O catarinense Orestes Golanovski

O catarinense Orestes Golanovski, foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o maior doador de sangue do Brasil e também do mundo. O recordista fez sua última doação de número 187, em junho de 2006, quando completou 65 anos e devido à lei não pode mais doar devido a sua idade. Portador do tipo sanguíneo O+, Orestes foi homenageado com um selo comemorativo dos Correios em 2010.

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Que animal peludo e dentuço é este?

Este animal bizarro, que parece um veado com presas, é, bem… um veado com presas. Chamado pela ciência de Elaphodus cephalophus e pelos americanos de tufted deer (“veado de topete”), este bizarro animal vive nas florestas temperadas do centro da China, ao noroeste de Mianmar, a mais de 4.500 metros acima do nível do mar.

Além de viver em grandes altitudes, ele é mais ativo no alvorecer e no pôr-do-sol – um comportamento chamado de “crepuscular” (o que combina com um animal que tem um ar vampiresco, não?). As grandes presas aparecem nos machos, que têm também pequenos chifres (ocultos pelo topete). Como o bichinho é muito tímido, fugindo sempre que avista alguém, não se tem muita certeza sobre o comportamento dele e o uso que ele dá às presas.

Mas, mesmo sendo um animal tímido, que vive em locais de difícil acesso, ele está em vias de se tornar um animal em perigo de extinção, principalmente pela perda do seu habitat, embora a caça também tenha seu papel no declínio que a população deste animalzinho está experimentando.

Beethoven

Beethoven mesmo ficando surdo ele conseguia fazer suas músicas através da matemática.

Ella Harper

Ella Harper (05 de janeiro de 1870 – 19 de dezembro de 1921), conhecido como “The Girl Camel”,  nasceu com uma condição ortopédica muito raro que causou os joelhos para dobrar para trás, chamado congênita genu recurvatum . Sua preferência para andar de quatro resultou em seu apelido “Menina do camelo”. Em 1886 ela foi apresentada como a estrela em placa de níquel Circus de WH Harris, aparecendo em jornais onde o circo visitou. A parte de trás do seu cartão de campo lê:

Eu sou chamado a menina camelo porque meus joelhos virar para trás. Eu posso andar melhor em minhas mãos e pés como você me vê na imagem. Tenho viajado consideravelmente no show business nos últimos quatro anos e agora, este é 1886 e tenho a intenção de sair do show business e ir para a escola e caber-me para outra ocupação.

Vida posterior 

De acordo com um blogueiro, Harper voltou para casa para Sumner County, Tennessee e estava morando lá com sua mãe e uma sobrinha de acordo com ocenso de 1900 .  Em 26 de junho de 1905, ela e Robert L. Savely obtido uma licença de casamento e se casaram em Sumner County em 28 de junho de 1905. Em 1906, ela deu à luz uma menina, Mabel E. Savely, que morreu em novembro de 1906. Harper e seu marido se mudou para Nashville, Tennessee , em 1909, onde eles aparecem no censo de 1910 com A mãe de Harper.  Em 1918, ela e seu marido adotaram uma menina chamada Jewel Savely, que morreu em menos de três meses de idade.  Ao 1920 censo ela e seu marido ainda estavam vivendo em Nashville.  Harper morreu 19 de dezembro de 1921 em Nashville decâncer de cólon e foi enterrado em Spring Hill Cemetery no lote da família de seus pais.  Não está claro se a Ella Harper nesses registos refere-se a este particular Ella Harper.

7 tesouros que você ainda pode encontrar

7 tesouros que você ainda pode encontrar

 

Quem nunca quis ficar rico da noite para o dia? O sonho de todo cidadão do planeta é vencer na loteria de seu país e não ter que se preocupar em pagar escola de criança, IPVA, IPTU, cursinho de inglês, fora poder comprar todos os carros, jóias e coberturas que o dinheiro pode.

Se você joga todo dia na loteria e ainda não ganhou nada, calma, ainda há uma chance de acordar milionário. Várias fortunas existem no nosso planeta e essa tecnologia de banco e poder guardar seu dinheiro em locais “seguros” não existia no passado. Tudo era muito rústico e se você tinha muito ouro, tinha que dar um jeito de carregar aquilo tudo quando fosse se mudar.

Graças a isso, muitas fortunas se perderam no decorrer da história. Hoje vamos dar todas as informações que os corajosos precisam para achar grandes fortunas pelo mundo nessa lista de 7 tesouros que você ainda pode encontrar.

7. Tesouro de Napoleão

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As coisas não estava indo bem para Napoleão e ele resolveu fugir de Moscou. O francês mandou suas tropas carregarem um várias peças de ouro, objetos históricos e armas antigas. Porém, eles foram atacados durante todo o caminho e grande parte do tesouro foi abandonado para fugirem mais rápido e conseguirem sobreviver. Parte da fortuna foi achada, mas muito ainda continua perdido na Rússia, próximo as aldeias de Zhernovka e Velisto.

6. Tesouro no Deserto de Mojave

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Pode parecer uma loucura imensa que um navio tenha afundado a 160 km do Oceano Pacífico dentro de um deserto. Mas se for verdade, existe milhões de reais em pérolas na região de Salton Sea, na Califórnia.

Especialistas acreditam que uma grande maré do Golfo da Califórnia colidiu com o Rio Colorado e muita água fez com que um navio espanhol tenha sido carregado para Salton Sea. Supostamente o navio teria milhares de pérolas a bordo e nunca foi encontrado.

5. Tesouro de Jean LaFitte

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Jean LaFitte, junto com seu irmão Pierre, eram piratas que passaram a vida atacando e roubando navios no Golfo do México e depois vendendo as mercadorias em armazéns que eles mesmos eram donos. Aparentemente o negócio ia muito bem e era tanta riqueza que eles resolverem enterrar uma boa parte.

Depois que LaFitte morreu, entre 1823 e 1830, reza a lenda que sua fortuna esteja circulando na Lousiana. Acredita-se que vários pequenos tesouros foram enterrados na costa de New Orleans.

4. Tesouro de San Miguel

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Em 1712, a Espanha montou uma das maiores frotas de navios já montadas. Eram 11 navios recheados de prata, ouro, pérola e jóias. A estimativa é que nos valores atuais seria algo em torno de R$6 bilhões.

O plano era sair de Cuba logo antes da temporada de furacões começar, para não correr risco de ser saqueado por piratas. Porém, furacões atingiram os navios e toda a frota afundou. Sete navios já foram achados juntamente com algumas riquezas, mas dizem que o navio San Miguel era o que continha mais peso e esse nunca foi achado.

3. O mapa do tesouro nos pergaminhos do Mar Morto

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A descoberta dos pergaminhos do Mar Morto é considerada como uma das maiores do século passado pelo tremendo valor religioso e linguístico. Juntamente com os pergaminhos foi encontrado um mapa feito de cobre com instruções para achar várias peças de ouro e prata escondidos em Israel.

Agora ficou fácil de achar, não é? Não ficou não. O mapa é todo em hebreu antigo, uma língua que só conhecemos por outras escrituras antigas. Não apenas isso, mas as instruções são dadas assim: “No templo do funeral, no terceiro caminho de pedras: 100 peças de ouro”. Para entender isso tudo é necessário saber da geografia de Israel do século IV A.C..

2. Tumba do Imperador Tu Duc

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Tu Duc era um imperador do Vietnam completamente infértil e tinha 104 esposas. Quando morreu não tinha um herdeiro, então resolver fazer um esconderijo dentro de sua tumba para toda sua fortuna. Dizem que o que não foi gasto com a construção da tumba gigantesca está escondido em alguma parede por lá.

Aí você pensa: “Mas alguém deve ter carregado toda aquela fortuna para o esconderijo”. Sim, mas o imperador amava tanto seu ouro que mandou decapitar todos os 200 servos que participaram da construção da tumba.

1. Tesouro de Victorio Peak

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Em 1937, um homem chamado Doc Ness, estava em uma de suas caçadas por veados e encontrou uma caverna cheia de esqueletos, jóias, itens históricos e 16 mil barras de ferro. Sua mulher insistiu que ele levasse uma dessas barras de ferro para casa e para sua surpresa, a barra era na verdade de puro ouro, apenas folheada de cinza.

O plano então era buscar tudo e se tornar bilionário, já que a fortuna avaliada nos moldes hoje seria R$3,6 bilhões. Porém, a entrada da caverna era bem estreita e Doc resolveu usar dinamite para aumentar a entrada. O plano deu errado e a entrada ao invés de aumentar ficou coberta de rochas impossibilitando qualquer passagem.

Com o passar do tempo, Doc foi assassinado pelo seu sócio por causa de disputas sobre o ouro. A família Ness, assim como incontáveis outras, continuaram a procurar o tesouro, mas na década de 50 o exército fechou a região de Victorio Peak, New Mexico, dizendo que seria para testes com armas. Tempos depois o próprio exército disse ter achado o tesouro e a família Ness reclamou o direito de parte do tesouro, porém o exército prontamente negou ter achado.

Até hoje não se sabe o tesouro foi encontrado ou não.

Dragão de komodo

Dragão-de-komodo ou crocodilo-da-terra (Varanus komodoensis) é uma espécie de lagarto que vive nas ilhas deKomodo, Rinca, Gili Motang e Flores, na Indonésia. Pertence à família de lagartos-monitores Varanidae, e é a maior espécie de lagarto conhecida, chegando a atingir 2–3 m de comprimento e 110 kg de peso. O seu tamanho invulgar é atribuído a gigantismo insular, uma vez que não há outros animais carnívoros para preencher o nicho ecológico nas ilhas onde ele vive, e também ao seu baixo metabolismo. Como resultado deste gigantismo, estes lagartos, juntamente com as bactérias simbiontes, dominam o ecossistema onde vivem. Apesar dos dragões-de-komodo comerem principalmentecarniça, eles também caçam e fazem emboscadas a presas incluindo invertebrados, aves e mamíferos.

A época de reprodução começa entre maio e agosto, e os ovos são postos em setembro. Cerca de vinte ovos são depositados em ninhos de Megapodiidae abandonados e ficam a incubar durante sete a oito meses, e a eclosão ocorre em abril, quando há abundância de insectos. Dragões-de-komodo juvenis são vulneráveis e, por isso, abrigam-se em árvores, protegidos de predadores e de adultos canibais. Demoram cerca de três a cinco anos até chegarem à idade de reprodução, e podem viver até aos cinquenta anos. São capazes de se reproduzir por partenogénese, no qual ovos viáveis são postos sem serem fertilizados por machos.

Os dragões-de-komodo foram descobertos por cientistas ocidentais em 1910. O seu grande tamanho e reputação feroz fazem deles uma exibição popular em zoológicos. Na natureza, a sua área de distribuição contraiu devida a actividades humanas e estão listadas como espécie vulnerável pela UICN. Estão protegidos pela lei da Indonésia, e um parque nacional, o Parque Nacional de Komodo, foi fundado para ajudar os esforços de protecção.

O dragão-de-komodo é conhecido, para os nativos da ilha de Komodo, como ora, buaya darat (crocodilo da terra) oubiawak raksasa (monitor gigante).

Descrição

Detalhe da pele de um dragão-de-komodo.

Robusto e com aparência de dinossauro, pode medir até 3 m de comprimento e pesar até 100 kg. A cor de sua pele é cinzenta e marrom. Sua dieta baseia-se em porcos selvagens (javalis), cabras, veados, búfalos, cavalos, macacos, dragões-de-komodo menores, insectos e até seres humanos. Também se alimenta de carniça de animais e, com o seufaro, pode localizar uma carcaça de animal a quilômetros de distância, sendo capaz de devorá-la por completo.

Cada uma das quatro patas do dragão-de-komodo possui cinco garras. No interior de sua mandíbula habitam bactériasletais, sendo que os animais que conseguem escapar de suas garras acabam morrendo por infecções. Para se alimentar de animais vivos, o dragão derruba a sua vítima com a sua cauda e depois corta-o em pedaços com os dentes. Quando trata-se de animal grande, como um búfalo, o dragão ataca-o sorrateiramente com uma mordida e espera o animal morrer pela infecção produzida pelas bactérias. O lagarto segue a vítima durante algum tempo até que a infecção se encarrega de prostrá-la, quando é então calmamente devorada. Costuma comer primeiro a língua e as entranhas, suas partes preferidas.

São ovíparos, colocando de quinze a trinta e cinco ovos por fêmea, na areia, ao final da estação das chuvas. Os ovos abrem-se depois de seis a oito semanas. Ao nascer, os pequenos dragões têm de 20 a 25 cm de comprimento. Vivem, em média, cinquenta anos. Nas ilhas onde são encontrados, os dragões-de-komodo são uma grande atração turística, apesar de haver registro da morte de um turista atacado por um dragão. Entretanto, normalmente não são animais agressivos, já que os habitantes locais convivem com eles diariamente nas praias.

 

Existem outras espécies de lagartos gigantes, como o Varanus griseus, que é um animal terrestre, e o Varanus niloticus, que é um réptil com hábitos anfíbios, passando boa parte de sua vida na água. Vivem na África, sul da Ásia, Indonésia e Austrália. Variam muito de tamanho. O menor deles apresenta apenas 20 cm de comprimento.

Dois casos de partenogénese desta espécie foram documentados em 2006

Sentidos

O dragão-de-komodo usa a sua língua para detectar estímulos de sabor e cheiro, tal como em muitos outros répteis, com o sentidovomeronasal usando o órgão de Jacobson, um sentido que ajuda a navegação no escuro.11

Ficheiro:Komodo dragons video.ogv
 

Um dragão-de-komodo na Ilha Komodo usa a língua para amostrar o ar.

Com a ajuda de um vento favorável e do seu hábito de balançar a cabeça de um lado para o outro enquanto anda, os dragões-de-komodo são capazes de detectar carcaças a uma distância de 4-9,5 km.

As narinas do dragão não são úteis para cheirar, pois estes animais não têm diafragma.Apresentam apenas algumas papilas gustativas na parte de trás da sua garganta. As escamas, algumas reforçadas com osso, têm placas sensoriais ligadas a nervos que facilitam o sentido do tacto. As escamas à volta das orelhas, lábios, queixo e das solas dos pés podem ter três ou mais placas sensoriais.

O dragão-de-komodo não possui um sentido da audição particularmente apurado, apesar do canal auditivo ser bem visível, e é só capaz de ouvir sons entre os 400 e os 2000 hertz. É capaz de ver até aos 300 m mas, como as suas retinas só possuemcones, julga-se que tenham má visão nocturna. O dragão-de-komodo é capaz de ver a cores, mas tem pouca discriminação visual de objectos estacionários.

Anteriormente, pensava-se que o dragão-de-komodo era surdo, pois um estudo relatou ausência de agitação em dragões-de-komodo selvagens em resposta a sussurros, vozes alta ou gritos. Isto foi contestado quando Joan Proctor, empregada do Zoológico de Londres, treinou uma espécime em cativeiro para sair da sua toca à espera de comida, depois de ouvir a sua voz e mesmo que ele não a conseguisse ver.

Evolução

O desenvolvimento evolutivo do dragão-de-komodo teve início com o género Varanus, que se originou na Ásia há cerca de 40 milhões de anos e migrou para a Austrália. Há cerca de 15 milhões de anos, uma colisão entre a Austrália e o Sudoeste Asiático permitiu que os varanídeos se deslocassem para o que é agora o arquipélago indonésio. Crê-se que o dragão-de-komodo se diferenciou dos seus ancestrais australianos há 4 milhões de anos, estendendo a sua área de distribuição para Este até à ilha de Timor. O fim da Idade do Gelo, com a subida dramática do nível da água do mar, formou as ilhas onde os dragões-de-komodo habitam, isolando-os nas sua área de distribuição actual

Ecologia

O dragão-de-komodo prefere lugares quentes e secos e tipicamente vive em zonas de pasto abertos, savana e floresta tropical em elevações baixas. Sendo um animal ectotérmico (pecilotérmico), está mais activo durante o dia, apesar de exibir alguma actividade nocturna. Os dragões-de-komodo são maioritariamente solitários, juntando-se com outros apenas para acasalar e comer. São capazes de correr rapidamente em curtos disparos, até 20 km por hora, mergulhar até 4,5 m e trepar a árvores enquanto novos usando as suas garras. Para apanhar presas que estão fora do alcance, os dragões-de-komodo pode erguer-se nas suas patas traseiras e usar a sua cauda como apoio. Quando o dragão-de-komodo atinge o estado adulto, as suas garras são usadas primariamente como armas, pois o seu grande tamanho faz com que trepar a árvores não seja prático.

O dragão-de-komodo, para se abrigar, cava buracos com os seus membros anteriores e garras, que podem medir de 1 a 3 m de largura. Devido ao seu grande tamanho, e hábito de dormir nestas covas, é capaz de conservar o calor corporal durante a noite diminuindo o tempo que precisam de estar ao sol para manter a temperatura corporal no dia seguinte. O dragão-de-komodo caça tipicamente durante a tarde, mas permanece na sombra durante a parte mais quente do dia. Estes locais de repouso especiais, normalmente localizados em falésias expostas à brisa fria do mar, são marcados com fezes e a vegetação é eliminada. Servem também como local estratégico de onde emboscar veados.

Dieta

Os dragões-de-komodo são carnívoros. Apesar de comerem principalmente carniça, também emboscam presas vivas com um ataque furtivo. Quando presas adequadas chegam perto de um local de emboscada de um dragão, este irá subitamente à carga sobre o animal e tentará atingir a parte de baixo da garganta. É capaz de localizar a sua presa através do seu olfacto apurado, que consegue localizar um animal morto ou moribundo até uma distância de 9,5 km. Também já foram observados a deitar abaixo grandes porcos e veados com a sua cauda.

Estes animais comem rasgando pedaços grandes de carne e engolindo-os inteiros enquanto seguram a carcaça com as patas anteriores. Para presas pequenas (até ao tamanho de uma cabra), conseguem engoli-las inteiras, usando as suas mandíbulaspouco articuladas, crânio flexível e estômago expansível. O conteúdo vegetal do estômago e intestinos são tipicamente evitados.Quantidades copiosas de saliva vermelha produzida pelos dragões-de-komodo ajudam a lubrificar a comida, mas ainda assim adeglutição demora muito tempo (15-20 minutos para engolir uma cabra). Os dragões-de-komodo tentam por vezes acelerar o processo espetando a carcaça contra uma árvore para forçá-las a descer a sua garganta, chegando a deitar árvores abaixo. Para prevenir que sufoquem enquanto engolem, respiram usando um tubo pequeno debaixo da língua que se liga ao pulmão. Depois de comerem até 80 por cento do seu peso corporal numa refeição, arrasta-se até um sítio soalheiro para acelerar a digestão, pois a comida pode apodrecer e envenená-los se deixada por digerir muito tempo. Devido ao seu metabolismo lento, dragões grandes podem sobreviver com apenas 12 refeições por ano. Depois da digestão, o dragão-de-komodo regurgita uma massa de cornos, cabelo e dentes, que está coberto num muco mal-cheiroso. Depois da regurgitação, esfrega a cara na poeira ou nos arbustos para se livrar do muco, sugerindo que, tal como os humanos, não aprecia o cheiro das suas próprias excreções.

 

Jovem dragão-de-komodo em Rinca alimentando-se de uma carcaça de búfalo-asiático.

Os animais maiores geralmente comem primeiro, enquanto os mais pequenos seguem uma hierarquia. O macho maior afirma a sua dominância e os machos mais pequenos mostram a sua submissão usando linguagem corporal e silvos. Dragões de tamanho igual podem recorrer a uma “luta livre”. Os vencidos normalmente retiram-se, apesar de alguns já terem sido observados a ser mortos e comidos pelos vencedores.

A dieta do dragão-de-komodo é abrangente e inclui invertebrados, outros répteis (incluindo dragões mais pequenos), aves, ovos de aves, pequenos mamíferos, macacos, javalis, cabras, veados, cavalos e búfalos. Komodos juvenis comem insectos, ovos, osgas, e pequenos mamíferos Ocasionalmente, também podem consumir humanos e cadáveres de humanos, escavando corpos de sepulturas pouco fundas. Este hábito de saltear sepulturas fez com que os habitantes de Komodo movessem os seus cemitérios de solos arenosos para argilosos e que empilhassem rochas em cima delas para impedir os lagartos. Os dragões-de-komodo podem ter evoluído para se alimentarem do elefante-pigmeu Stegodon que chegou a viver em Flores, de acordo com o biólogo evolutivo Jared Diamond. Estes animais também já foram observados a assustar intencionalmente um veado fêmea na esperança de provocar um aborto espontâneo cujos restos pudessem ser comidos, uma técnica que também já foi observada em grandes predadores africanos.

Como os dragões-de-komodo não tem diafragma, não conseguem sugar água quando bebem, nem lambê-la com a língua. Em vez disso, eles bebem enchendo a boca com água, levantando a cabeça e deixando que a água desça pela garganta.

Veneno e bactérias

 

Um dragão-de-komodo a dormir. Note as garras curvadas e compridas, usadas em lutas e na alimentação.

Em finais de 2005, investigadores da Universidade de Melbourne concluiram que o Varanus giganteus, uma outra espécie de monitor, e Agamidae podem ser venenosos. Pensava-se que mordeduras feitas por estes lagartos propiciavam infecções por causa das bactérias presentes na boca dos animais, mas a equipe de pesquisa mostrou que os efeitos imediatos eram causados por envenenamento ligeiro. Mordeduras em dedos de humanos por Varanus varius, um dragão-de-komodo e por um Varanus scalaris foram observadas, e todas produziram resultados semelhantes em humanos: inchaço rápido no espaço de minutos, interrupção localizada da coagulação do sangue, dor fulminante até ao cotovelo, alguns sintomas durando várias horas.

Os dragões-de-komodo possuem também bactérias na sua saliva, das quais foram isoladas mais de 28 estirpes Gram-negativas e 29 Gram-positivas. Estas bactérias provocam septicémia nas suas vítimas; se uma mordidela inicial não matar a presa e ela escapa, irá normalmente sucumbir no espaço de uma semana devido à infecção resultante. As bactérias mais mortíferas na saliva destes animais parecem ser uma estirpe altamente mortífera de Pasteurella multocida, segundo estudos realizados com ratos de laboratório. Não há nenhum antídoto específico para as mordeduras de dragões, mas é normal sobreviver-se, se a área afectada for limpa e o paciente for tratado com antibióticos. Se não for tratado rapidamente, pode desenvolver-se gangrena à volta do local ferido, o que pode requerer que a área afectada seja amputada. Como estes lagartos parecem ser imunes aos seus próprios micróbios, muita pesquisa tem sido feita à procura da molécula antibacteriana na esperança que seja útil para a medicina humana.

Reprodução

O acasalamento ocorre entre Maio e Agosto, sendo os ovos postos em Setembro.7 Durante este período, os machos lutam pelas fêmeas e território agarrando-se um ao outro enquanto estão levantados nas patas posteriores. O perdedor é eventualmente deitado ao chão. Estes machos podem vomitar ou defecar enquanto se preparam para a luta. O vencedor da luta irá depois mostra a língua à fêmea para receber informação sobre a sua receptividade. As fêmeas sãoantagonistas e resistem com as suas garras e dentes durante as primeiras fases do cortejo. Por isso, o macho tem de prender a fêmea totalmente durante o coito para evitar ferir-se. Outras cerimónias de acasalamento incluem machos esfregando o seu queixo na fêmea, arranhadelas nas costas e lambidelas. A copulação ocorre quando o macho inserte um dos seus hemipénis na cloaca da fêmea. Os dragões-de-komodo podem ser monógamos e formar um par estável, um comportamento raro em lagartos.

 

Nesta imagem, a cauda longa e as garras são claramente visíveis.

A fêmea põe os seus ovos em tocas escavados nas vertentes de uma elevação ou em ninhos abandonados deMegapodius reinwardt, com preferência para os ninhos abandonados. A postura normalmente consiste de uma média de 20 ovos que estiveram em incubação durante 7 a 8 meses. A fêmea deita-se em cima dos ovos para os incubar e proteger até que eclodem por volta de Abril, no fim da época chuvosa quando há abundância de insectos. Para os juvenis, a saída da casca é um processo cansativo. Eles usam um dente especial que cai passado pouco tempo. Depois de cortarem a casca, os lagartos recém-eclodidos permanecem dentro da casca durante algumas horas antes de escavarem para fora do ninho.Jovens dragões-de-komodo passam grande parte dos seus primeiros anos em árvores, onde estão a salvo de predadores, incluindo adultos canibalescos, que fazem de dragões juvenis 10% da sua dieta. Segundo David Attenborough, o hábito de canibalismo pode ser vantajoso em suster o tamanho grande dos adultos, pois presas de tamanho médio são raras na ilha. Quando um jovem tem de aproximar-se de uma presa, rebolam em fezes e descansa em cima de intestinos de animais esvicerados para deter estes adultos esfomeados Os dragões-de-komodo tomam cerca de três ou cinco anos a se tornarem maduros, e podem viver até aos 50 anos.

Partenogénese

Uma dragão-de-komodo no Zoológico de Londres chamada Sungai fez uma postura de ovos no fim de 2005 depois de estar separada de qualquer companhia masculina durante mais de dois anos. Os cientistas assumiram inicialmente que ela tinha sido capaz de armazenar esperma desde o seu contactos anteriores com um macho, uma adaptação conhecida como superfecundação. A 20 de Dezembro de 2006 foi relatado que Flora, uma dragão-de-komodo que vivia noZoológico de Chester de Inglaterra, era a segunda dragão-de-komodo que fez uma postura de ovos não-fertilizados: ela pôs 11 ovos, sete dos quais eclodiram, todos eles machos. Cientistas de Universidade de Liverpool no Norte de Inglaterra fizeram testes genéticos aos três ovos que colapsaram quando foram transferidos para uma incubadora, e verificaram que a Flora não tinha tido contacto físico com um dragão macho. Após ser descoberta a condição dos ovos de Flora, testes mostraram que os ovos de Sungai também tinham sido produzidos sem fertilização externa.

 

dragão-de-komodo partenogénicobebé, Zoológico de Chester, Inglaterra

Estes animais tem o sistema de determinação do sexo ZW em contraste com o sistema XY presente nos mamíferos. O facto de só terem nascido machos, mostra que os ovos não-fertilizados eram haplóides (n) e que duplicaram os seus cromossomas mais tarde para se tornarem diplóides (2n) (sendo fertilizados por um corpo polar, ou por duplicação dos cromossomas sem divisão celular, ao invés de ela por ovos diplóides por falha de uma das divisões meióticas reductores). Quando uma dragão-de-komodo fêmea (com os cromossomas sexuais ZW) se reproduz dessa maneira, fornece à sua prole apenas um cromossoma de cada par que possui, incluindo apenas um dos seus dois cromossomas sexuais. Este conjunto singular de cromossomas é duplicado no ovo, que se desenvolve partongeneticamente. Ovos que recebem um cromossoma Z tornam-se ZZ (macho); os que recebem um cromossoma W tornam-se WW e não se desenvolvem.

Foi sugerido que esta adaptação reprodutora permite que uma fêmea sozinha entre num nicho ecológico isolado (tal como uma ilha) e produzem machos por partenogénese, estabelecendo assim uma população capaz de se reproduzir sexualmente (através de reprodução com os seus descendentes que pode resultar na produção tanto de machos como de fêmeas).Apesar das vantagens de tal adaptação, os zoológicos estão avisado que a partenogénese é prejudicial para a diversidade genética, devida à óbvia necessidade de cruzamento entre a única fêmea mãe com os seus descendentes macho.

Em 31 de janeiro de 2008, o Zoológico de Sedgwick County, em Wichita, no Kansas, tornou-se o primeiro da América a documentar partenogénese em dragões-de-komodo. O zoológico tem duas fêmeas adultas, uma das quais pos 17 ovos em Maio de 2007. Só dois destes ovos foram incubados e eclodiram por falta de espaço; o primeiro nasceu em 31 de Janeiro de 2008 enquanto que o segundo saiu a 11 de Fevereiro. Ambos eram machos.

História

Descoberta pela cultura Ocidental

 

Moeda com um dragão-de-komodo, emitida pela Indonésia

Os dragões-de-komodo foram documentados pela primeira vez por europeus em 1910, quando rumores de um “crocodilo terrestre” chegaram ao Tenente van Steyn van Hensbroek da administração colonial holandesa. Notoriedade geral chegou depois de 1912, quando Peter Ouwens, o director do Museu Zoológico em Bogor, Java, publicou um artigo científico sobre o tema depois de receber uma foto e uma pele enviada pelo tenente, juntamente com mais dois espécimes de um coleccionador. Mais tarde, o dragão-de-komodo foi o factor principal que levou a uma expedição à Komodo por W. Douglas Burden em 1926. Após regressar com 12 espécimes preservados e dois vivos, esta expedição forneceu a inspiração para o filme de 1933 King Kong. Foi também Burden que usou o nome “dragão-de-komodo” pela primeira vez. Três dos espécimes foram empalhados e estão expostos no American Museum of Natural History.

Estudos

Os holandeses, apercebendo-se do número limitado de indivíduos presentes na natureza, proibiram a caça desportiva e limitaram grandemente o número de indivíduos que poderia ser levado para estudos científicos. Expedições para colecção pararam com a ocorrência da Segunda Guerra Mundial, e não resumiram até a década de 1950 e 60, quando estudos examinaram o comportamento alimentar, reprodução e temperatura corporal dos dragões-de-komodo. Por volta desta altura, uma expedição foi planeada em que um estudo longo seria feito sobre o dragão-de-komodo. Esta tarefa foi dada à família Auggenberg, que ficou na Ilha Komodo durante 11 meses em 1969. Durante esta estadia, Walter Auffenberg e a sua assistente Putra Sastrawan capturaram e marcaram mais de 50 dragões. A pesquisa feita pela expedição Auffenberg seria muito influente na criação de dragões-de-komodo em cativeiro. Pesquisas posteriores à família Auffenberg esclareceram mais aspectos sobre a natureza do dragão, e biólogos como Claudio Ciofi continua a estudar as criaturas.

Preservação

O dragão-de-komodo é uma espécie vulnerável e está listada na Lista vermelha da IUCN.43 Há aproximadamente 4-5 mil dragões-de-komodo na natureza. As suas populações estão restritas às ilhas de Gili Motang (100), Gili Dasami (100), Rinca (1300), Komodo (1700) e Flores (talvez 2000). No entanto, há preocupação que só haja actualmente somente 350 fêmeas reprodutoras. Para responder a esta questão, foi fundado o Parque Nacional de Komodo em 1980 para proteger as populações dos dragões-de-komodo nas ilhas de Komodo, Rinca e Padar. Mais tarde, as reservas de Wae Wuul e Wolo Tado foram abertas em Flores para ajudar à conservação destes animais. Há evidências que os dragões-de-komodo estão a ficar habituados à presença humana, pois turistas costumam dar-lhes carcaças de animais em várias estações de alimentação. O estado de espécie ameaçada destes animais deve-se a actividade vulcânica, terramotos, perda de habitat, incêndios (a população de Padar foi quase destruída por causa de um incêndio florestal, e desde então desapareceu misteriosamente),diminuição do número de presas, turismo e caça furtiva. Sob o Apêndice I da CITES (a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção), o comércio de peles ou espécimes é ilegal.

O biólogo australiano Tim Flannery sugeriu que a introdução de dragões-de-komodo pode beneficiar o ecossistema australiano, pois poderia ocupar o nicho de grande carnívoro deixado livre pela extinção do grande varano Megalania. No entanto, ele aconselha muita cautela e uma introdução gradual em experiências de aclimatização, especialmente porque “o problema da predação de grandes varanídeos sobre humanos não pode ser menosprezado”. Ele usa o exemplo da coexistência bem sucedida com o crocodilo-de-água-salgada como prova que os australianos poderiam adaptar-se facilmente.

Apesar da raridade dos ataques, os dragões-de-komodo são conhecidos por matar humanos. Em 4 de Junho de 2007, um dragão atacou um rapaz de oito anos na Ilha Komodo. Mais tarde, ele morreu de hemorragias resultantes das suas feridas. Foi o primeiro ataque fatal registado em 33 anos. Os nativos culparam o ataque aos ambientalistas que não vivem na ilha que proibiram os sacrifícios de cabras, o que causou que fosse negado aos dragões-de-komodo a fonte de comida esperada, fazendo com que os animais vagueassem para dentro de territórios humanos à procura de comida. Para os nativos da Ilha Komodo, estes animais são a reencarnação dos seus antepassados, e são por isso tratados com reverência.

Em cativeiro

 

dragão-de-komodo no Smithsonian National Zoological Park. Apesar de apresentar ouvidos vísiveis, os dragões não ouvem muito bem.

Desde há muito tempo, os dragões-de-komodo são grandes atracções em zoológicos, pois o seu tamanho e reputação fazem com que sejam uma exibição popular. São, no entanto, raros em zoológicos devido à susceptibilidade a infecções e doenças causadas por parasitas se capturados da natureza e não se reproduzem prontamente.

O primeiro dragão-de-komodo foi exibido em 1934 no Smithsonian National Zoological Park, mas só viveu dois anos. Mais tentativas de exibir dragões-de-komodo foram feitas, mas o tempo de vida destas criaturas era muito curta, numa média de cinco anos no National Zoological Park. Estudos feitos por Walter Auffenberg, que estão documentados no seu livro The Behavioral Ecology of the Komodo Monitor, eventualmente permitiu uma gestão e reprodução mais eficiente dos dragões em cativeiro.

Tem sido observado em dragões em cativeiro que muitos indivíduos demonstram comportamento relativamente manso durante um período de tempo em cativeiro pequeno. Várias ocorrências são relatadas onde tratadores levaram os animais fora dos seus cercados para interagir com visitantes ao zoológico, incluindo crianças pequenas, sem efeitos nocivos.Dragões também são capazes de reagir de maneira diferente quando apresentados ao seu tratador normal, um tratador menos familiar ou um tratador completamente estranho.

Pesquisa com dragões em cativeiro tem também fornecido evidências que eles jogam. Um estudo incidiu sobre um indivíduo que empurrava uma pá deixada pelo seu tratador, aparentemente atraído pelo som da pá a raspar pela superfície rochosa. Uma fêmea jovem no National Zoo em Washington, DC agarrava e abanava vários objectos incluindo estátuas, latas de bebidas, sapatos e outros objectos. Ela não confundia estes objectos com comida, pois só os engolia se estivessem cobertos em sangue de rato. Estes jogos sociais levaram à comparação com jogos efectuados por mamíferos.

 

dragões-de-komodo no Zoológico de Toronto. Em cativeiro, estes animais ficam muitas vezes gordos, especialmente nas suas caudas, devida à alimentação regular.

Outro caso de jogos documentados em dragões-de-komodo vem da Universidade do Tennessee, onde uma jovem dragão-de-komodo de nome “Kraken” interagiu com anéis de plástico, um sapato, um balde, e uma lata de alumínio com o seu focinho, acertando neles e carregando-os de um lado para o outro na sua boca. Ela tratou-os a todos de maneira diferente do que à sua comida, o que levou o investigador Gordon Burghardt a concluir que este comportamento não era relacionado com a alimentação. A Kraken for a primeira dragão-de-komodo que eclodiu em cativeiro fora da Indonésia, nascida no National Zoo em 13 de Setembro de 1992.

Mesmo dragões aparentemente dóceis podem tornar-se agresivos imprevisivelmente, especialmente quando o seu território é invadido por alguém pouco familiar. Em Junho de 2001, um dragão-de-komodo feriu Phil Bronstein (editor executivo do San Francisco Chronicle) gravemente quando ele entrou no seu cercado no Zoológico de Los Angeles depois de ter sido convidado pelo tratador. Bronstein foi mordido no seu pé que estava descalço, pois o tratador tinha-lhe dito para tirar os seus sapatos brancos, pois estes poderiam excitar o dragão.Apesar de ter escapado com vida, precisou que vários tendões do seu pé fossem re-ligados cirurgicamente.

O CÃO-GUIA QUE VOLTOU PARA SALVAR O DONO NO ATAQUE DE 11 DE SETEMBRO

No dia 11 de setembro de 2001, Omar Eduardo Rivera, um técnico de informática cego, estava trabalhando no 71 º andar do World Trade Center com seu cão-guia, Dorado. Quando o avião sequestrado atingiu a torre, Rivera sabia que levaria muito tempo para evacuar o prédio, mas ele queria que seu labrador corresse para ter uma chance de sair. Foi assim que ele soltou a coleira do cachorro ao descer as escadas lotadas e deu ordem para que ele seguisse.

Nesse momento, Dorado foi arrastado pela massa que tentava a todo custo sair do local, mas poucos minutos depois Rivera sentiu o cão acariciando suas pernas. O cachorro e um colega de trabalho ajudaram o cego a descer 70 lances de escadas, o que levou quase uma hora. Logo depois que eles escaparam da torre, o prédio desabou.