Fotógrafo registra em livro a vida de pessoas que vivem com um dólar por dia

 
O que você faz com 1 dólar por dia? Ou cerca de 2 reais? Toma um café na esquina? Compra um bilhete de loteria? Não dá pra fazer muita coisa, certo? CERTO. E é com esse valor que vivem mais de 1 bilhão de pessoas ao redor do planeta, em situação de pobreza extrema.

Para mostrar essa extrema desigualdade, e que não se restringe aos países pobres da África, Thomas A. Nazario lançou o livro Living on a Dollar a Day: The Lives and Faces of the World’s Poor (Vivendo com um dólar por dia: As vidas e os rostos dos pobres do mundo), que documenta a pobreza com que uma parte da população sobrevive.

Thomas é o fundador da The Forgotten International, e viajou por 10 cidades para mostrar que a miséria extrema está muito além dos arredores africanos. Pelo caminho, ele percebeu algumas similaridades entre todos os locais que visitou: a desigualdade de gênero é um dos fatores que contribui para a pobreza nesses países, onde as mulheres têm que ficar em casa, criar os filhos e não trabalhar, sendo vistas como fardo e, frequentemente, mandadas para a prostituição ou para o tráfico.

Conheça algumas dessas histórias:

2

Subadra Devi, uma trabalhadora do Himalaia que foi forçada a deixar a Índia após uma seca que matou seus cultivos.

3

Vishal Singh, de 6 anos, cuida do seu irmão em favela de Nova Delhi, enquanto sua mãe está fora.

I

Fati, de 8 anos, recolhe sucata de metal em um depósito de lixo eletrônico em Acra, Gana, ela está chorando de dor por causa da malária.

I

Hora Florin, que cresceu em orfanatos romenos, fica perto de saídas de aquecimento subterrâneo a noite para se aquecer.

C

Aos 6 anos de idade, ele cuida do rebanho de vacas do seu pai; circunstâncias econômicas da famílias significa que provavelmente ele nunca frequentará a escola.

I

As meninas de Kayayo em Accra recolhem resíduos ou o trabalham como carregadoras para os moradores mais ricos. Elas costumam viver em ambientes comuns perto ou em cima do lixão da cidade.

8

Mulheres de  Nkwanta, Ghana, carregam mandioca que elas plantaram.

H

Hunupa Begum, 13 anos e Hajimudin Sheikh, de 6, pedem comida em Nova Deli. Begum é cega e Sheikh sofre de anormal acumulação de fluidos em sua cabeça.

A

Ana-Marie Tudor está em sua casa, em Bucareste, Romênia, onde sua família enfrenta despejo.

O autor do livro, Thomas Nazario, questiona ainda o “complexo de salvador” de pessoas que ditam o que é melhor pra essas pessoas ,achando que estão ajudando. Ele considera que a melhor maneira de ajudar as comunidade pobres é conversar com eles e entender suas necessidades. Se quiser comprar o livro, pode clicar aqui.

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