Mãe documenta a amizade do filho com seus dois cães gigantes e um cavalo de estimação

A relação que as crianças desenvolvem com os animais de estimação estão entre as amizades mais genuínas que você poderá encontrar por aí. Por isso mesmo, não cansamos de ver esse tipo de intimidade retratada das mais diversas maneiras possíveis.

Mas quando um menino, seus dois cães e o cavalo de estimação são praticamente do mesmo tamanho, as coisas ficam ainda mais fofas. E, é claro, fotografias dessa trupe só poderiam ter sido clicadas por Stasha Becker (ou North West Mommy).

O menino em questão é Julian, filho da fotógrafa de apenas 7 anos que não desgruda dos dois cachorros Terra-Nova que já fazem parte da família. Vizon, um cavalo de estimação se junta ao trio para adicionar uma dose extra de amor. Já mostramos algumas das fotos do pequeno garoto há algum tempo por aqui e é interessante ver a relação de confiança entre ele e os animais e observar como o menino cresceu ao lado de seus mascotes.

Dá uma olhada:

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Todas as fotos: © Stasha Becker. 

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Série de fotos retrata traficantes que trocaram as gangues pela arte da tatuagem

Chip, Dreamer, Sinner, Lazz, Assault, Case 1, Angel e G-Money. Se antes essa trupe vivia com armas na mão negociando drogas e fugindo da polícia, hoje esses homens encontraram na arte da tatuagem uma forma de se sentirem completos e, não menos importante, ficarem dentro da lei. Eles costumavam fazer parte de gangues mexicanas na Califórnia (EUA), muitos deles já foram presos e todos já perderam amigos ou parentes na luta entre o cartel mexicano e a polícia.

Desde a infância, eles cresceram em meio ao crime, sendo natural que fizessem parte disso à medida que cresciam. No entanto, era hora de mudar e a agulha e a tinta foi a solução perfeita. Na série intitulada Desert Ink (Tinta do deserto, em tradução livre), o fotógrafo australianoJonathan May explora a história desse grupo de tatuadores por meio de cliques expressivos.

Nas fotos posadas, os tatuadores aparecem na antiga posição de traficantes e mostram no torso desnudo sua paixão por tatuagens. Como aponta Lazz, a tatuagem difere do graffiti, expressão artística que dominavam, devido à longevidade: “agora eu posso estar na pele das pessoas e isso não vai ser lavado ou pintado por cima. É permanente.”

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Todas as fotos © Jonathan May

20 mesquitas incríveis que destacam as maravilhas da arquitetura islâmica

Muitas mesquitas em todos os países muçulmanos têm arquiteturas complexas, das mais requintadas já criadas pelo homem.

Tanto que fica até difícil mostrar cada detalhe incrível de cada mesquita maravilhosa que existe por todo o mundo afora. Por isso, as imagens desse artigo se concentram geralmente nos tetos dessas lindas construções, para onde os fiéis podem mirar quando olham para os céus.

As fotografias mostram o quão fortemente a matemática e a geometria possuem destaque na arquitetura islâmica do mundo árabe. As espirais perfeitas, os padrões repetitivos e as formas geométricas são uma reminiscência das mandalas intrincadas encontradas na arte budista também.

 

O Irã é um país bem conhecido por sua extraordinária coleção de mesquitas deslumbrantes, e algumas figuram nesse artigo, mas há outros lugares com edificações admiráveis também.

1. Santuário de Fatima Masumeh, Qom, Irã

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2. Mesquita Nasir Al-Mulk, Shiraz, Irã

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3. Mesquita Sheikh Lutf Allah, Isfahan, Irã

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4. Mesquita Vakil, Shiraz, Irã

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5. Mesquita Shah, Isfahan, Irã

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6. Mesquita Jalil Khayat, Arbil, Iraque

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7. Grande Mesquita de Isfahan, Isfahan, Irã

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8. Mesquita Al Soltan Qalawoon, Cairo, Egito

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9. Mesquita do Taj Mahal, Índia

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10. Shiraz, Irã

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11. Mesquita Wazir Khan, Lahore, Paquistão

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12. Mesquita Sheikh Zayed, Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos

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13. Mausoléu de Bahaud-Din Naqshband, Bukhara, Uzbequistão

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14. Ali Ibn Hamzeh Holly Shrine, Shiraz, Irã

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15. Mesquita Jame, Yazd, Irã

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16. Mesquita Imam Khomeini, Isfahan, Irã

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17. Mesquita Ruhobod, Samarcanda, Uzbequistão

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18. Selimiye, Edirne, Turquia

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19. Registan, Uzbequistão

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20. Terra das Cores, Mesquita Nasir Al-Mulk, Irã

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Raríssimo “peixe cego” do Brasil é novamente avistado

A pequena cidade de Jaíba, no norte de Minas Gerias, possui uma raríssima notoriedade científica. Não, não estamos falando que lá existe uma universidade tecnológica ou um observatório espacial. A fama está realcionada a um peixe cego, que foi visto pela primeira vez na água de um poço artesiano da cidade de 30 mil habitantes, no ano de 1962. De lá para cá, pouco se estudou sobre o Stygichthys typhlops, chamado por aqui de “peixe cego”. Não se observou essa espécie em nenhum outro lugar do mundo até hoje.

Na verdade, não se havia nem mesmo observado um outro exemplar deste peixe, depois daquele capturado há quase 50 anos. Ele foi levado para pesquisas e estudado por um cientista americano. Agora, uma expedição da Universidade de São Paulo (USP) está recapturando os misteriosos peixes cegos. A única fonte para isso são os poços que abastecem de água a semi-árida cidade de Jaíba. Montando esquemas de “pesca” nos dois poços disponíveis (os demais estão secos), eles conseguiram capturar 43 destes peixes, que agora estão sendo analisados mais a fundo.

 

O Dr. Cristinano Moreira, que coordena o projeto, afirma que estes peixes de Jaíba podem ser os últimos representantes de uma espécie quase totalmente extinta. O Stygichthys typhlops é um parente próximo das piranhas. A grande diferença: ele é incapaz de enxergar. Como se trata de um peixe muito pouco estudado, vários aspectos sobre a espécie ainda são um mistério, e o maior objetivo da pesquisa é justamente jogar uma luz sobre o assunto.

Além de ser cego, o peixe também não tem pigmentação. Estas características, segundo os cientistas, são uma adaptação do peixe ao fato de viver em águas profundas. De fato, seus parentes mais próximos, que vivem em águas superficiais, apresentam coloração e têm a visão normal.

Uma teoria diz que havia exemplares do peixe-cego vivendo na superfície no passado, mas a seca os levou à extinção. Assim, só sobreviveram os que vivem nas profundidades. Sabe-se que as alterações ambientais têm um profundo impacto nas bacias hidrográficas do Brasil e do mundo, o que leva algumas espécies animais à extinção. Os peixes não estão livres dessa ameaça.

20 mesquitas incríveis que destacam as maravilhas da arquitetura islâmica

O Brutalismo foi um estilo arquitetônico popular no meio do século 20. Caracterizado por construções gigantescas, angulosas, de concreto, tem seu nome derivado da expressão “béton brut” (“concreto bruto”, o nosso “concreto armado”), foi famosamente usado pelo arquiteto, pintor, urbanista e escritor francês Le Corbusier.

A ideia do movimento é fazer construções despojadas, mostrando o esqueleto de concreto armado sem nenhum tipo de acabamento, revelando até mesmo a impressão deixada pela madeira que foi usada para criar a armação. Não é considerado um estilo bonito, mas com certeza impressiona e cria bons cenários para ficção científica.

Confira alguns exemplos:

Jatiyo Sangshad Bhaban, edifício do Parlamento de Bangladesh, Dhaka

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Arquiteto: Louis Kahn, 1961-1982

Nichinan Cultural Center, em Nichinan, Japão

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Arquiteto: Kenzo Tange, 1963

J. Edgar Hoover Building, quartel-general do FBI, Washington DC, EUA

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Arquiteto: Charles F. Murphy e Associados, 1965-1975

Trellick Tower, 31 andares, em West London, Reino Unido

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Arquiteto: Erno Goldfinger, 1966-1972

Orange County Government Center, em Goshen, Nova Iorque, EUA

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Arquiteto: Paul Rudolph, 1967

Habitat 67, em Montreal, Canadá

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Arquiteto: Moshe Sadfie, 1967

O edifício parecido com um jogo Tetris foi construído para a Feira Mundial de 1967. Ele tem 146 residências, (354 formas de concreto em 12 andares), todas com um terraço privado.

The John P. Robarts Research Library, Universidade de Toronto, Canadá

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Arquiteto: Mathers & Haldenby Architects junto com Warner, Burns, Toan & Lunde, 1968-1973

Geisel Library, Universidade da Califórnia, San Diego, EUA

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Arquiteto: William Pereira, inaugurado em 1970

Biblioteca Nacional, Buenos Aires, Argentina

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Arquiteto: Clorindo Testa, projetado em 1961, construído entre 1971 e 1992

Klinikum Aachen ou Universitätsklinikum Aachen, o maior hospital em um único prédio na Europa

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Construção iniciada em 1972, inaugurado em 1985

Instituto Central de Pesquisa de Robótica e Técnicas Cibernéticas, São Petersburgo, Rússia

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Construção de 1973-1988

Igreja Wotruba ou The Kirche Zur Heiligsten Dreifaltigkei, Viena, Áustria

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Modelado por Fritz Wotruba, 1974-1978

Western City Gate ou Genex Tower, 35 andares, em Belgrado, Sérvia

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Arquiteto: Mihajlo Mitrovic, 1977

É a terceira maior torre na Europa Oriental. Tem uma ponte de dois pavimentos entre as duas torres e um restaurante no topo.

Centro Paroquial São Bonifácio, São Paulo

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Arquiteto: Hans Broos, 1965

MASP – Museu de Arte de São Paulo

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Arquiteta: Lina Bo Bardi, projeto de 1961

Estação Armênia, São Paulo

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Arquiteto: Marcelo Accioly Fragelli, inaugurada em 1975

Condomínio Central Park Ibirapuera, São Paulo

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Banco América do Sul (atualmente Ministério Público Federal), São Paulo

Arquiteto: A. Kato, projeto de 1965

Igreja de Vila Madalena, São Paulo

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Arquiteto: Joaquim Guedes, 1956

Os melhores “Cosplay” do BR.

Quadrinho resume por que a história de que todo mundo tem as mesmas chances não é tão verdadeira assim

Meritocracia. Já ouviu falar disso? O termo é bastante usado nas discussões que envolvem projetos de auxílio do governo, como o Bolsa Família. Basicamente, esse conceito afirma que mérito verdadeiro depende única e exclusivamente do esforço individual. Ou seja, para se dar bem na vida, basta ter dedicação, caráter íntegro e não desistir nunca. Mas será que isso é verdade?

Para trazer uma nova perspectiva ao assunto, o ilustrador australiano Toby Morris criou o quadrinho intitulado “On a Plate” (“De Bandeja”, em português), em que mostra duas realidades antagônicas e revela que toda essa história de que todo mundo têm as mesmas chances não é tão verdade assim, propondo uma reflexão sobre privilégios e oportunidades.

Para ler o quadrinho da melhor forma, recomendamos que você esteja munido de uma boa dose de empatia:

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A tradução foi feito pela Catavento.