Conheça a mulher de 19 anos presa no corpo de uma criança

Uma jovem mulher de 19 anos é alvo de uma doença congênita rara. Ela vive no corpo de uma criança de 12 quilos.

Girija Srinivas é vista por qualquer desconhecido como um bebê. A mulher sofre de uma condição conhecida como agenesia congênita, a qual impossibilita seus membros de se desenvolverem naturalmente.

Por conta do problema,, ela não consegue ficar de pé ou sentar-se, e depende de sua mãe para qualquer necessidade.

Apesar da condição, Girija se mostra determinada a alcançar sua independência e se tornar bem sucedida. Ela iniciou uma carreira como artista, e consegue arrecadar cerca de R$ 500 por mês vendendo sus desenhos.

Conheça a mulher de 19 anos presa no corpo de uma criança

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Mulher fica em cadeiras de rodas ao sofrer infecção depois de usar maquiagem emprestada de amiga

 

Uma mulher de 27 anos terá de ficar em uma cadeira de rodas pelo resto da vida após sofrer infecção pelo uso de uma maquiagem de sua amiga.

Jo Gilchrist foi atacada na coluna vertebral por bactérias após o uso dos itens infectados. O incidente ocorreu depois que ela tentou disfarçar uma espinha.

Mãe de um filho, a mulher começou a sentir fortes dores nas costas, mas acreditou se tratar de uma má postura. Após as dores aumentarem, ela procurou um médico e descobriu que o problema era maior que imaginava.

Mulher fica em cadeiras de rodas ao sofrer infecção depois de usar maquiagem de amiga

Ela começou a sentir dormência na região e parou de sentir as pernas. A mulher foi levada de Warwick para Brisbane, na Austrália, a fim de passar por uma cirurgia de emergência. Caso contrário, a infecção poderia atingir os braços e fazer com que ela fosse colocada em coma induzido.

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Jo contraiu MRSA (sigla inglesa da bactéria Staphylococcus Aureus Resistente à Meticilina). A Staphylococcus Aureus é uma bactéria presente na superfície da pele ou nariz de uma a cada três pessoas. Apesar disso, ela não desenvolve infecções.

Mesmo assim, caso ela consiga penetrar no corpo por uma ferida pode causar graves problemas.

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Após acordar da cirurgia, Jo recebeu a notícia de que não poderia andar novamente. Ela contou que sua amiga se sentiu culpada pelo incidente, mas ela não enxergou da mesma forma.

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Apesar disso, ela começou a lutar contra o problema e há duas semanas recebeu a boa notícia de que poderia sim conseguir andar. Ainda assim, os médicos afirmam que ela seria capaz de se locomover no máximo duas horas diárias.

Jo está sendo tratada por antibióticos para livrar seu corpo da infecção, e deve ficar no hospital por mais três semanas antes de receber alta.

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9 motivos pelos quais você vai agradecer não ter nascido no século de Maria Antonieta

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As nojeiras do século XVIII

9 motivos pelos quais você vai agradecer não ter nascido no século de Maria Antonieta

 
 

Há muita gente fedida, suja, mal arrumada e até sebosa por aí, mas em nada se comparam à nobreza e pobreza do século XVIII. Na época não existia saneamento básico ou costumes de higiene que hoje achamos básicos para a sobrevivência, como tomar banho, escovar os dentes ou pentear os cabelos. Esses costumes foram, de certa forma, preservados até hoje, mas em medida infinitamente menor. Então se você acha franceses porcos porque não tomam banho todos os dias, saiba que muitas pessoas passaram a vida inteira sem tirar aquela terra do cotovelo ou do umbigo.

Doenças eram onipresentes e transmitidas por insetos e sujeira, que incluía fezes humanas e estava espalhada dentro e fora das casas da sociedade europeia que, longe de requintada e moderna, era bem maculada por baixo dos vestidos chiques. Confira aqui alguns motivos pelos quais você vai agradecer não ter nascido no século XVIII:

Banho

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Se você acha que europeus são pouco higiênicos por não tomarem banho diariamente, saiba que já foi muito pior. No século XVIII, a maioria dos europeus poderia passar a vida inteira sem jamais entrar de corpo inteiro na água, o que acreditavam ser prejudicial para a saúde. Especialmente se a água fosse quente, pois achavam que nessas condições seria mais fácil se infectar com doenças. Quando o raro banho acontecia, mais bizarrice: as pessoas não tiravam a roupa, o que se manteve como hábito até o final do século XIX.

Desodorante

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Esse amigo dos peões de obra e homens em geral só foi inventado em 1880, e antes era substituído por muito perfume, o que não gera também um resultado muito agradável. No século IX, o matemático Ziryab apresentou a ideia de um desodorante para as axilas na península ibérica, mas a moda nunca pegou.  Isso explica porque nossos colonizadores eram descritos como fedidos e não asseados.

Pentear o cabelo

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Esse costume, que hoje parece natural para a maioria das mulheres ao redor do globo, partiu do ocidente, e, assim como raspar pelos do corpo, era bastante incomum no século XVIII.  Axilas, pernas, púbis, buço…As mulheres da época deviam ser bastante diferentes das frequentadoras de salão atuais.

Privadas

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As casas tinham um cheiro bastante agradável, pois não existia encanamento e as pessoas costumavam se aliviar em pinicos ou vasos próprios para esse tipo de uso, até que alguém esvaziasse esses utensílios em janelas ou na rua, o que não raramente atingia passantes. Daí, inclusive, que vem o termo “enfezado” como sinônimo de enraivecido.

Papel higiênico

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Também inventado apenas em 1800, herdou o lugar de tecidos nobres, como o linho e a seda, com os quais a nobreza se limpava. As pessoas pobres usavam farrapos, folhas, musgo e até a boa e velha mão! Aposto que depois dessa, você vai olhar pro seu papel higiênico com outros olhos.

Percevejos

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Esses insetos que infestam camas, sofás e almofadas em regiões rurais eram incrivelmente comuns, e com eles uma longa lista de doenças causadas pelas picadas e falta de higiene dos locais, o que fazia com que a transmissão de diversas doenças fosse muito mais rápida que atualmente. Pense, por exemplo, em hospitais de guerra, onde quase todos os pacientes estavam infeccionados e esses percevejos pulavam de cama em cama.

Absorventes

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Pois é, durante aquela famosa época do mês, sobre a qual pouco vemos quando estudamos História, as mulheres usavam pedaços de pano reaproveitáveis. Outras, como era comum, não se importavam e deixavam a gravidade agir e as roupas ficarem vermelhas, mesmo.

Esterco

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Como o principal veículo eram as carruagens, puxadas por vários cavalos, e não existia pavimentação, as ruas eram uma maçaroca de fezes e urina de animais, pessoas (lembra dos pinicos?), terra e chuva. Fora a poluição natural das cidades. Por isso, quando vemos um galante cavalheiro cobrindo uma poça d’água para sua donzela em filmes, não é necessariamente de lama que está protegendo os pés de sua amada.

Pasta de dente

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Além de não tomarem banho, terem suas roupas cobertas por esterco, não usarem desodorante nem limparem suas partes íntimas, os europeus também tinham bafo. Isso porque pastas de dente eram consideradas um artefato para a nobreza, e a maioria das pessoas fazia a higiene bucal utilizando palitos de dente e pedaços de pano para as gengivas, deixando a língua, um dos locais onde há maior concentração bacteriana, completamente intocada.

A rosa Abracadabra

A rosa Abracadabra é uma híbrida, ou seja, resulta de uma polinização cruzada de duas espécies diferentes de rosas; devido sua beleza e perfume adocicado, é muito cultivada por colecionadores e para fins ornamentais.

Acredita-se que seja originária da Alemanha, e também que seja uma variedade da rosa conhecida como Hocus-pocus.

"A rosa Abracadabra é uma híbrida, ou seja, resulta de uma polinização cruzada de duas espécies diferentes de rosas; devido sua beleza e perfume adocicado, é muito cultivada por colecionadores e para fins ornamentais. 

Acredita-se que seja originária da Alemanha, e também que seja uma variedade da rosa conhecida como Hocus-pocus."

50 anos viajando

Ao longo de 50 anos viajando, este homem percorreu todos os países do mundo.

Comer demais mata? Veja a quantidade de comida que pode te levar ao túmulo

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Comer demais mata? Veja a quantidade de comida que pode te levar ao túmulo

Alguns alimentos em grandes quantidades podem causar sérios danos à saúde, em alguns casos, até mesmo a morte. Veja quais são eles e as suas doses fatais:

 

Já ouviu aquele ditado “o que não mata, engorda”? Ele pode ser mais verdadeiro do que imagina. Já que quando comemos algum alimento em grande quantidade ele pode nos matar.

E não pense que precisa ser uma comida rica em gordura e carboidratos. Alguns alimentos comuns do nosso dia-a-dia e que são aparentemente inofensivos podem representar perigo em muitas porções.

1. 480 bananas

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Vamos ignorar as dificuldades logísticas de fazer com que 480 bananas caibam no nosso estômago, e falar sobre potássio. Uma banana comum contém cerca de 450 miligramas de potássio, o que faz dela uma excelente fonte de eletrólitos.

Íons de potássio fluem através de nossos corpos, fazendo a manutenção do equilíbrio do fluido no interior do organismo e desempenhando um papel importante nas  contrações musculares e impulsos nervosos.

As células de praticamente todos os tecidos do nosso corpo possuem canais de potássio. Dessa maneira, seria praticamente impossível comer uma dose letal de potássio.

Mas o elemento pode ser mortal quando injetado diretamente na corrente sanguínea. Em injeções letais, o cloreto de potássio é o produto químico final que usado para fazer o coração parar de bater.

2. 179 Cafés expresso

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Uma dose moderada de cafeína pode ser necessária pela manhã. No entanto, quando a cafeína é ingerida em excesso, pode causar intoxicação.

Tomar café além da conta pode causar: agitação, ansiedade, insônia, dor de estômago e coração acelerado. Mas doses de cafeína ainda mais extremas podem estimular demais o sistema nervoso e causar arritmia cardíaca, ou seja, batimentos cardíacos irregulares.

A dose letal média de cafeína é de cerca de 11 gramas para um adulto.  Embora envenenamento por cafeína seja extremamente raro e improvável de acontecer apenas tomando café, comprimidos e bebidas energéticas com a substância aumentam o risco de intoxicação.

3. 47 colheres de chá de sal

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Qualquer pessoa que assiste filmes ou conhece histórias de sobrevivência de náufragos, sabe que não deve beber água do mar. Há mais sal nela do que os nossos corpos conseguem lidar.

Assim como o potássio, o sódio é um eletrólito que regula o fluxo de água das nossas células. Quando há excesso de sódio no líquido intersticial que banha as nossas células, a água irá, naturalmente, deixar essas células por osmose para restaurar o equilíbrio.

Isso faz com que as células encolham. Os mais evidentes sintomas de hipernatremia , ou excesso de sal no organismo, são neurológicos: apatia, letargia, fraqueza. Comer muito sal, pode causar convulsões e até levar ao coma.

4. 17 garrafas de água

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A intoxicação por água provoca um efeito semelhante ao do sal. Quando há excesso de água ou sal no organismo não há fluido intersticial suficiente entre as nossas células.

Dessa maneira, no caso da água em excesso, as células começam a inchar. No caso das células cerebrais é ainda pior, pois elas não têm espaço para inchar dentro do crânio, levando a danos cerebrais que podem ser fatais.

Beber uma alta quantidade de água é raro em circunstâncias normais. Nossos corpos geralmente fazem um bom trabalho para manter um equilíbrio da água em nosso organismo, mas esse equilíbrio pode ser quebrado com o consumo equivalente a 17 garrafas de água.

5. 24 tubos de pasta de dente

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Tudo bem que a pasta de dente não é um alimento, mas se consumida em excesso também pode causar sérios danos. O flúor em pequenas doses é indiscutivelmente bom para a prevenção de cáries, mas em excesso pode te levar ao hospital.

No entanto, uma dose mortal requer uma grande quantidade de pasta de dente, cerca de 24 tubos do produto para um adulto. Um estudo de 87 casos de ingestão de flúor em crianças não encontrou nenhum efeito duradouro após a intoxicação branda.

Inglaterra

A Inglaterra é 74 vezes menor do que os Estados Unidos, 59 vezes menor do que a Austrália e 3 vezes menor do que o Japão.