Esse homem é o Chuck Norris do século 21

Esse homem é o Chuck Norris do século 21

 

Que Chuck Norris me desculpe, mas ele não é mais o Deus Supremo desse mundo.

Um soldado que, sozinho, derrotou mais de 30 combatentes do Talibã, foi premiado com o Conspicuous Galantry Cross, uma espécie de medalha de honra extremamente importante, pela própria rainha da Inglaterra. O soldado Dipprasad Pun, de 31 anos, descreveu como ele agiu achando que iria morrer e por isso não tinha nada a perder, ao matar todos os terroristas que invadiram seu posto de controle no Afeganistão. Seu prêmio é quase tão importante quanto a Victoria Cross – a mais alta honraria por bravura em face do inimigo.

Soldado Pun, que nasceu no Tibet e fez parte de um batalhão Gurkha (militares do país), foi honrado com o prêmio durante uma cerimônia no Palácio de Buckingham, em Londres, onde também foram reconhecidos vários outros soldados heróis que agiram com coragem no campo de batalha e sobreviveram.

Depois de receber a honra da rainha, o Gurkha disse: “Estou muito animado e feliz. Esta será uma grande memória para o futuro.”

article-1393355-0C5C3E3C00000578-454_468x667

O soldado disparou mais de 400 vezes, lançou 17 granadas e detonou uma mina para frustrar um ataque Talibã em seu posto de controle perto de Babaji, na província de Helmand, sul do Afeganistão, em setembro desse ano. Em um ponto do confronto, depois de esgotar toda a sua munição, ele teve que usar o tripé de sua metralhadora para golpear um militante que estava pulando o muro do posto.

Após a cerimônia, Pun foi parabenizado por centenas de militares, políticos e membros da realeza, que fizeram fila para apertarem sua mão. Falando sobre as ações que lhe valeram a medalha, ele disse: “Naquele momento, eu não estava pensativo, e não havia nenhuma escolha a não ser lutar. Havia trinta talibãs ao redor do posto de controle, e eu estava sozinho. Muitos deles estavam à minha volta; eu pensei que definitivamente morreria. Por isso, eu me dediquei a matar o maior número possível deles antes que a minha vida fosse tomada.”

“Esse incidente aconteceu no meio da minha expedição, e depois do ocorrido, eu pensei “ninguém pode nos matar agora” – quando nós encontramos o inimigo, eu não estava mais com medo. Eu pensei que o Talibã não tem a capacidade de lutar contra a gente”, disse o soldado.

Pun, um sargento atuante durante sua implantação no Afeganistão, estava de serviço de sentinela no momento do ataque, quando ouviu um barulho fora da pequena base. A princípio, ele pensou que poderia ser um cavalo ou uma vaca, mas quando ele viu melhor com seu binóculo, reconheceu dois insurgentes cavando uma vala para colocar um dispositivo explosivo improvisado no portão da frente do posto de controle. Ele percebeu que estava completamente cercado e que os talibãs estavam prestes a lançar uma tentativa bem planejada de invasão.

O inimigo abriu fogo de todos os lados. Defendendo a base de cima do telhado, o Gurkha permaneceu sob ataque contínuo de granadas e metralhadoras por mais de 30 minutos. A maioria dos militantes estavam a 20 metros de distância dele, mas em um ponto ele se virou para encontrar um “enorme” combatente talibã pairando sobre ele. Pun pegou a metralhadora e disparou uma longa rajada em direção ao homem até que ele caísse do telhado.

article-1393355-0C5A37A300000578-108_233x423

Quando outro insurgente tentou subir até onde estava posicionado, o soldado tentou matá-lo com seu fuzil SA80. Mas não deu certo; ou porque ele tinha travado, ou porque não restava mais munição. Ele primeiro pegou um saco de areia, que não havia sido amarrado, mas os conteúdos caíram no chão. Então ele agarrou o tripé de metal de sua metralhadora e a atirou na direção do militante talibã que se aproximava, gritando “marchu talai” (“eu vou te matar” em nepali) e o derrubou.

Dois rebeldes ainda atacavam o posto depois que o Gurkha herói tinha usado toda a sua munição, mas ele detonou uma mina Claymore sob os terroristas. Cinco minutos depois, o seu comandante, Major Shaun Chandler, chegou ao posto de controle, bateu-lhe nas costas e perguntou se ele estava bem.

No total, Pun disparou 250 balas de metralhadora, 180 balas de SA80, e detonou seis granadas normais, cinco foguetes de lançador de granadas e uma mina Claymore. A única arma que ele não usou foi sua faca.

O soldado casado, cujo pai e avô também eram Gurkhas, é nascido da aldeia de Bima no oeste do Nepal, mas agora vive em Ashford, Kent (Inglaterra).

article-1393355-0C5C3F8600000578-802_468x632

Touro reprodutor “gay”

Touro reprodutor “gay” é levado para o frigorífico por não se interessar por fêmeas e só procurar machos.

Benjy, um touro da raça Charolês, foi morto em um frigorífico após se interessar apenas por outros touros.

Desde que foi adquirido, Benjy nunca demonstrou qualquer interesse pelas vacas férteis e sempre procurou se aproximar de outros machos da fazenda. O caso ocorreu no condado de Mayo, na Irlanda.
Foto: Touro reprodutor “gay” é levado para o frigorífico por não se interessar por fêmeas e só procurar machos.

Benjy, um touro da raça Charolês, foi morto em um frigorífico após se interessar apenas por outros touros.

Desde que foi adquirido, Benjy nunca demonstrou qualquer interesse pelas vacas férteis e sempre procurou se aproximar de outros machos da fazenda. O caso ocorreu no condado de Mayo, na Irlanda.

#WKR | Wilker
CDC Fatos Desconhecidos

O trágico escândalo que chocou a Flórida

Em 1974, uma âncora chocou os telespectadores de um canal local da Flórida com o que começou como uma matéria sobre o suicídio, mas que acabou se tornando mais uma reportagem sobre a própria jornalista. Foi a frustração com o próprio trabalho dessa mulher que serviu como grande influência para o roteiro de Paddy Chayefsky para o adorado filme Rede de Intrigas. Foi por conta da frustração com a própria vida que ela se suicidou ao vivo.

Christine Chubbuck nasceu em Hudson, Ohio (EUA), em 1944, e cresceu nos arredores de Cleveland. Ainda na escola, ela fundou um clube de nome bem-humorado com suas amigas, chamado de “Clube das Sozinhas”. Infelizmente, não havia nada de engraçado se passando pela vida de Christine.

Chubbuck lutava contra a depressão e pensamentos suicidas durante todos os dias de sua vida. Em 1970, ela tomou uma overdose de medicamentos. Boa parte de sua depressão parecia ser oriunda da sua falta de uma vida amorosa. Ela lamentou e confessou a seus colegas de trabalho durante um aniversário que ela estava com quase 30 anos e ainda era virgem. Ela só tinha estado em um encontro com um homem duas vezes em sua vida.

desktop-1415223990

A jornalista teve uma paixão não correspondida pelo colega repórter George Peter Ryan, mas ela passou a deprimir mais ainda quando descobriu que ele estava envolvido com sua amiga Andrea Kirby. Além disso, Chubbuck teve que passar por uma cirurgia de ovário, quando descobriu que seria incapaz de engravidar pelo resto de sua vida.

Christine pediu ao diretor de notícias se ela poderia fazer uma reportagem sobre o suicídio para seu próprio talk show matinal, “Suncoast Digest”. Ela foi para o departamento do xerife local para fazer algumas perguntas sobre o suicídio. Foi lá, numa entrevista com um policial, que ela aprendeu a maneira mais eficiente de tirar a própria vida: um tiro de calibre .38 na cabeça. Uma semana antes de seu suicídio, ela brincou com seu diretor que ela havia comprado uma arma e pretendia se matar no ar.

desktop-1415226436

Em 15 de julho de 1974, Christine Chubbuck começou seu talk show na mesa de âncoras, que não era padrão para o seu programa. Após relatar sobre um tiroteio local, ela nervosamente disse: “De acordo com a política desse canal de que devemos levar até você todas as mais recentes notícias sobre sangue e tripas…você vai ver outra tentativa de suicídio.” Ela puxou o calibre .38 de debaixo da mesa e atirou em sua cabeça, atrás da orelha. A câmera foi desesperadamente empurrada e caiu no chão.

Como vimos com o recente suicídio de Robin Williams, não importa o quão talentosa ou genial é uma pessoa, se ela sofre de depressão (que é uma doença) e não se tratar corretamente, não haverá saída. Christine estava tão desesperada por atenção e estava tão sozinha que acabou fazendo esse atentado monstruoso à própria humanidade e à própria vida.

desktop-1415225004

Se você sofre de depressão e se você tem pensamentos autodestrutivo, não hesite em pedir ajuda. Não hesite em mostrar seu desespero a quem se importa com você. Você pode começar salvando sua vida com um simples desabafo.

 

As selfies que precederam tragédias

Vivemos nossas vidas sem saber o que pode acontecer no próximo instante. Estamos sempre correndo riscos, só pelo fato de existirmos. Infelizmente, não somos todos videntes e não sabemos que rumo poderemos tomar, com 100% de certeza, pelo qual garantiremos nossa sobrevivência e nosso bem estar. Muitas vezes, pessoas morrem em acidentes e não há nada que elas pudessem ter feito.

Quase todas as pessoas abaixo já estão mortas. E todas elas tiraram fotos de si mesmas antes das tragédias acontecerem, sem desconfiarem de seu futuro catastrófico iminente. Todos esses retratos provam como a vida pode ser cruel, efêmera e caótica. Confira as selfies tiradas antes de verdadeiras tragédias ocorrerem:

GARY SLOK E PETRA LANGEVELD

selfies

Em 17 de julho, um Boeing 777 voava sobre a Ucrânia, quando foi derrubado por um míssil. O voo MH17, da Malaysia Airlines, voava de Amsterdã a Kuala Lumpur, e carregava cerca de 300 pessoas; passageiros e tripulantes. Entre os passageiros estavam Gary Slok, de 15 anos, e sua mãe Petra Langeveld. Gary era um goleiro de um time de futebol sub-17 na Holanda, e Petra era uma mãe solteira. Eles tiraram esta selfie juntos, momentos antes do avião decolar. Todos a bordo morreram no acidente e ainda há uma investigação em curso sobre o que realmente aconteceu naquele dia fatídico. Um relatório completo ficará pronto até meados de 2015.

COLETTE MORENO

selfies

Colette Moreno estava planejando seu casamento por algum tempo, quando o momento para seus eventos de pré-celebração finalmente chegou. Ela ia se casar na Jamaica, em menos de um mês, e suas amigas organizaram uma festa de despedida de solteira fora da cidade. No caminho para Lake of the Ozarks em Missouri (EUA), Colette tirou uma foto de si mesma e sua amiga, Ashley Theobald, que estava dirigindo o carro. Momentos depois, um caminhão apareceu e a fumaça saindo dele fizeram com que Colette tossisse desesperadamente e extensivamente; ela sofria de asma. Ashley sabia sobre a condição médica de sua amiga, então ela tentou ultrapassar o caminhão, mas um outro caminhão estava vindo na direção contrária em alta velocidade, e o acidente aconteceu. Ashley viveu a provação, mas a noiva não sobreviveu.

COURTNEY SANFORD

courtney

Courtney Sanford era uma mulher de 32 anos, nascida no estado da Carolina do Norte, que não conseguiu esperar até que ela estacionasse no acostamento da estrada para postar fotos em sua página no Facebook. Como ela estava dirigindo por um local muito movimentado, Courtney tirou uma foto de si mesma, e comentou brevemente que ela estava ouvindo a música “Happy” de Pharrell Williams e declarou o quão feliz a música a faz sentir. Segundo relatos, quando Courtney postou sua selfie no Facebook, ela estava a momentos de bater seu carro em um caminhão de lixo. Ela morreu na hora.

JADIEL

selfies

Ramon Gonzalez era um rapper de Porto Rico e atendia pelo nome Jadiel. Ele teve vários hits em seu país durante sua vida; incluindo “Girl Fashion” e “Sol y Arena”. Enquanto viajava a trabalho em Rochester, Nova York, Jadiel saiu para fazer um passeio com uma moto e tirou uma selfie antes de começar a dirigir. Apenas momentos depois, Jadiel perdeu o controle da moto. Ele morreu no dia seguinte.

JENNI RIVERA

Jenni-Rivera

Jenni Rivera era um cantora latina que ganhou diversos prêmios; ela não era uma estranha para a câmera. Jenni tinha seu próprio reality show de televisão, chamado “Jenni Rivera Presents: Chiquis & Raq-C”, que ela mesma produzia. Ela tinha atuado em vários filmes e séries de TV. Em 9 de dezembro de 2012, Jenni embarcou em seu jato particular em direção a Toluca, no México; onde ela estava programada para fazer uma aparição na televisão. Jenni tirou uma selfie com sua tripulação antes do avião decolar. Poucos minutos depois, o avião caiu, matando Jenni, os cinco passageiros a bordo, e os pilotos que estavam pilotando a aeronave.

RYAN DUNN

01-Ryan-Dunn

Sendo uma das estrelas dos filmes e da série Jackass, era provável que Ryan Dunn morreria fazendo algo estúpido. Uma grande quantidade de pessoas pensariam que ele morreria ao saltar de um edifício muito alto, ou devido a complicações de saúde depois de enfiar algum objeto em seu reto (como fez em um dos filmes). Mas não houve nada de diferente ou único na morte de Ryan. Ele morreu ao beber e dirigir.

Em 2011, Ryan foi beber com os amigos, e ele tirou uma selfie com alguns deles, momentos antes de entrar no carro e acabar com a própria vida. Ele estava dirigindo um Porsche 911 numa velocidade de mais de 130 km/h em uma zona de 80 km/h, quando bateu em um muro. O carro pegou fogo, mas Ryan perdeu a vida no momento do impacto, juntamente com seu passageiro. O chefe de polícia que estava no local relatou que “foi o pior acidente que já tinha visto.”

9 mais sinistros e bizarros instrumentos de tortura da Idade Média

Ao contrário do filmes, a Idade Média foi um período negro, em que muita gente passou por formas sinistras de tortura. Confira, na lista que preparamos, alguns dos instrumentos mais bizarros usados pelos carrascos desse período:

 

Embora muitos filmes e livros retratem o período medieval como uma época bonita, cheia de nobres, roupas pomposas e muitos bailes, a verdade é que ela não era tão agradável assim. As pessoas que nasciam pobres eram destinadas ao trabalho pesado longas horas, tinham pouca ou nenhuma remuneração e ainda estavam sujeitas a punições e castigos dolorosos, caso descumprissem as ordens de um “figurão” ou, simplesmente, estivessem presentes na hora e no lugar errados.

A tortura, como você deve imaginar, era a principal arma de controle na Idade Média e era usada não só na penalização de criminosos. Muitos inocentes chegaram a morrer em sessões dolorosas de técnicas desumanas por não terem a informação necessária para se manterem vivos.

Mesmo que ninguém goste muito de saber sobre esse lado da história, há inúmeros instrumentos de tortura usados na Idade Média que, de tão horrorosos e bizarros, precisam ser conhecidos. Confira abaixo alguns deles na lista e se surpreenda com a criatividade cruel que o ser humano sempre apresentou:

1. Parafuso de Polegar

1

Essa era a principal forma de tortura, usada em interrogatórios. Ela prendia os polegares dos prisioneiros em suas aberturas e, aos poucos, o parafuso da engenhoca era apertado, indo de encontro aos dedos. Além disso, tinha uma pequena barra de ferro que tinha a função de causar dor à medida que ia esmagando as falanges. Como não confessar qualquer coisa dessa forma?

2. Colar de Espinhos

2

Uma argola gravada com espinhos de ferro, voltados para seu interior, que era presa ao redor do pescoço dos prisioneiros, como uma coleira. Mas não é só sua estrutura desse “colar” que impressiona. A forma com que o “equipamento” funcionava era ainda mais intrigante: cada uma das argolas menores, ao redor da argola principal, ficavam amarradas a cordas que, por sua vez, eram presas às paredes da masmorra. Assim, caso o prisioneiro se movesse, os espinhos entrariam em seu pescoço.

3

3. Cutelo de Membros

4

O nome é feio e a função dessa ferramenta era ainda pior. Isso porque ela foi feita, especialmente, para o corte de membros de pessoas condenadas, como mãos, pés, pernas. Aliás, essa era uma punição bastante comum na Idade Média, especialmente com relação aos ladrões.

5

4. Marcação

6

Ainda bastante usada entre os criadores de gado no país, a marcação sempre esteve ligada a sessões de tortura na Idade Média, especialmente para identificar os presos de acordo com a sentença que recebiam. No Brasil, durante a escravidão, essa também era uma forma comum que marcar na pele dos escravos africanos o nome de seus donos. Aliás, para quem ainda não “pegou o espírito da coisa”, essa marca era feita com ferro incandescente, que era encostado diretamente na pele das pessoas (ou no pelo dos animais, como ainda acontece).

5. Camisa de Força

7

Embora uma versão desse instrumento de tortura ainda seja usada hoje em dia, especialmente em unidades destinadas ao tratamento de perturbados mentais, essa camisa de força era feita em couro. Ela era vestida à força, claro; e afivelada aos prisioneiros, que passavam dias com ela.

Como resultado, muitas pessoas acabaram cedendo à loucura, uma vez que essa era uma espécie silenciosa de tortura. Além disso, a forma como a roupa era amarrada fazia com que o corpo do infeliz se distorcesse completamente, causando sequelas permanentes.

6. Mula

8

Essa, com certeza, era uma das piores formas de tortura do período medieval. A mula, como era chamado esse instrumento, consistia em uma bancada de madeira, com a superfície triangular, onde os prisioneiros eram forçados a se sentar. Sem roupas, eles tinham os pés amarrados e, dependendo do crime, ainda eram acrescentados aos membros inferiores da pessoa pesos, como sacos de areia ou barras de ferro. A dor nas partes íntimas, como é de se imaginar, era algo inexplicável.

7. Máscara da infâmia

9

O maior “trunfo” dos carrascos, quando prendiam essa espécie de capacete nos prisioneiros, era – sem dúvidas – a tortura psicológica. E, mesmo que não causasse dor alguma a quem a usava, a máscara da infâmia tinha, como consequência, a exposição da pessoa em praça pública, que poderia ser somente xingada ou mesmo apedrejada pela população. Mas, quando expostas ao sol, essas máscaras podiam alcançar temperaturas altíssimas, um efeito não planejado mas que agradava bastante quem gostava de ver o sofrimento dos prisioneiros.

8. Roda

10

Com o corpo preso ao aro dessas imensas rodas, os prisioneiros podiam ser torturados de duas maneiras, todas visando a confissão: eles podiam girar sobre uma fogueira (até serem assados vivos) ou podiam ter os membros amarrados com espinhos de ferro, de forma que ao girar fossem lentamente perfurados.

11

Madeleine Bourdhouxhe: La Femme de Gilles

Asylum

Daunt Books, best known as a bookshop chain in affluent parts of London, is also a publisher. As well as issuing contemporary fiction such as Philip Langeskov’s story Barcelona, Daunt has been quietly – perhaps too quietly – reissuing some very interesting 20th century authors, including Jiří Weil and Sybille Bedford. When I saw praise for this reissue, accompanied by an image of its striking cover (by AKA Alice), I was sold.

Madeleine Bourdouxhe: La Femme de Gilles (Daunt Books)

La Femme de Gilles (1937, tr. 1992 by Faith Evans) was Bourdouxhe’s first novel. It opens in unignorable style, with the title character, Elisa, making soup as she awaits her husband’s arrival home from work. The thought of him arriving “paralyses her completely,” but not because she fears him. She is “giddy with tenderness … stock still, panting for breath.” Indeed, “overcome by the thought of his return … her body loses all its strength.” When he…

Ver o post original 562 mais palavras

Untitled 30

SP ni BORKY

Koh Kong Island

©borkyperida 2014 Koh Kong, Cambodia

Ver o post original