A mulher mais flexível do mundo

Existem pessoas com super poderes? Depois de ler esse post você terá a certeza que sim. Sabe qual o poder dessa mulher aí em cima? Ela é super-hiper-mega flexível!

Para muitos de nós, reles mortais, encostar o dedo das mãos na pontinha do pé pode ser uma tarefa difícil. É preciso persistência e muito alongamento, mas um dia chegamos lá. Mas, é claro, que isso não é um problema para a mulher mais flexível do mundo.

Dá só uma olhada nessa série de fotos da contorcionista Julia Günthel, que, quando está no palco, gosta de ser chamada de Zlata.

1

Não tente fazer isso em casa…pelo amor de Deus!

2

Como isso tudo não poderia ser normal, médicos verificaram, através de uma série de radiografias, que os ligamentos de Julia são tão flexíveis quanto os de uma criança.

É por isso que ela consegue fazer essas coisas surreais, que parecem até montagem.

5

De boas aqui apreciando a vista

6

Apenas esperando meu buzum…

7

Dando uma refrigerada na poupança…

8

Apenas: como? Para a maioria, só nascendo de novo.

11

Ela é tão sinistra que se quiser economizar com o avião pode entrar numa caixa e se enviar por Sedex.

Se você quiser ver um pouco mais das habilidades da contorcionista, esse vídeo pode te interessar:

Anúncios

Faraó Egípcio Hound um dos cães mais raros do mundo.

Elizabeth Báthory

Uma das maiores serial killers Elizabeth Báthory foi acusada pela corte húngara (Báthory era Hungra) de torturar e matar 80 garotas, com a ajuda de 4 pessoas.Porém,acusações afirmam ter sido mais de 650 cabeças decepadas por sua culpa,ou pedido.

"Uma das maiores serial killers Elizabeth Báthory foi acusada pela corte húngara (Báthory era Hungra) de torturar e matar 80 garotas, com a ajuda de 4 pessoas.Porém,acusações afirmam ter sido mais de 650 cabeças decepadas por sua culpa,ou pedido."

Um homem anônimo

Um homem anônimo na Arábia Saudita instalou um frigorífico gigante na frente de sua casa. Ele e seus vizinhos deixam comida nele diariamente, fornecendo refeições gratuitas para as crianças pobres e sem-teto em sua cidade. Ele quer poupá-los da “vergonha” da mendicidade, e fornecer-lhes refeições adequadas nesse lugar.

"Um homem anônimo na Arábia Saudita instalou um frigorífico gigante na frente de sua casa. Ele e seus vizinhos deixam comida nele diariamente, fornecendo refeições gratuitas para as crianças pobres e sem-teto em sua cidade. Ele quer poupá-los da "vergonha" da mendicidade, e fornecer-lhes refeições adequadas nesse lugar."

O sofrimento de Bibi Aisha.

https://i1.wp.com/cdn.thedailybeast.com/content/dailybeast/articles/2011/07/11/bibi-aisha-s-tormentor-off-the-hook/jcr:content/image.img.2000.jpg/1310453239730.cached.jpg

 

No dia 09 de agosto de 2010, a revista Time publicou em sua capa uma foto que mudou a vida de uma garota para sempre. A fotógrafa sul-africana Jodi Bieber, em um campo de refugiados em Kabul, registrou a imagem da jovem Bibi Aisha, então com 18 anos, com seu belo rosto marcado por uma severa mutilação do nariz.

https://vivimetaliun.files.wordpress.com/2015/03/0a361-afega2b1.jpg

O tio de Bibi Aisha matou um homem e como indenização precisou oferecer duas sobrinhas para a família da vítima. Ela foi aprisionada em um estábulo até o dia em que menstruou, sendo então entregue ao homem que seria seu futuro marido. Sofrendo com sucessivas torturas e espancamentos Bibi conseguiu fugir mas não durou muito tempo nas ruas pois ao ser avistada sozinha foi imediatamente presa: segundo o regime Talibã, mulheres não podem andar sem a guarda de um homem.

https://i2.wp.com/cdn.lightgalleries.net/4bd5ebf721640/images/VeiledRebellion005-1.jpg

Seu pai a encontrou na prisão após quatro meses e precisou devolvê-la a família do marido. Como punição, seus cunhados e o marido arrancaram seu nariz e orelhas com uma faca. Este seria um castigo exemplar e serviria como aviso para todas as mulheres que ousassem desobedecer seus homens. Logo após o evento, o sogro de Bibi foi visto andando com seu nariz pelas ruas como se fosse um troféu enquanto ela foi deixada para morrer nas montanhas.

A vida de Bibi Aisha foi salva por um grupo de civis que faziam trabalho humanitário no Afeganistão. Ela estava sem nariz, orelhas, autoestima, dignidade; sem forças pra viver. Após ser capa da Time, sua vida mudou. Ela foi para os EUA onde recebeu atendimento de psicólogos e passou por cirurgias de reconstrução.

O uso político desta imagem foi imediato, principalmente em um período onde os americanos lutavam para que o mundo aceitasse sua permanência no Afeganistão.

 Aisha apareceu em público pela primeira vez usando uma prótese.

https://i1.wp.com/cdn.thedailybeast.com/content/dailybeast/articles/2011/07/11/bibi-aisha-s-tormentor-off-the-hook/jcr:content/image.img.2000.jpg/1310453239730.cached.jpg

skypunch

Um incrível fenômeno meteorológico raro chamado de skypunch (soco do céu)

"Um incrível fenômeno meteorológico raro chamado de skypunch (soco do céu)"

Fotos raras mostram como era a vida em comunidades hippies dos anos 60

No final dos anos 60, milhares de jovens norte-americanos que estavam fartos da violência, do consumismo e das aparências de cidades como Nova York e São Francisco decidiram viver emcomunidades isoladas nas florestas. Nessas vilas, homens, mulheres e crianças viviam sem luxo, produziam a própria comida e passavam boa parte de seus dias meditando.

Bem organizadas, as comunidades construíam suas próprias casas e áreas comuns, plantavam vegetais e educavam suas crianças, sempre com base no respeito e no amor. Mais do que uma vila ou cidade, eles encaravam uns aos outros como uma grande família. A revista LIFE, edição de 18 de julho de 1969, publicou uma reportagem especial sobre essas comunidades alternativas, que foi ilustrada com imagens captadas pelo fotógrafo John Olson durante visita a uma delas.

Nem todas as fotos foram utilizadas pela publicação, tendo ficado esquecidas por muito tempo nas gavetas da The Farm Archive Library. As imagens, que mostram como era a vida nessas comunidades hippies, você confere abaixo. E neste link, pode acessar a reportagem completa feita pela LIFE em 1969.

comunidades-hippies

comunidades-hippies1

comunidades-hippies2

comunidades-hippies3

comunidades-hippies4

comunidades-hippies5

comunidades-hippies6

comunidades-hippies7

comunidades-hippies8

comunidades-hippies9

comunidades-hippies10

comunidades-hippies12

comunidades-hippies13

comunidades-hippies15

Todas as fotos © LIFE Magazine/John Olson