MENSAGEM DO DIA

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Augusto Cury

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Vídeo: sumidouro abre de repente e engole cinco pessoas na China

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Esta filmagem impressionante mostra cinco pessoas sendo engolidas sem nenhum aviso por um buraco sumidouro que surgiu debaixo de seus pés, enquanto estavam esperavam por transporte no ponto de ônibus da cidade chinesa Harbin, capital da província de Heilongjiang, no nordeste do país.

As autoridades locais disseram que quatro pessoas ficaram com ferimentos leves, mas felizmente ninguém foi morto. O incidente foi capturado por uma câmera de vigilância nas proximidades. Quem passava pela calçada escapou da tragédia por pouco, mas quem estava parado ali não teve a menor chance quando o chão cedeu: em um segundo estavam tranquilos, ignorando o evento geológico prestes a engoli-los, e no próximo estavam em queda livre.

Das cinco vítimas do sumidouro, uma senhora conseguiu agarrar-se a uma tubulação subterrânea para evitar a descida de três metros de profundidade. Após o chão desaparecer, algumas pessoas se aproximam da borda do buraco com cautela, e a senhora agarrando-se ao tubo foi auxiliada.

Qual a causa?

Até agora, ninguém sabe o que causou o colapso do solo. Enquanto o aparecimento de sumidouros pode ser o resultado de atividade humana, tais como mineração e tunelamento, também pode ser uma ocorrência natural.

Buracos naturais são muitas vezes causados pelo processo de erosão – a água torna-se ácida por causa da exposição a dióxido de carbono, e dissolve camadas de rocha por baixo da superfície.

“Uma vez que [a superfície] começa a entrar em colapso, os materiais acima simplesmente são canalizados para dentro”, explica Anthony Cooper, geólogo do British Geological Survey, ao jornal The Guardian.

Sumidouros são um problema comum na China, muitas vezes devido a causas humanas. Estima-se que uma cidade particularmente afetada, Jining, exigirá a evacuação de cerca de 5 milhões de seus habitantes neste século como resultado da atividade de sumidouros, decorrentes da grande mineração na região. [ScienceAlert]

Minutos antes de morrer: fotos que vão partir seu coração

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Você já parou para pensar como são os últimos minutos de uma pessoa, antes de morrer?Como disse Hipócrates, que viveu em 377 aC, “é mais importante saber que tipo de pessoa tem uma doença do que qual tipo de doença tem uma pessoa”.

 

Às vezes, a gente fica tão preocupado com uma doença e coloca tanta energia naquilo, que acaba esquecendo a pessoa que está ali, os minutos que ela tem antes de morrer, sempre achando que teremos mais “depois”.

Em 2009, foi lançado um filme hollywoodiano que serve de exemplo para essa questão. Chama-se “Uma Prova de Amor”, e foi estrelado por Cameron Dias, Abigail Breslin e Sofia Vassilieva. O filme conta a história de uma garotinha (Sofia Vassilieva) que foi diagnosticada com leucemia ainda criancinha. O câncer dela era extremamente severo, e exigia constantes doações de medula da irmã mais nova (Abigail Breslin), concebida justamente para tentar salvar a vida da primogênita. Chegou um ponto que a irmã doente se cansou de lutar contra o câncer e resolveu aceitar que o fim estava próximo.

A mãe, interpretada por Cameron Diaz, não aceitou essa decisão. Ela queria que a filha continuasse passando pelos procedimentos doloridos, mesmo que fosse para prolongar a vida dela por mais um dia que fosse. Ela passou a ignorar o sofrimento da filha perante o tratamento, e focar apenas na doença.

Foram histórias assim que inspiraram o ensaio do fotógrafo Andrew George. Na série de imagens que você vai ver a seguir, o artista mostra pessoas minutos antes de morrer, e nos faz um convite para refletir a respeito da vida e da morte. Os personagens do ensaio, ao contrário da garotinha do filme, estão no fim da vida, mas em uma idade mais avançada. Eles estão mais perto do fim simplesmente porque chegou a hora, como chegará a de todos nós.

Minutos antes de morrer: a ideia

Em entrevista ao jornal estadunidense Huffington Post, George contou que quando teve a ideia desse projeto estava em um memorial feito para a mãe de um amigo que acabara de falecer. Apesar da dor da perda, ele disse ter ficado maravilhado com a forma como ela foi homenageada naquele momento, e como havia tanto amor genuíno e incondicional ali.

Depois de ver tudo aquilo, ele começou a pensar sobre a vida da mulher, tudo que havia aprendido com ela e todos os momentos felizes que tinha em sua memória.

George, então, tornou-se interessado em pessoas que vivem sabendo que a hora de sua morte está chegando, pessoas brilhantes que por tanto tempo passaram despercebidas em pontos de ônibus, nas ruas, nos supermercados, cidadãos comuns, heróis não reconhecidos, forçados a lutar com toda a força do mundo, enquanto seus corpos continuam enfraquecendo cada vez mais.

“Para todos eles, começou como provavelmente vai começar para você um dia: uma coceira estranhamente persistente na parte de trás da cabeça, um desconforto no lado esquerdo, um nódulo entre os dedos que se tornou impossível de ignorar”, explica Alain de Botton, no prefácio do projeto.

Como o próprio fotógrafo conclui, “estes homens e mulheres não eram diferentes de qualquer um de nós, e, mais cedo ou mais tarde, todos nós estaremos vivenciando o que eles viveram”.

Veja a comovente série de fotos de pessoas minutos antes de morrer, e prepare-se para ficar de coração partido: 

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[huffington post]

Como este multimilionário está usando seu verão (e dinheiro!) para salvar refugiados no Mediterrâneo

Aos 30 anos, o norte-americano Christopher Catrambone já era dono de uma conta bancária recheada com mais de US$ 10 milhões. Dono de uma empresa que trabalha com inteligência e seguros em áreas de conflito, ele passeava com a esposa no belíssimo mar Mediterrâneo, nos entornos na ilha de Malta, quando sua vida e a de milhares de estranhos mudou.

Na água, boiava um colete salva-vidas e ao perguntar ao motorista do iate, um trabalhador local, o que era aquilo, deparou-se com uma questão que, até então, ignorava: as milhares de pessoas que saem da África e do Oriente Médio todos os anos rumo à Europa e padecem no mar. O passeio no iate continuou, mas Catrambone já não era o mesmo. Chocado ao ser apresentado a essa realidade, ele foi atrás do assunto e decidiu usar metade de suas riquezas para criar a MOAS (Migrant Offshore Aid Station), uma organização não-governamental que oferece resgate e cuidados a esses refugiados, evitando que se afoguem e morram.

O primeiro passo foi comprar um antigo navio da marinha norte-americana, barcos infláveis e drones. Com o auxílio de uma tripulação de voluntários, especialistas em segurança e médicos, eles conseguiram salvar cerca de 3 mil pessoas só nos primeiros meses de operação, em 2014. “Se você é contra salvar vidas no mar, então você é um intolerante e você não pertence à nossa comunidade. Se você permite que o seu vizinho morra no seu quintal, então você é responsável por sua morte“, afirmou Catrambone ao Daily Mail.

© Moas 2015 - Image Peter Mercieca

O empresário, sua esposa e a filha passam o verão e boa parte da primavera ajudando nas operações de resgate. Em cada missão, o navio da MOAS é informado sobre a presença de umaembarcação clandestina em perigo. Usando os drones, eles verificam a situação e prosseguem o resgate. Os barcos infláveis, com garrafas de água e coletes salva vidas, são enviados aos refugiados, que então são abrigados no navio. Todos os passageiros são examinados por voluntários do Médicos Sem Fronteiras. Feito isso, os imigrantes são entregues para autoridades governamentais, que autorizam sua entrada no país.

Diferente do que algumas pessoas pensam, o MOAS não tem a intenção de funcionar como um ferry até a Europa, mas de salvar vidas desesperadas, que fogem da guerra e de situações extremamente opressoras. “E você quer saber, se um dia eu ficar pobre e for parar na rua, que seja. Mas nós fizemos isso. E eu tenho orgulho disso. Não me arrependo de nada“, finalizou o empresário.

Catrambone poderia estar curtindo um champagne em seu iate e aproveitando o sol de Malta, tranquilo, mas decidiu se jogar de cabeça em uma situação complicadíssima que é a questão da imigração na Europa. É de arrepiar! Mas apesar de sua fortuna, as operações de resgate custam caro e a MOAS está aberta a doações para dar continuidade a esse trabalho incrível. Saiba mais aqui.

© Moas 2015 - Image Peter Mercieca

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© Moas 2015 - Image Peter Mercieca

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MOAS rescuies 361 migrants after spotting them with the Schielble camera copter

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Todas as fotos © MOAS

Casal passa férias e cria ensaio tocante para se despedir de seu pitbull de 11 anos

Os cachorros são nossos companheiros inseparáveis ao longo da vida, fazendo com que a gente se esqueça que nada é para sempre. A fotógrafa Zhenia Bulawka sentiu na pele a dor de perder seu melhor amigo, o pitbull de 11 anos Dyuki, conhecido também como Mr. Dukes, que lutou contra um câncer nas células durante dois anos.

Com a doença numa escala elevada, o cão resistiu por um bom tempo, mas começou a enfraquecer. Sabendo que o pior estava por vir, Zhenia e o namorado, Christian, fizeram questão de montar uma despedida à altura da amizade, tão especial para eles, passando férias numa praia de Assateague, em Maryland, EUA, na companhia dos outros dois cachorros, Ruby eViolet.

O período complicado e ao mesmo tempo divertido marcou o adeus de Dyuki, que curtiu dias intensos de passeios, carinhos e brincadeiras durante o último mês de agosto. “Ele era o meu melhor amigo. Era também meu muso, e sua paixão pela vida era uma constante fonte de inspiração para mim. (…) Ele mudou a minha vida e eu vou sentir sua falta eternamente”, escreveu a mamãe no site The Dodo, cheia de saudades.

E é isso o que fica, só as boas lembranças:

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Todas as fotos © Zhenia Bulawka