Por que as imagens de plutão são de arregalar os olhos

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Recentemente, a sonda espacial “New Horizons” nos enviou algumas imagens incríveis de Plutão. Pela primeira vez na história, tivemos uma vista privilegiada do último planeta (ou ex-planeta) do nosso sistema solar.

Mas há muito mais nesta história do que as novas paisagens de Plutão.Em primeiro lugar, há uma enorme quantidade de surpresas científicas nessas imagens. Alan Stern, o principal pesquisador e força motriz da New Horizons, declarou, antes de termos as imagens, que todos deveríamos estar preparados para sustos quando tivéssemos um primeiro olhar de Plutão. Ele ressaltou que, inclusive, deveríamos estar preparados até para o pior tipo de susto.

Plutão poderia se parecer com a lua de Netuno, Triton. Ou, pior, poderia ser uma bola inerte de gelo.

Claro, acabou não sendo esse o caso. E os olhos arregalados de Stern (que ganharam quase tanto destaque quanto as fotos de Plutão) ao ver a primeira imagem já dizem muita coisa.

Revelações

A razão para toda essa excitação é que Plutão e sua lua, Charon, não são mais enfaticamente mundos inertes. A sonda New Horizons revelou que Plutão tem muito poucas crateras, o que significa que alguns fenômenos as apagaram. Sua superfície é dinâmica e está em constante renovação.

Cientistas planetários têm estimado que a superfície tem menos de 100 milhões de anos em alguns lugares, mas isso é apenas uma maneira cautelosa de dizer que algumas partes do planeta são relativamente “jovens”.

Ninguém sabe quantas crateras se formaram neste reino distante do sistema solar, então 100 milhões anos é uma estimativa até generosa demais. Partes da superfície de Plutão poderiam ter um milhão de anos, ou 100 anos. E inclusive partes de Plutão poderiam muito bem estar ativas agora.

Outros sinais

Há uma abundância de outros sinais de atividade.

Na parte inferior do gigante “coração” de Plutão, há cerca de 3.350 metros de altas montanhas. Elas provavelmente devem ser compostas de gelo de água.

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Outras áreas congeladas também formam superfícies abundantes, incluindo nitrogênio, metano e monóxido de carbono, mas não são fortes o suficiente para suportar esses picos tão altos.

Criar essas montanhas de gelo gigante requer forças tectônicas poderosas de algum tipo.

De onde é que essas forças vêm?

É o que os cientistas querem saber. Agora, todas as energias estão, principalmente, focadas em descrever e catalogar as informações enviadas pela New Horizons. Isso significa que vai levar algum tempo para interpretá-las.

Outra imagem de Plutão em alta resolução mostra uma região ao norte das montanhas de gelo, uma paisagem totalmente diferente: uma extensão de planícies lisas, em grande parte interrompidas por vales e calhas.

Esta é uma área difícil de ser explicada. Ela tem uma concentração incomum de monóxido de carbono no gelo, mas não está claro se isso tem uma relação com a geologia peculiar da região. A única coisa que os cientistas podem dizer no momento é que esta é uma região de mudança ativa, uma vez que não há qualquer vestígio de crateras.

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A lua de Plutão, Caronte, também fez algumas revelações de arregalar os olhos.

A geologia ativa em Plutão já foi uma surpresa. Em Caronte, foi quase um susto.

Como em Plutão, grandes áreas da lua não possuem crateras. A superfície deve ter sido limpa por algum tipo de processo dinâmico. E, como em Plutão, não está claro que processo foi esse ou quando aconteceu, exceto que é recente em termos astronômicos.

São tantas emoções

A emoção de ver essas fotos inéditas é tão grande porque elas revelam conhecimentos que vão muito além de Plutão. Os cientistas planetários estão apenas começando a conhecer os mundos gelados do sistema solar. A maioria fica no Cinturão de Kuiper, a zona além de Netuno que pode conter 100 mil objetos com mais de 100 quilômetros de diâmetro. Plutão é o maior e mais brilhante membro desse grupo e, até agora, o único que tem sido estudado.[discovermagazine]

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Austrália além da natureza: 10 animais que você não imagina encontrar por lá

Quando pensamos em animais da Austrália, geralmente não vamos além dos cangurus, coalas e aranhas gigantescas, mas essas espécies emblemáticas representam apenas uma fração da vida selvagem do país. Na verdade, a Austrália é dos 17 países que são classificados como megadiversos, com mais animais vertebrados não peixes (incluindo mamíferos, aves, répteis e anfíbios) do que 95% dos outros locais do mundo.

10. Camelo selvagem

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Os camelos não são, definitivamente, nativos da Austrália. Ainda assim, a Austrália tem mais camelos selvagens do que qualquer outro país do mundo, incluindo aqueles onde os camelos são nativos – estima-se que hajam 1,2 milhões deles por lá.
Importados do Afeganistão, Arábia e Índia em 1800, camelos selvagens foram liberados aos milhares quando foram substituídos pelo transporte motorizado no início do século XX. Além de danificar cercas de fazendas e outras infraestruturas agrícolas, camelos são uma ameaça para muitas das espécies vegetais e animais nativas da Austrália. Seu consumo de pasto e de água pode degradar severamente habitats naturais que são vitais para a sobrevivência de outras espécies, especialmente durante períodos de seca.
 
Esforços recentes para controlar a população de camelos selvagens da Austrália têm sido centrados no abate de suas populações em todo o outback – interior desértico australiano que cobre boa parte do país. Entre 2009 e 2013, a cooperação entre pastores, representantes de governo e proprietários de terras aborígenes reduziu a população por um número estimado de 160 mil camelos.

9. Pinguim-azul

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Enquanto pinguins são frequentemente associados com climas mais frios daqueles que normalmente imaginamos quando pensamos na Austrália, as costas do sul do país entre Perth e Sydney são a casa da menor espécie de pinguins do mundo. Encontrados apenas no sul da Austrália e Nova Zelândia, o pinguim-azul tem apenas 33 centímetros de altura e pesa 1 kg. Também conhecidos como pinguins-fada, esses carinhas comem o seu peso corporal em peixes, lulas e krill todos os dias para compensar a energia que gastam nadando.
Apesar de bastante comuns nas águas e ilhas do sul, as populações de pinguins-azuis no continente passaram por declínios severos durante as últimas décadas. Em terra, os gatos e cães que vagueiam pelas praias recreativas muitas vezes os caçam, enquanto no mar, as principais ameaças vêm da sobrepesca, redes e derrames de petróleo. Ainda assim, várias grandes colônias permanecem ativas no continente, sendo que é possível observá-las nas proximidades de Sidney e Melbourne.

8. Dragão-marinho-comum

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Embora não sejam nem de longe tão ferozes como seu nome sugere, esses dragões do mar ainda são impressionantes. Seu nome vem do formato de seu corpo, camuflagem que permite que o dragão-marinho-comum se misture perfeitamente com o ambiente. Este efeito é ampliado quando eles nadam e ficam parecidos com as algas que os rodeiam.
Embora sejam parentes dos cavalos-marinhos, os dragões-marinhos têm várias diferenças de seus primos. Enquanto os machos das duas espécies assumem a responsabilidade de cuidar dos filhotes, dragões-marinhos carregam seus ovos em um compartimento esponjoso sob suas caudas ao invés das bolsas dos cavalos-marinhos. Outra diferença é que os dragões-marinhos são incapazes de usar suas caudas para agarrar objetos. Encontrados principalmente nas águas do sul da Austrália, os dragões-marinhos vivem em profundidades rasas, entre 3 metros e 50 metros, tornando-os especialmente populares entre mergulhadores.

7. Quokka

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Você já deve ter visto estes marsupiais extremamente simpáticos em algum viral recente da internet. Uma das menores espécies de wallaby, quokkas são uma espécie vulnerável cujas populações têm sido dizimadas por predadores como cães selvagens e raposas, bem como pela perda de seu habitat para os humanos.
Hoje, quokkas são encontrados principalmente em áreas protegidas no meio do mar como as ilhas Rottnest e Bald. Embora muitas vezes os quokkas se aproximem dos seres humanos com curiosidade e pareçam amigáveis com seus sorrisos adoráveis, esses animais não devem ser tocados ou alimentados. Na verdade, eles são considerados particularmente suscetíveis a doenças por comer alimentos “humanos”.
Ao contrário de muitos marsupiais, quokkas são capazes de subir em árvores. Além disso, as reservas de gordura armazenada em suas caudas permitem que esses animais sobrevivam por longos períodos sem água. Como herbívoros, eles também distinguem-se de outras espécies procurando alimento, ao invés de simplesmente pastar.

6. Numbat

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Parecido com um cruzamento entre um esquilo e um tamanduá, os numbats são tão bonitinhos quantos os quokkas – mesmo que não sejam tão populares nas redes sociais. Também conhecido como “tamanduás listrados”, numbats são encontrados somente na Austrália. Ao contrário dos nossos tamanduás, no entanto, eles são marsupiais. Esses animais são especialmente incomuns, porque estão entre os dois únicos marsupiais australianos que são exclusivamente ativos durante o dia. Diferentemente da maioria dos marsupiais, no entanto, as numbats fêmeas não têm uma bolsa real.
O numbat é uma espécie em extinção. Sua população foi substancialmente reduzida pela predação de gatos e raposas, bem como a perda de habitat em função da atividade agrícola e de incêndios florestais. Hoje, apenas cerca de 1.000 numbats permanecem em estado selvagem. Como parte do esforço para proteger a espécie e aumentar a consciência a respeito de sua situação, o governo lhe deu o título de mamífero oficial da Austrália Ocidental.

5. Brachionichthys hirsutus

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Além de sua aparência incomum, o spotted handfish (Brachionichthys hirsutus) da Austrália é conhecido por usar suas barbatanas para andar em vez de nadar. Ele prefere viver em ambientes rochosos ou arenosos do fundo do mar, onde usa suas barbatanas como mãos para caminhar em busca de pequenos crustáceos e vermes para comer.
Sua aparência incomum também fica por conta de sua coloração tipicamente vibrante, geralmente vermelho-fogo com azul e marcações brancas na barbatana ou rosa-creme com vermelho, laranja e manchas marrons.
Infelizmente, esta é outra espécie ameaçada. As razões para o declínio de suas populações não são bem conhecidas, mas algumas teorias incluem a predação de seus ovos, contaminação por metais pesados e perda de habitat pelo desmatamento que polui a água com lodo.
No máximo, sua população em estado selvagem é atualmente de 1.000 exemplares, embora muitas pessoas acreditem que os números não passem da casa das centenas. Sua maior chance de sobrevivência depende da melhoria da qualidade da água do estuário do rio Derwent, onde sua população é concentrada e o número de espécies invasoras que comem seus ovos, como estrelas do mar e caranguejos, é reduzido.

4. Raposa voadora

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A raposa voadora é o maior morcego conhecido pelo homem, com uma envergadura que pode ter mais de um metro. A Austrália é o lar de quatro principais espécies de raposa voadoras, incluindo a vermelha-pequena, a preta, a cabeça-grisalha e raposa-voadora-de-óculos.
Das quatro, as variedades de cabeça-grisalha e de óculos são consideradas espécies vulneráveis. Como muitas ameaçadas, o maior perigo para a sua sobrevivência vem dos seres humanos destruindo o seu habitat. Elas também são ameaçadas pela sua dependência de pólen e néctar de eucaliptos, que florescem irregularmente de ano a ano.
Raposas-voadoras são uma “espécie-chave”, o que significa que os papéis que desempenham são vitais para a saúde dos ecossistemas que habitam. Elas ajudam a polinizar as flores e dispersar sementes e sua sobrevivência é especialmente importante para a manutenção de ambientes ameaçados, incluindo os Wet Tropics e as Gondwana Rainforests da Austrália.

3. Tubarão-elefante

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Batizado por causa do formato distintivo de seus focinhos, tubarões-elefantes são, na verdade, peixes de aparência estranha. Habitantes das águas do sul entre a Austrália e Nova Zelândia, os tubarões-elefante podem atingir até 1,5 metros de comprimento. Vivendo em profundidades de pelo menos 200 metros, usam seus narizes como detectores de metais para encontrar crustáceos no fundo macio e lamacento do oceano.
Também chamado de “peixe-elefante”, eles estão mais intimamente relacionados com a família das arraias do que com os tubarões. Suas barbatanas dorsais dianteiras têm espinhos serrilhados longos, que acredita-se serem venenosos, um meio de protegê-los de tubarões e outros peixes maiores.
Os cientistas acreditam que os tubarões-elefante podem ser os animais com a evolução mais lenta entre todos os vertebrados conhecidos, tendo sofrido poucas alterações desde centenas de milhões de anos atrás. Como todos os outros tubarões e raias, eles têm esqueletos feitos de cartilagem ao invés de osso, uma característica incomum em vertebrados que evoluíram mais recentemente. Seu sistema imunitário é simples, com apenas um tipo de célula auxiliar imunológica. Como fósseis vivos, tubarões-elefante representam um link para um passado distante da Terra e os animais que já habitaram os oceanos antigos.

2. Varano-gigante

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Varanos-gigantes (ou perentes) são os maiores lagartos da Austrália, alcançando comprimentos de mais de 2,5 metros. Estes lagartos também são extremamente rápidos, atingindo velocidades de até 40 quilômetros por hora. Embora se desloquem normalmente com todas as quatro pernas, às vezes usam apenas suas duas patas traseiras.
Enquanto seu tamanho e velocidade tornem os perentes predadores formidáveis de coelhos, pássaros, pequenos marsupiais e até mesmo grandes cobras venenosas, eles não estão no topo da cadeia alimentar. Além de serem predados por grandes águias, eles são também uma fonte tradicional de carne para os aborígenes.

1. Bilby-grande

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Os maiores membros de uma família de marsupiais que vivem debaixo da terra chamados de “bandicoots”, os bilbies-grandes são os únicos sobreviventes das seis espécies de marsupiais que viviam nas regiões áridas e semiáridas da Austrália. Com seus antigos habitats reduzidos em 80%, são classificados como “vulneráveis” a nível nacional e como “em perigo” em Queensland.
Um século atrás, os bilbies sofreram um declínio em sua população quando as intervenções humanas na agricultura substancialmente alteraram e reduziram seus habitats. A ameaça mais significativa para estes animais vem do gado doméstico, ovelhas e coelhos, que dependem da mesma comida que bilbies – coelhos também competem com bilbies pelo terreno para fazerem suas tocas. Estes marsupiais são conhecidos por sua impressionante habilidade de cavar, usando seus antebraços fortes e garras para criar túneis em espiral de até 3 metros de comprimento e 2 metros de profundidade.
Os bilbies também são importantes para a cultura aborígene. Eles aparecem significativamente em histórias da criação do “Sonho”, contos que ligam o passado e o presente, assim como o povo aborígine e a terra. Para algumas tribos, bilbies representam um totem, um símbolo da natureza que faz parte da identidade da comunidade. São as ações dos imigrantes europeus, em vez do povo aborígine, que são responsáveis ​​pela diminuição da população destes animais. [via]

Fotógrafo registra expressões e lições ensinadas por doentes terminais

A vida, com seus aspectos bons e ruins, de repente se dissolve e acaba. Desde os primórdios da humanidade, a morte tenta ser compreendida e evitada pelo homem: sem sucesso. O fotógrafo Andrew George não busca porquês, mas mostra como é possível esperar pelo que é inevitável de forma serena e corajosa.

Na série de fotos intitulada Right Before I Die (“Pouco antes de eu morrer”, em português), o fotógrafo registra, em imagens tocantes, doentes terminais que em breve terão seu encontro com a morte – e não a temem.

As pessoas fotografadas por Andrew George não são famosas, não aparecem em jornais e talvez nem fossem lembradas na hora do adeus, se não fosse o projeto. Mas a coragem que demonstram nesse momento, aguardando não a cura, mas o inevitável com sorriso no rosto, mesmo que conformado, fazem delas pessoas especiais.

Vem conhecê-las:

Donald – “O grandioso amor, ele dura e dura – é assim que se ama. Meu amor é tão supremo que apesar de minha ex-mulher estar casada e amando outro homem, eu ainda a amo. Você tem que perceber que nem sempre pode continuar com as coisas, é preciso deixá-las ir.”

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

Josefina – “A vida é a sala de espera para a morte. Nós só estamos de passagem porque desde que você nasceu, você sabe que vai morrer e nós temos um dia específico, só não sabemos quando, nem onde, nem como. Eu me sinto calma, tranquila, porque eu já sei que eu estou indo, então todas as noites eu falo para Deus ‘Você sabe o que está fazendo’. Eu não estou com medo de morrer, eu já vivi feliz por muitos anos.”

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

Chuck – “Um dos momentos mais felizes da minha vida? No topo da lista está o momento em que conheci Sally, que seria minha esposa por 35 anos.”

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

Ediccia – “Eu amo abrir meus olhos pela manhã e escutar todos aqueles passarinhos na minha janela, são tantos que ficam cantando. Este é o significado da vida para mim – e a sensação do sol na pele.”

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

John – “Quando eu penso na morte é como se fosse o começo de uma nova forma de vida indolor.”

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

Kim – “Eu não tenho medo de morrer – eu tenho medo do que eu tive que fazer para chegar lá”.

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

Abel – “Eu sinto que a porta está se abrindo. Nós voltamos quando nós terminamos o trabalho que nos foi designado. É tão simples, porque seria uma grande trote se não fosse verdade.”

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

Wanda – “Eu nunca sei, minuto a minuto, o que será da minha vida, mas eu não tenho medo disso. Eu estou em paz porque eu fiz tudo o que eu queria e tentei ser a melhor pessoa que consigo ser.”

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

Odis – “A última vez que você fecha a tampa de um caixão, essa é a coisa que mais parte o coração. Você parte, você apenas parte. Eu tenho três filhos enterrados em Phoenix e quatro maridos estão mortos.”

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

Nelly – “Eu não sei o quanto eu ainda tenho para viver – talvez hoje? Talvez amanhã seja o último dia? Eu não sei. Mas eu estou bem feliz, na verdade, e eu não tenho arrependimentos, apesar de ter passado por um inferno. Até onde eu sei, eu conquistei o que tinha que conquistar na vida.”

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

Sarah – “O tempo é precioso. Deus é precioso…”

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

René – “Não existe essa coisa de felicidade na vida. O que nós chamamos de felicidade são contribuições; tudo o que nós temos é o que nós somos e o que nos é dado naquele momento.”

Pacientes terminais encaram a morte com serenidade

Sara – “Eu penso que crescer com amor faz com que as pessoas dêem mais amor. E você tem que amar para ser amado, você tem que ser bom sem esperar nada em retorno. Você faz isso porque faz parte de você fazer isso.”

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Ralph – “Este tem sido um excelente, excelente passeio”.

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Todas as fotos © Andrew George

Festival premia as barbas e bigodes mais incríveis de 2015

Mais do que um simples charme, barba é estilo e paixão. Não é a toa que centenas de barbados e bigodudos se reuniram, neste início de outubro, na pequena cidade de Leogang, na Áustria. Lá aconteceu o World Beard and Moustache Championship, uma inusitada competição que premia as barbas e bigodes mais criativos e impressionantes de cada ano.

A primeira edição do campeonato aconteceu na Alemanha em 1990 e, desde então, já passou por lugares como o Alasca e a Noruega. Pelo meio, a barba ganhou fama entre os homens, juntamente com o bigode.

Este ano, mais de 300 participantes de 20 países se colocaram à frente das juradas para tentar conquistar a vitória em uma das 18 categorias da premiação, que vai de bigode e cavanhaque a estilização criativa. Dá uma olhada no que rolou por lá:

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Fotos © Jan Hetfleisch

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Fotos © Stefanie Reindl

As fotos por trás das famosas ilustrações de Pin-ups

Pin-up é uma modelo voluptuosa, cujas imagens sensuais produzidas em grande escala exercem um forte atrativo na cultura pop. Também se designa Pin-up o material gráfico sensual, destinado à exibição informal, que constituem-se num tipo leve de erotismo, geralmente era uma ilustração a aquarela baseada em uma fotografia. As mulheres consideradas pin-ups são geralmente modelos e atrizes, mas também se pode encontrar outros tipos de Pin Up’s que são as mais “comportadas”, porém utilizam um pouco do erotismo da pin-up. O termo pin-up vem da história de que as imagens apareciam muito em calendários –  do tipo de pendurar na parede ou porta (em inglês, pin-up).Veja algumas dessas abaixo:

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As famosas Pin-ups, mulheres de curvas voluptuosas das ilustrações em aquarela, eram inspiradas por modelos reais, fotografadas em poses e roupas semelhantes às que iam aparecer no desenho. O burlesco, apresentação teatral que envolvia paródia e, às vezes, strip tease, foi muito popular no início do século 19. As dançarinas começaram a fazer cartões a partir de suas fotografias para atrair a atenção do público.

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O que na época poderia parecer uma produção até vulgar, hoje pode ser considerado um material gráfico sensual de altíssima qualidade, comparado às produções extremamente escrachadas que vemos hoje em dia. Talvez esse seja um dos motivos que as Pin-ups ainda hoje criam tanta veneração e nostalgia, por trazer ao sensual um toque único de pop art e Glamour.

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Série de fotos perturbadora retrata a vida de crianças selvagens

Você já deve ter ouvido alguma história sobre crianças criadas por animais. Muitas vezes, são bebês que se perderam ou foram abandonados pelas famílias desde muito cedo e adotados por animais selvagens. A fotógrafa Julia Fullerton-Batten, de origem inglesa e alemã, sempre teve uma curiosidade extra a respeito desses jovens que foram criados longe da sociedade.
Sua série recente de fotografias intitulada Feral Children (“Crianças Selvagens”, em tradução livre) recria alguns retratos perturbadores de crianças que se criaram em meio à selva. “Algumas das histórias sobre animais selvagens que dão assistência, de uma forma ou de outra, para crianças parecem incríveis para mim“, disse ela ao site Feature Shoot.
Vem conhecer algumas dessas histórias:
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Menina-Lobo, México – Em 1845, uma menina foi vista correndo de quatro com uma matilha de lobos. Um ano mais tarde, ela foi vista com os lobos comendo uma cabra. Ela chegou a ser capturada, mas escapou. Em 1852, foi vista novamente amamentando dois filhotes de lobo, mas correu para a floresta e nunca mais a viram.
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Oxana Malaya, Ucrânia – Viveu com cães durante seis anos e foi encontrada em 1991. Seus pais eram alcoólatras e a haviam esquecido do lado de fora de casa uma noite, quando, com apenas três anos, ela buscou o calor dos cães que viviam no canil da fazenda. Aos oito anos, se comportava de maneira semelhante à de um cachorro e foi levada para terapia intensiva. Hoje, aos 30 anos, ela possui as habilidades de uma criança de cinco e cuida dos animais de uma clínica de terapia, em Odessa, com a ajuda de seus cuidadores.
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Shamdeo, Índia – Descoberto aos quatro anos em uma floresta brincando com lobos, Shamdeo tinha dentes afiados e unhas compridas em formato de gancho. Gostava de caçar galinhas, comer terra e de sangue. Após voltar à sociedade, nunca aprendeu a falar, mas foi capaz de desenvolver uma linguagem de sinais.
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Prava (O Menino Pássaro), Rússia, 2008 – Encontrado aos 7 anos vivendo com sua mãe, porém trancado em um quarto pequeno com dezenas de aves. Embora nunca tenha aprendido a falar, era capaz de gorjear e, quando não é compreendido, balança os braços e as mãos como um pássaro.
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Marina Chapman, Columbia – Sequestrada aos cinco anos, foi deixada pelos sequestradores na selva e viveu com uma família de macacos-prego por mais cinco anos até ser encontrada por caçadores que a venderam para um bordel. Eram os macacos que a alimentavam e a ensinaram a subir em árvores. Ao ser encontrada, ela havia perdido a linguagem completamente. Depois de escapar do bordel, foi viver nas ruas, chegou a ser escravizada e finalmente acabou sendo adotada por uma família. Hoje vive uma vida normal, está casada e tem filhos, além de ter lançado um livro sobre a experiência.
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Madina, Rússia – Viveu com cães até completar três anos. Quando foi encontrada por um assistente social, em 2013, estava nua, andava de quatro e rosnava. Sua mãe era alcoólatra e deixava a filha brincando e comendo o mesmo alimentos que os cães. Hoje, Madina se recupera e pode vir a levar uma vida normal uma vez que tenha aprendido a se comunicar como uma criança de sua idade.
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Genie, Estados Unidos – Seu pai achava que ela era retardada e a deixou confinada durante mais de 10 anos, sentada em um banco em um quarto fechado da casa. Aos 13 anos, foi levada a assistentes sociais, que perceberam que ela não emitia nenhum som e se arranhava frequentemente. Após tratamento, foi capaz de desenvolver uma linguagem e comportamentos sociais limitados.
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The Leopard Boy, Índia – Aos dois anos, foi levado por um leopardo, com quem viveu até os cinco. Quando um caçador matou o animal e encontrou-o, levou o garoto de volta à família. Seu comportamento era semelhante ao de um animal: andava de quatro e soltava grunhidos e rosnados. Depois de algum tempo, aprendeu a falar e a caminhar ereto.
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Sujit Kumar Menino Galinha, Fiji – Seus pais o mantinham trancado em um galinheiro. Aos oito anos, foi encontrado cacarejando e ciscando numa estrada. Após ser levado a um lar de idosos, passou mais de 20 anos amarrado em uma cama devido à sua agressividade. Hoje, com mais de 30 anos, foi resgatado e recebe cuidados de uma senhora.
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Kamala e Amala, Índia – Kamala, com 8, e Amala, com 12 anos, foram encontradas por um padre vivendo na cova de um lobo. Após serem resgatadas, elas dormiam juntas, uivavam e não comiam nada a não ser carne crua. Apesar de não terem interesse em interagir com outros humanos, possuíam uma visão, audição e olfato fora do comum. Amala morreu um ano após ser capturada e Kamala viveu até os 17 anos, quando faleceu de insuficiência renal.
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Ivan Mishukov, Rússia – Após ser abusado por sua família, fugiu de casa aos 4 anos, quando desenvolveu uma relação com uma matilha de cães. Algum tempo depois, chegava a ser considerado como uma espécie de líder da matilha. Como passou apenas dois anos nessa condição, até ser encaminhado a um abrigo para crianças, Ivan hoje vive uma vida normal.
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Marie Angelique Memmie Le Blanc (A Menina Selvagem de Champagne), França – Por 10 anos, ela caminhou milhares de quilômetros sozinha pela selva francesa, onde comeu pássaros, sapos e peixes, folhas, ramos e raízes. Foi capturada aos 19 anos, quando era capaz apenas de emitir gritos e guinchos. Mas, após o período, teve diversos patronos ricos, com quem aprendeu a ler, escrever e falar, tendo vivido uma vida normal até os 63 anos.
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John Ssebunya (O Menino Macaco), Uganda – Após ver o pai assassinar a mãe, aos três anos, John fugiu de casa e foi parar na selva, onde viveu com os macacos durante três anos. Sua dieta consistia principalmente de raízes, nozes, batata doce e mandioca e ele tinha desenvolvido um caso grave de vermes intestinais, com mais de meio metro de comprimento. Depois desse período, sua voz fina permitiu que ele se tornasse cantor no Reino Unido.
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Victor (O Menino Selvagem de Aveyron), França – Encontrado na mata ao sul da França em 1800, ele foi preso, com cerca de 12 anos de idade. Seu corpo era coberto de cicatrizes e ele não sabia falar. Acredita-se que ele tenha passado 7 anos como uma criança selvagem e, mesmo que pudesse saber falar antes disso, nunca retomou a linguagem.