A mulher inspiradora que aos 87 anos não desiste do seu hobby de pintar casas

Eu tento ajudar a decorar o mundo um pouquinho”, diz Agnes Kasparkova. A moradora da vila tcheca de Louka, na Morávia, tem 87 anos e muita inspiração para pintar as casas da vizinhança com motivos tradicionais.

Agnes trabalhou na área da agricultura e, desde que se aposentou, há 30 anos, tem usado a maior parte de seu tempo livre pintando: “Eu só estou fazendo o que eu gosto”. Ela faz questão de comprar tintas de alta qualidade para que seus trabalhos durem pelo menos dois anos. Seus intrincados desenhos ultramarinos tem como temática principal a flora.

A artista conta que aprendeu a pintar com uma mulher chamada Manakova e, quando esta faleceu, Agnes decidiu continuar a produzir este trabalho. Ela conta que não consegue imaginar a vida sem trabalho, seja em casa, no jardim ou na pintura.

Todo mês de maio Agnes realiza o trabalho de decorar as paredes da capela local, o que inclui subir escadas e andaimes. O que dizer desses vizinhos sortudos?

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Todas as fotos via Facebook

SÉRIE FOTOGRÁFICA RETRATA OS ÚLTIMOS NÔMADES QUE VIVEM NO MAR

Para quem não sabe, existem os chamados “nômades marinhos”, pessoas que simplesmente vivem no mar e fazem dos barcos sua morada. O pessoal do The Triangle Coral registrou e documentou os que seriam “os últimos nômades” que vivem no oceano, membros do grupo étnico malaio Bajau, há séculos sob as águas do mundo, com origem estimada em torno do século IX. 

Até mesmo estes começam a se fixar em terra firme, fazendo com que a prática beire a extinção, mesmo que ainda resistam e passem boa parte do tempo no mar. Entre Filipinas e Torosiaje, em Bali, na Indonésia, algumas aldeias bem afastadas concentram parte do povo nômade malaio, vivendo em bungalows ou casas de madeira simples em baías rasas.  Os que optam por se fixar nos mares retornam à comunidade somente em ocasiões importantes, como casamentos e funerais.

O governo da Indonésia tem feito ações para mover o grupo Bajau para terra firme, mas sem condições melhores de vida, os navegantes tratam de voltar para os pequenos barcos em que vivem, chamados de “lepa lepa”. O oceano é tão importante para eles que se tornou parte da crença local, sendo reverenciado assim como os espíritos que ali vivem, conforme acreditam.

O sustento é conquistado através da pesca e ainda a caça às pérolas e pepinos do mar através do mergulho, sem equipamento adequado, função chamada de “freediver“. A China é um dos grandes clientes destes pescadores, que lucram em cima da indústria de peixe vivo, atualmente valendo mais de US$ 800 milhões por ano, de acordo com pesquisa realizada pela World Wide Fund for Nature. Sendo assim, surge a controvérsia de que o povo Bajau, assim como outros tantos, acaba destruindo o meio ambiente que os sustenta por conta do ganancioso mercado em busca de jóias marítimas. A atividade é insustentável, ilegal e altamente perigosa.

Por conta da profissão, muitos membros do grupo estão fadados à surdez precoce, já que chegam a mergulhar 30 metros de profundidade somente com o auxílio de óculos e, às vezes, pé de pato. E não reclamam, alegando que depois dessa fase onde ouvidos e nariz sangram, podem mergulhar sem dor. Ao questionar Ane Kasim, uma mãe solteira que rema todos os dias, se ela gostaria de estar na aldeia, a resposta à equipe do Triangle Coral foi muito clara: ”eu adoro estar no mar…pesca, remo… apenas sentindo tudo, o frio, o calor“.

Dormir sob as estrelas não é pra qualquer um, olha só:

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Homem explica ao fotógrafo como eram feitas as bombas fertilizantes jogadas nos corais; ele diz que não as faz mais desde 2005, sendo agora um protetor dos mares da Indonésia.

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Mulher perdeu a visão de um olho e as duas mãos quando uma das bombas explodiu no seu rosto.

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Muitas crianças do grupo Bajau já nascem no mar e o fazem de quintal; na foto, um menino brinca com um tubarão.

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Todas as fotos © James Morgan

ESPECIAL: Bósnia e Herzegovina


Catedral Ortodoxa em Banja Luka

Capital: Sarajevo
Moeda: Marco conversível
Continente: Europa
População: 3,829 milhão (2013) Banco Mundial
Países Vizinhos: Croácia, Sérvia, Montenegro

A Bósnia e Herzegovina é uma república federal dos Balcãs, resultante da dissolução da Jugoslávia, limitada a norte e oeste pela Croácia, a leste e a sul pela Sérvia, e a sul pelo Montenegro, dispondo ainda de uma minúscula extensão de litoral, nomar Adriático. Sua capital é a cidade de Sarajevo. É composta por duas entidades politicamente autônomas, a Federação da Bósnia e Herzegovina (federação croato-bosníaca) e a República Sérvia (também conhecida como República Srpska, que não deve ser confundida com a Sérvia propriamente dita).

Baía de Kotor, Montenegro

A república independente está dividida em duas regiões geográficas: Bósnia, na parte setentrional, uma região de montanha que encontra-se sob a cobertura das densas florestas; Herzegovina, na parte meridional, compõe-se, em sua maioria, de montes rochosos onde a atividade econômica praticada é a agricultura. Antes da guerra civil, mais de um quinto da população que habitava a Bósnia e Herzegovina se compunha de fazendeiros responsáveis pelo cultivo de frutas cítricas e legumes. A república independente possuía grandes reservas minerais onde eram extraídos bauxita, cobre, ferro, aço, linhito, madeira e zinco. As indústrias de maior importância foram que fabricavam ferro, aço, couro, alimentos e têxteis, sendo destruídas mais tarde em virtude dos conflitos da guerra civil.

Os principais grupos étnicos que habitam a Bósnia e Herzegovina são majoritariamente bósnios, sérvios e croatas. A maioria dos habitantes que vivem no país são falantes do servo-croata e adotantes do alfabeto cirílico. Metade da população segue o cristianismo (35 por cento segue a Igreja Ortodoxa Sérvia e 15 por cento segue o catolicismo) e 46 por cento é muçulmana.

A Stari Most (ponte antiga) de Mostar 

Há 2.000 anos, os ilírios foram os primeiros habitantes da atual Bósnia e Herzegovina. Depois do ano 100, diversos povos passaram a dominar a região; governantes do Império Romano, do Império Bizantino, do Reino da Croácia, do Reino da Hungria e do Reino da Sérvia foram ali estabelecidos. Os turcos otomanos foram os governantes da atual Bósnia e Herzegovina entre a segunda metade do século XV e o ano de 1878.

O Império Austro-Húngaro dominou a região em 1878. Em 1914, um estudante nascido no Reino da Sérvia,Gavrilo Princip, assassinou o arquiduque da Áustria Francisco Ferdinando em Sarajevo, na Bósnia recém anexada ao Império Austro-Húngaro. Esse foi o estopim da Primeira Guerra Mundial.

Com o término da Primeira Guerra Mundial, o Reino da Jugoslávia anexou a Bósnia e Herzegovina em 1918. Na época em que eclodiu a Segunda Guerra Mundial, os soldados da Bósnia e Herzegovina

Fonte do rio Buna

História

A partir do século XII, várias partes da região que hoje corresponde à Bósnia e Herzegovina foram tomadas pelos sérvios, croatas,húngaros, venezianos e bizantinos. No século XII, o Reino da Hungria passou a governar o território, delegando o poder a vice-reis distritais de origem bósnia, croata e húngara. Anos depois, a região foi invadida pelo Império Otomano e, depois de várias batalhas, tornou-se uma província turca. Durante os séculos XVI e século XVII, a Bósnia foi um ponto estratégico nos conflitos constantes entre os Habsburgos e contra Veneza. Durante este período, umaa parte da população, conhecida como «Bugomilos», sérvios que professavam uma heresia de tipo arianista, converteu-se massivamente ao Islão.

Montenegro

Depois da guerra russo-turca, entre 1877 e 1878, a Bósnia e a Herzegovina ficaram a constituir um protetorado sob controlo do Império Austro-Húngaro, tendo sido anexada em 1908. A nova constituição dividiu o eleitorado em ortodoxo, católico e muçulmano, o que contribuiu muito pouco para travar o crescente nacionalismo sérvio.

Em 1914, o arquiduque austríaco Francisco Fernando foi assassinado em Sarajevo por um nacionalista sérvio. Esse acontecimento precipitou o início da Primeira Guerra Mundial. Em 1918, a Bósnia-Herzegovina foi anexada à Sérvia, como parte do Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos. Durante a segunda guerra mundial, decorrendo de perseguições e limpeza étnica às mãos do regime fascista croata, satélite da Itália de Mussolini, a proporção da população sérvia-ortodoxa da Bósnia-Herzegovina diminuiu de dois terços para um terço do total. Em 1946, os dois territórios integraram a República Socialista Federativa da Jugoslávia, de regime comunista, sob a liderança do croata Josip Broz Tito.

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Com o colapso do comunismo, em 1989-1990, a Jugoslávia mergulhou numa onda de nacionalismoextremo, no quadro dum processo intencional externamente estimulado com vista ao desmembramento da Jugoslávia. Depois de a Croácia abandonar a federação, em 1991, os croatas bósnios e os eslavos muçulmanos aprovaram um referendo a favor da criação de uma república multinacional e independente. Mas os sérvios bósnios recusaram separar-se da Jugoslávia, que nessa altura se encontrava sob o domínio da Sérvia. Em 1992, a Bósnia-Herzegovina foi arrastada para uma guerra civil sangrenta e devastadora, em que as populações acabaram por ser saneadas das regiões tomadas por cada nacionalidade. Em 1995 foi assinado o Acordo de Dayton e desde essa altura as forças da Organização das Nações Unidas encontram-se no território para garantir o cumprimento dos acordos de paz.


Latinska Cuprija, ponte onde Franscico Ferdinando foi assassinado

Demografia

De acordo com o censo de 1991, a população da Bósnia e Herzegovina é composta por:

  • 44% de bósnios étnicos (eslavos muçulmanos, os antigos “bugomilos”, os sérvios convertidos ao Islão),
  • 31% de sérvios,
  • 17% de croatas,
  • 6% da população a declarar-se “jugoslava”, o que inclui os filhos de casamentos mistos e os nacionalistas jugoslavos.

Existe uma forte correlação entre a identidade étnica e a religião: 88% dos Croatas são católicos romanos, 90% dos “Bósnios” seguem o Islão e 99% dos Sérvios são cristãos ortodoxos. De acordo com os dados de 2000 do CIA World Facebook, a Bósnia é etnicamente composta por eslavos: 48% de bósnios, 37,1% de sérvios, 14,3% de croatas e 0,6% outra.As cidades principais são a capital, Sarajevo, Banja Luka no noroeste, Tuzla no nordeste e Mostar, a capital da Herzegovina.


Panorama de Sarajevo ao entardecer

Sarajevo

Religião

Em termos religiosos, a distribuição estatística das crenças dos habitantes da região da antiga Jugoslávia é a seguinte: 88% dos Croatas são católicos romanos, 90% dos Bósnios seguem o Islão e 99% dos Sérvios são cristãos ortodoxos.

Na região Sul da Bósnia e Herzegovina, numa pequena vila chamada Međugorje, alega-se que estariam a ocorrer as mais recentes aparições da Virgem Maria, o que tem atraído a atenção de algumas pessoas em todo o Mundo. A Igreja Católica encontra-se ainda a analisar os fenômenos, tentando apurar a sua veracidade, mas o número de peregrinos que acorrem ao local das aparições nos últimos anos tem vindo a aumentar exponencialmente.


Morro em Medjugorje, onde jovens afirmam ter visto a Virgem Maria; local virou ponto turístico

A história, mesmo não reconhecida pelo Vaticano, transformou Medjugorje em um dos maiores pontos de peregrinação católica do mundo – estima-se em 15 milhões o número de visitantes de lá para cá. O Morro das Aparições é rota obrigatória para os visitantes – vá de tênis e roupas confortáveis, pois o lugar só é acessível a pé, em meio a um caminho de pedras. Siga os conselhos se quiser ir à Cruz da Montanha, erguida em 1900 em outro morro e também ponto de reunião de fiéis.

A Igreja de São James, onde são rezadas missas diariamente – em croata – marca o centro da cidade, onde está grande parte dos hotéis, lojinhas e restaurantes. Imperdível parar para degustar os vinhos locais – a região da Herzegóvina é tradicional na produção da bebida. Dê uma passada no Hercegovina Produkt (Gospodarska Zona b.b. 88260, +387/ 36/ 650-980, www.hercegovinaprodukt.com), restaurante em estilo taverna que fica antes da entrada da cidade, no vilarejo de Citluk, e peça pelo cordeiro assado, também típico da região.

Srebrenica

Ir a Srebrenica é como conhecer a Polônia e visitar Auschwitz: uma experiência longe de ser prazerosa, mas, certamente, enriquecedora. A comparação entre os lugares não é por acaso. A pequena cidade ao leste da Bósnia foi palco do maior massacre da Europa desde o Holocausto, quando, em 1995, tropas sérvias executaram mais de oito mil bósnio-muçulmanos. Parte das vítimas está enterrada no Memorial do Genocídio em frente à antiga fábrica de baterias usada como base das forças da ONU na cidade – hoje o local abriga um museu com fotos e histórias do acontecimento.

Gustavo Silva/Opera Mundi

Memorial do Genocídio, em Srebrenica

Srebrenica ainda não conta com infraestrutura para acolher visitantes, embora explorar o potencial turístico das florestas e fontes termais ao redor faça parte dos planos de reconstrução local. Por ora, o legado de Srebrenica, e os campos gramados de seu memorial, são suficientes para ver o mundo com outros olhos e compreendê-lo de forma mais completa.

Política

O cargo de presidente da Bósnia e Herzegovina é exercido em rotatividade pelos três membros da presidência da Bósnia e Herzegovina (um “bósnio” muçulmano, um sérvio e um croata), cada um ocupando o cargo durante 8 meses ao longo do seu mandato de quatro anos na presidência. Os três membros da presidência são eleitos diretamente pelo povo (votos da Federação para o bosníaco e o croata, e da República Srpska para o sérvio). O presidente do Conselho de Ministros é nomeado pela presidência e aprovado pela Câmara dos Representantes. Depois, é dele a responsabilidade de nomear os ministros do governo.

A Assembleia Parlamentar é o corpo legislativo da Bósnia e Herzegovina. Consiste de duas câmaras: a Câmara dos Representantes e a Câmara dos Povos. A Câmara dos Povos inclui 15 delegados, dois terços dos quais provenientes da Federação (5 croatas e 5 bosníacos) e um terço da República Srpska (5 sérvios). a Câmara dos Representantes é composta por 42 membros, dois terços eleitos pela Federação e um terço eleito pela República Srpska.

O Tribunal Constitucional da Bósnia e Herzegovina é o supremo e final árbitro nas matérias legais. É composto por nove membros: quatro são selecionados pela Câmara dos Representantes da Federação, dois pela Assembleia da República Srpska, e três pelo Presidente do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem após consultas com a Presidência.

Economia

A par da Macedónia, a Bósnia-Herzegovina era a mais pobre das repúblicas da antiga Jugoslávia. A agricultura esteve sempre principalmente em mãos privadas, mas as quintas costumam ser pequenas e ineficientes e os bens alimentares são habitualmente uma das importações da república. A economia planificada deixou alguns legados na economia. Segundo as teorias económicas em voga, a indústria tem um grande excesso de pessoal. Sob a liderança de Josip Broz Tito, a indústria militar foi colocada na república, e a Bósnia albergava uma grande porção das indústrias de defesa da Jugoslávia. Com a guerra da Bósnia a maioria das indústrias presentes foram destruídas e a economia do país entrou em um grande declínio.

Três anos de guerras interétnicas destruíram a economia e as infraestruturas da Bósnia, causando um aumento exponencial do desemprego e uma queda na produção de 80%, já para não falar da morte de entre 60 e 200 mil pessoas e do deslocamento forçado de metade da população. Com uma paz instável no país, a produção recuperou entre 1996 e 1998 em grandes percentagens anuais, mas o crescimento abrandou apreciavelmente em 1999 e o produto interno brutopermanece bem abaixo dos níveis de 1990.

Valor total de investimento estrangeiro direto (1999-2008):

  • 1999: €166 milhões
  • 2000: €159 milhões
  • 2001: €133 milhões
  • 2002: €282 milhões
  • 2003: €338 milhões
  • 2004: €534 milhões
  • 2005: €421 milhões
  • 2006: €556 milhões
  • 2007: €1.628 milhões
  • 2008: €1.083 milhões

De 1994 a 2008, €5.3 mil milhões foram investidos no país.

  • 37,7% Manufatura
  • 21% Bancos
  • 4,9% Serviços
  • 9,6% Comércio
  • 0,30% Transporte
  • 1% Turismo

Educação

O ensino superior tem uma longa e rica tradição na Bósnia e Herzegovina. A primeira instituição de ensino superior sob medida era uma escola de filosofiaestabelecida por Gazi Husrev-beg em 1531. Numerosas outras escolas religiosas foram criadas posteriormente. Em 1887, sob o Império Austro-Húngaro, uma escola de lei Charia iniciou um programa de cinco anos. Na década de 1940, a Universidade de Sarajevo se tornou a primeira instituição de ensino superior secular no país. Na década de 1950, cursos de bacharelado e pós-bacharelado tornaram-se disponíveis. Severamente danificado durante a guerra, a Universidade de Sarajevo foi recentemente reconstruída em parceria com mais de 40 outras universidades. Existem várias outras instituições de ensino superior, incluindo a Universidade Džemal Bijedić de Mostar, a Universidade de Banja Luka, Universidade de Mostar, Universidade do Leste de Sarajevo, Universidade de Tuzla, Universidade Americana na Bósnia e Herzegovina e a Academia de Ciências e Artes da Bósnia e Herzegovina, que é tida em alta consideração como uma das mais prestigiadas academias de artes criativas na região.

  • Além disso, a Bósnia e Herzegovina é sede de várias instituições de ensino superior privadas e internacionais, algumas das quais são:

    • Faculdade de Ciências e Tecnologia de Sarajevo
    • Universidade Internacional de Sarajevo
    • Universidade Americana na Bósnia e Herzegovina
    • Universidade Internacional Burch
  • A escola primária tem a duração de nove anos. O ensino secundário é ministrado por escolas secundárias gerais e técnicas (normalmente ginásios), onde os estudos normalmente duram quatro anos. Todas as formas de ensino secundário incluem um elemento de formação profissional. Os alunos egressos de escolas secundárias gerais obtêm o Matura e podem se inscrever em qualquer instituição de ensino superior ou academia por meio de um exame de qualificação prescrita pelo órgão ou instituição governamental. Estudantes de disciplinas de graduação técnica obtêm um diploma.

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  • entraram na luta contra tropas da Alemanha Nazi e da Itália fascista que foram responsáveis pela ocupação da terra dos bósnios.
  • A Bósnia e Herzegovina tornou-se independente em 1992. Depois de ser proclamada a independência do país, eclodiu uma guerra civil, resultando num genocídio que causou a morte de 200 mil pessoas.

Série de fotos mostra a beleza do país mais pobre do Oriente Médio

 Basta abrir os jornais para saber que as coisas no Iêmen não andam muito bem. Apoiados por grupos extremistas como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico, rebeldes xiitas participam do conflito que transformou o país, cuja área é do tamanho da França, em uma verdadeira praça de guerra. Em apenas um mês, a OMS contabilizou mais de 900 mortos e 3 mil feridos, vítimas de uma richa que tem como contraparte a Arábia Saudita, responsável por uma série de ataques aéreos. Mas o Iêmen está longe de ser apenas violência, pobreza e caos.

Embora seja o país menos desenvolvido de todo o Oriente Médio, o Iêmen é uma nação de paisagens incrivelmente belas e que traz uma história e uma cultura riquíssimas. Conheça o país nesta série de fotos de tirar o fôlego:

O oásis em Wadi Do’an

Rights Managed
Foto © Nick Ledger/Corbis A mesquita de Al-Saleh, em Sana’a

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Foto © Arne Hodalic/Corbis Venda em Old Town, Sanaa

Man sitting in his full shop in the Old Town, UNESCO World Heritage Site, Sanaa, Yemen, Middle East
Foto © Michael Runkel/Corbis Jebal Shugruf, nas montanhas de Haraz

The Republic of Yemen
Foto © Arne Hodalic/Corbis Vendedor de ternos em Old Town, Sanaa

Man selling clothes in the Old Town, UNESCO World Heritage Site, Sanaa, Yemen, Middle East
Foto © Michael Runkel/Corbis Árvores Dragon Blood em Dixam, Socotra

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Foto © Nick Ledger/Corbis Vila no distrito de Manakhah, nas montanhas de Haraz

The Republic of Yemen
Foto © Arne Hodalic/Corbis A Grande Mesquita, em Sana’a

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Foto © Arne Hodalic/Corbis Árvore na ilha de Socotra

Bottle trees in bloom (Adenium obesum), endemic tree of Socotra, Homil Protected Area, island of Socotra, UNESCO World Heritage Site, Yemen, Middle East
Foto © Michael Runkel/Corbis Barcos em Qalansia, Socotra

Colourful fishing boats in Qalansia on the west coast of the island of Socotra, UNESCO World Heritage Site, Yemen, Middle East
Foto © Michael Runkel/Corbis Mulheres no mercado de ouro de Sana’a

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Foto © Michael Runke/Corbis Homens trabalham com metais em Taiz

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Foto © Arne Hodalic/Corbis A cidade de Sana’a

Blue light in Sana
Foto © Arne Hodalic/Corbis Dunas no deserto de Zahik

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Foto © Alamany & E. Vicens/Corbis