Nebulosa ”MĂŁo de Deus”, IncrĂ­vel!

Nebulosa ”MĂŁo de Deus”, IncrĂ­vel!
Foto: Nebulosa ''MĂŁo de Deus'', IncrĂ­vel!

The Poitou – The Donkey with Dreadlocks

A look at the Poitou donkey from South West France. 

Only thirty years ago, less than thirty of these beautiful and friendly animals were left. 

Now, thanks to a conservation programme, it looks as if the dreadlocked donkey is set to stay awhile on Planet Earth.

The beautiful Poitou region of France, three hundred miles south-west of the French capital Paris, has been harboring a secret. Some secrets are dark and deadly: this one, however, is cute and cuddly. The Poitou species of Donkey, as adorable as a donkey can be without being something else entirely, has a remarkable story to tell. As a species it has teetered at the edge of extinction but thanks to some extremely hard work on the part of conservationists, it looks as if its future may be finally assured.

The Poitou comes from the Equus asinus species and is – basically – a donkey with dreadlocks. It looks as if it could have been genetically engineered to satisfy the faddish longings of a billionaire’s daughter but has in fact been living and working in this region of France for hundreds of years. The Poitou was bred exclusively to be used in the breeding of mules (one of the traditional activities of the region) and as such was exported throughout the world in numbers.

It is believed locally that the tradition of mule breeding was introduced in to the region by the Romans, meaning that the Poitou possibly has a lineage of over two thousand years. As the means to producing a mule, it was mated with the Mulassier species of horse to produce about the largest species of mule in Europe. The only other mule near to it in size is the breed from AndalucĂ­a.

However, the success story of the Poitou was destined no to last. With the advent of industry and mechanized farming, the call for the Poitou declined and as demand fell, so did the numbers of this amazing looking beast. The species went in to what looked like a terminal decline with many local farmers either selling their herds – fate unknown but use your imagination – or exterminating the animals themselves. The Poitou was, it seemed, history.

Then, in 1977 a survey revealed that there were only twelve stallions (the locals call them baudets) and thirteen mares (likewise, known as anesses) left. If something was not done quickly the Poitou would be no more. Local authorities, keen to retain this unique but vestigial remnant of local history, together with the French National Parks, breeders and scientists, joined together to create a studbook. This would list all known full and part bred examples of the species so that liaisons between stallions and mares could be arranged and – after the donkeys had played their part – the species could be raised almost from the dead.

Thanks to this programme there are now over one hundred Poitous of each gender in their native region alive and well and ready to breed some more. Worldwide there are around a thousand. With resolve and organization the Poitou has shown the rest of the world that highly endangered species can be brought back from the brink. Most prized are the animals with the most distinct dreadlocks – the trademark of the Poitou. The species is gaining popularity because of its highly docile nature. Unlike many species of donkeys, this one is fun loving and is able to form loving relationships with its owners.

True, it is only for the wealthy – each Poitou can cost up to five thousand dollars. And don’t expect to be able to keep one in your back yard, either! The beast can grown up to sixteen hands in height, which is around one and a half meters, making it quite a statuesque example of donkeyness in the donkeyworld!

O treinamento para ser um ninja

O treinamento para ser um ninja nĂŁo era nada fĂĄcil. Muitos eram treinados desde criança e consistia em treinamento fĂ­sico e mental. AtravĂ©s do Ninjutsu, que muitos resumem como um conjunto de tĂ©cnicas de sobrevivĂȘncia, os ninjas aprendiam habilidades de guerra, espionagem e ataques de guerrilha.
Aprendiam a confeccionar armas e a manusear substĂąncias quĂ­micas, alĂ©m de estudos de geografia, meteorologia e psicologia. Aprendiam tĂ©cnicas de fuga e sobrevivĂȘncia e passavam por treinamentos que testavam seus limites, onde tinham que suportar o calor e o frio, a dor, a sede e a fome.

Foto: O treinamento para ser um ninja nĂŁo era nada fĂĄcil. Muitos eram treinados desde criança e consistia em treinamento fĂ­sico e mental. AtravĂ©s do Ninjutsu, que muitos resumem como um conjunto de tĂ©cnicas de sobrevivĂȘncia, os ninjas aprendiam habilidades de guerra, espionagem e ataques de guerrilha.
Aprendiam a confeccionar armas e a manusear substĂąncias quĂ­micas, alĂ©m de estudos de geografia, meteorologia e psicologia. Aprendiam tĂ©cnicas de fuga e sobrevivĂȘncia e passavam por treinamentos que testavam seus limites, onde tinham que suportar o calor e o frio, a dor, a sede e a fome.

#MFM | Matheus Marraschi
EstagiĂĄrio Fatos Desconhecidos

Acupuntura muito alĂ©m da dor

Medicina tradicional chinesa é usada atualmente na reabilitação de pacientes com AVC, ansiedade, depressão, insÎnia e asma

Acupuntura muito alem da dor Foto: IG

Acupuntura jå é considerada um tratamento vålido para uma série de males, como asma, depressão e nåuseas
O uso da acupuntura Ă© comumente associado Ă  dor, seja a momentĂąnea pela picada das agulhas ou para aliviar problemas crĂŽnicos. O uso das tradicional medicina chinesa com agulhas, no entanto, vai muito alĂ©m disso. “Atualmente, usamos para acidentes vasculares cerebrais (AVC), asma, insĂŽnia, depressĂŁo, ansiedade”, afirmou ao iG AndrĂ© Tsai, mĂ©dico coordenador do atendimento no centro de acupuntura do Hospital das ClĂ­nicas (HC) em SĂŁo Paulo. E completou : “A tese de doutorado do chefe do serviço do HC, doutor Wu Tu Hsing, foi sobre o uso da acupuntura em pacientes pĂłs-AVC. O que os dados mostraram Ă© que houve uma resposta positiva na sequela neurolĂłgica apesar de nĂŁo haver diferença na ressonĂąncia


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MĂ©dicos descobrem uma mulher que nĂŁo tem cerebelo

mulher sem cerebelo

Essa mulher deu todo um novo sentido para a expressĂŁo “perder a cabeça”. No auge dos seus 24 anos, ela estava se queixando de tonturas e nĂĄuseas. EntĂŁo, os mĂ©dicos decidiram que o melhor era internĂĄ-la para mantĂȘ-la em observação. Em algum momento, ela contou que teve problemas de equilĂ­brio a vida inteira.

Essa combinação de sintomas jå é suficiente para a gente não esperar o melhor prognóstico do mundo, mas os médicos continuaram investigando. E quando realizaram uma varredura completa no seu cérebro, imediatamente perceberam qual era o problema: estava faltando uma pecinha chamada cerebelo.

A ĂĄgua viva ”Juba-de-LeĂŁo”

A ĂĄgua viva ”Juba-de-LeĂŁo” pode ser maior que uma baleia e medir ate 36 metros de comprimento e 2,3 de diĂąmetro.

Foto: A ĂĄgua viva ''Juba-de-LeĂŁo'' pode ser maior que uma baleia e medir ate 36 metros de comprimento e 2,3  de diĂąmetro. 

ADM - Heber Cardoso

Vicksburg s

Fortalecida por um dique, uma casa em Vicksburg sobrevive a uma inundação do rio Yazoo, em maio de 2011.

Foto: Fortalecida por um dique, uma casa em Vicksburg sobrevive a uma inundação do rio Yazoo, em maio de 2011.

#DNL | Danilo Rocha
CDC Fatos Desconhecidos

Adolescente com cĂąncer Ă© demitido do emprego

Adolescente com cĂąncer Ă© demitido do emprego apĂłs pedir um tempo de folga para realizar cirurgia.

Jonathan Larson, de 19 anos, havia pedido seis semanas de folga do Chicago Rosebud Restaurant. Ele queria iniciar o tratamento do cùncer que afeta seu cérebro e coluna vertebral.

“NĂŁo, atĂ© lĂĄ eu jĂĄ contratei outro motorista”, teria dito seu patrĂŁo.

Foto: Adolescente com cĂąncer Ă© demitido do emprego apĂłs pedir um tempo de folga para realizar cirurgia.

Jonathan Larson, de 19 anos, havia pedido seis semanas de folga do Chicago Rosebud Restaurant. Ele queria iniciar o tratamento do cùncer que afeta seu cérebro e coluna vertebral.

“NĂŁo, atĂ© lĂĄ eu jĂĄ contratei outro motorista”, teria dito seu patrĂŁo.

#WKR | Wilker
CDC Fatos Desconhecidos

Adolf Hitler

Adolf Hitler vistoria o início da construção da Linha Siegfried em outubro de 1938.

A Linha Siegfried (Siegfriedstellung) original era demarcada por fortificaçÔes defensivas construĂ­das pelo ImpĂ©rio AlemĂŁo como parte da Linha Hindenburg (1916–1917), ao nordeste da França durante a I Guerra Mundial. Contudo, na Inglaterra, Linha Siegfried Ă© mais comumentemente identificada com uma linha defensiva similar da II Guerra Mundial, construĂ­da nos anos de 1930, em oposição a francesa Linha Maginot, que servia a propĂłsitos correlatos. Os alemĂŁes a chamavam de Westwall, mas os Aliados da II Guerra Mundial preferiam identificar-lhe como uma segunda linha Siegfried.

A linha Siegfried tinha 630 km de extensão, com cerca de 18.000 bunkers, tuneis e armadilhas para tanques, além de estradas e ferrovias. Ela ia de Cleves na fronteira com a Holanda, até a fronteira oeste do antigo Império Alemão, na cidade de Weil am Rhein na fronteira da Suíça. Com a intenção de fazer propaganda ou por alguma razão que considerava estratégica, Adolf Hitler planejou a linha em 1936 e a construiu entre 1938 e 1940. Isto representou uma violação pelos nazistas do Tratado de Versailles e dos Tratados de Locarno, levando a remilitarização da região da Renùnia em 1936, sem contudo provocar uma reação militar imediata da Inglaterra e da França, que preferiram discutir diplomaticamente a provocação nazista.

A linha foi transposta pelos inimigos e o exĂ©rcito de Hitler foi derrotado naquela ĂĄrea com o avanço soviĂ©tico no leste, juntamente com as açÔes conjuntas das forças armadas americana, inglesa e francesa que dizimaram pouco a pouco a resistĂȘncia oferecida pelos paĂ­ses do eixo no final da II Guerra Mundial.

Foto: Adolf Hitler vistoria o início da construção da Linha Siegfried em outubro de 1938.

A Linha Siegfried (Siegfriedstellung) original era demarcada por fortificaçÔes defensivas construĂ­das pelo ImpĂ©rio AlemĂŁo como parte da Linha Hindenburg (1916–1917), ao nordeste da França durante a I Guerra Mundial. Contudo, na Inglaterra, Linha Siegfried Ă© mais comumentemente identificada com uma linha defensiva similar da II Guerra Mundial, construĂ­da nos anos de 1930, em oposição a francesa Linha Maginot, que servia a propĂłsitos correlatos. Os alemĂŁes a chamavam de Westwall, mas os Aliados da II Guerra Mundial preferiam identificar-lhe como uma segunda linha Siegfried.

A linha Siegfried tinha 630 km de extensão, com cerca de 18.000 bunkers, tuneis e armadilhas para tanques, além de estradas e ferrovias. Ela ia de Cleves na fronteira com a Holanda, até a fronteira oeste do antigo Império Alemão, na cidade de Weil am Rhein na fronteira da Suíça. Com a intenção de fazer propaganda ou por alguma razão que considerava estratégica, Adolf Hitler planejou a linha em 1936 e a construiu entre 1938 e 1940. Isto representou uma violação pelos nazistas do Tratado de Versailles e dos Tratados de Locarno, levando a remilitarização da região da Renùnia em 1936, sem contudo provocar uma reação militar imediata da Inglaterra e da França, que preferiram discutir diplomaticamente a provocação nazista.

A linha foi transposta pelos inimigos e o exĂ©rcito de Hitler foi derrotado naquela ĂĄrea com o avanço soviĂ©tico no leste, juntamente com as açÔes conjuntas das forças armadas americana, inglesa e francesa que dizimaram pouco a pouco a resistĂȘncia oferecida pelos paĂ­ses do eixo no final da II Guerra Mundial.

”Olho de Deus”.

Nebulosa Helix, ”Olho de Deus”.
Foto: Nebulosa Helix, ''Olho de Deus''.

Exército Coreano

Formação do Exército Coreano, comemoração 60 anos.
Foto: Formação do Exército Coreano, comemoração 60 anos.
“NĂŁo hĂĄ nenhuma bandeira grande o suficiente para cobrir a vergonha de matar pessoas inocentes…”
Foto: "NĂŁo hĂĄ nenhuma bandeira grande o suficiente para cobrir a vergonha de matar pessoas inocentes..."

Grécia

As åguas em One House Bay, Grécia, são tão limpas e claras que os barcos parecem estar flutuando no ar.
Foto: As åguas em One House Bay, Grécia, são tão limpas e claras que os barcos parecem estar flutuando no ar.