Desmestificando Hoax: Não, não é um alienígina

Cuidado com o que alguns veículos de comunicação (principalmente páginas e sites sensacionalistas) estão postando com o intuito de ganhar curtidas e compartilhamentos. Ao contrário do que muuitas páginas estão postando, um animal de aparência estranha que foi gravado através dos destroços de uma plantação de palmeiras não é de outro planeta. O vídeo mostra na realidade, um posto no qual gera muita preocupação no âmbito animal.

O vídeo acima mostra na realidade um urso-do-sol, que saudável se encontra como na imagem abaixo:

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Exatamente por isso que a criatura no vídeo parece está de maneira desconhecida. No entanto, a resposta dos trabalhadores das plantações oferece algumas pistas.

“Nós ficamos chocados. Nenhum de nós jamais havia visto tal coisa. Um de nós, em seguida, bateu no animal até que ele parecia ter desmaiado”, disse um trabalhador que havia presenciado. “Pode ser uma espécie rara de urso. Quando recuperou a consciência, voltou à selva”. O vídeo mostra a fuga urso atordoado após o ataque.

Em vários sites, a criatura foi apelidado de “Chupa cabra da Malásia”. Outros optaram por uma explicação extraterrestre, aparentemente convencidos de que o espaço oferece mais do que uma incrível diversidade de vida na Terra. No entanto, a identificação da espécie do urso-do-sol foi confirmado por várias fontes .

Os Ursos do sol ( Helarctos malayanus ) estão entre as espécies ameaçadas de extinção, como resultado, depois de já terem sido dizimados com mais da metade de sua espécie. Embora caçadas com cunho comercial no continente do Sudeste Asiático, a principal ameaça para o urso do sol é o desmatamento , que ameaça simultaneamente dezenas de outras espécies .

Existe um grande número de organizações que tem por objetivo proteger ursos do sol, especificamente, as florestas tropicais na qual eles e tantas outras espécies vivem.

Fonte: The Dodo

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Conheça o molusco que realiza fotossíntese

Créditos: Patrick Krug

Créditos: Patrick Krug

Elysia chlorotica é um gastrópode de águas marinhas que retem, fotossinteticamente, cloroplastos ativos das algas que ele consome e, curiosamente, incorpora os genes delas em seu próprio código genético. Tem uma cor verde-esmeralda, com algumas marcas vermelhas ou brancas, possui um formato típico dos indivíduos de seu gênero e é dotado de parapódios (“asas” laterais). Esse animal, talvez, seja o único no Reino a possuir genes específicos para a realização de fotossíntese e é um exemplo extraordinário de simbiose entre uma alga e um molusco (especificamente, a cleptoplastidia), assim como uma hibridez genética dos dois organismos.

Para obter cloroplastos das aulas, o Elysia chlorotica usa sua rádula para perfurar a alga Vaucheria litorea e sugar seus nutrientes. O citoplasma e o núcleo ingeridos movem-se, então, pelo intestino do molusco, mas os cloroplastos acabam ficando retidos nos vacúolos do trato intestinal. Dentro da célula da alga, os cloroplastos funcionais usam proteínas codificadas nos seus genes ou no núcleo celular da própria alga. Entretanto, no animal, os cloroplastos isolados não podem receber as proteínas diretamente do genoma da alga. Mesmo assim, essas organelas permanecem, funcionais, porque o genoma do molusco também inclui os genes da alga necessários para a realização da fotossíntese. O Elysia chlorotica, provavelmente, ganha tais genes a partir de uma transferência direta. Outro possibilidade é ter um vírus como vetor para tal transferência (Pierce et al., 2003).

Visão aproximada dos cloroplastos do molusco

Texto retirado e adaptado do “Encyclopedia of life”


Você sabe o que acontece com um ser humano morto no oceano?

Você sabe o que acontece com um ser humano morto no oceano?

Um novo estudo publicado pelo jornal Plos One, busca respostas sobre o que acontece com um corpo de um humano morto no oceano. Diversos teste foram realizados para chegar a uma resposta, e o porco foi escolhido para realizar os procedimentos pelo motivo deles terem características parecidas com as dos humanos, sendo os testes realizados na bacia canadense de Saanich Inlet. A pesquisa não busca apenas descobrir como os decompositores reagem aos mamíferos terrestres mortos no oceano, ela também busca ajudar pesquisadores forenses a resolverem crimes.

Climatologia Geográfica

Três  carcaças de porcos foram jogadas no mar e monitoradas por câmeras. Após 3 semanas, crustáceos devoraram os porcos e só restaram os ossos. Porém, existia um terceiro animal que era “fertilizado”, e esse, demorou 90 dias para ser totalmente digerido. Percebeu-se que isso ocorreu pela falta de oxigênio na água, que causa um impeditivo para os grandes decompositores se moverem. Os pesquisadores também analisaram e observaram a composição química da água.

“A bacia de Saanich Inlet é deficiente em oxigênio em grande parte do ano, chegando até a ficar totalmente sem o gás vital em certos períodos. Apesar dos animais dessa região estarem adaptados a isso, nós jogamos a terceira carcaça num dos períodos mais anóxicos (sem oxigênio) do ano. Isso fez com que camarões e caranguejos não conseguissem se mover até o porco. Apenas lagostas – que não conseguem passar pela pele – chegaram lá. Isso nos diz muito sobre o que acontece embaixo de águas como essa”, falou o pesquisador.

A pesquisa foi fundamental para desvendar o mistérios dos pés que “boiam”. “Se uma pessoa morre na água calçada de tênis, quando os decompositores acabarem de digerir o corpo, ela irá boiar até a superfície por causa das solas”, falou o biólogo. Os pesquisadores pretendem aprofundar mais a pesquisa.RG

Minhoca ‘alienígena’ invade os Estados Unidos

De acordo com novas pesquisas e publicações na imprensa estadunidense, uma minhoca bizarra, com uma boca no meio de sua barriga, está invadindo os Estados Unidos pela primeira vez. O animal em questão, o Platydemus manowkari, tem apenas alguns milímetros de espessura, mas cresce até 65 milímetros de comprimento. O platelminto, nativo da Nova Guiné, vive em plantas exóticas e no solo, e se alimenta enroscando-se em caracóis e os ingerindo com sua estrutura semelhante a uma boca, localizada em sua parte inferior. As autoridades locais de conservação da natureza estão preocupados com os impactos que a espécie invasora pode ter nos caracóis nativos.

minhoca

De acordo com uma publicação do portal americano ‘LiveScience’, o animal já havia sido visto vivendo em outros 15 países, como a França, mas essa é a primeira vez que o animal foi encontrado no continente norte-americano.

O P. manokwari foi encontrado por pesquisadores em territórios onde nunca antes havia sido observado, como a Nova Caledonia; Singapura; Ilhas Salomão e Porto Rico, além do estado da Flórida. A aparição das espécies em todos esses locais parece ser recente, e de acordo com a mesma publicação citada anteriormente, o animal parece ter chegado até a Flórida em 2012. Desde então, a espécie tem sido avistada em diversos locais no condado de Miami-Dade.

Por conta de seu hábito de espalhar-se, o animal pode continuar sua expansão ao redor dos Estados Unidos e das Américas, podendo chegando, ocasionalmente ao Brasil. Apesar de não oferecer grandes riscos a seres humanos, o P. manokwari é uma ameaça à fauna dos locais que invade. LS


Réptil primitivo de pescoço gigante é encontrado no Alaska

Arqueólogos que estavam trabalhando em um penhasco vertical nas montanhas Talkeetna, no Alaska, descobriram fósseis de 70 milhões de anos de um possível plesiossauro (uma espécie de dinossauro aquático), chamado elasmossauro.

elasmossauro

Esses répteis marinhos tinham pescoços extremamente longos, pequenas cabeças e membros em forma de remo, para auxiliar no nado. “Imagine o mítico Monstro do Lago Ness e você terá uma boa ideia de como esse animal se parecia”, disse Patrick Druckenmiller, do Museu da Universidade do Alaska. Os ossos foram encontrados no meio de um penhasco vertical de aproximadamente 18 metros. “Nós temos um bom pedaço do animal, mas ainda há mais por escavar”, ressaltou.

Os especialistas estimam que, com base no tamanho dos ossos desenterrados, o animal tinha pelo menos 7,6 metros de comprimento – sendo que metade disso apenas de pescoço. Em um estudo recente, pesquisadores contaram o número de vértebras em um elasmossauro encontrado nos anos 1800, e encontraram 72 vértebras. Outros dois répteis marinhos primitivos já foram encontrados no local: um ictiossauro (que tem forma de golfinho) e um thalattosauro (um tipo de ‘lagarto marinho’).

De acordo com Druckermiller, onde hoje repousa a margem sul do Alaska, existia um oceano, que acabou desaparecendo com milhares de anos de atividade tectônica. IFLScience


[VÍDEO] Porco-espinho fica cara a cara com 17 leoas

102_518-blog-porcupineAlgo bem inusitado aconteceu na reserva particular de Londolozi, próximo ao Parque Nacional de Kruger, na África do Sul. Um porco-espinho ficou cara a cara com 17 leoas.

“Esse não era o lugar ideal para estar”, falou Lucien Beaumont, a mulher que registrou o vídeo. “Ele tem microfarpas que espetam o focinho e as patas dos predadores que chegam muito perto. Os predadores tem que lidar com um doloroso espinho”, disse ela.E esses espinhos deram certo. As leoas se afastaram e foram buscar alimento em outro local.GL

Quem se atreve a mexer nesse Porco-espinho!

Caça ilegal pode colocar girafas em risco de extinção

Agência espacial da Índia lançou um novo lote espetacular de imagens feitas pelo MOM – a missão Mars Orbiter – primeira sonda da Índia enviada para o Planeta Vermelho e que conseguiu alcançar a órbita há quase um ano.

Recentemente, uma caçadora criou certo alvoroço nas redes sociais ao publicar uma foto ao lado de uma girafa morta, defendendo que havia matado um animal ‘muito perigoso’. Entretanto, sabemos que apesar das girafas terem condições de fazer grande estrago em seres humanos, os ataques são extremamente raros.

Na verdade, os humanos é que podem ser perigosos para esses animais. A Lista Vermelha da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN) não considera os seres humanos como potenciais ameaças às girafas quando leva em consideração a caça regulamentada. No entanto, é a versão ilegal desta caça, seja por alimento ou ‘troféus’, que coloca em risco esses animais. Isso porque essa modalidade acaba reduzindo o tamanho de áreas de conservação e causando colapsos populacionais.

foto:Frank Vassen
As girafas não são consideradas ameaçadas pela IUCN, mas nem tudo está tão bem para nossas amigas de pescoço comprido. Em 1999, o especialista em vida selvagem Rod East estimou que existiam 140 mil espécimes vivendo na África: hoje em dia, a estimativa caiu para 80 mil – de acordo com a Fundação de Conservação das Girafas. De acordo com uma publicação do portal ‘IFLScience’, essa queda veloz sugere que em breve esses animais podem estar risco de extinção.

Existem controvérsias em relação à moralidade das caças por diversão à girafas e outros animais. No entanto, mais importante do que esforços para banir esse tipo de prática, é necessário pelo menos regulamentar as caçadas, para que não percamos animais tão carismáticos e presentes na nossa vida – mesmo que muitos nunca tenham os visto pessoalmente.