FOTO DO DIA

O amor de mãe por seu filho é diferente de qualquer outra coisa no mundo. Ele não obedece lei ou piedade, ele ousa todas as coisas e extermina sem remorso tudo o que ficar em seu caminho.

Agatha Christie

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Fotógrafa com vitiligo cria série para mostrar a beleza de pessoas que sofrem com a doença

O que nos torna belos são nossas particularidades, que, por motivos diversos, muitas vezes não aceitamos, escondemos, negamos. Cerca de 1 a 2% das pessoas no mundo possuem vitiligo, condição em que a pele perde pigmento em determinadas áreas do corpo. A fotógrafa Julia Kaczorowska é uma dessas pessoas e, quando ela se deu conta da beleza escondida por trás dos paradigmas, realizou um trabalho incrível sobre o tema.
Baseada em Varsóvia, na Polônia, Julia desenvolveu os sintomas primeiramente ao redor dos cotovelos e joelhos, quando tinha menos de quatro anos. Durante a adolescência ela tentava esconder suas manchas e usava produtos para mascará-las. Anos depois ela não só aceitou sua condição como passou a se orgulhar desta, tratando-a como uma espécie de ornamento. A partir daí ela decidiu criar a série fotográfica chamada WZORY (PADRÕES).
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A autora
O projeto usa modelos que a artista espera inspirar aqueles que lutam para compreender ou aceitar o vitiligo. Durante o processo, Julia pôde conhecer pessoas da Polônia, França, Paquistão, Bielorrússia, Costa do Marfim, Caribe ou EUA, que esperavam ser fotografados por ela.
Segundo Julia, WZORY fez com que as pessoas retratadas mudassem a concepção que tinham de seus corpos, deixando de se esconder por trás das roupas e ostentando suas manchas em público. Ela recebe cartas de mulheres que agora se sentem encorajadas a, por exemplo, usar trajes de banho durante o verão. A fotógrafa declara que hoje enxerga as pessoas com vitiligo como “uma tribo”, independente do sexo, raça, idade ou país de origem.
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Ania W
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Lucasz S
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Anasthasia
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Rachel
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Jade
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Todas as imagens © Julia Kaczorowska

FRASE DO DIA

Eu Decidi Cuidar da minha vida
Lutar pelos meus sonhos
Priorizar oque me acrescenta
Ignorar oque me traz pesos
Focar nos meus objetivos
Ter opinião própria
Agradar somente a Deus
Valorizar quem realmente me ama
Ter os pés no chão
Não desistir; mesmo que tudo pareça ao contrário do que meu coração deseja.
Acima de tudo isso,deixar Deus tomar frente de tudo que é meu.

Fotógrafo viaja o mundo retratando a coragem de mulheres que vivem em sociedades machistas

Ao longo de sua carreira, Mark Tuschman fotografou mulheres, quase sempre ao lado de seus filhos, documentando alguns aspectos mais sombrios de suas vidas, mas sempre através de raios de luz, de uma ideia de esperança e de mudança de consciência.
Ao longo da última década, o fotógrafo tem viajado em projetos para ajudar ONG’s, como aGlobal Fund for Women, com o objetivo de retratar “a falta de autonomia de que milhões de mulheres sofrem sobre suas vidas e corpos, em países em desenvolvimento”.
Em várias partes do mundo que ele tem visitado, mulheres e meninas estão sendo espancadas, negadas ao acesso a cuidados de educação e saúde, sujeitas a violência sexual, forçadas a casar quando crianças e à maternidade quando adolescentes, além de expostas ao risco de AIDS.
Surgiu então uma forma de ajudar essas mulheres – Tuschman resolveu fazer um livro contando suas histórias, como forma de aumentar a consciência das pessoas sobre o que está acontecendo. O título é “Faces of Courage: Intimate Portraits of Women on the Edge” (em tradução livre: “Rostos de Coragem: Retratos Íntimos de Mulheres no Limite”).
“Eu quero que o mundo veja seus rostos, sinta suas dores, e entenda tanto sua impotência quanto sua dignidade inabalável”. Ao mesmo tempo, o livro documenta muitos avanços que vêm acontecendo na educação e empoderamento de mulheres e crianças. Doutoras, enfermeiras, professoras e funcionárias de ONG’s são algumas das heroínas silenciosas que estão trabalhando incansavelmente para melhorar a vida de milhares de mulheres ao redor do mundo. Conheça algumas dessas histórias:
Na parte rural de Rajasthan, Kala, de 13 anos, é casada desde os três meses de idade.
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O marido de Elis tentou matá-la duas vezes, uma vez empurrando a jovem fora de uma moto e outra vez por tentativa de envenenamento. Ele não estava satisfeito com seu dote, uma motocicleta: queria um carro novo.
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Na foto da direita, uma jovem que vive em uma área rural da Índia, que não foi autorizada a frequentar a escola. Em vez disso, ela teve que cuidar de sua irmã mais nova e também das cabras da família. Na foto da esquerda, na mesma área rural, uma mãe que apoia a filha na decisão de frequentar a escola.
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WomensTrust em Pokuase, Gana, tem um programa de bolsas que financia mais de 100 das melhores e mais brilhantes jovens garotas. É um exemplo de mudança positiva.
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A organização Educate Girls trabalha para manter as meninas na escola e impedir o casamento infantil. Tuschman conheceu Payal, que tinha 13 anos de idade e estava no sexto ano, através da organização.
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Sunita, outra aluna motivada do programa, tinha sete anos e estava no segundo grau quando Tuschman a fotografou.
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Em Pokuase, Gana, Sarah Ankrah recebeu seu primeiro empréstimo do WomensTrust de 50 dólares para apoiar o seu negócio de padeira. Quando Tuschman a conheceu, ela estava vendendo perto de 8 mil pães por semana, faturando quase US $3 mil. A receita tem ajudado a garantir que seus filhos permaneçam na escola.
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Em Dhaka, Bangladesh, esta mulher recebeu um implante para controle de natalidade. Na foto, ela conversa com sua médica.
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O livro já conseguiu bater a meta de arrecadação no Kickstarter, e em breve será lançado. O fotógrafo espera por um mundo em que “cada gravidez seja desejada, cada parto seguro, e todo potencial de pessoas jovens seja realizado”.
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Todas as fotos © Mark Tuschman

FOTO DO DIA

O amor de mãe por seu filho é diferente de qualquer outra coisa no mundo. Ele não obedece lei ou piedade, ele ousa todas as coisas e extermina sem remorso tudo o que ficar em seu caminho.
Agatha Christie

Fotógrafo cria série impactante com a chegada de refugiados à Alemanha

Os refugiados que rumam para a Europa são destaque em todos os jornais e portais de notícia. No entanto, mais do que números, relações políticas ou impactos econômicos que esse fluxo migratório possa vir a ter, a situação clama por humanidade.
Famílias inteiras estão deixando suas vidas para trás em busca de um recomeço longe da guerra e da opressão. Mas como é o início de suas novas vidas? O renomado fotógrafo Herbert Piel retratou um pouco da vida de imigrantes que aguardam a entrada na Alemanha. Na série intitulada Ankunft in Rheinland (“Chegada a Rhineland”, em tradução livre), retratos impactantes mostram de perto quem são essas pessoas.
Para ver e refletir:
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Todas as fotos © Herbert Piel

Fotógrafo viaja o mundo retratando a coragem de mulheres que vivem em sociedades machistas

Ao longo de sua carreira, Mark Tuschman fotografou mulheres, quase sempre ao lado de seus filhos, documentando alguns aspectos mais sombrios de suas vidas, mas sempre através de raios de luz, de uma ideia de esperança e de mudança de consciência.

Ao longo da última década, o fotógrafo tem viajado em projetos para ajudar ONG’s, como aGlobal Fund for Women, com o objetivo de retratar “a falta de autonomia de que milhões de mulheres sofrem sobre suas vidas e corpos, em países em desenvolvimento”.

Em várias partes do mundo que ele tem visitado, mulheres e meninas estão sendo espancadas, negadas ao acesso a cuidados de educação e saúde, sujeitas a violência sexual, forçadas a casar quando crianças e à maternidade quando adolescentes, além de expostas ao risco de AIDS.

Surgiu então uma forma de ajudar essas mulheres – Tuschman resolveu fazer um livro contando suas histórias, como forma de aumentar a consciência das pessoas sobre o que está acontecendo. O título é “Faces of Courage: Intimate Portraits of Women on the Edge” (em tradução livre: “Rostos de Coragem: Retratos Íntimos de Mulheres no Limite”).

“Eu quero que o mundo veja seus rostos, sinta suas dores, e entenda tanto sua impotência quanto sua dignidade inabalável”. Ao mesmo tempo, o livro documenta muitos avanços que vêm acontecendo na educação e empoderamento de mulheres e crianças. Doutoras, enfermeiras, professoras e funcionárias de ONG’s são algumas das heroínas silenciosas que estão trabalhando incansavelmente para melhorar a vida de milhares de mulheres ao redor do mundo. Conheça algumas dessas histórias:

Na parte rural de Rajasthan, Kala, de 13 anos, é casada desde os três meses de idade.

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O marido de Elis tentou matá-la duas vezes, uma vez empurrando a jovem fora de uma moto e outra vez por tentativa de envenenamento. Ele não estava satisfeito com seu dote, uma motocicleta: queria um carro novo.

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Na foto da direita, uma jovem que vive em uma área rural da Índia, que não foi autorizada a frequentar a escola. Em vez disso, ela teve que cuidar de sua irmã mais nova e também das cabras da família. Na foto da esquerda, na mesma área rural, uma mãe que apoia a filha na decisão de frequentar a escola.

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WomensTrust em Pokuase, Gana, tem um programa de bolsas que financia mais de 100 das melhores e mais brilhantes jovens garotas. É um exemplo de mudança positiva.

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A organização Educate Girls trabalha para manter as meninas na escola e impedir o casamento infantil. Tuschman conheceu Payal, que tinha 13 anos de idade e estava no sexto ano, através da organização.

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Sunita, outra aluna motivada do programa, tinha sete anos e estava no segundo grau quando Tuschman a fotografou.

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Em Pokuase, Gana, Sarah Ankrah recebeu seu primeiro empréstimo do WomensTrust de 50 dólares para apoiar o seu negócio de padeira. Quando Tuschman a conheceu, ela estava vendendo perto de 8 mil pães por semana, faturando quase US $3 mil. A receita tem ajudado a garantir que seus filhos permaneçam na escola.

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Em Dhaka, Bangladesh, esta mulher recebeu um implante para controle de natalidade. Na foto, ela conversa com sua médica.

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O livro já conseguiu bater a meta de arrecadação no Kickstarter, e em breve será lançado. O fotógrafo espera por um mundo em que “cada gravidez seja desejada, cada parto seguro, e todo potencial de pessoas jovens seja realizado”.

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Todas as fotos © Mark Tuschman

Fotógrafa com vitiligo cria série para mostrar a beleza de pessoas que sofrem com a doença

O que nos torna belos são nossas particularidades, que, por motivos diversos, muitas vezes não aceitamos, escondemos, negamos. Cerca de 1 a 2% das pessoas no mundo possuem vitiligo, condição em que a pele perde pigmento em determinadas áreas do corpo. A fotógrafa Julia Kaczorowska é uma dessas pessoas e, quando ela se deu conta da beleza escondida por trás dos paradigmas, realizou um trabalho incrível sobre o tema.

Baseada em Varsóvia, na Polônia, Julia desenvolveu os sintomas primeiramente ao redor dos cotovelos e joelhos, quando tinha menos de quatro anos. Durante a adolescência ela tentava esconder suas manchas e usava produtos para mascará-las. Anos depois ela não só aceitou sua condição como passou a se orgulhar desta, tratando-a como uma espécie de ornamento. A partir daí ela decidiu criar a série fotográfica chamada WZORY (PADRÕES).

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A autora

O projeto usa modelos que a artista espera inspirar aqueles que lutam para compreender ou aceitar o vitiligo. Durante o processo, Julia pôde conhecer pessoas da Polônia, França, Paquistão, Bielorrússia, Costa do Marfim, Caribe ou EUA, que esperavam ser fotografados por ela.

Segundo Julia, WZORY fez com que as pessoas retratadas mudassem a concepção que tinham de seus corpos, deixando de se esconder por trás das roupas e ostentando suas manchas em público. Ela recebe cartas de mulheres que agora se sentem encorajadas a, por exemplo, usar trajes de banho durante o verão. A fotógrafa declara que hoje enxerga as pessoas com vitiligo como “uma tribo”, independente do sexo, raça, idade ou país de origem.

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Ania W

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Lucasz S

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Todas as imagens © Julia Kaczorowska

Eles não tinham dinheiro para o aluguel, então decidiram criar sua própria casa com 10 mil euros

O casal de Stroud, Inglaterra, formado por Adam Croft, de 29 anos e Nikki Pepperell, de 32, achava os valores dos alugueis inviáveis com sua realidade. Mas isso não fazia com que eles não quisessem uma casa para chamar de sua. E é aí que entra a velha máxima que diz que se você quer muito uma coisa e ela não existe, você a cria. Foi assim que o casal decidiu, então, construir a sua casa de seus sonhos com 10 mil euros, o que ao (louco!) câmbio atual dá cerca de 45 mil reais. Na parte traseira de uma van.

O projeto começou em junho de 2014, num momento em que viam seus salários inteiros irem embora com os altos custos do carro e de vida. O casal havia retornado de uma viagem pela Nova Zelândia, onde os dois passaram uma semana em um barco em Falmouth, Cornwall. Instigados pela mobilidade e pela liberdade que seus amigos de lá tinham, eles resolveram voltar a morar na casa dos pais, juntar dinheiro e investir numa casa que agregasse os valores que buscavam.

A casa móvel ficou pronta em um ano. Eles desenharam o projeto num programa de modelagem 3D. Adam e Nikki gastaram 6,5 mil euros para transformar o interior da van um lar com cozinha, banheiro, quarto com beliche, janelas, piso restaurado, isolamento total, extintor, sofá e até uma lareira.

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Adam conta: “nós fizemos isso completamente sozinhos. Eu nunca havia feito nenhum trabalho de construção e foi a primeira vez que Nikki segurou uma broca. Foi apenas começar logo com isso, assistir a uns vídeos no YouTube e aprender”.

Já a van Ford Transit Luton, que custou 3,5 mil euros, tem a missão, além de servir como base deste novo lar, levar o casal para uma viagem pela Europa que durará, no mínimo, um ano, e está sendo registrada num diário de viagem.

E uma van que era assim…

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Acabou ficando assim…

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Todas as fotos © SWNS

FOTO DO DIA

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