Vulcão indonésio libera uma lava azul brilhante

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O fotógrafo Reuben Wu registrou um vulcão indonésio em erupção, liberando uma lava azul brilhante.Embora pareça PhotoShop, a coloração estranha é apenas o resultado de uma reação química.

 

Para todos os gostos

Vulcões vêm em uma variedade de sabores destrutivos.Por exemplo, um vulcão escudo como o Kilauea libera lava lentamente durante longos períodos de tempo. Já um estratovulcão montanhoso como o Monte Fuji permanece em silêncio por muitas centenas de anos antes de desencadear sua fúria cataclísmica. E os vulcões em Io, uma das luas de Júpiter, produzem colunas de erupção espetaculares que atingem alturas de 500 quilômetros.

Em todos esses casos, no entanto, a lava produzida tende a ser de uma cor vermelha-alaranjada.

O complexo vulcânico indonésio que atende pelo nome de Kawah Ijen quebra esta tendência: quando entra em erupção, sua lava queima em um azul iridescente.

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Kawah Ijen

Kawah Ijen é uma coleção de estratovulcões em Java, contendo uma grande caldeira com aproximadamente 22 quilômetros de diâmetro. O pico mais alto pertence ao vulcão Gunung Merapi, nome que se traduz como “montanha de fogo”.

Conforme documentado por Wu, o Kawah Ijen não possui uma lava fisicamente diferente do tipo que emerge da maioria dos estratovulcões: é bastante viscosa, de movimento lento e com temperatura de cerca de 600 a 900° C.

Inclusive, ela é em si vermelha, não azul. A cor que vemos é causada por substâncias presentes na caldeira reagindo com o calor da erupção.

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Enxofre + 600° C = lava azul

Uma erupção de lava libera uma grande quantidade de energia térmica, como você pode imaginar. Esta emissão de radiação térmica é que dá a ela sua tonalidade vermelha.

No caso do Kawah Ijen, no entanto, a lava queima uma outra coisa: bolsões de enxofre, que vomitam das fendas vulcânicas junto com a rocha derretida.

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Quando os elementos queimam, produzem cores diferentes. Por exemplo, potássio na chama de um bico de Bunsen queima em uma cor lilás. Já a queima de cálcio produz uma chama vermelho-amarelada, e a de cobre uma chama azul-esverdeada. O enxofre, quando inflamado (pelo calor escaldante da lava, neste caso), queima em azul.

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Tóxico

Observar a cor da erupção em Kawah Ijen pode dizer muito sobre o complexo vulcânico. Uma coloração vermelha indica que uma baixa quantidade de energia está sendo liberada; tons de verde são representativos de reações moderadamente energéticas. Chamas azuis são indicativas de energias mais altas.

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Se você decidir visitar a Indonésia para verificar as exibições coloridas dos seus vulcões – de enxofre líquido vermelho escuro, enxofre inflamado azul brilhante e das paredes de enxofre frio amarelo -, tenha em mente que a substância é pungente e seus gases são incrivelmente prejudiciais para o sistema respiratório. É melhor levar uma máscara de gás junto com sua câmera fotográfica. [IFLS]

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DECORAÇÃO

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Ter uma casa ou um paratemen casa da designer de interiores e fotógrafa Ana Teresa Bello e Amy, sua fiel gatinha. As duas compartilham o apartamento que você vê abaixo há 4 anos.Vale a pena entrar (as fotos são dos fotógrafos André Nazeth e Juliana Rocha, do RioEtc):

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Foto © Juliana Rocha

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Foto © André Nazareth

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Foto © Juliana Rocha

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Foto © Juliana Rocha

Novas fotos incríveis de Plutão mostram seu céu azul e água congelada

Atmosfera azul de Plutão

A sonda New Horizons da NASA continua a nos enviar belas e reveladoras imagens sobre Plutão e sua família de luas.Recentemente, ela nos deslumbrou com as primeiras imagens coloridas de Plutão, revelando sua superfície escamosa (abaixo). Esta semana, descobrimos a cor da atmosfera do planeta-anão: azul!

 

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“Quem teria esperado um céu azul no Cinturão de Kuiper? É lindo”, disse Alan Stern, investigador principal da New Horizons do Instituto de Pesquisa do Sudoeste em Boulder, Colorado, nos EUA.

Céu azul

Enquanto as partículas reais que compõem tal atmosfera provavelmente não são azuis (os cientistas pensam que são vermelhas ou cinzas), essa cor pode indicar muito sobre elas. Com base nesta tonalidade, os pesquisadores podem determinar seu tamanho e composição.

“Um céu azul muitas vezes resulta da dispersão da luz solar em partículas muito pequenas”, disse Carly Howett, também do Instituto de Pesquisa do Sudoeste. “Na Terra, essas partículas são moléculas muito pequenas de nitrogênio. Em Plutão, parecem ser maiores, mas ainda relativamente pequenas, partículas de fuligem que chamamos de tolinas”.

Detectadas pela primeira vez na atmosfera superior da lua Titã de Saturno, os pesquisadores creem que as tolinas são produzidas pela luz solar ultravioleta quando esta atinge compostos orgânicos atmosféricos.

Essencialmente uma “gosma orgânica complexa”, tolinas vêm em uma variedade de cores, dependendo de quais moléculas estão presentes e a quantidade de radiação que recebem. Experimentos de laboratório mostraram que o nitrogênio e metano – ambos presentes na atmosfera de Plutão – podem resultar em tolinas vermelhas. Isso pode explicar o material vermelho da superfície de Plutão e sua maior lua Caronte.

Tolinas

As tolinas são uma revelação importante.

Essas partículas poderiam ter implicações para a vida em outros mundos. Cientistas já produziram os blocos básicos da vida (aminoácidos) em experimentos usando tolinas.

Elas também podem fornecer informações valiosas sobre a idade da superfície de um planeta, e sua composição. Por exemplo, você tem um mundo onde tolinas se formam regularmente, quaisquer regiões carentes dessas partículas seriam ou muito jovens ou submetidas a processos de remoção, como chuva.

Água congelada

A New Horizons também nos deu outra surpresa esta semana: água congelada na superfície de Plutão.

Água congelada na superfície de Plutão

Embora não haja grandes áreas de gelo exposto, existem muitas regiões pequenas. A equipe de pesquisa quer aprofundar essa descoberta, mas, no momento, os cientistas acreditam que as regiões podem ser mais extensas do que parecem.

A análise espectral sugere que a localização dos depósitos de água congelada correlaciona-se com as áreas vermelhas brilhantes nas imagens coloridas recebidas recentemente.

Isto é inesperado e pode indicar uma relação entre as áreas congeladas e as tolinas, que ainda não compreendemos. “Estou surpresa que esta água congelada seja tão vermelha”, diz Silvia Protopapa, membro da equipe científica da New Horizons, da Universidade de Maryland, nos EUA. “Nós ainda não entendemos a relação entre a água congelada e as tolinas na superfície de Plutão”. [IFLS]

Fotógrafa revela a aparência do corpo humano depois dos 100 anos

 

Quando você pensa em beleza humana, quais as primeiras coisas que surgem na sua mente? Um corpo jovem, bem desenhado, uma pele lisa, um cabelo brilhante, provavelmente alguém atravessando a fase dos 20 anos. A fotógrafa Anastasia Pottinger quis provar que, mesmo depois de um século de vida, a beleza está em todos nós.

O ensaio, intitulado “Centenarians” (“Centenários”, em português), começou de forma surpreendente – uma mulher de 101 anos de idade pediu a Pottinger para ser fotografada nua. Colocou uma única condição – que não fosse possível ser identificada através da fotografia.

Dessa imagem, a fotógrafa partiu para uma série intensa, captada em preto e branco, e que parece preservar as marcas de uma vida longa. A passagem do tempo, a experiência, mas também a sabedoria, a postura paciente que os mais velhos adquirem e, claro, a ideia de mortalidade, estão também presentes.

A fotógrafa garante que as reações às fotografias têm sido muito positivas, com “os espectadores visivelmente comovidos com o que o que vêem“.”Eles se perguntam ‘é assim que eu vou ficar?’ ou se lembram de um ente querido – mas a resposta parece ser universalmente emocional”, conclui.

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Todas as fotos © Anastasia Pottinger

Raça de Cavalo Cigano

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Embora só recentemente tenha sido aceito como uma raça oficial, o cavalo Cigano, é uma das mais antigas raça reconhecidas na Irlanda. Muitos acreditam que este cavalo surgiu pela primeira vez no ano 600 A.C. Os Cavalos Ciganos são conhecidos em todo mundo com nomes diferentes como: Cavalo Cob Irlandês, Cigano Vanner, Irish Tinker, entre outros.

Os ciganos (ou viajante como eles preferem ser chamados) sempre foram conhecidos e respeitados por sua relação com os cavalos. Eles os criam de forma muito seletiva, mas não mantém registros por escrito, a linhagem é passada de geração para geração verbalmente. A qualidade e a linhagem de seus cavalos geralmente determina a riqueza e status do viajante, cuja existência dependia desses animais que se tornaram uma parte de sua família.

A raça de cavalo Cigano foi criado para atender as necessidades do viajante de um cavalo resistente para puxar carroças o dia todo e calmo para poder ser manuseado por crianças. Por centenas de anos, esses cavalos viajaram por toda a Irlanda , Grã-Bretanha e a Europa.

Acredita-se que para o desenvolvimento da raça Cigano foram utilizados cavalos da raça Shire, Clydesdale, Dales e Galloway.

A característica mais marcante do cavalo Cob é sua pelagem longa, macia e sedosa na parte inferior das pernas. Ele tem orelhas pequenas, olhos redondos, e, uma cabeça alongada bem torneadas.

Em média, um cavalo Cigano mede entre 152-155 centímetros de altura, o que lhe permite transportar cargas pesadas.

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Série intensa capta expressões cruas de pessoas que passam por quimioterapia

 

O fotógrafo californiano Robert Houser iniciou em 2011 um projeto de retratos intitulado Facing Chemo (“Enfrentando a Quimio”, em português), protagonizado por pessoas que passam pelo tratamento da quimioterapia.  A série conta hoje com imagens de mais de 35 pessoas e é intensa como a fotografia deve ser.

Através da arte, o fotógrafo comunica suas questões relacionadas à saúde. Ele criou, assim, a ONG Facing Light Foundation, onde usa a fotografia para narrar histórias de pessoas que enfrentam o desafio da doença e do processo do tratamento, a fim de levar uma perspectiva mais humana para a comunidade médica e galerias através de exposições itinerantes. Robert declara: “Eu quero educar, mover e inspirar. Quero que as pessoas sintam… tenham empatia. O câncer atinge muitos de nós”.

O fotógrafo contou que o projeto começou quando estava fotografando uma mulher e notou que ela tinha uma cicatriz. Ele questionou sobre a marca e ela contou que ia iniciar o processo de quimioterapia e perder todo seu cabelo. Robert perguntou se poderia fotografá-la durante o processo e ela se recusou. Anos depois, ela o procurou dizendo que mudou a ideia e assim começou a série.

Vem conhecê-la:

Robert lançou outra exposição dentro deste projeto sobre o tema chamada Facing Chemo Before & After (Enfrentando a Quimio Antes & Depois), que retrata pacientes durante e depois do processo de quimioterapia.

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Todas as fotos © Robert Houser

Para saber mais sobre os projetos, siga este link.

Jovem de 16 anos usa folhas caídas para criar obras de arte e provar que não precisamos cortar árvores para pintar

 

Quem passa por uma folha de árvore caída no chão durante o outono geralmente vê apenas o ciclo da natureza se cumprindo. Mas, para a jovem artista polonesa Joanna Wirażka, de apenas 16 anos, cada folha caída é uma tela em branco para suas pinturas.

A ideia surgiu durante uma véspera de Ano Novo, quando Joana pintou sua primeira folha, inspirada pelas cores dos fogos de artifício no céu. Todo o processo começa quando ela recolhe algumas folhas caídas em um parque próximo a sua casa. Depois, ela deixa as folhas dentro de um livro para a secagem e, quando estão secas, as pinta com tinta preta. Só depois desses passos, a pintura realmente tem início.

E o método escolhido por ela tem muito a dizer sobre sua arte: “Queria mostrar que não precisamos cortar árvores para ter papel para desenhar ou pintar“, conta. Quer provas? Veja as imagens abaixo:

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Todas as fotos © Joanna Wirażka

Hoje, seu trabalho pode ser conferido diretamente através do Instagram, onde a jovem artista já conta com mais de 30 mil seguidores.