Aeroportos mais perigosos do mundo: 10 exemplos de arrepiar!

O assunto aeroporto já é muito delicado para muita gente. Afinal, não é todo mundo que fica confortável com a ideia de voar. Mas quando o tema são os aeroporto mais perigosos do mundo… Saber exatamente quais são eles é uma questão de sobrevivência. Entende? Para saber para exatamente onde não ir.

Os aeroportos mais perigosos do mundo

Se você tiver a sorte de não enfrentar filas ou atrasos, a sensação de estar em um aeroporto significa, muitas vezes, a realização daquelas merecidas férias esperadas há anos, ou a viagem exótica que está planejada desde o fim da faculdade com os amigos.

Mas depois de dar uma olhada nessas pistas horripilantes, você provavelmente nunca mais vai querer voar para longe sem primeiro verificar como é o aeroporto que você vai pousar. E o mais incrível é que todas estas pistas horríveis são permitidas por lei e estão em pleno funcionamento – com a exceção do mortífero Kai Tak, em Hong Kong, desativado em 1998. Prepare-se para ter o seu interior petrificado por esses aeroportos assustadores. Aperte (bem) os cintos:

 

Pista do Mar de Gelo, Antártida

Aeroportos mais perigosos do mundo
Esse aeroporto é único, mas não pelos motivos certos. Localizado na base Mc Murdo, na ponta sul da Ilha de Ross, na Antártida, o Sea Ice Runway (Pista do Mar de Gelo, em tradução livre) é totalmente feito de gelo, o que significa que o excesso de pressão – como, talvez, o peso de um avião pode fazer – pode rachar o chão. Não bastasse isso, com certeza ele deve ser um pouco gelado e escorregadio. Os pilotos são aconselhados a tentar não afundar mais de 10 centímetros no gelo. Pelo menos o aeroporto só é usado na primavera – no inverno o clima impossibilita qualquer atividade, e no verão o gelo derrete.

Maketane Air Strip, Lesoto, África

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Se o Lesoto, país minúsculo que fica no meio da África do Sul, estiver no seu roteiro de viagem, tente sair de lá de carro, ônibus, bicicleta ou qualquer outro veículo terrestre, ou então prepare-se para viver uma grande aventura. Afinal, o que é mais excitante do que uma pista curta seguida por uma queda mortal? Praticamente nada. Esta linha aí na foto na verdade é a pista do aeroporto Maketane Air Strip. Ela tem somente 400 metros. Para fazer uma decolagem, os pilotos têm que fazer as aeronaves correrem em direção ao penhasco e, em seguida, voarem. Fácil. Ah, e caso não seja um desafio bom o bastante, existem algumas montanhas agradáveis ​​logo em frente. Não custa saber também que a queda tem 200 metros a mais do que a pista. O desfiladeiro logo em frente ao Maketane Air Strip tem 600 metros. Mas ele não é um aeroporto comercial. Médicos e instituições de caridade utilizam o aeroporto para chegar nas vilas próximas. Haja bondade.

Aeroporto de Barra, Escócia

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Vendo pelo lado positivo, este aeroporto localizado na parte norte da Ilha de Barra, na Escócia, foi eleito um dos locais de pouso mais impressionantes do mundo. O que significa que, mesmo que você ache que pode estar prestes a morrer, vai ver uma parte muito bonita do planeta.

O que faz com que este aeroporto, que foi votado como o mais assustador do mundo em uma pesquisa entre 1.000 pilotos, seja assim tão amedrontador? Bom, ele é o único do mundo a ter sua pista de pouso e decolagem em uma praia. Isso mesmo. A sinalização é feita com postes de madeira, e caso tenha algum pouso de emergência à noite, as luzes dos carros dos moradores ajudam a guiar o pouso. E claro, os aviões só podem pousar quando a maré está baixa.

Apesar disso, os moradores da ilha aprovam o aeroporto. Estar a menos de uma hora de Glascow facilita a vida não só em relação aos negócios e ao turismo, mas também para aqueles que precisam de tratamento médico urgente. Sem o aeroporto, os moradores teriam que enfrentar uma viagem de duas horas e meia de carro e balsa para outra ilha, onde finalmente poderiam pegar um voo em um aeroporto convencional. Parece mais fácil tomar um banho de mar e fazer o check-in em seguida.

Aeroporto Princesa Juliana, Caribe

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Não é chato quando você está tentando relaxar na praia, alguém sacode uma toalha e você acaba com areia em seu olho? Ou quando as crianças resolvem tacar areia molhada umas nas outras e sempre sobra pra você? Pois é, os banhistas da praia de Maho, na ilha de Saint Martin, no Caribe, têm um probleminha um pouco maior. De vez em quando, aviões basicamente fazem o desembarque em cima de suas cabeças. O Aeroporto Princesa Juliana fica literalmente do lado da praia. Ele é o segundo mais movimentado do Caribe e recebe aeronaves grandes, como o Boing e o Airbus, que passam alguns metros acima de banhistas e carros. É realmente impressionante. Apesar disso, apenas dois acidentes foram registrados: um em 1970 e outro em 1972, e em ambos os aviões caíram no mar por problemas que podem acontecer em qualquer aeroporto. Mesmo assim, placas amigáveis avisam que o vento levantado pelos aviões por passarem tão próximos das pessoas pode causar graves danos físicos ou mesmo levar à morte.

Congonhas, São Paulo, Brasil

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Sabe o que é estranho? Ter um grande aeroporto a apenas oito quilômetros do centro de uma das maiores cidades do mundo. O aeroporto de Congonhas, em São Paulo, foi construído pouco antes de um rápido crescimento imobiliário, ou seja, há uma abundância de prédios altos em estreita proximidade com a pista. É como se fosse a versão vida real de Flappy Bird.

Congonhas tem a triste honra de ter sido palco de um dos maiores acidentes aéreos da história da aviação brasileira. Em 17 de julho de 2007, o voo TAM 3054, que fazia o trajeto Porto Alegre – São Paulo, ultrapassou o final da pista do aeroporto e se chocou com um depósito de cargas da própria TAM. As 187 pessoas que estavam a bordo faleceram. Outras 12 pessoas que estavam no chão também morreram. No trajeto entre o fim da pista e o depósito, o avião sobrevoou a Avenida Washington Luis, que passa ao lado do aeroporto, e chegou a atingir a parte de cima de alguns carros e o teto de um posto de gasolina. Nenhuma das hipóteses levantadas para as causas do acidente apontava o fato do aeroporto estar no meio da cidade, mas isso com certeza aumenta bastante a possibilidade de que qualquer falha – seja humana ou mecânica – se transforme em uma tragédia.

 

Courchevel, França

Courchevel  scary airports
Situado a mais de 500 metros de altura, no meio dos Alpes, não dá para dizer que este aeroporto não é charmoso. Infelizmente, não dá pra dizer também que o Courchevel não tem uma pista curta e difícil, de apenas 525 metros. Não só isso, mas no final da referida pista há uma queda. Apenas uma grande queda no nada. Os pilotos precisam de muito treinamento para pousar ali, aparentemente, e todas as nevascas, gelo e as outras características de uma montanha que ajudam a torná-lo apenas um pouco mais complicado. Quer mais dificuldade? A pista não permite espaço para manobras, e não há sinalização para ajudar no pouso. Boa sorte tentando chegar lá no meio de uma neblina.

Funchal, Madeira

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Sabe o que é divertido? Colocar a pista de um aeroporto precariamente à beira de uma ilha, porque não tem mais espaço em qualquer outro lugar. Isso é o que parece ter acontecido na Ilha da Madeira, em Portugal. A pista está aparentemente sendo sustentada por estacas. Não bastasse isso, a chegada dos aviões no aeroporto é considerada uma das mais difíceis do mundo também por causa da grande turbulência que é sentida quando o vento atinge velocidade superior a 15 nós. Os pilotos também costumam sentir uma bem-vinda força ascendente no avião, como se a aeronave não quisesse aterrizar. Isso tudo em uma pista colocada na ponta de uma ilha. A dificuldade é tão grande que os pilotos precisam de uma licença especial para trafegar no Aeroporto de Funchal.

Tenzing-Hillary, Nepal

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Este minúsculo aeroporto está situado no topo de uma montanha, e tem um mergulho de mais de 2.700 metros no final da sua pista. Ah, e para o caso de não ser ruim o suficiente, ele tem apenas um décimo do comprimento de uma pista padrão. No vídeo, você pode ver quão divertido é pousar no Tenzing-Hillary. Aqui vai uma breve descrição: montanhas, montanhas, mais montanhas, um fiapo de terra, não, espera, isso é a pista. Aterrizamos, estamos freando, freando, para, para, para! Parou.

Aeroporto da Ilha de Saba, Caribe

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Caribenhos parecem ter uma tara por aeroportos exóticos e localizados em lugares sem muito sentido. O Aeroporto da Ilha de Saba é um dos mais curtos do mundo, com uma pista de 400 metros – há quem diga que é o aeroporto comercial com a menor pista do mundo. Não bastasse isso, ele está rodeado por mar em ambas as extremidades e possui montanhas traiçoeiras de um lado. Obviamente, o aeroporto suporta apenas aviões pequenos. Se você está pensando em passar a lua de mel em Saba, não esqueça de surpreender seu marido/esposa mostrando onde vocês vão aterrissar somente quando vocês estiverem chegando. Vai ser inesquecível..

Aeroporto Kai Tak, Hong Kong

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Este aeroporto foi fechado em 1998. Você pode apensar “bom, com a enorme quantidade de montanhas e arranha-céus localizados ao norte da pista, o bom senso dos administradores deve ter falado mais alto”. Não, não foi isso. O Kai Tak, um dos aeroportos com mais acidentes na história, foi fechado porque possuía apenas uma pista, o que estava limitando sua capacidade. Projetado para receber 24 milhões de passageiros por ano, em seus últimos dias estava operando com um número superior a 29 milhões.

O Kai Tak estava localizado na populosa baía de Kowloon e era conhecido como um dos aeroportos mais perigosos do mundo. Além de toda a dificuldade por causa da cidade e das montanhas, a aproximação dos aviões não era nada convencional, com o piloto tendo que, em certos momentos, levar o avião “no braço” e de forma visual, sem ajuda do piloto automático. A decolagem também não era das mais fáceis, já que os aviões tinham que fazer grandes curvas para desviar das montanhas.

O aeroporto ficou famoso por seus acidentes. No maior deles, em 1965, um Lockheed Hercules C-130, dos Estados Unidos, perdeu o controle logo depois da decolagem e afundou no porto. 59 fuzileiros navais americanos morreram. [Metro]

Hambúrguer preto que faz sucesso no Japão chega ao Brasil

 

Depois de anunciar recentemente que irá incluir hambúrgueres vegetarianos em seu cardápio, o Burger King surpreende mais uma vez ao trazer para o Brasil o hambúrguer em pão preto que já é sucesso no Japão. A delícia estará disponível em uma edição limitada em comemoração ao Dia das Bruxas.

O sanduíche, que virá em uma embalagem especial, ganhou o nome de Whopper Halloween e será uma adaptação do tradicional hambúrguer da rede, agora feito com pão preto sabor churrasco. O sucesso foi lançado globalmente no dia 29 de setembro e deverá ficar disponível até 31 de outubro. O valor da nova edição aqui no Brasil será de R$ 20,90.

Para acompanhar o hambúrguer, a marca traz de volta ao cardápio as Chicken Fries, que também virão em embalagens comemorativas e prometem saciar a fome de qualquer zumbi. E aí, ficou com vontade de provar a novidade?

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Todas as fotos: Divulgação

Fotógrafa viaja pelo mundo fazendo retratos de pessoas felizes

 

O primeiro passo para ir ao encontro com a felicidade de outras pessoas foi abandonar a carreira de 10 anos como bancária para conhecer o mundo fazendo trabalho social: “Fui em busca do que eu sou e do que quero fazer”, diz a fotógrafa Angelina Yamada, de 33 anos.

Para reunir os cliques de felicidade ganhos durante suas viagens, feitas por dez países entre 2012 e 2013, a paulistana Angelina fez este mês uma exposição, durante o 17º Festival do Japão. “Quis mostrar a felicidade em pequenos gestos, coisas do cotidiano que vi nesta viagem”, garante.

Um dos temas abordados no Festival do Japão deste ano foi a origem e a busca pela felicidade, inserido no budismo como forma filosófica de gentileza, respeito e compaixão.

Dá uma olhada nas imagens abaixo e deixe-se contagiar:

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Todas as fotos © Angelina Yamada

Conheça a misteriosa cidade com 3.500 habitantes que fica dentro de um buraco

As viagens nos dão a chance única de conhecer novas culturas e lugares surpreendentes. Imagina que maluco seria visitar uma cidade simplesmente fica dentro de um buraco. Ela existe, fica no sul da Austrália e se chama Coober Pedy, abrigando 3.500 habitantes que vivem assim, que nem tatu, só que em túneis artificiais.
Grande parte da população é atraída ao local por conta das mineradoras de opala, pedra muito utilizada em jóias, sendo a principal fonte do minério no mundo inteiro. Antes, foi ocupada por aborígenes durante milhares de anos. A cidade nos moldes que é hoje surgiu em 1915 quando pai e filho buscavam por ouro no local, que não foi encontrado. Porém, nos anos 1960 e 1970 houve um forte desenvolvimento da mineração por conta da opala.
As altas temperaturas, que podem chegar a 50ºC, são um dos motivos que deixam os moradores debaixo do solo. Vista de cima, é possível constatar que não há edifícios na área de terra vermelha. Apesar de estar subterrânea, tem bastante infraestrutura, com hotéis, bares e residências que funcionam como qualquer outra, com exceção dos poços de ventilação, que ajudam o ar a circular no local.
Vem descobrir:
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Fotos © Benjamin Jakabek
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Foto © allausas
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Fotos via
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Série de fotos perturbadora retrata a vida de crianças selvagens

 

Você já deve ter ouvido alguma história sobre crianças criadas por animais. Muitas vezes, são bebês que se perderam ou foram abandonados pelas famílias desde muito cedo e adotados por animais selvagens. A fotógrafa Julia Fullerton-Batten, de origem inglesa e alemã, sempre teve uma curiosidade extra a respeito desses jovens que foram criados longe da sociedade.

Sua série recente de fotografias intitulada Feral Children (“Crianças Selvagens”, em tradução livre) recria alguns retratos perturbadores de crianças que se criaram em meio à selva. “Algumas das histórias sobre animais selvagens que dão assistência, de uma forma ou de outra, para crianças parecem incríveis para mim“, disse ela ao site Feature Shoot.

Vem conhecer algumas dessas histórias:

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Menina-Lobo, México – Em 1845, uma menina foi vista correndo de quatro com uma matilha de lobos. Um ano mais tarde, ela foi vista com os lobos comendo uma cabra. Ela chegou a ser capturada, mas escapou. Em 1852, foi vista novamente amamentando dois filhotes de lobo, mas correu para a floresta e nunca mais a viram.

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Oxana Malaya, Ucrânia – Viveu com cães durante seis anos e foi encontrada em 1991. Seus pais eram alcoólatras e a haviam esquecido do lado de fora de casa uma noite, quando, com apenas três anos, ela buscou o calor dos cães que viviam no canil da fazenda. Aos oito anos, se comportava de maneira semelhante à de um cachorro e foi levada para terapia intensiva. Hoje, aos 30 anos, ela possui as habilidades de uma criança de cinco e cuida dos animais de uma clínica de terapia, em Odessa, com a ajuda de seus cuidadores.

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Shamdeo, Índia – Descoberto aos quatro anos em uma floresta brincando com lobos, Shamdeo tinha dentes afiados e unhas compridas em formato de gancho. Gostava de caçar galinhas, comer terra e de sangue. Após voltar à sociedade, nunca aprendeu a falar, mas foi capaz de desenvolver uma linguagem de sinais.

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Prava (O Menino Pássaro), Rússia, 2008 – Encontrado aos 7 anos vivendo com sua mãe, porém trancado em um quarto pequeno com dezenas de aves. Embora nunca tenha aprendido a falar, era capaz de gorjear e, quando não é compreendido, balança os braços e as mãos como um pássaro.

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Marina Chapman, Columbia – Sequestrada aos cinco anos, foi deixada pelos sequestradores na selva e viveu com uma família de macacos-prego por mais cinco anos até ser encontrada por caçadores que a venderam para um bordel. Eram os macacos que a alimentavam e a ensinaram a subir em árvores. Ao ser encontrada, ela havia perdido a linguagem completamente. Depois de escapar do bordel, foi viver nas ruas, chegou a ser escravizada e finalmente acabou sendo adotada por uma família. Hoje vive uma vida normal, está casada e tem filhos, além de ter lançado um livro sobre a experiência.

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Madina, Rússia – Viveu com cães até completar três anos. Quando foi encontrada por um assistente social, em 2013, estava nua, andava de quatro e rosnava. Sua mãe era alcoólatra e deixava a filha brincando e comendo o mesmo alimentos que os cães. Hoje, Madina se recupera e pode vir a levar uma vida normal uma vez que tenha aprendido a se comunicar como uma criança de sua idade.

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Genie, Estados Unidos – Seu pai achava que ela era retardada e a deixou confinada durante mais de 10 anos, sentada em um banco em um quarto fechado da casa. Aos 13 anos, foi levada a assistentes sociais, que perceberam que ela não emitia nenhum som e se arranhava frequentemente. Após tratamento, foi capaz de desenvolver uma linguagem e comportamentos sociais limitados.

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The Leopard Boy, Índia – Aos dois anos, foi levado por um leopardo, com quem viveu até os cinco. Quando um caçador matou o animal e encontrou-o, levou o garoto de volta à família. Seu comportamento era semelhante ao de um animal: andava de quatro e soltava grunhidos e rosnados. Depois de algum tempo, aprendeu a falar e a caminhar ereto.

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Sujit Kumar Menino Galinha, Fiji – Seus pais o mantinham trancado em um galinheiro. Aos oito anos, foi encontrado cacarejando e ciscando numa estrada. Após ser levado a um lar de idosos, passou mais de 20 anos amarrado em uma cama devido à sua agressividade. Hoje, com mais de 30 anos, foi resgatado e recebe cuidados de uma senhora.

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Kamala e Amala, Índia – Kamala, com 8, e Amala, com 12 anos, foram encontradas por um padre vivendo na cova de um lobo. Após serem resgatadas, elas dormiam juntas, uivavam e não comiam nada a não ser carne crua. Apesar de não terem interesse em interagir com outros humanos, possuíam uma visão, audição e olfato fora do comum. Amala morreu um ano após ser capturada e Kamala viveu até os 17 anos, quando faleceu de insuficiência renal.

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Ivan Mishukov, Rússia – Após ser abusado por sua família, fugiu de casa aos 4 anos, quando desenvolveu uma relação com uma matilha de cães. Algum tempo depois, chegava a ser considerado como uma espécie de líder da matilha. Como passou apenas dois anos nessa condição, até ser encaminhado a um abrigo para crianças, Ivan hoje vive uma vida normal.

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Marie Angelique Memmie Le Blanc (A Menina Selvagem de Champagne), França – Por 10 anos, ela caminhou milhares de quilômetros sozinha pela selva francesa, onde comeu pássaros, sapos e peixes, folhas, ramos e raízes. Foi capturada aos 19 anos, quando era capaz apenas de emitir gritos e guinchos. Mas, após o período, teve diversos patronos ricos, com quem aprendeu a ler, escrever e falar, tendo vivido uma vida normal até os 63 anos.

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John Ssebunya (O Menino Macaco), Uganda – Após ver o pai assassinar a mãe, aos três anos, John fugiu de casa e foi parar na selva, onde viveu com os macacos durante três anos. Sua dieta consistia principalmente de raízes, nozes, batata doce e mandioca e ele tinha desenvolvido um caso grave de vermes intestinais, com mais de meio metro de comprimento. Depois desse período, sua voz fina permitiu que ele se tornasse cantor no Reino Unido.

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Victor (O Menino Selvagem de Aveyron), França – Encontrado na mata ao sul da França em 1800, ele foi preso, com cerca de 12 anos de idade. Seu corpo era coberto de cicatrizes e ele não sabia falar. Acredita-se que ele tenha passado 7 anos como uma criança selvagem e, mesmo que pudesse saber falar antes disso, nunca retomou a linguagem.

Fotos © Julia Fullerton-Batten

Pai interrompe casamento da filha para convidar padrasto a também levá-la ao altar

É sempre bom ver e contar histórias de pessoas que colocam a felicidade dos outros, seja de um filho, amigo ou mesmo desconhecido, na frente da sua. O exemplo do dia vem de Todd Bachman, pai de Brittany Park que, no dia do casamento da filha, não esqueceu a sua felicidade e a do homem que ajudou a criá-la: o padrasto.

Todd Cendrosky é o nome do homem que garante não ter “enteadas”, apenas filhas. No entanto, nem ele esperava participar de um dos momentos altos de qualquer casamento: aquele em que o pai leva a filha até o altar, porque esse momento estaria reservado para Bachman, o pai biológico.

No entanto, no momento de avançar para o altar, Bachman parou e disse: “Ei, você tem trabalhado duro para isso, assim como eu, você merece tanto quanto eu, e você me ajudará a levar a nossa filha ao altar”. O momento, registrado pela fotógrafa Delia Blarkburn, em Ohio, Estados Unidos, fica na história dessa família e é um exemplo para pais e mães do mundo inteiro.

Cendrosky finalizou dizendo: “foi o melhor dia da minha vida. Nós nos tornamos uma família e as necessidades das crianças precisam vir em primeiro lugar”. Veja as imagens:

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Todas as fotos © Delia D Blackburn Photography