“Hitler sendo capturado por soldados franceses.”

“Hitler sendo capturado por soldados franceses.”
Isso foi uma brincadeira feita pelos próprios soldados nos primeiros dias da 2ª Guerra Mundial.

A extraordinária habilidade do polvo de se camuflar em um barco instantaneamente

polvo muda de cor camuflagem

Não é novidade nenhuma que um polvo, o supervilão alienígena do grande oceano, pode mudar de cor para se camuflar. Inclusive, não faz muito tempo, os cientistas descobriram que tanto polvos quanto lulas conseguem ficar “invisíveis”, indo do transparente ao opaco em um piscar de olhos. A impressionante camuflagem é uma adaptação que mantém os animais a salvo de diferentes predadores.

Até aí, tudo bem. Mas você sabia que um polvo também consegue mudar de cor para se camuflar com uma superfície aleatória, como a de um barco, em alguns segundos?

 

Nesse vídeo, você vai ver não só como é possível, mas também como é incrível a forma como o bicho pensa rápido. A transformação de laranja para branco é tão rápida que chega a ser inacreditável.

VEJA O VÍDEO NO COMENTÁRIO

15 espetaculares espécies descobertas em 2014

Todo ano, o impossível parece acontecer: descobrimos mais e mais espécies de plantas e animais habitando nosso lindo planeta, fonte infindável de surpresas.

1. Boto-do-Araguaia (Inia araguaiaensis), uma nova espécie de boto do Brasil

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O boto-do-Araguaia pode ser encontrado na parte inferior e média do rio Araguaia de Barra do Garças às corredeiras de Santa Isabel e em vários afluentes, como os rios Vermelho, Peixe, Crixás-Açú e Água Limpa, além de nos lagos dos Tigres e Rico, no estado de Goiás, e no lago Montaria, no estado de Mato Grosso.

 

Antes da descoberta, cinco espécies de botos verdadeiros eram conhecidas: o boto do Amazonas (Inia geoffrensis), o boto boliviano (Inia boliviensis), o boto do sul da Ásia (Platanista gangetica), o boto de La Plata (Pontoporia blainvillei) e o boto Baiji (Lipotes vexillifer).

2. Phryganistria heusii yentuensis, o segundo inseto mais longo do mundo

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Phryganistria heusii yentuensis é um bicho-pau encontrado no nordeste do Vietnã. Pode atingir até 32 centímetros de comprimento, e 52 centímetros com os membros dianteiros estendidos.

3. Aranha ginasta (Cebrennus rechenbergi), uma aranha que dá estrelinhas do Marrocos

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Essa aranha marroquina pertence à Sparassidae, uma família de aranhas conhecidas como caçadoras devido à sua velocidade e modo de caça. É um animal noturno que vive no deserto do sudeste do Marrocos, Erg Chebbi.

Segundo os cientistas, a aranha é capaz de se mover por meio de saltos que lembram as “estrelinhas” que as crianças costumam fazer. Como uma ginasta impulsionando-se do chão, o animal realiza uma série de movimentos rápidos saltando a quase 2 metros por segundo, o que permite que se mova duas vezes mais rápido do que se apenas caminhasse normalmente.

4. Dendrogramma enigmatica e D. discoides, dois animais inclassificáveis de profundidade da Austrália

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O pesquisador Dr. Jørgen Olesen e seus colegas da Universidade de Copenhague coletaram essas duas espécies – D. enigmatica e D. discoides – a 400 e 1.000 metros de profundidade na costa australiana próximo ao Estreito de Bass e à Tasmânia.

Segundo os cientistas, estes organismos em forma de cogumelo não podem atualmente ser colocados em um filo existente (a subdivisão principal de um reino taxonômico).

5. Esox aquitanicus, peixe encontrado na França

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Esse peixe pode ser encontrado nas bacias de Charente, Dordogne, Eyre e Adour. O lago Mouriscot constitui a sua localização mais sulista atualmente conhecida.

O animal tem flancos cinzas a verde-amarelos, com 16 a 30 barras verticais oblíquas. A cor das barbatanas é amarela para laranja. Alguns espécimes podem exceder um metro de comprimento.

6. Musa arunachalensis, uma espécie de banana selvagem da Índia

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Musa arunachalensis é encontrada no nordeste da Índia. Suas flores e frutos ocorrem de janeiro a maio. Essa banana selvagem difere de outras espécies Musa por sua inflorescência. A cor da bráctea é laranja avermelhada com uma ponta amarela.

7. Antechinus arktos, uma espécie de marsupial da Austrália

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O Antechinus de cauda negra é um marsupial carnívoro que vive em áreas de alta altitude e alta pluviosidade na caldeira do vulcão de Queensland, até o sul-leste e nordeste de Nova Gales do Sul.

8. Nova baleia-bicuda (Mesoplodon hotaula), uma espécie do Pacífico

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Essa nova baleia-bicuda é possivelmente um animal raro; apenas sete exemplares foram encontrados presos em ilhas tropicais no Pacífico ocidental e central.

9. Aetobatus narutobiei, uma espécie de raia-pintada do noroeste do Pacífico

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Aetobatus narutobiei é uma raia de médio a grande porte, com até 1,5 metro de largura. A espécie é encontrada nas águas ao largo do Vietnã, Hong Kong, China, Coreia do Sul e Japão. É particularmente abundante na baía Ariake, no sul do Japão, onde é considerada uma praga que preda bivalves cultivados.

10. Pempheris flavicycla, um peixe tropical do Oceano Índico

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O Pempheris flavicycla mede de 12 a 14 centímetros de comprimento e tem um anel amarelo brilhante ao redor da pupila do olho e uma mancha preta na base das barbatanas peitorais.

A espécie pode ser encontrada em águas claras e áreas de recifes de coral não expostas a mares agitados. Geralmente, é encontrado a menos de 15 metros.

11. Cinco espécies de saguis da América do Sul – Pithecia rylandsi, Pithecia mittermeieri, Pithecia isabela, Pithecia cazuzai e Pithecia pissinattii

Os macacos saguis são criaturas rápidas que passeiam por copas das árvores saltando até 9 metros. Eles formam pequenos grupos de 2 a 9 indivíduos, geralmente constituídos por um único casal reprodutor e vários jovens.
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O Pithecia rylandsi vive no noroeste da Bolívia, sudeste do Peru e, possivelmente, no sul do estado de Rondônia e no oeste do estado de Mato Grosso, no Brasil.
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O Pithecia mittermeieri é encontrado apenas no Brasil, ao sul do rio Amazonas entre os rios Madeira e Tapajós.
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O Pithecia isabela é encontrado somente no Peru.
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O Pithecia cazuzai vive no Brasil, aparentemente somente no rio Solimões, em ambos os lados do rio Juruá em Fonte Boa e Uarini.
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O Pithecia pissinattii é conhecido apenas no Brasil, ao sul de rio Solimões na zona norte entre os rios Purus e Madeira.

12. Keesingia gigas, medusa venenosa da Austrália

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Medusas que causam a síndrome Irukandji são capazes de envenenar suas vítimas. Suas picadas são apenas moderadamente dolorosas. No entanto, 20 a 30 minutos depois, alguns pacientes podem desenvolver sintomas como dor abdominal, dor nas articulações, náuseas, vômitos, sudorese profusa e agitação. Os pacientes também podem experimentar dormência ou parestesia. Reações mais graves incluem hipertensão e taquicardia. Os sintomas duram de horas a semanas, e as vítimas geralmente necessitam de internação hospitalar.

Keesingia gigas é uma das medusas capazes de causar a síndrome. Enquanto a maioria das medusas ligadas à Irukandji possuem de 5 milímetros a 2,5 centímetros de altura, a Keesingia gigas pode chegar a 50 centímetros. Até o momento, apenas dois casos de picadas desta espécie foram documentados – uma causou síndrome Irukandji grave, enquanto a outra causou apenas dor local na virilha.

13. Malo bella, outra medusa venenosa da Austrália

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A Malo bella é outra espécie de medusa da Austrália recém-descoberta que também causa Irukandji.

Ela tem um corpo pequeno em forma de sino, com cerca de 19 milímetros de altura. É a menor espécie descrita do gênero Malo.

14. Lophiaris silverarum, uma espécie de orquídea do Panamá

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A família da orquídea contém o maior número de espécies de plantas do mundo – até 30.000. Só no Panamá, há cerca de 1.100 espécies conhecidas.

Lophiaris silverarum cresce apenas no centro do país. As flores surgem em novembro e duram aproximadamente um mês.

15. Bumba lennoni, uma espécie de tarântula do Brasil

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Nomeada em homenagem a John Lennon, Bumba lennoni pertence à família Theraphosidae. É uma aranha principalmente noturna, com cerca de 3 a 4 centímetros de comprimento.

Como outras tarântulas, ela tem pelos defensivos no abdômen que produzem irritação quando entram em contato com a pele ou tecidos sensíveis.

Nova espécie de boto é descoberta no Brasil

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Cientistas anunciam evidências de que existe uma nova espécie de boto, ainda mais ameaçada de extinção do que as outras vivas conhecidas.

Pesquisadores liderados por Tomas Hrbek da Universidade Federal do Amazonas, em Manaus, descobriram a nova espécie na Bacia do Rio Araguaia. Eles creem que o animal foi isolado dos outros botos vivos conhecidos (Inia geoffrensis e Inia boliviensis) por uma série de corredeiras e um pequeno canal. Como resultado, os cientistas sugerem que seja nomeado “boto araguaiano” ou Inia araguaiaensis.

Botos estão entre os mais raros e ameaçados golfinhos do mundo. Os botos amazônicos, que podem ser rosas ou cinzas e têm um bico mais longo do que golfinhos marinhos, estão sob forte pressão no meio ambiente. Apesar do tabu contra matá-los, em algumas áreas pescadores os usam como isca para pegar peixe-gato. Além disso, hidrelétricas fragmentam seu habitat, e a sobrepesca esgota sua fonte de alimento.

Dados populacionais sobre esses animais são incompletos, por isso seu estado de conservação verdadeiro é desconhecido, mas seus números são com certeza muito menores do que muitas espécies marinhas comuns de golfinhos, cujas populações são compostas de centenas de milhares de indivíduos.

A espécie recém-proposta pelos pesquisadores marca a primeira nova descoberta de um verdadeiro boto desde 1918, quando cientistas identificaram o Lipotes vexillifer, o golfinho do rio Yangtze, na China. Ele foi declarado “funcionalmente extinto” em 2006, depois que estudiosos não conseguiram encontrar nem um indivíduo.

A descoberta

Os pesquisadores sabiam que botos habitavam a região da Bacia do Rio Araguaia, mas suspeitavam que esse grupo era uma espécie distinta, já que estava isolado de outros grupos de botos do rio Amazonas por uma série de corredeiras.

Assim, eles compararam seções do DNA nuclear e mitocondrial de três espécies de boto para mostrar que cada uma evoluiu separadamente e não está cruzando entre si.

Eles também analisaram dois crânios masculinos e dois femininos de I. araguaiaensis e as correlacionaram com medições dos crânios das outras espécies, e descobriram que o crânio da nova espécie é um pouco mais amplo, além de encontrarem pequenas diferenças no número e forma de certos dentes.

Poucos espécimes foram analisados porque encontrar animais mortos é difícil. “Estes são achados ocasionais, então não podemos ter uma amostra adequada”, explica o biólogo Hrbek.

Os cientistas gostariam de fazer medidas físicas de mais indivíduos da nova espécie para ter uma ideia melhor da sua gama de variação (por exemplo, ela pode até mesmo usar diferentes tipos de sons para se comunicar), mas as evidências existentes já são bastante consistentes com o I. araguaiaensis sendo uma espécie separada.

Hrbek e sua equipe estimam que esse animal foi isolado da espécie principal da Bacia Amazônica, o I. geoffrensis, há mais de 2 milhões de anos. As duas espécies provavelmente dividiam espaço até que a foz do rio Araguaia se deslocou para o leste para desaguar no Oceano Atlântico, em vez de no rio Amazonas.

As faixas de habitat das duas espécies potencialmente se sobrepõe em uma pequena área na jusante das corredeiras, onde um canal estreito liga a foz do rio Araguaia com o delta do rio Amazonas. Os pesquisadores planejam realizar pesquisas na região para ver se ambas as espécies vivem lá sem cruzar.

“Isso seria uma evidência conclusiva de suas diferenças em um teste biológico natural”, argumenta Scott Baker, geneticista na Universidade do Oregon (EUA).

A descoberta pode ter implicações importantes para a conservação da nova espécie, diz Hrbek. Os cientistas observaram cerca de 120 botos araguaianos ao longo de 12 semanas. Eles estimam que tão poucos quanto 600 animais poderiam viver na bacia hidrográfica inteira. “Não é uma imagem muito animadora”, conta.

Com base nesses dados, os pesquisadores afirmam que I. araguaiaensisdeve ser considerado vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza, uma organização que avalia que plantas e animais estão ameaçados de extinção. “Ao reconhecer que estas são três linhagens divergentes únicas, a perda de qualquer uma delas não é substituível”, diz Baker.

Fotógrafa retrata força feminina em suas filhas

“Strong is the new pretty” (que pode ser traduzido por algo como “Força é a nova beleza”) é uma série da fotógrafa americana Kate Parker que decidiu retratar suas duas filhas da forma mais natural possível – e encorajar que a verdadeira beleza vem da autenticidade.

Segundo ela, o projeto começou como um desejo de recordar suas filhas e as suas memórias de infância. Mas, com o tempo “eu comecei a ver padrões e reconhecer que as meninas eram retratadas mais autenticamente eram nas imagens fortes. As imagens que mostravam como elas são genuinamente eram minhas favoritas. Então, comecei a fotografar com isso em mente”.

Para Kate, o projeto é uma maneira de mostrar às suas filhas e amigas como elas são de fato, e que quem elas são é motivo de celebração. E que não é preciso seguir padrões de beleza para ser aceito. Veja abaixo alguma das lindas fotos do ensaio.

Strong is the new pretty - Alice no sprinkler

Strong is the new pretty - Jordan quebrou a perna

Strong is the new pretty - A caçadora de bichos

Strong is the new pretty - Alice na Ella

Foto de Kate Parker/Kate Parker

Foto de policial distraindo criança após acidente que matou seu pai comove internautas

(Foto: Reprodução / Jessica Matrious)
Foto: Reprodução / Jessica Matrious)
Uma foto está comovendo milhares de internautas pelas redes sociais. Uma motorista registrou o momento em que um policial distrai uma criança após o carro em que estava sua família ter capotado em Brighton, Colorado, nos Estados Unidos.

O veículo saiu da pista após um dos pneus estourar. No carro estavam os pais e seus quatro filhos. O homem foi atirado para fora e morreu na hora.

Já a mãe e uma das crianças ficaram feridas e foram resgatadas de helicóptero. As outras três, incluindo a que aparece na foto sendo distrada pelo policial enquanto os socorristas realizavam o trabalho de resgate, foram levadas de ambulância para um hospital local.

De acordo com o jornal britânico “Daily Mirror”, a foto foi tirada por Jessica Matrious. Ela viu o momento em que o pneu estourou e rapidamente prestou socorro.

Na postagem, que já foi visualizada mais de 2,6 milhões de vezes, muitos deixaram mensagens emocionadas sobre o acidente. “Isso dói muito”, “Isso é devastador”, “É reconfortante saber que ainda há pessoas incríveis por aí”, “Ele está fazendo o trabalho mais difícil”, disseram os internautas.

SIM ELE EXISTE :D