23 fotos que mostram a beleza das mulheres em diferentes países

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23 fotos que mostram a beleza das mulheres em diferentes países

Uma fotógrafa resolveu registrar as diferentes belezas de mulheres pelo mundo. Até o momento, ela já percorreu dezenas de países. Confira:

Atenção das 23 fotografias são da Mihaela Noroc

das 24 pra baixo são para mostrar as belezas de outras mulheres de cada país 

 
 

A fotógrafa romena Mihaela Noroc, deixou o seu trabalho há dois anos e iniciou um mochilão gastando pouco por vários países. Noroc levou na bagagem apenas uma câmera e a vontade de registrar a beleza das mulheres em diferentes lugares.

A fotógrafa criou literalmente um atlas da real beleza, ou “The Atlas of Beauty”, o nome do seu ensaio em inglês. Na lista já estão mais de 37 países, inclusive o Brasil.

Além das fotos, ela também guarda boas histórias para contar. Conheça as fotos que mostram a diversidade e a beleza de mulheres em diversas partes do mundo feitas pelas lentes de Mihaela:

1. Planalto do Tibete – China

china

2. Maramures – Romênia

romenia

3. Mar Báltico – Finlândia

mar

4. Shiraz – Iran

iran

5. Vale do Omo – Etiópia

etiopia

6. Yangon – Myanmar

mya

7. Rio de Janeiro – Brasil

rj

8. Floresta Amazônica – Brasil

floresta

9. Colca – Peru

peru

10. El Paico – Chile

chile

11. Etiopia

etiopia

12. Nasir al–Mulk – Irã

irã

13. Little India – Singapura

singapura

14. Riga – Letônia

letonia

15. Nova York – Estados Unidos

eua

16. Havana – Cuba

cuba

17. Chang Mai – Tailândia

tailandia

18. Oxford – Reino Unido

reino unido

19. Mawlamyine – Myanmar

myanar

20. Bogotá – Colômbia

bogota

21. Havana – Cuba

havana

22. São Francisco – Estados Unidos

sf

23. San Pedro do Atacama – Chile

san ped

 

24. Tóquio -JAPÃO 

25. Seul-Coreia do Sul

26. P’yŏngyang-Coreia do Norte

27. Istambul-Turquia

28. Libéria-Monróvia

Índia

Existe uma tribo na Índia que tem passado por gerações a inacreditável arte de manipular raízes de árvores para criar um sistema de “pontes vivas”.

As últimas fotos de Robert Landsburg, em 1980

Poucos conhecem a incrível história desse fotógrafo americano que decidiu registrar o Mount St. Helens em erupção. Nas semanas que antecederam a erupção, Landsburg visitou a área inúmeras vezes, a fim de documentar fotograficamente o formato do vulcão mudando.

Na manhã de 18 de maio, ele estava a poucos quilômetros do cume quando a montanha explodiu. Pego de surpresa, Landsburg percebeu que não iria sobreviver à nuvem de cinzas (conhecida como fluxo piroclástico) que se aproximava rapidamente, mas mesmo assim decidiu continuar tirando fotos enquanto podia.

O profissional conseguiu ainda rebobinar o filme, guardar a câmera na mochila e cobri-la com seu próprio corpo, a fim de protegê-la. O corpo de Landsberg foi encontrado enterrado nas cinzas 17 dias mais tarde.

A película foi revelada e proporcionou aos geólogos uma documentação valiosa da erupção histórica.

Snowstorm to Snarl South From Texas to Virginia

Cornices (almost) meeting. #presinpink

Atmospheric

MARY, A ELEFANTA QUE MORREU NA FORCA

A elefanta Mary, anunciada durante anos por seus proprietários como “a maior criatura viva sobre a terra”, foi enforcada na tarde de 13 de setembro de 1916 ante a presença de mais de 2.500 pessoas. Numa das poucas fotografias que se conservam da época, vemos à elefanta suspensa a cinco metros de altura, pendurada pelo pescoço.

À tarde em que executaram Mary, uma multidão foi até os arredores da estação de Erwin (Tennessee), desejosos de ver como enforcariam a “elefanta assassina”. A crônica da época descreve o animal rodeado de correntes e elevado por um guindaste da ferrovia. Como se não fosse bastante, numa primeira tentativa as correntes romperam-se e a elefanta caiu. Algumas testemunhas descreveram o som dos ossos de Mary partindo-se em pedaços. Uma vez no ar, a elefanta morreu em poucos minutos.

Até o dia de sua execução, a elefanta Mary era uma das principais atrações do circo dos Irmãos Sparks. A noite anterior, enquanto faziam o habitual espetáculo num povoado próximo, Mary distraiu-se e foi comer-se os restos de uma melancia que alguém tinha deixado sobre o solo. Walter “Red” Eldridge, que estreara há poucos dias como domador da aliá, tratou de corrigir sua conduta golpeando-a com um pau nas orelhas. Foi sua última atuação circense. A elefanta sentiu-se ameaçada e fez o domador voar vários metros pelo ar. Uma vez no solo, Mary aproximou-se dele e pisou em sua cabeça como se tratasse de outra melancia.

Os espectadores do circo correram então aterrorizados. Muitos pediam a gritos que matassem àquela besta. Os agentes locais descarregaram suas armas contra a elefanta mas a pele do velho paquiderme era muito dura. Naquela mesma noite, e uma vez que conseguiram tranqüilizar o animal, o xerife da cidade prendeu à elefanta e os donos do circo tomaram uma das decisões, segundo eles, mais difíceis de suas vidas; ou sacrificavam Mary ou ninguém voltaria a contratar seu espetáculo naquele estado.

Mary, a elefanta que morreu na forca
A questão era então como acabar com um elefante de oito toneladas. Pensaram em várias possibilidades. Em 1903, Thomas Edison tinha executado uma elefanta em Coney Island, mas a eletricidade ali não era o suficiente para uma execução semelhante. Pensaram em amarrar a aliá a dois vagões para depois desmembrá-la, ou em esmagar seu corpo entre duas locomotivas. Ambas alternativas foram eliminadas por serem demasiado cruéis. Após a meia-noite os irmãos Sparks tomaram a decisão e a velha Mary, que tinha trabalhou durante mais de 20 anos para eles, converteu-se na primeira (e possivelmente única) elefanta da história a ser enforcada.

"MARY, A ELEFANTA QUE MORREU NA FORCA

A elefanta Mary, anunciada durante anos por seus proprietários como "a maior criatura viva sobre a terra", foi enforcada na tarde de 13 de setembro de 1916 ante a presença de mais de 2.500 pessoas. Numa das poucas fotografias que se conservam da época, vemos à elefanta suspensa a cinco metros de altura, pendurada pelo pescoço.

À tarde em que executaram Mary, uma multidão foi até os arredores da estação de Erwin (Tennessee), desejosos de ver como enforcariam a "elefanta assassina". A crônica da época descreve o animal rodeado de correntes e elevado por um guindaste da ferrovia. Como se não fosse bastante, numa primeira tentativa as correntes romperam-se e a elefanta caiu. Algumas testemunhas descreveram o som dos ossos de Mary partindo-se em pedaços. Uma vez no ar, a elefanta morreu em poucos minutos.

Até o dia de sua execução, a elefanta Mary era uma das principais atrações do circo dos Irmãos Sparks. A noite anterior, enquanto faziam o habitual espetáculo num povoado próximo, Mary distraiu-se e foi comer-se os restos de uma melancia que alguém tinha deixado sobre o solo. Walter "Red" Eldridge, que estreara há poucos dias como domador da aliá, tratou de corrigir sua conduta golpeando-a com um pau nas orelhas. Foi sua última atuação circense. A elefanta sentiu-se ameaçada e fez o domador voar vários metros pelo ar. Uma vez no solo, Mary aproximou-se dele e pisou em sua cabeça como se tratasse de outra melancia.

Os espectadores do circo correram então aterrorizados. Muitos pediam a gritos que matassem àquela besta. Os agentes locais descarregaram suas armas contra a elefanta mas a pele do velho paquiderme era muito dura. Naquela mesma noite, e uma vez que conseguiram tranqüilizar o animal, o xerife da cidade prendeu à elefanta e os donos do circo tomaram uma das decisões, segundo eles, mais difíceis de suas vidas; ou sacrificavam Mary ou ninguém voltaria a contratar seu espetáculo naquele estado.

Mary, a elefanta que morreu na forca
A questão era então como acabar com um elefante de oito toneladas. Pensaram em várias possibilidades. Em 1903, Thomas Edison tinha executado uma elefanta em Coney Island, mas a eletricidade ali não era o suficiente para uma execução semelhante. Pensaram em amarrar a aliá a dois vagões para depois desmembrá-la, ou em esmagar seu corpo entre duas locomotivas. Ambas alternativas foram eliminadas por serem demasiado cruéis. Após a meia-noite os irmãos Sparks tomaram a decisão e a velha Mary, que tinha trabalhou durante mais de 20 anos para eles, converteu-se na primeira (e possivelmente única) elefanta da história a ser enforcada."