Fotos de animais se beijando

Fotos de animais se beijando são de deixar qualquer um encantado. Quase faltam palavras para descrever a quantidade de fofura em um só clique. Porque, você sabe: o reino animal é realmente adorável.

E a melhor prova disso são essas fotos que você vai ver a seguir. Afinal, aves encostam seus bicos, cães lambem, cavalos encostam os narizes, pessoas se beijam. E tudo isso a gente traduz com uma só palavra: amor.

Praticamente todos os seres vivos instintivamente mostram amor, carinho, paz, respeito e amizade através do contato físico direto entre si e entre diferentes espécies. Aquela história de que os cães só querem saber de comer os peixes, e que o que reina no reino animal é o instinto, passa um pouco longe do que você está prestes a ver. Pelo menos no clique sensacional dos fotógrafos que capturaram esses momentos, o amor existe mesmo em todas as formas e entre todas as espécies.

 

Fotos de animais se beijando

O beijo pode ser algo mais humano, mas alguns animais mais espertos souberam muito bem aproveitar esse gesto de carinho.

Confira 15 belas fotografias da natureza que flagraram casaizinhos lindos e apaixonados pelo mundo todo, e um feliz dia dos namorados para você e seu amor!

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Símbolos criados com significados diferentes dos que conhecemos hoje

Além da linguagem verbal, o mundo no qual vivemos sempre esteve carregado de formas simbólicas de comunicação. As logomarcas e demais símbolos – sejam religiosos, profissionais e assim por diante – são bons exemplos disso.

Acontece, no entanto, que hoje em dia muita coisa acabou aderindo a significados diferentes – e não raro opostos – para os quais foram criadas. Acreditem se quiser, mas a suástica é uma das históricas mais icônicas desse assunto.

Louco não? Para te deixar ainda mais chocado, separamos abaixo alguns outros símbolos que tinham relação com outras mensagens no passado e que, ao longo dos anos, foram adquirindo sentidos diversos, até chegar à forma pela qual os conhecemos hoje. Veja:

1. O símbolo do Rock’n’Roll

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Famoso entre as pessoas que curtem Rock, especialmente metal, o gesto ficou popular depois que Ronnie James Dio o realizou pela primeira vez. Não que tivesse um sentido intencional, talvez ele nem tivesse percebido o que estava fazendo, mas acabou criando uma marca que identifica quem é fã do estilo musical.

Acontece, no entanto, que esse sinal não é uma criação recente. Ele é usadohá muito mais tempo e, ao contrário do que muita gente costuma dizer hoje em dia, não tem nada a ver com um simbolismo satânico. Os tais chifrinhos eram conhecidos como “corna” no passado e eram uma forma de mandar para longe coisas e sentimentos negativas.

Aliás, quando Ronnie usou o gesto, ele já sabia que não tinha nada a ver com invocações satânicas. Sua própria avó havia explicado a ele que o símbolo era quase um pedido de paz.

2. O símbolo da paz

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Febre na década de 1960, esse símbolo era a cara do movimento Paz e Amor, que marcou o período do festival hippie Woodstock, nos Estados Unidos. Mas, mesmo com toda essa carga significativa, o ícone foi criado para incentivar uma campanha a favor do desarmamento nuclear na Grã-Bretanha.

Tá que a intensão original também era pacífica, mas o contexto em que o símbolo foi desenvolvido era totalmente diferente. Conforme o cara responsável pelo ícone, Gerald Holtom, o desenho é a representação dele mesmo em desespero, com as mãos para baixo e um círculo em volta do próprio corpo.

Mas, como Holtom nunca registrou os direitos autorais de seu trabalho, não demorou para que o símbolo tivesse outras interpretações. Há quem acredite ainda que ele o sinal representa uma cruz satânica invertida, mas isso não passa de especulações.

3. Caduceu

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Caduceu ou Emblema de Hermes, que normalmente aparece com um par de asas e cobras enroladas; é um símbolo de você já deve ter visto muitas vezes por aí, ligado especialmente à comunidade médica e de outras áreas da saúde.

 

Mas, na verdade esse não é o ícone original que representa os profissionais dessa área. Quem tinha esse papel, há muitos anos, era o símbolo Bordão de Asclépio (na foto abaixo), que é também um par de asas, mas com apenas uma serpente enrolada a ele. Isso porque Asclépio era o deus grego da Medicina e da cura.

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Por outro lado, o Emblema de Hermes foi escolhido pelo Corpo Médico do Exército dos Estados Unidos, há mais de um século, por causa de um oficial que acabou se confundindo e trocando os símbolos. Em outras partes do mundo, entretanto, esse sinal com as duas cobras é usado para representar o comércio. Isso porque, conforme a mitologia, Hermes era o patrono de mercadores e comerciantes.

4. Caveira com ossos cruzados

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Normalmente quando vemos esse símbolo estampado em algum lugar, pensamos logo em alguma substância tóxica e/ou venenosa, certo? Acontece, no entanto, que séculos atrás, esse símbolo era usado por alguns piratas, que estampavam a imagem em suas bandeiras, embora essa não fosse uma regra e muitos outros corsários tenham inventado seus próprios símbolos.

Mas, muito antes do símbolo se espalhar por aí, ele era usado na Espanha, como forma de identificar cemitérios. Aliás, até hoje é possível encontrar essa representação no país, especialmente em construções religiosas, onde tenha algum corpo entenderrado. A escolha do símbolo pelos piratas, inclusive, está intimamente ligada à ideia de morte que ele sempre carregou.

5. Suástica

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Um dos símbolos mais representativos e odiados do mundo, é a famosa suástica. A figura, como apontam os registros históricos, foi escolhida por Hitler para ser bordada nos uniformes dos soldados nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial. Mas a verdade sobre a suástica é outra e mais antiga, conhecida por pouca gente, aliás.

Isso porque o símbolo representa também a Cruz Gammadion, uma das marcas mais antigas do mundo, que já foi utilizada até em religiões como budismo, o hinduísmo e o jainismo, além de ter aparecido também em celebrações dos antigos gregos, egípcios, romanos e celtas.

Para o hinduísmo, por exemplo, o ícone representa deuses da religião até hoje: se ele estiver voltando para o sentido horário, representa Vishnu. Se no sentido anti-horário, representa o deus Kali.

Já nos tempos modernos, antes do Nazismo, claro; esse símbolo também chegou a ser usado como referência da marca de cerveja dinamarquesa Carlsberg e na Força Aérea da Finlândia. Versátil, não?

Fotos famosas ao lado de seus fotógrafos

O fotógrafo Tim Mantoani criou o ensaio Behind Photographs que revela os autores de fotos mundialmente famosas.

16 DESTINOS INCRÍVEIS QUE TODO MOCHILEIRO (E AVENTUREIRO!) PRECISA CONHECER

Os mochileiros de plantão vão adorar essa lista que encontramos no site Jardim do Mundo, com 16 destinos incríveis para fazer trekking, as chamadas trilhas, que só um espírito genuinamente aventureiro pode aguentar dia após dia, dormindo em barracas e sem muito conforto.

Dos mais difíceis caminhos, com longas e íngremes subidas, cheios dos mais diversos desafios, às mais fáceis e acessíveis, esse post reúne algumas rotas com paisagens incríveis em vários países como Estados Unidos, Islândia e até mesmo a Irlanda, destino que tem recebido cada vez mais intercambistas.Prepare sua mochila e seu corpo, pois a resistência física é fundamental, e confira as mais sensacionais trilhas abaixo:

1. Cruzando Norte Drakensberg, África do Sul

Com 41 milhas (65 km) de comprimento, essa trilha feita na montanha mais alta da África do Sul pode levar de cinco a seis dias e a data ideal para ida é entre março e maio. O nível de dificuldade é extremo, visto que não há rota definida entre os rios, cascatas e escladas.

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2. Portões do Parque Nacional do Ártico – Alaska, Estados Unidos

Esse enorme parque é o segundo maior do país, com 13.238 milhas quadradas (34.287 quilômetros quadrados). Entre cadeia de montanhas, floresta boreal, rios selvagens e paisagens incríveis, você ainda encontra – entre a extrema dificuldade – ursos pardos, raposas e caribus. O ideal é ir entre junho e agosto.

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3.  A trilha Overland Track, Austrália

Com 50 milhas (82 km) de comprimento, essa trilha é uma das mais famosas da Austrália, levando de cinco a seis dias para ser feita. Entre rios, florestas temperadas e montanhas, o nível de dificuldade está entre o fácil e o moderado, pois há calçadões bem conservados no meio do caminho. Vá entre os meses de outubro e maio.

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4. Caminho Jomolhari – Butão

Essa trilha leva até a montanha sagrada do Himalaia, que faz fronteira com Tibete, China e Butão. Com até 66 milhas (106 km) de comprimento, você leva de oito a doze dias para completá-la. A dificuldade extrema pode ser poupada pelos museus, casas yak, mosteiros e fortalezas. Os melhores meses para ir são abril, maio, outubro e novembro.

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5. John Muir Trail, Califórnia, Estados Unidos

Entre 21 e 24 dias você pode percorrer as 210 milhas (339 km) dessa trilha que passa por maravilhosos parques nacionais como Yosemite, Kings Canyon, Sequoia e John Muir e as florestas de reservas Nacionais Serra e Inyo. A dificuldade é moderada e o ideal é ir entre julho e outubro. 

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6. Tour du Mont Blanc – França, Itália, Suíça

Essa popular caminhada tem 105 milhas (170 quilômetros), a serem percorridas entre 7 e 11 dias. A dificuldade beira entre o moderado e o extremo, pois a trilha é feita em torno do Mont Blanc, passando por subidas complicadas e descidas, planícies rochosas, que dão uma vista incrível para as geleiras. A melhor época para a aventura é entre os meses de julho e setembro.

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7. Trilha Inca para Machu Picchu – Peru

Com quatro dias é possível percorrer as 30 milhas (48 km) da trilha inca mais famosa de todas. O caminho por meio de florestas, tundras e paisagens geológicas, tem dificuldade moderada e leva às famosas ruínas de Machu Picchu. O melhor período para fazê-la é entre maio e agosto, somente em grupos com número limitado de pessoas, conforme estabeleceu o governo local.

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8. De Lukla ao Everest Base Camp, Nepal

São 16 dias para percorrer as 70 milhas (113 km) de dificuldade moderada. A incrível vista contempla os quatro dos picos mais altos do mundo (Everest, Lhotse, Makalu e Cho Oyu). Além disso, passa por geleiros, rios, mosteiros budistas e aldeias amigáveis.  Vá entre março-maio ou setembro-dezembro. 

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9. Queen Charlotte Trail – Nova Zelândia

Com 44 milhas (71 km), percorridas em quatro dias, essa é uma das rotas de trekking mais conhecidas da Nova Zelândia. Bem cuidada, a trilha com dificuldade entre fácil e moderado tem acesso a florestas exuberantes e águas cristalinas. A melhor época para ir é simplesmente o ano todo.

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10. A rota Dingle Way, Irlanda

São 112 milhas (179 km) e nove dias de caminhada. Praias douradas, aldeia, florestas, ruínas e campos ultra verdes são algumas das atrações que fazem que com que essa trilha seja das mais diversificadas. A dificuldade é moderada e é melhor evitar o período entre novembro e fevereiro, quando há fortes chuvas e granizo. 

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11. Cinque Terre, Itália

As “cinco terras” italianas são formadas por pequenas aldeias costeiras ao longo de 7,5 milhas (12 km). De um a dois dias é fácil percorrer por Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso, especialmente nos meses de abril-maio e setembro-outubro. 

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12. Kalalau Trail – Havaí, Estados Unidos

O percurso não é longo, mas a dificuldade é vigorosa nessa caminhada de 22 milhas (36 km), que leva de dois a três dias para ser feita. Vales verdejantes e bordas estreitas intensificam seu esforço, que é recompensado com as paisagens impressionantes. Pode ir tranquilamente durante o ano todo. 

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13. Long Trail, Vermont, Estados Unidos

Estradas, rios, pântanos, florestas alpinas, lagos cristalinos e grandes áreas verdes formam as 273 milhas (438 km) dessa rota, a ser completa entre 26 e 30 dias. A dificuldade varia entre moderado e extremo e o melhor período é entre maio e novembro.  

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14. Trail Laugavegurinn – Islândia

A rota mais popular da Islândia é totalmente envolvida na vida selvagem, passando por vales desertos, geleiras, paisagens vulcânicas e cachoeiras cristalinas, que ao longo de suas 34 milhas (55 km), te rendem quatro dias de caminhada moderadamente difícil. Vá entre junho e setembro.

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15. Gunung Rinjani, Indonésia

Esta trilha de 14 milhas (22 km) leva corajosos, que caminha de três a quatro dias, ao Monte Rinjani, um vulcão ativo e segundo pico mais alto do país. Entre grutas, subidas íngremes, águas termais e céus estrelados, vale a pena enfrentar a dificuldade extrema. Planeje sua ida entre maio e outubro.

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16. Torres del Paine – Chile

Como parte da passagem surreal da Patagônia, as “Torres” se estendem por 62 milhas (100 quilômetros), rendendo oito dias de caminhada. Animais como condores e gansos se espalham por geleiras, penhascos, florestas e campos subpolares. A dificuldade está entre moderada e extrema, e os melhores meses para ir são entre novembro e abril. 

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Fotógrafo faz imagens aéreas registrando impressionantes paisagens transformadas pelos homens

Do alto da aeronave monomotor Cessna 172, o fotógrafo Klaus Leidorf registrou imagens aéreas incríveis e curiosas ao longo de seus percursos nos céus da Alemanha. A enorme coleção de fotos, feitas desde os anos 1980, é composta por cidades, fazendas, praias, campos industriais e o que mais ele achasse interessante olhar lá de cima.

O processo, que ele nomeou como “arqueologia aérea”, mostra um estudo fascinante de paisagens transformadas pelas mãos humanas, o que pode ser bonito e, às vezes, assustador. Atualmente, ele conta com a tecnologia de sua câmera Canon EOS 5D Mark III, tornando possível a estabilização das imagens e uma captura maior e muito mais rica de pequenos detalhes. Confira as imagens abaixo e aprecie as belas paisagens aéreas registradas por Leidorf:

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Suas inúmeras fotografias podem ser acompanhas pelo Flickr.

Todas as fotos © Klaus Leidorf

ELE CONHECEU TODOS OS PAÍSES DO MUNDO AO PASSAR 50 ANOS VIAJANDO

foram dois países, Espanha e França, enquanto em 1965, o ano em que realmente decidiu embarcar numa viagem sem volta, ele andou por 18 países diferentes, incluindo Tailândia, Afeganistão e Índia.

Com muita determinação e persistência, finalmente realizou seu sonho, mesmo que tenha levado 5 décadas. Sua saga está descrita no livro “Around the World in 50 Years – My Adventure to Every Country on Earth” (“Volta ao Mundo em 50 Anos – Minha Aventura por Todos os Países da Terra”, em tradução livre), que conta todas as esquisitices e os fatos memoráveis de cada pedaço de chão que percorreu, um livro recheado de aventuras, desastres, vitórias, figuras fascinantes e muitas histórias. A obra-prima de Podell já está entre algumas listas de Best Sellers, como na do NY Times.

Foram, ao todo, 581 dias, quase 70 mil km percorridos durante a jornada pelos 196 países reconhecidos internacionalmente, sendo 30 deles acessados por uma expedição chamada de “Transworld Record Expedition“, a bordo de um carro 4×4.

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O norte-americano é formado em Relações Internacionais e ao longo da vida trabalhou como editor de revista, diretor de fotografia, diretor criativo numa agência de publicidade e já escreveu mais de 300 artigos, além do livro “Who Needs a Road?“, escrito junto comHarold Stephens.

Em entrevista recente a revista National Geographic, ele afirmou, no auge dos seus 78 anos, que os jovens não fazem muito esforço para conhecer o mundo. “Eles estão acostumados a ter o mundo literalmente na ponta dos dedos, com a Internet. Se eles querem ver como está Paris, eles têm 20 ou 30 webcams nos arredores de Paris para vê-la”.

Quando questionado sobre qual era o seu país favorito, demonstrou parte de seu nacionalismo norte-americano. “Se você realmente me pressionar, [vou responder que] meu país favorito é o EUA. Temos algumas das paisagens mais espetaculares do mundo: Glacier National Park, Mount Rainier, as trilhas de New England. Somos uma sociedade heterogênea. (…) Mas se eu tivesse que escolher outros países, eu citaria Nepal e Suíça pelo cenário. Para alimentação, Vietnã, Tailândia e França. Para cultura, França, Inglaterra, Espanhae Egito”.

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Todas as fotos © Albert Podell

Brasileiro faz caiaque junto a um vulcão ativo no Havaí

 

Se você se considera um aventureiro, precisa conhecer a história do brasileiro Pedro Oliva e do time que ele levou para o Havaí. Profissionais do caiaque, Pedro, Ben Stookesberry e Chris Korbulic, acompanhados do fotógrafo de aventura Alexandre Socci, foram para o estado com o objetivo de gravar um documentário para o programa Kaiak, do Channel OFF, mas a experiência foi mais longe do que imaginavam.

Quem conta a história é Socci, que diz que o grupo saiu da cama às 3.30h da madrugada, pra chegar ao destino a tempo de pegar a melhor luz e filmar a lava e os caiaques na água. Mas o cenário estava apocalíptico: “por 20 minutos, ficamos só olhando pra tudo e tentando entender o que fazer… até que o Pedro decidiu pegar no caiaque e se jogar… Não esperávamos aquilo”, diz o fotógrafo.

O vulcão Kilauea criou então uma autêntica paisagem de filme de ficção científica, com a rocha derretida caminhando em direção às águas, o ar nublado por conta do vapor, as ondas batendo nas margens e a lava flamejante como nunca, colocando qualquer objeto em risco.

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Apesar de tudo ter corrido bem, e de a equipe ter clicado essas imagens incríveis que você confere abaixo, Sacci lembra: “como fotógrafo aquático, eu estava tentando entrar na água, mas era impossível, já que ela estava a cerca de 90 graus e havia um monte de partículas de lava flutuando, que poderiam queimar qualquer coisa em segundos… até os caiaques saíram da água com algumas ‘cicatrizes’ causadas pela lava!”.

Na verdade, um dos remos de Pedro Oliva saiu queimado e ele, como toda a equipe, não recomenda que outras pessoas repitam a aventura: “eu espero que as pessoas não vejam estas imagens e pensem que é seguro remar tão perto da lava, porque realmente não é, de todo, seguro”.

No conforto da sua cadeira, veja as imagens e deixe se impressionar:

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