Duvido que você encontre todos os animais destas fotos

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Mimetismo consiste na capacidade que certos animais possuem de se misturarem, algumas vezes de maneira indistinguível, com seu ambiente. Desde insetos até mamíferos, praticamente todo tipo de animal possui exemplares com esta habilidade, que está intimamente relacionada à seleção natural da espécie.

A camuflagem permite que o animal sobreviva tempo suficiente para passar seus genes para frente através de seus filhotes ao reduzir suas chances de tornar-se refeição. Um animal que consegue passar indetectado pelos seus predadores não se torna almoço facilmente. Para outros animais o mimetismo aumenta a capacidade de surpreender suas presas.

O mimetismo é uma característica fundamental da corrida evolucionária e neste artigo você encontra fotos com exemplos estonteantes desta habilidade. BOM QUEM ENCONTRAR DEIXEM A RESPOSTA EM BAIXO: ENTÃO VAMOS BRINCAR? 

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acho que esse esqueceu de se esconder 😀

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OPS!

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O bizarro e colossal peixe-lua

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O peixe-lua, também conhecido como mola-mola, é o peixe ósseo mais pesado que se conhece, chegando a somar 1.000 kg, em média, quando adulto. Já foram capturados exemplares com peso bem maior, como um de 1.600 kg em 1910.

Nativo de águas temperadas e tropicais, ele se parece com uma cabeça com cauda. Quando adulto, tem poucos predadores naturais, embora os leões marinhos da Península de Monterey pareçam gostar de comer os órgãos internos do peixe-lua, aparentemente por esporte.

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O nome esquisito deste peixe (mola) vem da palavra latina para mó (pedra de moer dos moinhos). O termo “lua” é graças à sua cor cinza, textura rugosa e corpo arredondado. O nome em inglês, “sunfish”, deve-se ao costume do peixe “tomar banho de sol” próximo à superfície. Já os alemães o chamam de “Schwimmender Kopf”, que significa “cabeça nadadora”.

De comportamento dócil, o peixe-lua só constitui perigo quando resolve saltar sobre um bote, o que não é tão incomum. Aparentemente, esse animal gosta de saltar e bater o corpo na superfície da água, talvez para se livrar de parasitas.

Seu costume de nadar perto da superfície com uma barbatana para fora da água já fez com que fosse confundido com tubarões.

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Embora alguns aquários no mundo tenham este peixe em exibição, ele não é muito comum nestas instalações, devido ao cuidado necessário para mantê-lo.

Chegando a 4 metros, o peixe-lua se alimenta de zooplancton gelatinoso (água-viva) e provavelmente peixes pequenos e algas. Além de ser o peixe ósseo mais pesado que se conhece, também é o que libera mais ovos.

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Provavelmente você já viu este peixe na internet. Ele se tornou famoso no Facebook não faz muito tempo, numa foto com um mergulhador feita pelo usuário Daniel Botelho em 2010.

Este animal se alimenta de luz

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Todos nós aprendemos na escola que animais não realizam fotossíntese; só as plantas. Mas neste mundo louco em que vivemos, existem exceções para tudo.

Por exemplo, as lesmas do mar. Elas são capazes de se aproveitar da luz solar tão bem quanto as plantas. Certas espécies vivem literalmente de luz, conforme foi descoberto em 2010, em um estudo publicado no Journal of Experimental Marine Biology and Ecology.

As criaturas marinhas roubam cloroplastos das algas, usando-os para aproveitar a energia do sol. Também nadam de um modo que aumenta a quantidade de energia disponível, com algumas espécies sendo capazes de viver durante meses só de luz.

Fotossíntese animal

Existem cerca de 280 espécies de lesma do mar, um tipo de molusco. A maioria das lesmas “movidas à energia solar” é verde. Sua cor já dá a dica de como são capazes de aproveitar o poder do sol.

Elas se alimentam de algas verdes, que, como as plantas, possuem estruturas verdes chamadas cloroplastos que captam a luz e a convertem em energia útil. Lesmas do mar são capazes de incorporar os cloroplastos que ingerem em seus próprios tecidos, retendo-os por mais de seis meses.

“Lesmas marinhas nascem sem cloroplastos e tem que adquiri-los através do ‘roubo’ a partir de sua fonte de alimento, as algas”, explica o Dr. Bruno Jesus, do Centro de Oceanografia da Universidade de Lisboa, em Portugal. “O animal adquiri uma característica metabólica nova e pode fazer fotossíntese como uma planta”.

À medida que se alimentam de algas, as lesmas levam os cloroplastos às células do seu próprio sistema digestivo, onde eles fornecem energia e açúcares. É um truque bacana, mas o problema é que não deveria funcionar – assim como não funciona quando seres humanos comem algas.

Cloroplastos não são módulos independentes, que podem ser facilmente separados da sua célula hospedeira e implantados em outra. Eles são os restos de bactérias uma vez independentes que formaram uma forte aliança com células de plantas antigas e algas, e acabaram perdendo sua autonomia e tornando-se parte integrante de seu parceiro.

Ao fazer isso, eles transferiram a maioria dos seus próprios genes ao seu hospedeiro. Os cloroplastos têm um genoma pequeno e empobrecido, contendo apenas 10% dos genes necessários para uma existência livre. Empurrá-los a uma célula animal deveria ser tão eficaz quanto a instalação de uma direçãoDE CARRO em um avião – os dois simplesmente não devem ser compatíveis.

A chave para a parceria da lesma com os cloroplastos é provavelmente o roubo de genes vitais das algas que permite que a lesma use o cloroplasto emprestado. Esses animais descobriram” uma maneira de corrigir seu próprio genoma para torná-lo compatível com a fotossíntese (o gene roubado é chamado psbO e codifica a proteína MSP, importante para as reações químicas da fotossíntese e encontrada em todas as espécies que têm essa capacidade).

No entanto, isso é praticamente tudo o que os cientistas sabem. Seria o cloroplasto totalmente funcional dentro da célula animal, ou apenas parcialmente funcional? Alguns mistérios ainda permanecem.

Metade animal, metade planta

Jesus e seus colegas estudaram lesmas do mar (Elysia timida) coletadas no mar Mediterrâneo e mantidas em aquários. Eles fizeram algumas descobertas surpreendentes.

Algumas espécies de lesma do mar podem aproveitar a energia da luz melhor do que até mesmo as algas, organismos de quem roubaram seus cloroplastos.

Os moluscos oceânicos fazem isso de duas maneiras. Em primeiro lugar, eles aumentam a quantidade de energia que os cloroplastos produzem através do aproveitamento de um mecanismo fisiológico chamado “ciclo de xantofila”, que envolve o uso de pigmentos para transferir elétrons. Plantas geralmente usam este processo químico para evitar danos causados pela luz excessiva.

As lesmas marinhas também utilizam este mecanismo para impedir que seus tecidos sejam danificados pela luz intensa, mas também podem usá-lo para absorver a luz por períodos muito mais longos do que as algas conseguem.

Em segundo lugar, as lesmas do mar usam suas habilidades animais para se comportar e se mover de determinadas maneiras que variam a quantidade de luz a que são expostas. Se a luz é muito intensa, elas se enrolam como uma bola, para limitar o número de cloroplastos a que são expostas. Com pouca luz, elas achatam seus corpos em uma forma de folha, maximizando a quantidade de raios de sol absorvidos.

“Lesmas do mar movidas à luz usam o melhor dos dois mundos”, comenta o Dr. Jesus.

Alguns outros animais, como corais com algas e esponjas, também podem valer-se de luz solar para sobreviver. Além disso, recentemente, foi descoberto o primeiro vertebrado que se aproveita de energia solar. A salamandra manchada, Ambystoma maculatum, tem um relacionamento simbiótico com algas, que funcionam como geradoras de energia interna para seus filhotes.

O mundo perdido do Monte Roraima

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Monte Roraima

 

Descoberto apenas no século XIX, o monte Roraima foi escalado pela primeira vez em 1884, por uma expedição britânica chefiada por Everard Ferdinand im Thurn. Entretanto, apesar das diversas expedições posteriores, sua fauna, flora e geologia permanecem largamente desconhecidas. A história de uma dessas incursões inspirou sir Arthur Conan Doyle a escrever o livro O Mundo Perdido, em 1912.nota 1 Com o desenvolvimento do turismo na região, especialmente a partir da década de 1980, o monte Roraima tornou-se um dos destinos mais populares para os praticantes de trekking, devido ao ambiente singular e às condições relativamente fáceis de acesso e escalada. O trajeto mais utilizado é feito pelo lado sul da montanha,nota 2 através de uma passagem natural à beira de um despenhadeiro. A escalada por outros pontos, no entanto, exige bastante técnica, mas permite a abertura de novos acessos.O Monte Roraima é…

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Filhotes de foca tentando subir em uma prancha de surf é o vídeo mais fofo do dia

É impossível não sorrir ao assistir estes bichinhos usando todas as suas habilidades para tentar se agarrar em uma superfície que obviamente não foi projetada para eles.

Os filhotes sofrem para subir na prancha onde foi montada uma câmera GoPro. Havia chovido naquele dia e a prancha tornou-se um escorregador. Segundo o autor “esta é a história da natureza de luta e perseverança”. Toda a história do vídeo que você vê em menos de 4 minutos ocorreu em um intervalo de meia hora. NÃO DEIXE DE VER O VÍDEO É INCRÍVEL A PERSISTÊNCIA DESSES BICHINHOS! VÍDEO NO COMENTÁRIO.

8 fascinantes olhos animais

Os olhos coloridos e hipnotizantes desses répteis foram registrados pelo fotógrafo Daniel Heuclin, que viajou o mundo com uma tarefa empolgante: capturar imagens de vários sapos tropicais e lagartos.

O fotógrafo francês ficou de boca aberta com as diferenças de cores que encontrou em cada espécie. “Eu fiquei encantado com as estranha beleza dos olhos de criaturas tão interessantes. Levei apenas alguns minutos para tirar as fotos, mas elas continuarão para sempre extraordinariamente diferentes”, conta.

Confira as imagens abaixo e se apaixone também:

Essa é a foto preferida do fotógrafo: "A textura e a paleta de cores em um espaço tão pequeno é surpreendente", disse ele, que fotografou esse camaleão-pantera em Madagascar

O sapo tomate tem esse nome por causa de sua pele vermelha e brilhante. Para o que será que ele estava olhando?

Esse sapo cubano (Osteopilus septentrionalis) parece estar pensativo

As fendas verticais tornam os olhos dessa lagartixa belos e enigmáticos

É difícil de acreditar que esse olhos são reais, e não uma pintura. Eles pertentem a um sapo do gênero Osteocephalus

Os olhos dessa perereca vermelha parecem de vidro

Esse olho esbugalhado pertence a uma lagartixa-tokay, que vive nas Filipinas

Olhando os olhos dessa lagartixa, dá até para imaginar que é um ser de outro planeta

Estranho comportamento de defesa: os sapos que esticam as pernas

Proceratophrys renalis, fotografado em Cruz do Espírito Santo/PB

Um novo trabalho publicado no jornal Herpetology Notes por pesquisadores brasileiros descreve um comportamento muito interessante (e engraçado) em sapos.

Algumas espécies, quando se sentem ameaçadas, esticam suas pernas e achatam o corpo para se camuflar entre as folhas do solo. O termo para esse comportamento de defesa é “stiff-legged”.

A foto acima mostra uma espécie de sapo-de-chifres (Proceratophrys renalis) exibindo tal comportamento defensivo.

Segundo os biólogos, os anfíbios são uma presa comum para vertebrados e invertebrados. Espécies incapazes de uma fuga rápida, eles desenvolveram várias estratégias defensivas em resposta a predadores, tais como se fingir de morto, inflar o pulmão, abrir a boca em uma pose ameaçadora, etc.

Sarah Mângia Barros e Diego José Santana, da Universidade Federal da Paraíba, registraram esse sistema defensivo pela primeira vez em um macho do gênero Rhinella. O “stiff-legged” já havia sido relatado em 17 espécies de anuros.

Os cientistas observaram o comportamento defensivo apresentado por um macho Rhinella granulosa durante uma pesquisa na Escola Agrícola de Jundiaí, Macaíba, no Rio Grande do Norte. O indivíduo foi recolhido e depositado na Coleção Herpetológica do Laboratório de Anfíbios e Répteis da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

“Um macho de Rhinella granulosa achatou seu corpo e estendeu suas pernas. Além disso, os seus pulmões foram levemente inflados. Manteve-se nesta posição esticada durante cerca de um minuto. Esta estratégia defensiva é descrita como postura stifflegged. Sugere-se que ao exibir esse comportamento, os sapos poderiam imitar folhas caídas, e confundir predadores visualmente orientados”, escrevem os autores do estudo.

Stiff-legged em Rhinella granulosa

No artigo, os pesquisadores afirmam que a postura stiff-legged é registrada em espécies que vivem em serapilheira (a camada formada pela deposição e acúmulo de matéria orgânica morta em diferentes estágios de decomposição que reveste superficialmente o solo ou o sedimento aquático), contudo, R. granulosa é encontrado na margem de lagoas e riachos, e também se refugia em buracos na terra. O indivíduo registrado durante a pesquisa foi coletado em uma área de transição entre a Caatinga e a Mata Atlântica, com escassa serapilheira.

Proceratophrys melanopogon, fotografado no Parque Estadual do Brigadeiro, município de Ervália/MG

Proceratophrys melanopogon, fotografado no Parque Estadual do Brigadeiro, município de Ervália/MG

Macho de Rhinella gr. margaritifera, fotografado em Aripuanã/MT.  Em um primeiro momento, o sapo vocaliza e, quando percebe a aproximação de perigo, realiza o comportamento de defesa stiff-legged e se mistura com as folhas do solo (foto abaixo)

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