Torero Alvaro Munera

A compaixão é uma das emoções humanas mais naturais e puras. No entanto, neste caso, trata-se de compaixão vinda de uma outra espécie. Esta imagem poderosa captou o toureiro Torero Alvaro Munera colapsado em remorsos a meio de uma luta. Ele simplesmente não conseguiu aceitar que tinha de matar o touro. O que espantou todos foi o que se passou de seguida. O Toureiro sentou-se dentro da arena com o touro ainda vivo lá dentro, gravemente ferido pelos golpes que o toureiro lhe infringiu. O touro não só não atacou o toureiro que se encontrava a chorar, mas ainda se aproximou como se tivesse a confirmar que tudo estava bem.

Esta situação inédita e notável marcou o fim da carreira de Munera como um toureiro, que se recusou a partir daí a voltar a entrar numa praça de touros, e transformou-o num oponente ávido de touradas.

"A compaixão é uma das emoções humanas mais naturais e puras. No entanto, neste caso, trata-se de compaixão vinda de uma outra espécie. Esta imagem poderosa captou o toureiro Torero Alvaro Munera colapsado em remorsos a meio de uma luta. Ele simplesmente não conseguiu aceitar que tinha de matar o touro. O que espantou todos foi o que se passou de seguida. O Toureiro sentou-se dentro da arena com o touro ainda vivo lá dentro, gravemente ferido pelos golpes que o toureiro lhe infringiu. O touro não só não atacou o toureiro que se encontrava a chorar, mas ainda se aproximou como se tivesse a confirmar que tudo estava bem.

Esta situação inédita e notável marcou o fim da carreira de Munera como um toureiro, que se recusou a partir daí a voltar a entrar numa praça de touros, e transformou-o num oponente ávido de touradas."
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Jairo Mazutti Michel

Jairo Mazutti Michel, descobriu um tumor maligno no joelho.
Esta foi a homenagem dos seus colegas formandos no dia da formatura.

Transplante de útero

A mulher que sofreu o primeiro transplante de útero bem sucedido do mundo ficou grávida em 2013.

Neapolitan Mastiff

Mastim napolitano (em italiano: Mastino napoletano) é uma antiga raçacanina, citada por oradores da Roma antiga. Desde aquela época estes animais são considerados bons guardiões, devido a seu tamanho e a cor de seu pêlo — escuro, preferido para amedrontar o ladrão durante o dia e para atacá-lo durante a noite sem ser visto a longa distância. Como muitas outras raças, a mastim napolitano tem suas origens incertas: enquanto alguns acreditam que tenha sido levada da Índia para Roma por Alexandre, o Grande, outros afirmam que estes caninos sejam descendentes de molossos romanos. Em acordo, as correntes tem o fato de a mastim ter colaborado para o nascimento das raças são-bernardo erottweiler.

maior cabeça canina, foi usado nas conquistas romanas, mastim significava ”massacre” pois é um cão extremamente forte.

Raça Mastim Napolitana – Cachorros: O Mastim Napolitano é uma raça de cachorro muito antiga, sendo citado por grandes escritores e oradores da Roma antiga, que o mencionavam como “bom cão guardião”. Assim disse Columela: “…cão guardião da casa deve ser preto, ou escuro, para afugentar o ladrão de dia e poder atacá-lo à noite sem ser visto. E a sua cabeça é tão imponente e importante que se apresenta como a parte mais importante do corpo, as orelhas são caídas e pendem para a frente…”.  E apesar de diversas citações a este cachorro ao longo da história, sua origem ainda é bastante controversa e discutida por historiadores e cinófilos. No Brasil, a raça possuiu uma associação voltada exclusivamente a sua criação, a SOMAN (Sociedade do Mastino Napoletano) com sede em São Paulo, e que abriga membros da raça no país inteiro. Alguns afirmam que ele seria descendente dos cachorros que Alexandre, o Grande, conheceu na Grécia e havia levado para Roma.

Porem o tempo passou, e o Mastim manteve inalteradas as suas características desenvolvidas na região da Campânia,  no entanto durante o decorrer da  2ª Guerra Mundial, muitos exemplares morreram, pois a fome se abateu sobre todos, e não havia alimentação suficiente para alimentar o pesado Mastim, que consome em média 2,5 kg de alimentos por dia.  E apesar da antigüidade, o Mastim Napolitano só foi reconhecido oficialmente como raça bem mais recentemente e esse feito deveu-se, especialmente, ao trabalho de seleção do escritor Piero Scanziani, que interessou-se pelos cachorros apresentados na 1ª Exposição Canina em Nápoles, onde ressurgiram oito belos espécimes da raça.  E foi Piero quem iniciou um trabalho de seleção, e em 1949 conseguiu junto ao E.N.C.I. (Ente Nazionale Cinofilo Italiano) o reconhecimento oficial da raça, cujo padrão definitivo foi fixado apenas em 1971.

Seu aspecto físico contribui bastante para este sucesso, e  sua cabeça caracteristica considerada a maior entre todas as raças caninas, tem um aspecto muito particular e no conjunto, com seu crânio extremamente largo e achatado. E o seu  focinho muito grosso e curto, formam a aparência de “gigante feroz” de expressão carrancuda que caracteriza o estereótipo da raça. Não costuma latir desnecessariamente, mas se o faz, o efeito é realmente atemorizante e na mesma lógica, não é um cachorro que apenas ‘ameace’ um ataque. A boa convivência com os Mastins deve ser construída pelos seus responsáveis desde cedo, com aulas de orientação, socialização e obediência. E segundo criadores, o Mastim não deve receber adestramento para ataque, uma vez que instinto natural já o qualifica para a função. Pois segundo o padrão da raça, o Mastim é um cachorro extremamente dócil, e realmente muito apegado ao seu responsável e à sua família. E apesar de ser considerado muito paciente com as crianças e suas brincadeiras infantis, em razão de seu porte físico, é sempre importante que o contato seja supervisionado.

É um cão que apesar de seu tamanho avantajado, é extremamente afável com os que conhece e para seu bom desenvolvimento emocional, necessita de contato com as pessoas. Muito forte e robusto, é um cão que resiste bem ao esforço físico, sendo utilizado em algumas regiões da Itália como cão boiadeiro. Até em razão de seu porte físico (o tamanho máximo permitido pelo padrão é de 77cm na cernelha – junção do pescoço com o tronco do cão), o Mastim não é um cão muito agitado ou ativo, mas apesar disso, é um cão que precisa realmente de espaço. Não costuma galopar, mas em compensação, tem uma forma de ‘trote’ muito característica, especialmente por causa do aspecto pesado que tem quando adulto. A principal característica do Mastim é o crescimento acelerado. Um filhote que nasce com cerca de 500 gramas, aos 2 meses pode pesar cerca de 12 kg e aos 6 meses chega até a 50 quilos. 
Assim, o principal cuidado com o filhote deve ser com a alimentação, que precisa ser rica em cálcio e vitaminas, procurando assim evitar os problemas advindos da carência desses nutrientes, como a descalcificação, displasia e problemas nas juntas. A escolha do filhote deve ser pautada pela responsabilidade do criador. É fundamental que o novo dono conheça os pais e ateste seu bom temperamento. Outros sinais físicos importantes para a escolha do filhote: Quanto mais curto for o focinho, melhor. Caso seja longo, a pele tende a esticar com o crescimento e ele não terá, quando adulto, as rugas características da raça. Ainda quanto às rugas… elas se apresentam de 4 jeitos diferentes no filhote: há os que nascem com quase nenhuma (o que indica que não desenvolverá quando adulto); os que nascem com elas, mas depois as perde para sempre – o que acontece especialmente com os exemplares com focinho mais longo.
E os que nasces com rugas, as perde e mais tarde, entre 7 meses e um ano, fica enrugado de novo. Por último, o tipo considerado ideal, é o que nasce enrugado e assim permanece. Para saber a qual tipo pertence o futuro filhote, só mesmo vendo os pais. Outro cuidado importante na escolha do filhote diz respeito à sua pigmentação. É fundamental que o nariz seja escuro, caso contrário é sinal de despigmentação e o padrão desqualifica. Os olhos podem ser azuis até os seis meses, mas depois devem escurecer, acompanhando a cor da pelagem. O Mastim só atinge seu auge físico aos 3 anos de idade, quando pode chegar a pesar até 85 quilos. Os principais (e mais graves) problemas do Mastim Napolitano são devidos à sua própria estrutura e constituição física. Displasia coxo-femural – má-formação do encaixe do fêmur com a bacia. Pode ser tanto de origem genética ou como adquirida em razão da exposição do cão a pisos lisos. Não tem cura. 
Por isso, a escolha do filhote junto a um bom criador é fundamental, assim como a alimentação do filhote com rações de primeira qualidade e acompanhamento do veterinário quanto à adição de suplementos de cálcio e vitaminas. Obesidade – o Mastim é considerado um ‘guloso por natureza’ e tem tendência a apresentar problemas de excesso de peso que pode comprometer a estrutura óssea. Para evitar esse problema, além de não dar comida ‘demais’, é importante exercitá-los sempre, com caminhadas diárias. Torção gástrica – pode-se evitar esse problema dividindo a porção total de ração, evitando dar toda a comida de uma única vez. Dermatite, o Mastim, especialmente o tipo mais enrugado pode apresentar problemas de acúmulo de sujeira e umidade na pele. Para se evitar esse problema, é importante secar bem o cachorro após o banho ou exposição à chuva.

Amsterdã,Holanda

Existe uma lanchonete em Amsterdã,Holanda que produz maionese feita a base de maconha.

Agora é possível viajar na maionese.

"Existe uma lanchonete em Amsterdã,Holanda que produz maionese feita a base de maconha.

Agora é possível viajar na maionese.

#DEB | @[100005314635895:2048:Vinicius Deboni]
CDC Fatos Desconhecidos."

Esse médico foi fotografado chorando

Esse médico foi fotografado chorando escondido após perder um paciente de 19 anos na Califórnia, seu amigo postou a foto com a seguinte descrição:

“O homem na foto não pôde salvar um de seus pacientes. Embora este seja um fato comum no nosso campo de trabalho, os pacientes que perdemos são tipicamente velhos, doentes, ou uma combinação dos dois. O paciente que morreu tinha 19 anos e, para ele, foi como uma daquelas ligações que atingem você”.

A Raríssima Rosa Negra

Existe um único lugar no planeta onde existem rosas negras. É a pequena aldeia Halfet na Turquia, mesmo assim elas só florescem negras no verão, na primavera tem uma cor vermelha escura, o que torna esse fenômeno ainda mais raro.