, 14 milhões de projéteis foram disparados em toda a batalha. A imagem mostra uma pilha de cápsulas, os invólucros dos projéteis, utilizados durante o curso de um único dia na guerra. Isso ilustra quantos homens foram mortos e feridos durante o conflito. Uma das razões para tantas baixas foi o uso da técnica de barragem, tática idealizada por Sir Henry Horne pela primeira vez na Batalha de Somme, em 1916. Esta estratégia envolvia disparar fogo lentamente em frente ao avanço das tropas. Era uma tática perigosa, porque se o disparo ocorresse em um momento errado, poderia facilmente matar os próprios soldados em vez do inimigo.

5. Renas usadas pela Rússia

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Em 1914, a Rússia era uma força aliada, que ajudava os britânicos a combater a Alemanha. Esta fotografia de um soldado britânico puxando um trenó de abastecimento com uma rena ilustra como, apesar de avanços maciços em tecnologia, muitas das táticas usadas na Primeira Guerra Mundial ainda eram arcaicas e, provavelmente, resultaram em mais mortes do que impediram. A Rússia não foi o único país que usou métodos ultrapassados; mesmo os revolucionários industriais britânicos usaram por um bom tempo cavalos, que não ajudavam em nada contra as metralhadoras da Alemanha. Pelo contrário, só aumentavam o número de mortos, em todas as espécies. A aparição da cavalaria dos britânicos foi durante a Batalha do Somme, em 1916, dois anos após a guerra começar. A introdução do tanque no final daquele ano finalmente acabou com a exploração dos pobres animais.

4. As chocantes imagens de Walter Kleinfeldt

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Esta imagem é uma das fotografias mais marcantes da Primeira Guerra. Ela foi feita com uma câmera Contessa por Walter Kleinfeldt, na época com 16 anos, que havia se juntado à guerra um ano antes. Quando voltou para a Alemanha, Walter abriu uma loja para exibir suas fotos, mas esta, tirada durante a Batalha do Somme, não foi descoberta até quase 100 anos mais tarde, pelo filho do fotógrafo. O contraste entre o soldado morto e o crucifixo é impressionante. Em um documentário da BBC sobre a coleção a partir da qual a imagem vem, o filho de Walter argumenta que a fotografia é “uma acusação contra a guerra”. Outras fotos de Walter incluem uma de corpos espalhados e uma de um médico alemão consolando um soldado em seus últimos momentos. Kleinfeldt também captou o cotidiano dos soldados quando eles estavam longe do campo de batalha, se lavando em rios ou vagando ao redor de cidades alemãs.

3. O mundial em Guerra Mundial

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Embora pareça óbvio, o fato de que o conflito foi uma verdadeira guerra a nível mundial é muitas vezes pouco lembrado. Esta fotografia impressionante feita por Albert Kahn, um banqueiro milionário que passou o início do século 20 capturando as culturas dos países em todo o mundo em notáveis imagens a cores para o seu livro “Os Arquivos do Planeta”, mostra um grupo de franceses da Cavalaria Colonial Francesa, do Quarto Regimento de Sipahis, provavelmente proveniente de Marrocos. O uso de tropas coloniais era particularmente forte na França, provavelmente devido à sua pequena população. No momento em que a guerra começou, a Europa tinha conquistado terras na maioria do resto do mundo. A Índia ofereceu o maior número de homens – 1,5 milhão de soldados – para a guerra, enquanto Nova Zelândia, Canadá, África do Sul e Austrália contribuíram com mais milhões para os militares britânicos. Os franceses contavam com o apoio dos africanos ocidentais, da Indochina e dos malgaxes. O resultado foi uma guerra que tocou mais cantos do mundo do que qualquer outra antes.

2. Campanha de Galípoli

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Esta fotografia comovente mostra um soldado australiano carregando um companheiro ferido em Suvla Bay, na tentativa de levá-lo a um médico. A Campanha de Galípoli foi uma das primeiras grandes perdas para o exército australiano. O principal objetivo da campanha era capturar Constantinopla do Império Otomano, mas falhou. É estimado que quase meio milhão de homens morreram na empreitada. A brutalidade da batalha é retratada em uma das músicas mais famosas da Austrália, “And the Band Played Waltzing Matilda”, de Eric Bogle. O significado da campanha para a história australiana é talvez melhor resumido pelo primeiro-ministro na época, William Hughes, que disse que o país “nasceu nas margens de Galípoli”. Ainda hoje, apesar do fato de que os australianos sofreram perdas piores na frente ocidental em um espaço de sete semanas do que fizeram ao longo de oito meses em Galípoli, a batalha ainda é lembrada com muito mais entusiasmo do que qualquer outra da Primeira Guerra Mundial no país.

1. Pirâmides da vitória (e da morte)

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A pirâmide nesta foto é uma de duas surpreendentes estruturas construídas em Nova York, nos EUA, elevando-se sobre ambas as extremidades do “Caminho da Vitória”, perto da Grand Central Station, em 1918. Cada pirâmide, composta de 12.000 capacetes alemães, representava milhares de soldados capturados ou mortos, bem como a derrota do inimigo. Supostamente, os capacetes seriam dados para aqueles que investiram na guerra, mas seu paradeiro hoje é desconhecido. Embora guardar “souvenirs” de batalhas possa parecer bizarro ou até mesmo errado para nós hoje, o ato era comum durante o século 20. Por exemplo, um australiano trouxe para casa a cabeça mumificada de um soldado turco que tinha matado em Galípoli.

HMHS Britannic

O HMHS Britannic (navio irmão do Titanic) serviu como navio-hospital durante a Primeira Guerra Mundial. No entanto, acabou naufragando após atingir uma mina naval.

Foto: O HMHS Britannic (navio irmão do Titanic) serviu como navio-hospital durante a Primeira Guerra Mundial. No entanto, acabou naufragando após atingir uma mina naval. 

#DNL | Danilo Rocha
CDC Fatos Desconhecidos

Cachorros idosos são protagonistas de ensaio emocionante

Aviso: prepare-se para ficar com o coração na mão.

Se você tem ou já teve um cachorro de estimação, sabe quão verdadeira é aquela máxima de que eles são os melhores amigos do homem. Independente da personalidade de cada um, que a gente sabe que são tão variadas quanto à dos humanos, do humor, dos picos de loucura, dos dias mais tristes, eles estão sempre ali – prontos para arrancar um sorriso seu e dar aquela levantada no astral de qualquer ambiente.

E mesmo quando eles estão em idade avançada, todas essas coisas continuam valendo. E foi isso que deu um insight para o fotógrafo Pete Thorne, do Canadá. Ele pensou que, assim como fotografar os idosos pode fazer retratos poderosos e carregados de uma emoção praticamente indescritível, o mesmo efeito e as mesmas emoções poderiam ser capturados em fotos de cachorros idosos também.

  • Estudo descobre que cachorros também podem ser pessimistas

E foi assim que nasceu a série de fotos “Old Faithful” (“idoso fiel”, em tradução livre), que nos mostra um olhar íntimo, de admiração e muito carinho, dos melhores amigos do homem quando eles estão vivendo a tal da melhor idade.

Os rostos envelhecidos de cada cão contam a história de uma vida cheia de altos e baixos. A série já possui mais de 50 fotos, mas parece que podemos esperar mais pela frente.

Algumas das que você vai ver aqui foram tiradas poucos dias antes dos cachorros passarem dessa para uma melhor, o que dá um tom ainda mais especial para esse último registro de uma vida vivida para deixar humanos mais felizes.

  • Depois de grande: 21 fotos belíssimas de cachorros antes e depois

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Astrofotografia

Mais astrofotografia incrível, provavelmente obtida após longa exposição. Tempestade com raios e a via-láctea.

Foto: Uma astrofotografia incrível, provavelmente obtida após longa exposição. Tempestade com raios e a via-láctea.

#FOX | Heber Cardoso
ADM Fatos Desconhecidos

Artista faz esculturas hiper-realistas que vão confundir seus sentidos

Artista faz esculturas hiper-realistas que vão confundir seus sentidos

Existem alguns artistas que possuem uma sensibilidade extraordinária que, aliada a uma técnica precisa, oferece a capacidade de enganar nossos olhos. É o que acontece com o artista australiano Sam Jinks, que cria esculturas hiper-realistas com grande precisão anatômica e fisiológica.

Utilizando silicone, fibra de vidro, resina, carbonato de cálcio e ainda cabelos humanos, suas esculturas mostram pessoas melancólicas ou ainda com parte do corpo sendo de animais. Esses seres parecem querer ganhar vida, a ponto de termos a sensação de que a qualquer momento vão se mexer. Jinks trabalha há cerca de 8 anos exclusivamente com suas esculturas, que aprendeu a moldar quando trabalhava em TV e precisava fazer fantoches e, posteriormente, na área de efeitos especiais para cinema.

Veja alguns de seus extraordinários trabalhos:

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Sam Jinks : Unsettled Dogs 2012 / Sullivan + Strumpf

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MALAYSIAN FOOD ARTIST SAMANTHA LEE SERVES UP MORE PLATEFULS OF AMAZEBALLS

Imagine if your mom made you meals that became famous all over the world… you’d probably belong to the Clean Plate Club, right?

Malaysian food artist and mother of two Samantha Lee began by making Japanese lunch boxes (bento) in 2008 to encourage her elder daughter to eat independently. Bentoboxes may be stylishly arranged and decorated to look like popular movie, TV or video game characters (kyaraben) or people, animals or buildings (oekakiben). There is some amazing bento art out there, but soon Lee was taking it to a new level on a daily basis.

Despite her lack of formal training, Lee’s creativity found an outlet in the incredibly detailed, cute and nutritious meals she painstakingly put together for her two girls, using only run-of-the-mill household tools like scissors and knives. She describes herself as “an ordinary, regular and average mom, crazy about making a mess in the kitchen.” Although she’s keeping her feet on the ground, her star has risen quickly in the international media in recent months, from Belgium to the Ukraine and all over the world. She now works as a kids party planner, doing sewing, crafting, baking and doodling in her spare time.

Check out her latest creations, including a step-by-step pictorial guide to crafting your own!

▼ Time to think about Halloween costumes… for your rice balls! Onigiri Charlie Brown is made from rice, nori seaweed, omelette and cheese, with a tomato jack ‘o lantern.

▼ Minnie and Mickey Mouse are so sweet…

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▼ Michael Jackson says, “so eat it, just eat it”.

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▼ King of popping veges into your mouth, love me tender greens…food5

▼ If you had a chance to change your plate, would you? I would change mine for this one…food6

▼ It must be Wednesday.food7

▼ Wilma Flintstone looking lovely in dark green seaweedfood8

▼ Her husband, Fred, rocks the dreaded broccoli.food9

▼ Best cure for the “mean reds”.food10

▼ Red Apple Riding Hood and the Big Chocolate Wolf get gobbled up together!food11

▼ Here’s a yummylicious Miss you can make at home with a bread roll, cream cheese and Nutella! See below for step-by-step details.food12food13

Tasteful and delightful, Lee’s charming food art transcends national boundaries. How does she do it?? Getting home-made food on a plate for your family is difficult enough, even without making each meal a masterpiece.

We’re looking forward to Samantha Lee‘s continuing adventures in food, in and out of the plate!

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