POVO TSWANAS

Os tswanas (em tswana: Batswana, singular Motswana) são um povo que habita o Botswana e a África do Sul. A língua tswana (em tswana: Setswana) pertence ao grupo banto das línguas nigero-congolesas. Os tsuanas são o grupo maioritário do Botswana. Contudo, o termo tswana é por vezes utilizado para indicar os naturais deste país de forma simples. Desta maneira poderá incluir os bosquímanos, europeus e outros.

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No século XIX, uma pronúncia comum de batswana era bechuana. Os europeus passaram então a designar a área onde habitavam por Bechuanalândia. Em tswana, contudo, Botswana é o nome correto para o país dos tswanas.

Dinastias e tribos

Botswana

 

A república moderna do Botswana (antigo protetorado britânico de Bechuanaland) é nomeado para as tswanas. Oito principais tribos do país falar Tswana. Todos têm um chefe tradicional Paramount, denominado Kgosikgolo, quem tem direito a um assento no Ntlo ya Dikgosi (um órgão consultivo do país Parlamento). As dinastias Tswana estão todos relacionados.

Os três principais ramos da tribo Tswana formado durante o século 14. Três irmãos, Kwena, Ngwaketse e Ngwato, rompeu com seu pai, o Chefe do Molope, para estabelecer suas próprias tribos em Molepolole, Kanye e Serowe, provavelmente em resposta à seca e à expansão das populações em busca de pastagens e terras aráveis.

As principais tribos Tswana são:

  • Bakgatla
  • Bakwena
  • Balete
  • Bangwato
  • BaNgwaketse
  • Barolong
  • Batawana
  • Batlokwa
  • Bahurutshe

África do Sul

 

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O maior número de pessoas étnicas Tswana realmente vivem na África do Sul. Eles são uma das minorias negras maiores, ea linguagem Tswana é uma das onze línguas oficiais da África do Sul. Até 1994, as pessoas do Sul Africano Tswana ficticiamente cidadãos de Bophuthatswana, um dos poucos bantustões (similar ao americano reservas indígenas), como previsto pelo Apartheid regime, 1948-1994.

Os Chefes das seguintes organizações políticas Tswana são todos estilo Kgosi (menos elevado, em seguida, Kgosikgolo).

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Regiões com população significativa
Botswana População de etnia Tswana é desconhecida – o último censo para Solicite etnia em Botswana foi em 1946 (Tlou, 1985) em dois distritos – Em Ngamiland o Tswana étnica eram metade da população do não-Tswana (7,000 vs 16 000 (Wayeyi sozinho) (Tlou 1985) No Distrito Central, o não-Tswana -. a Kalanga especificamente, eram mais do que o Tswana O Tswana étnica são encontradas na parte sul do país Walter e Ringenberg (1994) estimou que o não.. Tswana fazer 90% da população. RETENG, uma organização que há muito defende para censo nacional para pedir a etnia dos cidadãos sem sucesso fez um estudo estimativa utilizando os dados populacionais de 2001 e estima-se que o Tswana étnica feita 17,9% da população, enquanto o não -Tswana feito 60%. Desde Setswana é meio de instrução na escola atualmente cerca de 78% da população do Botswana são capazes de falar Setswana (Central Statistics Office, 2001) com diferentes níveis de competência e compreensão.
África do Sul 4,067,248 (Tswana-falantes)
Idiomas
Linguagem Tswana
Religião
Cristianismo, Religião Tradicional Africano.
Grupos étnicos relacionados
O Sotho, o Sotho do Norte, As pessoas Khoisan
Pessoa Motswana
Pessoas Batswana
Idioma Setswana
País Botswana

FRASE DO DIA

Eu ando apostando nos caminhos mais bonitos, nos abraços mais sinceros e nos amigos mais irmãos.
Passei a colecionar só o que faz melhor e subtrair o que em mim não acrescenta nada.
Tenho fé e é com ela que vou até o fim.

Série fotográfica mostra a triste realidade dos zoológicos chineses

No imaginário social, zoológicos são lugares onde crianças vão para conhecer animais não-domesticados e se divertir. Contudo, um olhar mais realista pode trazer uma versão bastante perturbadora desses lugares. O fotógrafo norte-americano M. Scott Brauer visitou alguns zoológicos durante uma viagem à China e o que descobriu não foi alegria, mas animais fracos e doentes em ambientes inóspitos.

A degradante condição dos “bastidores” dos zoológicos chineses levou o fotógrafo a dar início à série “Small Concrete Boxes” (“Pequenas caixas de cimento”, em português), título que faz alusão aos pequenos e sujos espaços em que animais de todos os tipos e portes são cruelmente confinados. Por outro lado, esses zoológicos fazem de tudo para criar um ambiente mágico para turistas, oferecendo belos jardins, paisagens e formas de interagir com os animais. Mera ilusão.

Durante suas visitas, o fotógrafo flagrou inclusive alguns momentos “circenses”, em que animais eram forçados a performar truques a fim de arrancar aplausos da plateia. Confira algumas das imagens que fazem parte desse perturbador ensaio:

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Todas as fotos © M. Scott Brauer

Detento é o primeiro de SP a obter ensino superior dentro da cadeia

Sob aplausos de aproximadamente cem pessoas, Venilton Leonardo Vinci, 55, tornou-se, na quinta-feira (3), o primeiro detento do Estado de São Paulo a conseguir formação de nível superior exclusivamente em regime fechado. Formado em pedagogia, Vinci terminou o ensino médio atrás das grades e, graças a uma parceria com uma universidade que oferece a modalidade de ensino à distância, conseguiu o diploma. O próximo passo, segundo ele, é iniciar a pós-graduação.
A cerimônia de colação de grau ocorreu na Penitenciária 1 de Serra Azul, presídio de segurança máxima no qual Vince é interno. “Só me resta agradecer. Primeiramente, a Deus. Depois, à direção desta unidade, que acreditou na educação e, principalmente, ao ser humano. Quero ser o espelho de uma nova realidade, pois hoje me torno um pedagogo”, disse ele, logo após receber o diploma e ser ovacionado por parentes, colegas de presídio e professores.
Segundo Vinci, o próximo passo é a pós-graduação. Ele já ganhou uma bolsa integral da instituição de ensino onde se graduou para continuar os estudos. Quero, no futuro, como protagonista da minha história, concluir uma pós-graduação, na área da educação. Também penso em dar palestras, pois acredito na superação e no exemplo acima de tudo”,disse.
Diretor da unidade prisional de Serra Azul, Reginaldo Araújo, acompanhou a cerimônia e não conteve as lágrimas. Ele conta que a unidade que comanda tem um projeto pioneiro no Estado, mas que Vinci foi o primeiro a conseguir a graduação. “Começamos com 13 alunos, mas alguns abandonaram o curso, ou deixaram a prisão. Tomara que ele motive os demais e sirva como exemplo”, disse.

História

Vinci conta que iniciou sua trajetória no crime antes mesmo da maioridade. Desde então, já tem passagens na polícia por roubo, furto, receptação, tráfico de drogas e homicídio. “Em 14 de agosto de 1979, pela primeira vez, perdi minha liberdade. Achei que era o início do fim. Sem sonhos, achei que tinha chegado ao fim”, contou ele.
A redenção, entretanto, começou em 2007, depois de sequentes entradas e saídas do sistema prisional, quando chegou a Serra Azul com uma pena de 30 anos a cumprir. “Tive a oportunidade de voltar a estudar e concluir o ensino médio e, em 2009, fui agraciado com a chance de ser monitor educacional contratado pela Funap e passei a alfabetizar outros presos”, disse ele, que chegou a aprender braile para ensinar um detento cego a ler e escrever.
Isso, conta Vinci, além de reduzir a pena – a cada 12 horas de estudo, um dia de pena pode ser deduzido – também fez com que ele descobrisse o dom da pedagogia. “Aqui descobri meu dom de ser professor, ensinei outros presos a ler e escrever “, disse.
Já o início da graduação ocorreu em 2010, através de um projeto que concedia bolsas de estudos do curso de pedagogia no Centro Universitário Claretiano, de Batatais, para detentos. Segundo o coordenador geral de ensino a distância da instituição, Evando Ribeiro, a bolsa cobria 50% do valor do curso, algo na casa dos R$ 260 em valores atuais. 
Ele conta que, para possibilitar o estudo, um sistema foi desenvolvido para que Vinci pudesse acessar, pela internet e de forma restrita, os conteúdos. “Elaboramos um sistema que possibilitou que o Vanilton obtivesse os conhecimentos que necessitava e, uma vez por mês, um tutor ia até ele, na cadeia, para aplicar provas e complementar a formação”, conta. “Apesar de todos os esforços para realização do projeto, os méritos são do formando. Ele só conseguiu a oportunidade de ingressar em um curso superior pelo seu histórico dentro da penitenciária”, disse.via UOL

Pedreiro se forma em Direito após pedalar 42 km por dia para estudar

Pedreiro realiza sonho e recebe diploma de graduação em Direito (Foto: Ricardo Medeiros/ A Gazeta)
Mais de 40 anos e muitos desafios precisaram ser atravessados para que o pedreiro Joaquim Corsino realizasse seu sonho. Aos 63 anos de idade, vestido de beca e com chapéu de formando, ele recebeu, na noite desta quinta-feira (17), em Vitória, o seu diploma de graduação em Direito.
Para realiza o sonho, o pedreiro Joaquim Corsino dos Santos pedalava, diariamente, entre Cariacica, onde mora, até Vitória, onde fica a faculdade de Direito em que ele estuda. A distância, cerca de 21 quilômetros entre um município e outro, não desanimou o estudante. “Quero ser delegado de polícia” disse .Nascido em Itaumirim, Minas Gerais, Joaquim chegou ao Espírito Santo aos 18 anos. Com mais de 20 concluiu um curso técnico em Administração.
Mas após não ser aprovado no vestibular de Ciências Contábeis da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em 1980, precisou deixar os livros para trabalhar. A partir de então, Joaquim começou a atuar como ajudante de   pedreiro e, mais tarde, como pedreiro.
Ainda assim, a vontade de estudar sempre esteve presente. Por isso, a cada parede erguida por Joaquim, parte do dinheiro ganhado era guardado. Além de construir sua casa, em Bandeirantes, Cariacica, o pedreiro juntou ao longo dos anos R$ 55 mil para os estudos.
Joaquim pedala todos os dias atrás do sonho de ser delegado (Foto: Fernando Madeira / A Gazeta)
Joaquim pedala todos os dias atrás do sonho de ser delegado (Foto: Fernando Madeira )
“Eu sou um camarada que gosta das coisas honestas. Sempre quis fazer um curso de Direito para ajudar outras pessoas”, conta Joaquim, que em 2008 iniciou a graduação em uma faculdade privada. Quatro períodos foram concluídos, mas o pedreiro  teve que adiar o sonho por mais um tempo.
“Um amigo pediu R$ 4.500 emprestados e não pagou. Aí eu tive que parar a faculdade para juntar mais dinheiro para poder pagar o curso todo”, lembrou.
De Bicicleta

Em 2012, Joaquim retornou à graduação e não parou mais. Todos os dias ele fazia o trajeto de sua casa até a faculdade, em Vitória, com sua bicicleta em um percurso de 42 km.
E engana-se quem pensa que com o diploma a saga de superação de Joaquim chega ao fim. Os olhos do bacharel em Direito estão voltados para o futuro. Seu próximo objetivo é ser aprovado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Em seguida, pretende se tornar delegado. “Quando eu leio a Constituição no artigo quinto, que fala que todos têm direitos iguais, vejo que tem muita coisa boa nela e eu gostaria de contribuir para isso”.via

3 verdades da vida

1 – Não se preocupe com as pessoas do seu passado: há uma razão pela qual elas não estão em seu presente e outra pela qual não chegarão ao seu futuro…

2 – Uma pessoa muda por duas razões: porque aprendeu demais, ou porque sofreu o suficiente…

3 – Não dependa de ninguém na sua vida, só de Deus, pois até mesmo sua sombra o abandonará quando você estiver na escuridão.