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Um YouTuber chamado KevJumba criou um Segundo canal no YouTube e doou 100% dos lucros que ganhou com propaganda para uma comunidade no Quênia, que usou o dinheiro para construir o primeiro Colégio do local e nomearam o recinto com o nome de KevJumba.

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Você conhece o cofre mais bem guardado do mundo?

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Você tem um cofrinho simples em casa? De porquinho? De garrafa pet lacrada? Onde você costuma guardar seu utilitário de guardar dinheiro?

Algumas pessoas, igrejas, empresas e corporações meio que exageram na hora de criar seus próprios cofres para que o mesmo possa guardar os itens de valor que elas possuem. Alguns deles já foram instalados em lugares que você nem imagina.

Mas o cofre que você vai conhecer é considerado um dos mais bem guardados do mundo. Ele fica em uma antiga mina que chegou a ser utilizada como fazenda de cogumelos.

Conheça mais:

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1 – Os segredos do cofre

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O Iron Mountain fica em Germantown, na cidade de Nova York, nos Estados Unidos. Ele é o maior cofre subterrâneo do mundo e possui suas instalações localizadas em uma mina abandonada. O cofre mais escondido do planeta armazena documentos e registros de clientes de todos os cantos do mundo, incluindo até pessoas famosas como Bill Gates, que são protegidos até de ataques nucleares. Lá, não é qualquer pessoa que pode entrar, a não ser que seja com autorização especial.

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A Iron Mountain foi fundada em 1950, durante a loucura dos líderes políticos com a Guerra Fria. A companhia tem mais de 156 mil organizações em 36 países e conta com mais de mil cofres espalhados pelos cantos do mundo. Ela possui serviços de proteção, gerenciamento de documentos, objetos históricos, armazenamento e tesouros culturais.

Confira o vídeo:

Fotógrafo capta retratos inspiradores dos Sadhus, homens santos do Oriente Médio

O fotógrafo Alexis Pazoumian resolveu dedicar seus cliques aos Sadhus, homens que abandonaram suas vidas sociais para se entregarem a espiritualidade. Mais presentes  em países como Índia e Nepal, eles acabam morando em templos, florestas ou cavernas, e são conhecidos como “homens santos”.Com predominância da religião hindu, o nome sädhu significa “homem bom”, e o termo muitas vezes é utilizado para designar monges andarilhos.

Apaixonado por fotografia desde sua primeira viagem a Petra, na Jordânia, com a câmera analógica de seu pai em mãos, Pazoumian mostra que tem talento através de seu olhar e registros feitos destes homens, com expressão e características marcantes, formando retratos de uma beleza crua e verdadeira.

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Todas as fotos por Alexis Pazoumian.

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O segredo nazista que foi descoberto em uma fazenda brasileira

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Todos estamos familiarizados com as histórias envolvendo a Alemanha nazista e suas barbáries. Isso não é segredo para nenhum de nós, exceto por um único detalhe: E se o nazismo tivesse estabelecido bases até mesmo na América do Sul? Especificando, no Brasil. Especificando mais ainda, em São Paulo? Seria loucura, não é mesmo? Não, não seria. Isso de fato aconteceu. E uma parte do Brasil também fez parte dessa ideologia tão marcante da nossa história.

No fim de 1930, além da Alemanha ser o principal parceiro econômico do Brasil, também haviam fortes laços entre os países, tendo como consequência o compartilhamento de alguns ideais políticos, ideológicos e culturais. Com isso, aqui estava o maior partido nazista fora da Alemanha, com mais de 40 mil adeptos.

Em uma cidade de 5 mil habitantes, no interior de São Paulo, chamada Campina do Monte Alegre, o rancheiro José Ricardo Rosa Maciel, descobriu um segredo que ficou escondido por 70 anos. “Eu cuidava dos porcos numa casa antiga. Um dia, eles quebraram uma parede e escaparam. Notei que os tijolos tinham caído. Foi um choque enorme.” Os tijolos tinham a marca da suástica. A mulher de Ricardo, Senhorinha Barreto da Silva, estudava na Universidade de São Paulo e levou uma das peças para seu professor de história, Dr. Sidney Aguilar Filho.

“Fui até a fazenda, onde encontrei uma quantidade enorme de insígnias com a suástica, não só nos tijolos, mas em fotografias da época, marcas nos animais e bandeiras. Também achei uma história paralela sobre a transferência de 50 meninos de dez anos que foram tirados de um orfanato no Rio de Janeiro e levados para Campina do Monte Alegre em 1933. Nessas duas histórias, estava a presença da ideologia nazista”, afirma o historiador Aguilar Filho.

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Após 8 anos de intensa pesquisa, foi apresentada a tese “Educação, autoritarismo e eugenia: exploração do trabalho e violência à infância desamparada no Brasil (1930-1945)”. A partir das ideologias nazistas, as crianças foram enganadas e tiradas do orfanato Romão de Mattos Duarte, da Irmandade de Misericórdia para servir nas propriedades de Osvaldo Rocha Miranda. O primeiro grupo, com dez, saiu em 1933, depois houve a retirada de mais 20, seguida de outros 20. Elas ficaram sob a custódia de Osvaldo, o homem era dono do famoso Hotel Glória e era membro de uma das famílias mais ricas e influentes de São Paulo. Com outros dois irmãos, Osvaldo era membro da Ação Integralista Brasileira, organização extremista de direita.

“Minha pesquisa se focou em que sociedade era essa, que Brasil era esse?”, afirma Aguilar Filho.  “Era uma cultura extremamente racista e preconceituosa. Na geração seguinte à abolição da escravatura, a estética era extremamente marcada pelo racismo. Com os olhos de hoje, é muito chocante”, explica Aguilar Filho.

 

Aloysio da Silva e Argemiro dos Santos estavam na primeira leva dos garotos levados do orfanato. “Eles relatam um tratamento muito rígido, sujeito a punição física, sem permissão para deixar a fazenda sozinhos ou sem autorização, trabalho intensivo e pouca ou nenhuma remuneração. Aloysio se refere a uma infância roubada e fala de escravidão. Já Argemiro não faz uso da palavra, mas confirma o uso sistemático da palmatória, violência física, chicotadas e punições”, conta Aguilar Filho.

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Ainda vivendo perto do local onde teve a infância roubada, Aloysio, que hoje está com 90 anos, conta que foi enganado e só saiu do orfanato porque Osvaldo prometeu-lhe uma nova vida, regada de tudo que uma criança sonha. “Ele prometeu o mundo. Mas não era nada daquilo. Assim que chegamos, recebemos enxadas e fomos ordenados a tirar o capim e limpar a fazenda. Fiquei preso porque me enganaram. Fui trapaceado”, diz Aloysio. Os meninos eram denominados por números. Aloysio era o 23. Dois cães de guarda mantinham os garotos comportados e impediam uma eventual fuga.

O outro sobrevivente, Argemiro dos Santos, de 89 anos, mora em Foz do Iguaçu. “Na fazenda havia fotografias de Hitler, e o tempo todo você era forçado a saudar com o ‘anauê’, a saudação alemã”, conta ele. O “anauê” era, na verdade, a saudação dos integralistas, gesto idêntico ao “sigheil” da Alemanha nazista.

Para os órfãos, os únicos momentos de alegria eram os jogos de futebol contra times de trabalhadores das fazendas locais, como aquele em que foi tirada a foto onde se vê a bandeira com a suástica. (O futebol tinha papel fundamental na ideologia integralista.) “A gente se reunia para bater bola e a coisa foi crescendo”, diz Santos. “Tínhamos campeonatos, éramos bons de futebol.”

Depois de anos sendo tratado como escravo, Argemiro não aguentou mais. “Tinha um portão (na fazenda) e um dia eu o deixei aberto”, ele conta. “Naquela noite, eu fugi. Ninguém viu”. O garoto voltou ao Rio onde, aos 14 anos de idade, passou a dormir na rua e trabalhar como vendedor de jornais. Em 1942, quando Brasil declarou guerra contra a Alemanha, Santos se alistou na Marinha. Ironicamente, depois de trabalhar para nazistas, Santos passou a lutar contra eles.

Confira o vídeo que conta a história da “fazendo brasileira com práticas nazistas”:

via: Galileu

Abutre-barbudo, a ave que se alimenta de ossos

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O abutre-barbudo (Gypaetus barbatus) é um abutre originário das montanhas da Europa, Ásia e África. Tem plumagem dorsal escura e ventral castanho-clara e a cabeça e o pescoço emplumados. Também é conhecido por abutre-das-montanhas, abutre-dos-cordeiros e quebra-ossos. Ave de grande porte, atinge 12,5 quilos de peso, 1,10 metros de comprimento e 2,75 a 3,08 metros de envergadura.

O abutre-barbudo preenche um nicho ecológico altamente especializado, já que se alimenta quase exclusivamente de ossos (que engole inteiros ou atira ao solo em voo, para comer a medula óssea, uma fonte de proteína não aproveitada por outras espécies necrófagas). Daí não possuir o pescoço sem penas dos demais abutres, que não lhe conferiria qualquer vantagem evolutiva, pois não enfia a cabeça no interior das carcaças. Patrulha áreas montanhosas em busca de ossos de animais mortos em avalanches, como a camurça, ou espreita outras aves necrófagas enquanto estas limpam os cadáveres. A espécie tem uma vasta área de ocorrência e é objeto de uma série de experiências de reintrodução nos Alpes, onde foi exterminada pela caça no século XIX.

O abutre-barbudo  também conhecido como quebra-ossos, é um animal das montanhas. Eles vivem em diferentes picos da Espanha, Tibete, norte da África, Etiópia e oeste da China. E olha a curiosidade: já registraram presença dessa espécie vivendo a 7.300 metros de altura no Evereste, onde devem se aproveitar dos cadáveres dos alpinistas que não conseguiram sobreviver.

Por incrível que pareça, o quebra-ossos tem esse nome por ser a única espécie a se alimentar quase exclusivamente de ossos. Eles aproveitam a medula óssea , fonte enorme de proteína que acaba não sendo aproveitada pelos outros animais. Detalhe: são as únicas aves especializadas nesse tipo de alimento.

Outro fato interessante sobre essa espécie é que possuem pelagem no pescoço, diferente dos outros abutres . Isso se deve ao fato de que, como se alimentam de ossos, não precisam enfiar a cabeça na carcaça. Eta bichinhos espertos!

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