Artista belga compõe murais com portas que iriam para o lixo

Stefaan De Croock vive e trabalha na Bélgica. Além de telas e esculturas, o artista que assina suas obras como Strook, repaginou o cenário da cidade de Mechelen com um mural feito de portas e antigas mobílias intitulado Elsewhere.

Strook evita repintar as peças que encontra, como madeiras descartadas, fazendo que o desgaste do tempo faça parte da narrativa de seu trabalho. O artista declara que “cada escultura reciclada ou mural tem sua própria história”, deixando assim, o material falar por si mesmo. Sobre a seleção dos materiais ele diz que “a ‘colheita’ é quase tão importante quanto fazer a obra de arte”.

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Para ver mais obras do artista, clique aqui.

Todas as imagens © Strook

Jovem é detido nos EUA por levar à escola relógio que parecia uma bomba

Ahmed Mohamed

Ahmed Mohamed, em sua casa em Irving, Texas. / Vernon Bryant (AP)

A hashtag #IStandWithAhmed (Estou com Ahmed) se tornou o veículo pelo qual o jovem Ahmed Mohamed recebe mensagens de apoio depois de ter sido detido, esta semana, pela polícia de sua cidade no Texas após levar para a escola um relógio construído por ele mesmo que sua professora achou se tratar de uma bomba.

Hoje, Barack Obama, por meio de sua conta no Twitter @POTUS convidou o menino a visitar a residência presidencial. “Um relógio muito legal, Ahmed. Quer trazê-lo à Casa Branca? Deveríamos inspirar mais crianças como você a gostar de ciência. Isso é o que torna a América grande”.

Pouco depois da Casa Branca, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, elogiou a ambição de Mohamed por construir algo novo. “Ahmed, se algum dia quiser vir ao Facebook, ficarei muito contente em recebê-lo”, escreveu o jovem empresário em sua conta na rede social.

Mohamed foi levado a um centro de detenção juvenil por agentes da lei após ser detido e interrogado por várias horas na escola MacArthur, na localidade de Irving (Texas), onde o menino de 14 anos chegou à aula de engenharia com o artefato. Após mostrá-lo a professora — a quem queria impressionar com seu talento —, ela demonstrou certo nervosismo e o aconselhou a não mostrar para mais ninguém.

Com o relógio bem guardado em sua mochila e já na aula de inglês, o objeto começou a tocar, o que levou a professora dessa disciplina a pedir para ver o que ele tinha na bolsa depois da aula. “Me disse que parecia uma bomba”, contou o jovem ao jornal The Dallas Morning News.

A professora decidiu confiscar o objetivo e Mohamed foi levado para a sala do diretor, onde foi interrogado por cinco agentes da polícia, segundo o jornal de Dallas. O responsável pela escola suspendeu o aluno durante três dias, apesar de ele não ter sido acusado de nenhum crime.

“[Os policiais] me diziam: ‘Você tentou construir uma bomba, certo?’. E eu respondia que só quis fazer um relógio”, explica o jovem, filho de um imigrante sudanês que de vez em quando costuma viajar para o seu país, onde está envolvido na política nacional e já teve aspirações presidenciais. Na opinião do pai, Mohamed Elhassan Mohamed, seu filho só quer inventar “coisas boas para a humanidade, mas tudo se complicou porque se chama Mohamed e acabamos de recordar o 11 de Setembro”.

A polícia, durante seu interrogatório — ao longo do qual nenhum adulto da família de Mohamed esteve presente —, insistiu em várias ocasiões que o artefato parecia “com a bomba de um filme”, segundo relato do jovem. Mohamed deixou o local algemado e foi conduzido a um centro de detenção juvenil, onde foram pegas suas impressões digitais e tirada a tradicional foto de perfil e de frente para sua ficha policial. “Fizeram me sentir como um criminoso”, afirma o adolescente, que no momento da prisão vestia uma camiseta com o logotipo da NASA.

Na opinião do Conselho de Relações Islâmico-Americanas (CAIR, na sigla em inglês), a maior organização civil islâmica dos EUA, todo o assunto causa “bastante indignação”. “Sem dúvida isso acende todos os nossos sinais de alerta”, afirma Alia Salme, à frente do CAIR no Texas, que já investiga o caso.

Nas redes sociais surgiram pedidos para que o assunto seja parte dos temas que serão tratados na noite desta quarta-feira pelos candidatos à nomeação republicana à Presidência dos EUA em debate a ser realizado na Califórnia. O caso de Mohamed é um exemplo da boa prática por parte das autoridades locais? Os norte-americanos suspeitam de qualquer muçulmano pelo simples fato de ser muçulmano ou, inclusive, de quem consideram muçulmano por seu aspecto físico? A sociedade norte-americana está cada vez menos amigável com os imigrantes?via

TRIBO HIMBA

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Os Himba são um grupo étnico de aproximadamente 20.000 a 50.000 pessoas que vivem no sul de Angola, na região de Cunene (antes Kaokoland). São povos nômades e pastoris, que são estreitamente relacionados aos Hererós, e falam a mesma língua. São os últimos povos semi-nômades da África. Migraram de Angola para a Namibia a cerca de 200 anos na busca por solos mais férteis. As mulheres não tomam banho, os meninos tem as cabeças raspadas e a meninas tem colares de madeira para representar a pureza, as mulheres fazem artesanato com arames e madeiras e os homens cuidam do rebanho. Os homens Himba podem ter mais de uma esposa.

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RELIGIÃO

Os Himba são um povo monoteísta que adoram o deus Mukuru. Cada família tem seu próprio fogo ancestral, que é mantido pelo fogo mantendor. Este se aproxima do fogo ancestral a cada sete ou oito dias, a fim de se comunicar com Mukuru e os ancestrais. Muitas vezes, quando Mukuru está ocupado num reino distante, os ancestrais atuam como representantes dele. No entanto, a diferença entre Mukuru e os ancestrais é que, enquanto Mukuru apenas abençoa e nunca amaldiçoa, os antepassados fazem as duas coisas.

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As mulheres cuidam das crianças da tribo e fazem o trabalho duro como obter água ou construir as casas, que têm formato de uma oca, construídas com galhos de árvores e revestidas com barro e esterco (ver foto abaixo).

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A tribo Himba é uma comunidade bastante igualitária. Apesar de poder parecer que as mulheres trabalham mais que os homens e de , na realidade, estes passaram algum tempo a descansar, a verdade é que eles são responsáveis pela sua família. É um povo polígamo onde o sexo é de suma importância,sendo alguns dos seus costumes verdadeiramente surpreendentes para o mundo ocidental.Também a comida assume um papel de relevo nesta tribo.Negar algo que oferecem é considerado enorme falta de respeito e a sua riqueza mede-se pelo úmero de cabeças de gado,são,por isso ,uma tribo muito rica.

COMIDA

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Para os Himba,a comida é muito importante.

Os Himba alimenta-se de uma pasta chamada orehere (purê de farinha de milho e água) e leite azedo.Conseguem extrair mel ou seiva de árvores,sem serem atacados por abelhas.Usam estes alimentos para cozinhar,tornando a comida menos amarga.Para eles,é um enorme desrespeitos os anfitriões não comerem os que lhes oferecem.Para os Himba,o gado é riqueza.É uma tribo muito rica.Podem matar uma peça de gado,tirar-lhe a pele,limpar as vísceras e cozinha-la ao estilo tribal.O gado é morto por asfixia,pois são proibidos faca.Os Himba só comem carne ocasionalmente.Ingerem todas as partes dos caprinos e ovinos,incluindo os intestinos(que limpam previamente)

CAÇA

 

Os homens da tribo são os responsáveis por caçar o gado.

A FESTAS,RITUAIS E CRENÇAS

Pais e filhos tem que subir a montanha mais próxima para demonstrar a sua masculinidade.Todos os homens da tribo o devem enquanto ritual de iniciação,os homens tem que passar por uma prova de força.Tendo ,para isso,de aprender a lutar com paus.Um rito fundamental para qualquer homem que queira ser respeitado na tribo.

Os Himba veneram o fogo,por isso na casa do chefe há sempre uma fogueira que só é extinta quando morre. O novo chefe é incumbido de apagar a chama do seu antecessor e acender uma fogueira própria até ao momento da sua morte.Os Himba tem o seu curandeiro,xamã,que possui técnica e poções de cura.

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Lutam para provar sua masculinidade.

Rapam os pelos dos genitais.Nenhum Himba pode ter pelos públicos,pois pensam que quem os tem cheira mal.As mulheres não podem beber leite quando estão com o período.

HÁBITO/COMPORTAMENTOS-HOMENS E MULHERES

São nômades.Se a água escassear, ou se virem os campos inundados pelas chuvas de verão,mudam de local,tendo de reconstruir as casas feitas de excremento de vaca.(Mudam de local,aproximadamente,de 3 em 3 meses.)

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O Himba tem vários chefes.O chefe supremo dos Himba(capica),o chefe da região é o chefe da tribo.Os homens estão no comando,apesar de ser um tribo bastante igualitária,as mulheres estão proibidas de se lavar com água,dada a escassez deste elemento.Assim,usam um tipo de ocre feito de argila vermelha e gordura animal(chamado otjize)para ungir o corpo, rosto e cabelo,mantendo a pele macia e protegida.Uma vez por ano,as mulheres Himba procuram lama vermelha,com a qual ungem o corpo.

Devido á referida escassez de água,as mulheres refrescam os órgãos com o fumo de cinzas de ervas queimadas.Uma vez feita a sua higiene pessoal,a mulher Himba acende o fogo sagrado.Apesar de as mulheres,como referido,não se podem lavar com água,são responsáveis por trazer elemento aos homens para que façam a sua higiene.A roupa é lavada com cinzas das fogueiras.A escassez de água assim o obriga,limpam os dentes com um pedaço de madeira.São muito ativos sexualmente e polígamos.O tempo máximo que um homem pode passar com a mesma mulher sem estar com outra parceira é de duas noites.

Os homens podem oferecer a sua mulher aos convidados especiais e amigos.As mulheres e os homens dormem separadamente.No entanto,mantém relações sexuais com diferentes parceiros ao logo da noite.As crianças dormem juntas,mas separadamente dos pais.Dormem sobre travesseiros de madeira para terem os ouvidos alerta e ouvirem se acontecer algo ao gado durante a noite.

As mulheres estão proibidas de usar o sobrenome do marido.Elas trabalham mais que os homens na cultura Himba.Recolhem a água potável para beber e para a higiene dos homens,carregam a lenha sobre a cabeça e são responsáveis por trazer o estrume de vaca para a construção das casas.No entanto,os homens devem ser fortes e corajosos.O homem de família deve estar disposto a lutar,literalmente,pela honra da família e das suas mulheres.

A construção das casas é tarefa das mulheres.As mesmas são feitas de esterco de vaca.O pastoreio é uma atividade diária dos Himba.Os homens cuidam das vacas e as crianças das cabras.As crianças ordenham as cabras.As mulheres ordenham as vacas.Montam burros,que também são usados por crianças para transportar a água que recolhem.

ROUPA

 

Os homens,como as mulheres,fazem as suas roupas de peles de animais que matam.As mulheres andam com o peito á mostra com os pelos e cabelos untado em gordura animal e terra ocre.Enfeitam-se com colares e medalhas.

A passagem do fotografo Jimmy Nelson em Namíbia

O fotógrafo britânico Jimmy Nelson viajou o mundo todo fotografando tribos em povoados que vivem praticamente isolados do resto do mundo. Antes de fazer quaisquer de suas séries fotográficas, Jimmy convive pelo menos duas semanas com cada um desses povos como forma de familiarizar-se com seus costumes e tradições bem como com o local. Cada fotografia é uma verdadeira preciosidade ao retratar características e peculiaridades únicas desses povos.

A beleza da tribo Himba, os últimos povos nômades da África

Os Himbas são um povo monoteísta que adoram o deus Mukuru. Eles tem crenças tradicionais que incluem cultuar os ancestrais e rituais ligados ao fogo, que é considerado um elo entre o mundo dos vivos e dos mortos. Quando um Himba morre, sua casa é queimada.

Tanto os homens quanto as mulheres cobrem seus corpos com uma mistura feita de cinzas, ocre e banha animal -que dá à pele um tom avermelhado-, para proteger a pele do sol forte. Algumas vezes adicionam resina aromática a essa mistura pastosa, que também é aplicada nos cabelos pelas mulheres.

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Os Himbas praticamente não usam roupas, exceto uma espécie de tanga para cobrir as partes íntimas. Não economizam em ornamentos como colares e pulseiras, no entanto. A poligamia é permitida, entretanto o tempo máximo que um homem pode passar com a mesma mulher é de duas noites seguidas; depois disso, ele deve fazer o rodízio.

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Nos anos recentes, o povo Himba começou a permitido que outras pessoas adentrem no seu mundo. mas até bem pouco tempo atrás, devido ao clima rigoroso da região, eles conseguiam manter-se isolados do mundo e, mantendo assim sua cultura e tradição. Agora essa situação está mudando um pouco de devido ao aumento do fluxo de turistas. Os doces, que os turistas levam para as crianças (que causam cáries) e o álcool são elementos novos para os Himbas. Os homens acabam virando alcoólatras e se tornam mendigos, condição anteriormente desconhecida entre os Himba. Uma pena!

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Jimmy Nelson lançou recentemente um magnífico livro, o “Before the Pass Away“, que é uma seleção de mais de 500 fotografias de 30 tribos remotas pelo mundo, entre elas, os está a série de imagens do povo Himba, que  você vê na sequência:

A beleza da tribo Himba, os últimos povos nômades da África

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A beleza da tribo Himba, os últimos povos nômades da África 12

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Fotos: Jimmy Nelson/Google imagens

SAWABONA

SAWABONA!!!

Há uma “tribo” africana que tem um costume muito bonito. Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez. A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom. Cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade. Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros. A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro. Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente: “Eu sou bom”. Sawabona Shikoba! SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer: “Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante pra mim” Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA,que é: “Então, eu existo pra você” (Por Mera Resiliência).

Tribo Khoisan uma luta secular pela sobrevivência

Khoisan ou Khoi-San (também grafado como coisã, ou coissã) é a designação unificadora de dois grupos étnicos do sudoeste de África que partilham algumas características físicas e linguísticas distintas da maioria banta do sul da África. Esses dois grupos são os san, também conhecidos por bosquímanos ou boximanes e que são caçadores-coletores, e os khoikhoi, que são pastores e que foram chamados hotentotes pelos colonizadores europeus. Aparentemente, estes povos têm uma longa história, estimada em vários milhares (talvez dezenas de milhares) de anos, mas agora estão reduzidos a pequenas populações, localizadas principalmente no deserto do Kalahari, na Namíbia, mas também no Botsuana e em Angola.

História

Os khoikhoi e os san atuais podem ser descendentes de povos caçadores-colectores que habitavam toda a África Austral e que desapareceram com a chegada dos bantos a esta região, há cerca de 2 000 anos. Não é provável que os bantos tenham exterminado os khoikhoi e os san, uma vez que algumas das suas características linguísticas e físicas foram assimiladas por vários grupos bantos, como os xhosas e os zulus. É mais provável que a redução do seu território de caça, derivado da instalação dos agricultores bantos, tivesse sido uma causa para a redução do seu número e da sua área habitada. Até a instalação dos holandeses na África do Sul, há cerca de 200 anos, estes povos ainda povoavam grandes extensões da Namíbia e do atual Botswana.

Estes colonos chamaram os khoikhoi de hotentotes – que significa “gagos” na língua neerlandesa, provavelmente devido à sua língua peculiar. Os san foram, por muito tempo, chamados de “bosquímanos”, ou seja, “homens do mato”, termo emprestado do inglês bushman. Tanto “bosquímanos” quanto “hotentotes” têm, actualmente, uma conotação pejorativa. Os nomes san e khoikhoi que se utilizam actualmente são derivados das suas línguas (ver línguas khoisan).

No entanto, a palavra hotentote continua a ser utilizada nos nomes de várias plantas e animais da África Austral, tanto nos nomes populares (chorão-das-praias – Carpobrotus edulis, em inglês hottentot fig, “figo hotentote”; ou o toirão-hotentote, Turnix hottentottus) como em nomes científicos, como Turnix hottentottus, o já citado toirão-hotentote; Bolbena hottentotta, uma espécie de louva-a-deus; e Anas hottentota, uma espécie de pato.

Hoje em dia, há uma população san significativa na Namíbia, onde a sua língua tem um estatuto oficial, sendo utilizada no ensino até ao nível universitário. Comunidades menores existem no Botsuana e no sul de Angola.

Anatomia

Fisicamente, os khoisan são em média mais baixos e esguios que os restantes povos africanos. Além disso, possuem uma coloração de pele amarelada e prega epicântica nos olhos, como os chineses e outros povos do Extremo Oriente. Algumas destas características são agora comuns a outros grupos étnicos sul-africanos, sendo patentes por exemplo em Nelson Mandela.

Uma outra característica física dos khoisan é a esteatopigia das mulheres (grande desenvolvimento posterior das nádegas), que levou a que uma mulher tivesse sido levada para a Europa no século XIX e usada para exibição em feiras, a famosa Vénus Hotentote.

Genética

Mapa étnico de Angola em 1970 (áreas onde se encontram núcleos populacionais san marcadas a vermelho-escuro)

Os khoisan possuem o mais elevado grau de diversidade do ADN mitocondrial de todas as populações humanas, o que indica que eles são uma das mais antigas comunidades humanas. O seu cromossomo Y também sugere que, do ponto de vista evolucionário, os khoisan se encontram muito perto da “raiz” da espécie humana.

De acordo com um estudo genético autossômico de 2012, os khoisan podem ser divididos em dois grupos, correspondentes às regiões noroeste e sudeste do Kalahari, os quais se separaram nos últimos 30 000 anos. Todos os indíviduos testados na amostra apresentaram ancestralidades de populações não khoisan, que foram introduzidas no período de 1 200 anos atrás, como resultado da expansão banta. Além disso, os hadzas, um grupo de caçadores-coletores do Leste da África, que também utilizam uma língua baseada em cliques (como a dos khoisan), possuem um quarto de sua ancestralidade vindos de uma população relacionada aos khoisan, revelando uma ligação genética antiga entre o Sul da África e o Leste da África.[5] Ou seja, as populações khoisan de Angola e da Namíbia teriam se separado daquelas da África oriental entre 25 000 e 40 000 anos atrás.De acordo com um estudo genético de 2014, eles podem ter sido o maior grupo humano no mundo em termos demográficos no período entre 120 mil a 30 mil anos atrás.

Khoisan

 
Mulher san do Botswana
 
População total
 
Regiões com população significativa
Namíbia, Botsuana e Angola
Línguas
línguas khoisan
Religiões
"Khoisan ocupados grelhando gafanhotos", pintura de Samuel Daniell de 1805
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"Portugueses e hotentotes", gravura do livro "Pioneiros na África do Sul", de 1914
Menino san observando um helicóptero. Fotografia de Paul Weinberg.
 

A tribo Khoisan, designação atribuída pelos colonizadores, é considerada a primeira a habitar as região Austral, Central do continente africano e, consequentemente de Angola.

Hoje, a sua matriz está condenada a desaparecer em Angola. A ausência de um estatuto e reconhecimento político, associado a mestiçagem destas minoritárias étnicas são apontadas por especialistas como podendo ser uma das causas. Era quase meio da tarde de uma Quinta-feira. O clima na região estava bastante friorento, a vegetação arbórea e fechada.

A nossa reportagem chegava a uma das zonas onde habitam os povos Khoisan, em maior número, isto é entre a região do Kuando Kubango e o município do Cuanhama, no Cunene mais precisamente na localidade de Úcala.

Embora a região de Bondo Caílo seja tida como o bastião destes povos, no município do Cuangar, na província do Cunene podem ser também localizados os também denominados kamussekeles ou Mukuankalas.

No local apuramos que, à semelhança de outras zonas da mesma região, a comunidade se via a braços com dificuldades diversas, inclusive alimentares e de falta de água motivada pela seca cíclica na região.

“Não temos nada para comer. Não existe chuva há muito tempo. Temos que passar por várias zonas à procura de alimentos e frutos silvestres para alimentar as crianças”,- descreveu o líder daquela pequena comunidade Khoisan em Ùcala, Munssili Nsimpa. Esta situação tem sido motivo de preocupação por parte desses povos que são considerados minoritários, excluidos e que estão entregues à sua sorte, segundo fontes de OPAÍS.

Vissaka Aicondo, de 42 anos de idade, membro desta comunidade reiterou o drama por que passam durante o período de frio na região. Ela diz que falta de tudo um pouco: Sal, vestuário e cobertores para se defenderem das alterações climáticas, uma vez que vivem no meio de árvores sem qualquer proteção, sobrevivendo graças às fogueiras que fazem para minimizar a situação do frio e dos animais ferozes. A falta de comida também é um problema sério”.

Entre as crianças verifica-se um estado de desnutrição aguda, assim como em mulheres em fase adulta, tal como nos confirmou o líder comunitário com quem conversamos, agravada pela falta de assistência sanitária e medicamentosa.

“As doenças não acabam porque não temos nada para comer. Os frutos que recolhíamos agora não aparecem também. Ajudem-nos porque vamos mesmo acabar por morrer”,-pediu Banquinha Jade, de 30 anos, filha de uma das famílias encontradas naquela comunidade.

“A chegada da reportagem de OPAÍS àquele local espalhou, entre os membros da comunidade, um sentimento de espanto, tal é o isolamento a que se dizem votados os membros pelos grandes centros comunitários”,- conforme ficou expresso por um dos nossos anfitriões.

Assim sendo, devido à sua condição de nómadas, o seu contacto com outros povos não é frequente. Mas ainda assim, a alegria era visível nos seus rostos, pois a ideia que prevalecia era a de que os salvadores dos problemas todos haviam chegado, no caso a nossa equipa de reportagem, conforme esclareceu um dos membros.

“Estamos contentes por se lembrarem de nós porque aqui vamos morrer de fome se vocês não fizerem nada. Vão explicar a nossa situação. Queremos ajuda”,-suplicou uma mais velha e membro da tribo, Etu Citchocanva, de 82 anos de idade.

Acto contínuo, um grupo de mulheres de que a interlocutora fazia parte, suplicava igualmente em uníssono: “queremos que vocês que cá estiveram tenham visto como estamos a sofrer. Podemos acabar de morrer se não tivermos apoios. Por favo, avisem os outros”.

Sociólogo defende nova classificação etnoliguistica e valorização das minorias

Para o sociólogo Pedro Maria de Castro, os problemas das memórias étnicas, como é o caso dos Sans, chamados erradamente por khoisan, segundo disse, veem a partir da colonização e do reconhecimento da sua identidade cultural.

O especialista sustentou que os estudos etnográficos existentes em Angola estão viciados pelo facto de ter sido feito pelos colonizadores, tendo sugerido que se faça uma nova classificação aos grupos minoritários, onde esses grupos pudessem ser chamados consoante as suas próprias raízes. “O mapa étnico foi estabelecido pelos colonialistas portugueses, na base de uma visão exógena, sem serem conhecedores da verdadeira identidade desses povos. Precisamos mais investimento para investigar e corrigir esta questão”, precisou.

O sociólogo disse ser esta a razão por que essas populações são descriminadas e excluídas, deixadas à sua sorte, enfrentando dificuldades adversas. Maria de Castro lembrou a importância da diversidade etnolinguística mas chama a atenção para um reconhecimento desses grupos minoritários, nomeadamente, os conhecidos Khoisan e outros que não aqueles de substracto Bantu, se a ideia for contruir uma Nação verdadeiramente consolidada.

Referiu também como inconcebível o estado quase meio primitivo em que estas minorias vivem, como a dos San, sem deixar de considerar a necessidade de uma nova classificação e reconhecimento, sendo esta situação argumento não suficiente para a sua extinção. No país estes povos são encontrados em menor número nas regiões do Kuando Kubango, Huila, Cunene e também no Moxico.

Mestiçagem e falta de representação política ameaça a extinção etnica

Por seu turno, o historiador Armelindo Jaka Jamba, disse que, do ponto de vista ambiental, não existem ameaças fortes, até porque a tendência tem sido a da criação de determinadas condições que permitam que essas minorias sobrevivam como tal.

Na visão de Jaka Jamba, a maior preocupação neste momento e que pode criar barreiras em termos de crescimento e desenvolvimento, é a falta de clareza na sua integração politica.

“Mas terão que ter representatividade, não podendo mascarar um quadro de elementos de outros grupos e defender os seus interesses. É preciso que numa maioria exista alguém para falar dessa minoria nesse contexto. E então, é ali onde pode partir a sua legitimidade de existência como minoria, defendendo toda uma serie de direitos que ela deve observar” defendeu.

Estes grupos étnicos minoritários, na visão do também docente da Universidade Agostinho Neto, estão revestidos de uma transcendental importância, pois representam a essência daquilo que somos nós e de onde viemos como povos.

O académico considerou ter sido isto que se consagrou ou convencionou a luta como angolanos, ser uma construção que provém destes todos segmentos de grupos de povos que habitam territórios de Angola em tempos mais recuados.

“Significa que os valores éticos, costumes e tradições, incluindo todo esse património linguístico que temos, uma vez assentado em políticas públicas, permitam que construamos um novo tipo de nações, sem sufocarmos a nossa identidade, que convergem da grande identidade nacional,” enfatizou.

Quanto à mestiçagem e ao desaparecimento da matriz destes povos, Jaka Jamba salientou que “a história da humanidade está repleta de muitos casos de povos que por não terem políticas de auto defesa, em termos de defenderem- se quanto a sua cultura, língua e mesmo de identidade cultural, foram extintos”.

Ele disse ser de opinião que esses processos fossem tomados de uma forma rígida, pois as culturas sempre sofreram influências de outras culturas.

“O grau da mestiçagens é outra questão que pode ser considerada um dos motivos do extermínio da base original devido a auto defesa identitária”, observou a fonte.

À título de exemplo, o pesquisador chamou particular atenção ao facto de a TPA passar outros modelos de cultura, contrárias àquilo que tem sido a cultura tradicional dos chamados Khoisan e outras minorias.

Jaka Jamba defende por isso que o poder político devia velar pela representatividade deste povo na configuração política actual, à luz do quadro constitucional.

A fonte reforçou ainda que o facto de as línguas dos Khoisan não serem apreendidas nas escolas por não serem oficiais em Angola, pode não fazer parte do sistema educativo. Na visão do interlocutor deste jornal, todos estes fatores podem ser sujeitos a um leques de riscos e ameaças que sofrem essas minorias e que não deveriam ser simplesmente objecto de curiosidade dos antropólogos, sociólogos mas também objecto de estudo quanto a sua integração politica.

O historiador sugeriu a sua promoção para que não se percam essas culturas e parte dessas línguas, uma vez que representam um dos traços do mosaico cultural do nosso país.

“Temos feito muito pouco para garantir a sua pujança, vigor e direito à existência, porque são realidades históricas que devem merecer atenção da parte das elites politicas como de cientistas sociais” advertiu o pesquisador, Jaka Jamba, para quem a preocupação em Angola está muito aquém das necessidades.

“O grau de mestiçagens é outra questão que pode ser considerada um dos motivos do extermínio da base original devido a auto defesa identitária, observou a fonte.

A fonte exortou a promoção para que não se perca essas culturas e parte dessas línguas uma vez que representam um dos pontos dos mosaicos culturais do nosso país.

“Temos feito muito pouco para garantir a sua pujança, vigor e direito de existência, porque são realidades históricas que devem merecer atenção da parte das elites politicas como de cientistas das ciências sociais” advertiu o pesquisador, Jaka Jamba, para quem a preocupação em Angola estar muito aquém da necessidade.

Ministério da Cultura considera exclusão da étnia preocupante

De acordo com a ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, esta situação da exclusão e falta de estatuto das minorias étnicas representa uma das grandes preocupações do governo. A governante considerou pertinente manter o mosaico de identidade desses povos, uma vez que fazem parte do património nacional do nosso país.

Ela reconheceu insuficiências em termos de enquadramento sociopolítico dos Khoisan, bem como de outros grupos minoritários existentes em Angola. Por isso mesmo, anunciou estar em curso um programa de restruturação do quadro etnográfico do país, e um enquadramento dessas minorias no sistema de ensino nacional.

“Estamos realmente preocupados com essa situação, pois esses povos constituem um dos mais ricos patrimónios culturais de Angola”,-disse a ministra, tendo sublinhado a preservação dos seus hábitos e costumes como um dos grandes desafios do seu pelouro.

Entretanto, nesta última semana, especialistas e historiadores juntaram-se à mesma mesa, na cidade de Menongue, província do Kuando-Kubango, (onde os khoisan são encontrados em maior número), para abordar questões ligadas ao seu reconhecimento e enquadramento social. No encontro ficou patente a necessidade de uma intervenção urgente porquanto estarem a beira de uma “extinção silenciosa” em virtude do estado de natureza em que vivem.

Historia dos Khoisan

 Esses povos são considerados os primeiros povos a habitar esta região Austral de Africa, muito antes da grande migração histórica, a dos povos Bantus segundo disse o Historiador Jaka Jamba. Um processo que em termos de data ainda não conferir dados muito concretos sendo o seu núcleo original, ter como origem a região entre o rio Níger e o seu afluente Ben ué.

Em Angola, encontram-se em muitos grupos etnolinguísticos, com a permanência desta raíz, Munto, Antou, Vantu, e bantu, assegurou Jaka Jamba. O historiador explicou também que a expansão desse primeiro núcleo deu-se quando da grande migração Bantu que Africa registou nesta mesma região do Níger e Benué, há dois mil anos, perto dos camarões, e ao este, processo que mais tarde avançou até a região dos grandes lagos, sendo essa que acabou de certa medida acabar por empurrar esses povos mais a sul, como é o caso dos designados Khoisan. Em Angola, antes do conflito na região do Kuando Kubango e parte do unene marcavam presença muitos destes povos que depois então foram a outras áreas da fronteira com o Botswana, Namíbia e só uma pequena parte ficou no país.

TRIBO HADZA OU HADZABE

 
Os Hadza, ou Hadzabe,são um grupo étnico indígena no centro-norte de Tanzânia, vivendo em torno do Lago Eyasi no vale do Rift central e no planalto de Serengeti vizinhas. O número de Hadza,pouco menos de 1.000. alguns 300 – 400 Hadzaviver como caçadores-coletores, tanto quanto os seus antepassados têm para dezenas de milhares de anos.Eles são considerados entre os últimos caçadores-coletores do mundo.
Os Hadzabe estreitamente geneticamente não estão relacionados com outras pessoas. enquanto tradicionalmente classificadas com as línguas Khoisan,principalmente porque tem cliques, a língua Hadza parece ser um isolado, sem relação com qualquer outro.[6] como descendentes da população de caçadores-coletores aborígine da Tanzânia, eles provavelmente têm ocupado seu atual território por milhares de anos, com relativamente pouca modificação para seu modo básico de vida até que passado cem anos.
Desde o século XVIII, os Hadzabe entraram em aumentar o contato com a agricultura e pastoreio pessoas entrando em Hadzaland e sua proximidade;as interações eram muitas vezes a população hostil causou declínio no final do século XIX. o primeiro contato Europeu e relatos escritos dos Hadzabe são do final do século XIX. desde então, tem havido muitas tentativas sucessivas administrações coloniais, governo tanzaniano independente e missionários estrangeiros para acertar os Hadzabe, introduzindoagricultura e o cristianismo. Estes falharam em grande parte, e muitos Hadza ainda prosseguir praticamente da mesma forma de vida como os seus antepassados são descritos como tendo no início do século XX de contas. nos últimos anos, eles foram sob pressão de grupos vizinhos, invadindo suas terra se também afetadas pelo turismo e caça safari.
 
História
 
História oral dos Hadzabe seu próprio passado édividida em quatro épocas, cada uma habitada poruma cultura diferente. De acordo com esta tradição, noinício dos tempos, o mundo era habitado por gigantespeludos, chamados de Akakaanebe ou Gelanebe,“ancestrais”. O Akakaanebe não possuem ferramentasou fogo; Eles caçavam jogo por olhar para ele e ele caiumorto; Eles comeram a carne crua. Eles nãoconstruíram casas mas dormiram debaixo de árvores,como os Hadzabe fazem hoje na estação seca. Emversões mais antigas da história, fogo não foi utilizadoporque era fisicamente impossível no estado primitivoda terra, enquanto Hadza mais jovens, que foram paraa escola, dizem que o Akakaanebe simplesmente nãosabia como.
Na segunda época, o Akakaanebe foram sucedidospelo Tlaatlanebe, igualmente gigantesca, mas semcabelo. Fogo poderia ser feito e usado para cozinhar acarne, mas animais tinham crescido mais cautelososcom os humanos e tinha que ser perseguido e caçadocom cães. O Tlaatlanebe foram as primeiras pessoas ausar medicamentos e encantos para se protegeremdos inimigos e iniciado o rito epeme. Eles viviam em cavernas.

 
A terceira época era habitada por “hoje em dia”, oHamakwabe que eram menores do que seusantecessores. Eles inventaram de arcos e flechas erecipientes para cozinhar e dominam o uso do fogo.Eles também construíram casas como as de Hadzahoje. O Hamakwabe foram os primeiros antepassadosdos Hadzabe ter contato com pessoas não-forrageamento, com quem trocaram para o ferro fazerpontas de flechas e facas. O Hamakwabe também inventou o jogo lukuchuko jogo.
 
A quarta época continua até hoje e é habitada peloHamaishonebe, “moderno”. Ao discutir a época de Hamaishonebe, as pessoas muitas vezes menção específica nomes e lugares e pode aproximadamente dizer quantas gerações atrás eventos ocorreram.

Arqueologia e história genética.
Os Hadzabe não estão intimamente relacionados comquaisquer outras pessoas. A língua Hadza foi classificada com as línguas Khoisan porque tem cliques,no entanto, uma vez que não provas que eles estão relacionados, Hadza é agora considerado um isolado.geneticamente, os Hadzabe não parecem ser particularmente relacionado com alto-falantes Khoisan:nem o Sandawe, que vive apenas a 150 km de distância, divergido os Hadzabe mais de 15.000 anos atrás. Testes genéticos também sugerem significativa miscigenação ocorreu entre os Hadza e Bantu; e menor miscigenação com as populações de línguas cuchíticase Nilotic nos últimos mil anos. hoje, algumas mulheres Hadza casam em grupos vizinhos tais como oIsanzu Bantu. Em décadas anteriores, estupro oucaptura de mulheres Hadza por estranhos parece ter sido comum. durante uma fome em 1918-20,alguns homens Hadza foram relatadas como tendoIsanzu esposas.

Antepassados dos Hadzabe provavelmente viveram emseu atual território por dezenas de milhares de anos.Hadzaland está apenas a 50 km de Olduvai Gorge,uma área às vezes chamada do “berço da humanidade”por causa do número de fósseis de hominídeoencontrados e a 40 km do sítio pré-histórico deLaetoli. A evidência arqueológica sugere que a áreatem sido continuamente ocupada por coletores decaçador, muito parecido com os Hadzabe desde nomínimo o início de mais tarde idade da pedra, 50.000 anos. Embora os Hadzabe não fazem a arte rupestre de hoje, eles consideram vários rupestres no seu território, provavelmente pelo menos 2.000 anos de idade, ter sido criada pelos seus antepassados, e sua história oral não sugere mudaram-se para Hadzalandde outro lugar.
Período pré-colonial 
Os primeiros agricultores na região da atual Tanzâniaforam cuchítico-falando de pastores de gado de chifreda África. Cerca de 500 CE a expansão Bantu chegou aTanzânia, trazendo as populações de agricultores comferramentas de ferro e armas. O último grupo étnico principal para entrar na região foram pastores Nilotasque migraram para o sul do Sudão no século XVIII.]cada uma dessas expansões de agricultura e de pastoreio povos deslocados anteriores populações de caçadores-coletores, que geralmente estariam em desvantagem demográfica e tecnológica e vulneráveis à perda dos recursos do ambiente (ou seja,forrageamento áreas e habitats para jogo) como um resultado da propagação dos terrenos agrícolas pastagens. Portanto, grupos como os Hadzabe e Sandawe são remanescentes das populações de caçadores-coletores indígenas que antes eram muito mais difundida e estão sob a pressão da continuação da expansão da agricultura em áreas que eles tradicionalmente ocuparam.
Agricultores e pastores aparecem nas proximidades deHadzaland relativamente recentemente. A tribo deCushitic pastoris Iraqw e Datoga ambos foramforçados a migrar para a área pela expansão dosMaasai, o primeiro no século XIX e o último na décadade 1910. O Isanzu, um povo de agricultura Bantu,começou a viver ao sul de Hadzaland por volta de1850. Os Hadzabe também ter contato com os Maasaie o Sukuma a oeste do Lago Eyasi.
Hongongoschá 
Outro gigante, “!Hongongoschá”, desempenhou opapel de uma figura mitológica. Ele não se incomodouos Hadzabe (com exceção de alguns roubos menoresfeito secretamente à noite). Seu alimento era flores deárvores (e legumes roubados). Pessoas cumprimentou-o com grande respeito, e o gigante lhes desejou sorteboa caça, que de fato foi realizado. O gigante forneceumais sua boa vontade com as pessoas mesmo depoisque ele foi mal deliberadamente por um garoto, masele levou uma vingança fatal no menino. Finalmente, Deus Haine decidido sobre o destino deste gigante e povo: Ele alertou as pessoas, revelou a ação malévolado rapaz e transformou o gigante uma amêijoa branca grande.
 
 
 
 
 
 The Hadza ~ by martin schoeller:

 

 
População total
1.000
Regiões com populações significativas
Tanzânia 1.000
Idiomas
Hadza
Grupos étnicos relacionados
Nenhum conhecido