20 FOTOS MOSTRANDO QUE A VIDA PODE SER MAIS DIFÍCIL DO QUE SE IMAGINA

Às vezes a vida faz questão de nos mostrar que nem tudo é fácil e, em alguns momentos, que coisas trágicas e irreparáveis acontecem sem que estejamos preparados para isso.

As imagens a seguir são fortes

A vida não é fácil e para algumas pessoas parece ser exatamente o oposto disso. Confira algumas fotos mostrando que a vida pode ser mais difícil do que se imagina:

1 – As diferentes faces da morte: execução durante o Domingo Sangrento de 1939, Polônia

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2 – Rebeldes da Costa do Marfim ameaçam soldado do exército em Bouaké

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3 – Execução por canhão, em Shiraz, Irã. Meados de século 19

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4 – O abraço final de um casal morto por soterramento

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5 – Prisioneiros afegãos eram colocados em jaulas sem comida e água até morrerem de fome. 1921

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6 – Um membro do governo da Rodésia tortura moradores com o objetivo de conseguir informações sobre guerrilhas antigovernamentais. O primeiro homem a cair seria baleado

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7 – Marcas de arranhões de unhas dentro da câmara de gás de Auschwitz

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8 – Foto do exame médico de um escravo fugido chamado Gordon. 1863

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9 – Foto postada no Facebook por uma mulher segurando a mão do seu marido morto depois de um acidente de moto

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10 – Alguém utilizando o telefone da ponte colocado especialmente para aqueles quem pensam em saltar

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11 – O melhor amigo até o fim

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12 – Olhos de uma garota que tiveram uma explosão nuclear como última visão do mundo

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13 – Motorista sentado próximo ao corpo de um garoto de 8 anos que ele acabou de atropelar e matar acidentalmente

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14 – Garotinha atrasada para pegar água tenta – desesperadamente – parar o caminhão

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15 – Garota de 10 anos da Síria desenha como sua vila se parecia

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16 – Dois irmãos posando para uma foto no Parque Nacional da Sequoia, Califórnia, segundos antes de serem atingidos por um raio, em agosto de 1975. Michael (direita) tinha 18 anos e sobreviveu; seu irmão Sean, de 12, não resistiu.

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17 – Pai e filho viciados em heroína

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18 – Espião russo sorrindo da sua própria execução na Finlândia durante a Guerra de Inverno. 1939

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19 – Foto que simboliza o apartheid na África e a discriminação enfrentada diante à adversidade

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20 – Se existe um Deus, ele terá que implorar pelo meu perdão – frase esculpida em um campo de concentração por um prisioneiro judeu. (Sem palavras!)

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Fotos raras mostram refúgio hippie no Havaí formado por pessoas que pediam a paz nos anos 60

A água era cristalina, o asfalto mais próximo ficava a quilômetros de distância, o uso de roupas era opcional, não havia regras e as decisões não eram baseadas na razão, mas em vibes. Na primavera de 1969, treze jovens saíram das universidades dos Estados Unidos rumo a um refúgio onde buscavam paz, o encontro com a natureza e o desenvolvimento espiritual. Foi na região de Kauai, no Havaí, que encontraram a terra que, por oito anos, seria uma das maiores e mais expressivas comunidades hippies do mundo, o Camp Taylor.

Na beira do oceano e sem contas para pagar, os jovens construíram barracas precárias que deram início ao sonho da comunidade livre. “Nós estávamos envolvidos no movimento anti-guerra e [a Universidade de] Berkeley estava prestes a explodir. Era pegar suas armas ou sair“, contaSandra Schaub que, junto a seu esposo Victor, foram alguns dos primeiros integrantes do grupo.

Pouco tempo após se instalarem na região, foram todos presos, adultos e crianças, acusados de vadiagem. E é justamente aí que a história fica interessante: quem se dispôs a pagar a fiança para libertar o grupo de hippies foi ninguém menos que Howard Taylor, irmão da atriz Elizabeth Taylor, que era dono de um grande terreno próximo a Kauai. O grupo foi convidado por Taylor a habitar parte de sua área sem que fosse preciso pagar qualquer tipo de aluguel.

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O terreno estava em uma das partes mais belas no Havaí, rodeado por mata e água limpa e o sonho de viver livre finalmente tomava forma. Sem eletricidade ou luxos, casas foram construídas usando bambu, restos de madeira e sucata. Batizada de Camp Taylor, a comunidade sobrevivia com sua própria horta e caça e poucas vezes recorria à ajuda do governo. As crianças iam à escola normalmente e ganhavam carona do ônibus escolar da região.

As roupas eram itens opcionais e andar pelado pela vila era mais que normal. “Nós estávamos pelados. Todo mundo pensa pelado com uma conotação lasciva. […] Mas quando você vive pelado e vê garotas peladas todos os dias, elas se tornam suas irmãs. Não há segundos interesses. […] Eu nunca soube de nenhuma orgia, e se eu soubesse, estaria lá. Sabe o que eu quero dizer? Não que eu fosse tímido em relação a essas coisas. Certo? Não rolava nada. Eram basicamente casais. Relacionamentos“, afirma Rosey Rosenthal, atual radialista da ESPN e ex-moradora do Camp Taylor.

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Em pouco tempo, Camp Taylor atraiu cerca de 120 moradores, entre hippies, curiosos e veteranos de guerra, ocupando um espaço de 7 acres. O uso de drogas alucinógenas era frequente, mas segundo participantes, tinha uma finalidade puramente espiritual. “Para mim, ácido era uma ferramenta, era um acordar espiritual usado com foco e propósito. Não era somente ‘Vamos festejar, traga o ácido!‘”, conta Teri Green, que morou em Camp Taylor junto a sua irmã, Debby.

O sonho de Camp Taylor durou por oito anos como uma comunidade funcional, pacífica e livre. No final dos anos 70, contudo, o Havaí se tornava um dos principais interesses da indústria do turismo e não demorou muito até que o terreno de Howard Taylor fosse comprado pela União e transformado em parque.

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As histórias de Camp Taylor foram reunidas pelos cineastas Robert C. Stone e Thomas Vendetti e deram origem a um documentário, cujo trailer você assiste abaixo. Um livro contendo 108 fotografias, histórias e um mapa da comunidade também foi lançado pelo fotógrafo John Wehrheim e algumas das imagens você confere abaixo.

Se a experiência de Camp Taylor foi positiva? “Eu não consigo imaginar nada mais puro e belo do que a vida que tive lá. Foi a experiência mais valiosa de toda a minha vida“, afirmou David Pearson, hoje professor aposentado de uma escola pública.

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Todas as fotos © John Wehrheim

Kaiseki in the Rain

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My friend Brian, he of raw milk and smuggled French cheeses, lives in a Japanese-influenced mid-century modern home in Pasadena. Approaching the house from the street, you come up a few steps to a large door framed by stained glass windows. Inside the door is not the interior of the house, but a raised, covered wooden deck bridge through a Japanese garden that connects front entrance and front doors.

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A couple years back, upon our first visit to his house, I commented that I wanted to do a winter kaiseki dinner on the bridge during a rainstorm.

I often present friends with interesting home situations with my wild ideas about dinners I want to do there (such as the winter storm seafood dinner I wanted to do at our friends’ Steve McQueen Malibu beach house), but rarely receive more than a polite nod. But Brian seemed enthusiastic. Then — 

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Marte

Uma sonda enviada a Marte capturou essa imagem de um suposto artefato egípcio. O que você acha ? Se acredita ser, como acha que parou lá ?

Fonte : National Geographic.

"Uma sonda enviada a Marte capturou essa imagem de um suposto artefato egípcio. O que você acha ? Se acredita ser, como acha que parou lá ? 

Fonte : National Geographic."

Removing Lens Distortion in Lightroom

Photofocus (old site)

One thing we all encounter (particularly with wider lenses) is distortion. All lenses do it, it’s just physics, but some lenses distort more than others and with others our shooting techniques can exacerbate it. One particularly pesky distortion is parallax error, which is easily seen in this image above. Tilting my 35mm lens upward accentuates the vertical lines to converge more toward the top of the frame. In certain situations, this is great. It can create leading lines and visual interest. In other cases, like architectural photography, it’s distracting.

Here I did a basic, vertical correction in the Lens Correction panel. Here I did a basic, vertical correction in the Lens Correction panel.

Thankfully, Lightroom has a robust tool set to deal with it. The Lens Correction module offers several options. The Basic portion is the easiest way of dealing with the distortion whether it is help with leveling,

correcting vertical distortion, or both. The software will analyze the image and adjust…

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Review: The Ridiculous Royals Puts the Nasty in Dynasty

TIME

One of the benefits of American independence is being able to take a tourist’s-eye view of the British royal family. We can follow their foibles, gawk at their weddings, or coo over their babies without the burden of feeling invested in a national tradition. We get to visit the ball without paying the bill. So it’s a little odd that, amid our soap operas about oil dynasties and political dynasties and hip-hop dynasties, we don’t have a Dynasty about a dynasty.

On March 15, E! aims to remedy that with The Royals, about a scandal-plagued, wealth-corrupted, TMZ-in-the-UK clan who may be Britain’s last ruling family ever. But it ends up with a wan, chintzy soap that can’t compete with reality–either Britain’s or E!’s.

The unnamed royal house in The Royals isn’t really a fictionalization of the Windsors, who have upped their p.r. game in the Kate Middleton era, but…

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