Ralph Baer

Você conhece Ralph Baer? Ele foi o inventor do Odyssey, o Primeiro vídeo game da história, depois da sua invenção ele continuou trabalhado com jogos a vida toda, faleceu em 2014, aos 91 anos.

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Dois irmãos inseparáveis compartilham seus últimos anos de vida em série de fotos tocante

“A história começou quando eu ouvi falar de dois irmãos idosos que viviam juntos em Tessander, uma pequena vila perto de Vågå, na área rural da Noruega”, conta a fotógrafa Elin Høyland.Harald e Mathias Ramen, de 75 e 80 anos, moravam na pequena fazenda em que cresceram, sem luxo ou grandes preocupações. A confortável rotina que seguiam foi clicada por Elin Høyland durante anos e transformada no projeto “The Brothers”, que escancara as conexões humanas e a longa espera pela morte.

Eles nunca foram casados e nem passaram mais de dois meses fora de casa – a experiência de ficar longe, aliás, foi descrita como horrível por ambos. Harald e Mathias cuidavam da própria fazenda e faziam trabalhos de carpintaria para alguns vizinhos. O dia-a-dia consistia basicamente em cortar lenha, transportá-la, queimá-la pra se aquecer, alimentar pássaros silvestres e ouvir rádio ­- a TV, que alugaram por um mês na década de 60 foi devolvida: ocupava tempo demais.

As fotos em preto e branco registram não apenas a rotina de um estilo de vida em extinção, mas o amor entre os dois irmãos de uma forma sensível e emocionante. Veja as imagens:

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Projeto mostra fim da vida de dois irmãos

Harald morreu durante um ataque de asma, após limpar a neve da frente de casa em temperaturas de -20ºC. Mathias permaneceu na casa, sozinho, até que, sem poder se cuidar, foi levado para uma casa de idosos, falecendo em 2007. A fotógrafa clicou todos esses momentos, inclusive a casa sozinha, registrando de forma dramática a ação do tempo e o golpe final da morte.

Todas as fotos © Elin Høyland

Fotógrafo registra em livro a vida de pessoas que vivem com um dólar por dia

 
O que você faz com 1 dólar por dia? Ou cerca de 2 reais? Toma um café na esquina? Compra um bilhete de loteria? Não dá pra fazer muita coisa, certo? CERTO. E é com esse valor que vivem mais de 1 bilhão de pessoas ao redor do planeta, em situação de pobreza extrema.

Para mostrar essa extrema desigualdade, e que não se restringe aos países pobres da África, Thomas A. Nazario lançou o livro Living on a Dollar a Day: The Lives and Faces of the World’s Poor (Vivendo com um dólar por dia: As vidas e os rostos dos pobres do mundo), que documenta a pobreza com que uma parte da população sobrevive.

Thomas é o fundador da The Forgotten International, e viajou por 10 cidades para mostrar que a miséria extrema está muito além dos arredores africanos. Pelo caminho, ele percebeu algumas similaridades entre todos os locais que visitou: a desigualdade de gênero é um dos fatores que contribui para a pobreza nesses países, onde as mulheres têm que ficar em casa, criar os filhos e não trabalhar, sendo vistas como fardo e, frequentemente, mandadas para a prostituição ou para o tráfico.

Conheça algumas dessas histórias:

2

Subadra Devi, uma trabalhadora do Himalaia que foi forçada a deixar a Índia após uma seca que matou seus cultivos.

3

Vishal Singh, de 6 anos, cuida do seu irmão em favela de Nova Delhi, enquanto sua mãe está fora.

I

Fati, de 8 anos, recolhe sucata de metal em um depósito de lixo eletrônico em Acra, Gana, ela está chorando de dor por causa da malária.

I

Hora Florin, que cresceu em orfanatos romenos, fica perto de saídas de aquecimento subterrâneo a noite para se aquecer.

C

Aos 6 anos de idade, ele cuida do rebanho de vacas do seu pai; circunstâncias econômicas da famílias significa que provavelmente ele nunca frequentará a escola.

I

As meninas de Kayayo em Accra recolhem resíduos ou o trabalham como carregadoras para os moradores mais ricos. Elas costumam viver em ambientes comuns perto ou em cima do lixão da cidade.

8

Mulheres de  Nkwanta, Ghana, carregam mandioca que elas plantaram.

H

Hunupa Begum, 13 anos e Hajimudin Sheikh, de 6, pedem comida em Nova Deli. Begum é cega e Sheikh sofre de anormal acumulação de fluidos em sua cabeça.

A

Ana-Marie Tudor está em sua casa, em Bucareste, Romênia, onde sua família enfrenta despejo.

O autor do livro, Thomas Nazario, questiona ainda o “complexo de salvador” de pessoas que ditam o que é melhor pra essas pessoas ,achando que estão ajudando. Ele considera que a melhor maneira de ajudar as comunidade pobres é conversar com eles e entender suas necessidades. Se quiser comprar o livro, pode clicar aqui.

Adolescente de 16 anos cria série mostrando como ela seria se vivesse desde os anos 20 até aos dias de hoje

 

Em uma simples viagem no tempo, a estudante da Universidade de Ohio Annalisa Hartlaub, de apenas 16 anos, criou a série de retratos “Counter // Culture”, que mostra um pouco do que marcou a moda em cada época, dos anos 1920 até os dias atuais.

Os estilos foram retratados para uma aula de fotografia e acabaram por acentuar sua paixão por moda. “Eu sempre fui fascinada, e um pouco apaixonada, pela contracultura e em como ela molda a sociedade e a cultura do momento”, contou ao Huffington Post. 

Nos auto-retratos é possível identificar o estilo hippie, o grunge e o glam trash dos anos 80. O projeto criativo mostra como a moda influencia e é influenciada pelo comportamento da sociedade, através de diferenças sutis ou mais acentuadas. Dá uma olhada:

Anos 20

anos20

Anos 30

anos30

Anos 40

anos40

Anos 50

anos50

Anos 60

anos60

Anos 70

anos70

Anos 80

anos80

Anos 90

anos90

Anos 2000

anos00

Anos 2010

anos010

Todas as fotos Por: Annalisa Hartlaub

Fotógrafa retrata o processo de adoção de um bebê em série de fotos tocante

Para a família Parker, o nascimento de Sam não se deu na maternidade, com o parto, mas por meio dos papéis de adoção. O bebê foi adotado pela irmã e pelo cunhado da fotógrafa Kate T. Parker, que registrou a chegada do garoto à família na tocante série intitulada Blended(“Misturado”, em português).Embora o nome dado à série de fotos evidencie a mistura racial, o que mais chama a atenção nas imagens é o amor entre o bebê negro e a família caucasiana, capturado em cada clique.

Veja as fotos do ensaio:

Série Blended

Série Blended

Série Blended

Série Blended

Série Blended

Série Blended

Série Blended

Série Blended

Série Blended

Série Blended

Todas as fotos © Kate T. Parker

Outra bela história sobre adoção é a da família que adota deficientes e prova que o amor não tem barreiras .

Fotógrafa passa 14 anos retratando as árvores mais antigas do mundo

Conhecida como “árvore da vida”, o Baobá é um tipo de árvore existente na África, Península Arábica, na Austrália e em alguns outros lugares do mundo. Os baobás são considerados por estudiosos como as árvores mais antigas do planeta, chegando a alcançar impressionantes dois mil anos de existência. Esse cálculo é feito através do diâmetro das árvores, que revelam a idade aproximada do exemplar.
Não é por menos que essas árvores encantam tantas pessoas, entre elas a fotógrafa Beth Moon. Ela dedicou 14 anos de seu trabalho para fotografar esses belos exemplares pelo mundo, o que deu origem ao livro “Árvores Antigas: Retratos do Tempo.”
“Sendo os maiores e mais antigos monumentos vivos da Terra, acredito que essas simbólicas árvores tem um grande significado, especialmente num tempo quando nosso foco está direcionado para encontrarmos formas melhores de convivermos com o meio ambiente“, relata a fotógrafa.
Confira algumas das fotos clicadas por Beth Moon:

Fotógrafa mostra a passagem do tempo clicando autoretratos há 40 anos usando somente roupa íntima

Há 40 anos, a intenção da fotógrafa Lucy Hilmer era tirar seu autoretrato. A foto que mais se destacou, entre os vários momentos capturados, foi ela vestindo calcinha, meia e tênis. Mais do que uma combinação curiosa e pouco usual, uma analogia à maneira como se sentia:vulnerável, aberta e estranha.

Desde 1974, sempre no dia 22 de abril de cada ano (data de aniversário de Hilmer), a fotógrafa se retrata usando essa mesma combinação, porém em situações e em cenários diferentes, dando forma à série “Birthday Suits” (“Trajes de aniversário”, em tradução livre). Em todos os retratos, a fotógrafa buscou mostrar um pouco do que acontecia em sua vida, ainda que de forma não explícita. Em muitos deles, foram também retratadas algumas pessoas que fizeram parte do percurso de Hilmer.

Lucy Hilmer se diz fascinada com a noção de tempo e como as pessoas mudam ao longo dos anos. Mais do que um documento de sua vida e das mudanças físicas que aconteceram nesses 40 anos, a série traz uma linguagem simbólica e particular, recheada de mistério e sensações.

Confira algumas das fotos deste tocante e criativo projeto:

Lucy Hilmer

Lucy Hilmer

Lucy Hilmer

Lucy Hilmer

Lucy Hilmer

Lucy Hilmer

Lucy Hilmer

Todas as fotos © Lucy Hilmer