SS Ourang Medan

Em fevereiro de 1948 o barco holandês SS Ourang Medan, que navegava as águas da Indonésia, mandou um recado aterrorizante para todos os navios que conseguiam captar suas mensagens. A mensagem era “Todos os oficiais e o capitão estão mortos na ponte e na sala de mapas. Possivelmente toda a tripulação está morta”. Essa mensagem foi seguida por um código Morse indescritível que, depois, foi seguido pelas seguintes palavras: “eu morro”. Quando o primeiro barco de resgate se aproximou do SS Ourang Medan, eles viram que não havia movimentação no navio e mandaram uma equipe para lá. O que eles viram foi aterrorizante: toda a tripulação estava morta, com os olhos arregalados voltados para o Sol, com os braços esticados e com uma expressão de horror congelada em suas faces. A equipe de resgate decidiu guinchar o SS Ourang Medan até o porto mais próximo, mas antes que eles pudessem fazer isso o navio explodiu e depois afundou. Até hoje ninguém sabe o que houve.

Em fevereiro de 1948 o barco holandês SS Ourang Medan, que navegava as águas da Indonésia, mandou um recado aterrorizante para todos os navios que conseguiam captar suas mensagens. A mensagem era “Todos os oficiais e o capitão estão mortos na ponte e na sala de mapas. Possivelmente toda a tripulação está morta”. Essa mensagem foi seguida por um código Morse indescritível que, depois, foi seguido pelas seguintes palavras: “eu morro”. Quando o primeiro barco de resgate se aproximou do SS Ourang Medan, eles viram que não havia movimentação no navio e mandaram uma equipe para lá. O que eles viram foi aterrorizante: toda a tripulação estava morta, com os olhos arregalados voltados para o Sol, com os braços esticados e com uma expressão de horror congelada em suas faces. A equipe de resgate decidiu guinchar o SS Ourang Medan até o porto mais próximo, mas antes que eles pudessem fazer isso o navio explodiu e depois afundou. Até hoje ninguém sabe o que houve.

Now IBM is teaching Watson Japanese

Gigaom

IBM has struck a deal SoftBank Telecom Corporation to bring the IBM Watson artificial intelligence (or, as IBM calls it, cognitive computing) system to Japan. The was announced on Tuesday.

Watson has already been trained in Japanese, so now it’s matter of getting its capabilities into production via specialized systems, apps or even robots running Watson APIs. As in the United States, early focus areas include education, banking, health care, insurance and retail.

[company]IBM[/company] has had a somewhat difficult time selling Watson, so maybe the Japanese market will help the company figure out why. It could be that the technology doesn’t work as well or as easily as advertised, or it could just be that American companies, developers and consumers aren’t ready to embrace so many natural-language-powered applications.

The deal with SoftBank isn’t the first time IBM has worked to teach a computer Japanese. The company is also part of…

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American ISIS hostage Kayla Mueller dead, family says

Big Brother and [TOP SECRECT – Name Redacted] up in a tree, K. I. S. S. I. N. G.

Snoozing on the Sofa

Young love is fickle. So is the willingness to discuss it with parents.

Our six-year-old has swapped out the girl he liked for a new love interest regularly since the dawn of kindergarten. He’s a young man on the move, and a girl has to stay on her toes to keep his interest for long. Also, she has to not make it obvious that she likes a bunch of other boys better.  That’s a deal breaker. He’s very particular about having a “girlfriend” that likes him back. He has to be, at the very least, the boy she likes second best.

Way back in those callow days of kindergarten, the boy was shy about naming the girl he liked. He must have thought he had one of those mean dads who would tease him about liking girls and warn him that school was a place for learning, not for smooching…

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Almoço na firma

Fresh Off the Boat Star: I Don’t Need to Represent Every Asian Mom Ever