A amizade entre uma menina que nasceu com um só braço e sua cadelinha de 3 patas

Não raro os pets são o primeiro laço de amizade de muitas crianças. Com eles os pequenos brincam, dormem e dividem a vida. Por isso, quando a australiana Brooke Hodgson, 21, viu na internet o anúncio de adoção de Snowy, uma Boston Terrier de aproximadamente um ano que tem apenas três pernas, ela não pensou duas vezes ao solicitar a adoção. Isso porque sua filha Ella, também de um ano de idade, nasceu com um só braço. A cadelinha seria a companhia perfeita. E ela acertou em cheio!

Eu sabia que ela seria perfeita para Ella – ambas têm a mesma idade, então poderiam ter toda uma amizade pela frente. Eu apenas sei que Snowy vai dar a ela toda a confiança que precisa enquanto crescer“, afirmou a mãe ao DailyMail.

Apesar do pouco tempo que estão juntas, as duas já são inseparáveis, até mesmo na hora de ir dormir. Mesmo tendo nascido sem o membro, Ella é uma garotinha saudável e curiosa, que está adorando a companhia. Veja algumas fotos dessa bela amizade:

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Todas as fotos via The Escapades of Ella and Snowy

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IMAGEM DO DIA

Gato-vermelho-de-Bornéu

O gato-vermelho-de-bornéu (Catopuma badia) é uma espécie de felino que habita a Reserva Florestal de Dermakot, na Malásia. Tudo o que se sabe dessa espécie foi conhecido com base em apenas 12 espécimes capturados, por serem extremamente esquivos. Essa espécie foi descoberta em 1855 e, até 2010, só conseguiram capturar 12 gatos-vermelhos-de-bornéu. Com o sangue de um espécime capturado em 1992 foi notado que essa espécie é bem rara, sem subespécie nenhuma conhecida. É especulado que haja bastante desses gatos, mas ele é considerado em perigo crítico de extinção pelo simples fato de que ninguém mais consegue avistar um.

Raros, indescritíveis, e ameaçados pela perda de habitat, o Gato-vermelho-de-Bornéu é uma das espécies menos estudadas do mundo dos gatos selvagens. Exemplares do gato foram coletados nos séculos 19 e 20, mas um gato vivo não foi nem sequer fotografado até 1998. Agora, investigadores em Sabah, no Bornéu malaio, conseguiram capturar o primeiro filme do animal. Com duração de sete segundos, o vídeo (veja abaixo) mostra claramente o gato de cor marrom-avermelhada em seu habitat natural.

Durante três anos, o Programa Global Canopy tem procurado os gatos selvagens de Bornéu com câmeras escondidas. Entre outras espécies, incluem o leopardo nublado Sunda, o gato marmoreado e o gato de cabeça chata. Mas o Gato-vermelho-de-Bornéu é a única espécie inteiramente de Bornéu. Assim como a gravação do primeiro vídeo do gato, as primeiras fotos do animal também foram tiradas em Sabah.

Devido à perda de habitat e ao desmatamento, em função da expansão das plantações de óleo de palma na região, o Gato-vermelho-de-Bornéu está listado como ameaçado pela Lista Vermelha da IUCN, e sua população está em declínio. Se as taxas de desmatamento continuarem como é esperado, os pesquisadores estimam que a população já pequena de gatos vai cair mais 20% na próxima década.

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O Gato-vermelho-de-Bornéu não está sozinho em seu sofrimento. Quatro das cinco espécies de gatos selvagens de Bornéu são classificados pela IUCN como ameaçados de extinção devido ao desmatamento contínuo.

“Nenhum outro lugar tem uma percentagem maior de gatos selvagens ameaçados”, explica Jim Sanderson, um especialista em gatos pequenos do mundo. Salientando que 80% dos gatos de Bornéu estão em risco de extinção, Sanderson acrescenta que “não existe um destes gatos selvagens que constituam uma ameaça direta para os seres humanos”.Tão pouco é conhecido sobre o Gato-vermelho-de-Bornéu que até mesmo a sua dieta permanece um grande mistério.

Gato-vermelho-de-Bornéu considerado extinto foi fotografado

Um grupo de cientistas fotografou, pela primeira vez desde 2003, alguns exemplares do gato-vermelho-de Bornéu (Catopuma badia), um felino endémico classificado com espécie ameaçada de extinçãonas florestas tropicais da ilha de Bornéu, foi hoje anunciado. O gato-vermelho-de-Bornéu é muito parecido com o gato selvagem, embora maior. Tem cauda comprida e a pelagem pode ser cinzenta ou avermelhada.

As fotografias foram tiradas nas montanhas a norte do estado de Sarawak, no Bornéu, por investigadores ao serviço do departamento florestal. As últimas imagens tinham sido capturadas no Santuário de Vida Selvagem de Lanjak Entimau, no sul de Sarawak, em 2003, e desde então foi declarado extinto.

Em declarações ao jornal The Telegraph, Wilhemina Cluny afirmou que o gato-vermelho-de-Bornéu é um animal muito reservado, pelo que as fotografias tiradas em 2009 e 2010 (mas só agora publicadas) representam uma grande descoberta. “Sinto-me encorajado. Quando vimos estas fotografias perguntámo-nos até que ponto este tipo de habitat pode suster vida selvagem, mesmo quando se tratam de espécies raras e importantes como esta”, contou.

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via

38-especies-de-felinos

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 Rápido, quantos tipo de felino você conhece? Leão…gato…tigre…leopardo…capivara(?). Ok, não muitos. E provavelmente, antes de ler o título, nem sabia que existiam 38 espécies de felinos. “Nossa, mas pra que eu quero saber 38 espécies de felinos?” Pensa com a cabeça cara. Imagina no próximo jogo de “stop” que você jogar! Você pode ganhar colocando só nomes de felinos em tudo! Até nas cores! Até no Minha Sogra é (nunca vi sentido nesse tópico do stop além de dar pontos de graça pra todo mundo, já que é só colocar qualquer adjetivo ali)! Bom, conheça os 38 tipos de felinos que existem. Óbvio que existem mais, se você sentir falta de algum, deixe nos comentários.




Gato andino (Leopardus jacobita).Este pequeno gato das montanhas é semelhante, em termos de habitat e aparência, ao leopardo-das-neves, versão miniatura,é um nativo da América do Sul. Eles estão nos Andes: o centro e sul do Peru, norte da Bolívia, e em todo o Chile e Argentina. Mas, ao contrário do grande, há muito poucos esforços de financiamento pela conservação deste animal. Existem menos de 2.500 espécimes no mundo.

Alimentação

Alimenta-se de roedores de pequeno e médio tamanho abrothrix gênero, Chinchilla, lagidium, Ctenomys e PhyLotis, entre outros, em adição à água, aves terrestres, ovos e répteis.

Comportamento 

Ele exibe um comportamento calmo e, aparentemente, não se sente perturbado pela presença humana, como observadores tolerar proximidade sem mostrar maior medo. Reage de forma agressiva contra a raposa cinzenta, eriçado polêmica, provavelmente porque é um concorrente trófica.

Habitat 

O mais freqüentemente presentes em áreas de vegetação alta ou não de espessura e nas planícies e áreas rochosas. Ele documentou a partir de 3000-5000 metros, talvez mais altas acima da linha das árvores, embora haja avistamentos abaixo de 2.000 metros acima do nível do mar, na província de Mendoza, Argentina. Nessa província Argentina notou a presença da espécie em Villavicencio Reserva Particular ea proposta de anexar como novo ambiente Paramillos reserva Uspallata ser área muito provável presença de gato andino entre 2500 e 3000 é considerado valioso m.
Embora ele vive sozinho nas montanhas, os vales habitados por seres humanos agem como barreiras, fragmentando a população, o que significa que mesmo níveis baixos de caça furtiva pode ser devastador. Muitas vezes, é assassinado no Chile e na Bolívia por causa de superstições.

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Gato-marmorado
Este gato é nativo do sul e sudeste da Ásia. É do tamanho de um gato doméstico e vive em árvores, onde caça pássaros, esquilos e répteis. É considerado uma versão em miniatura do leopardo nebuloso. Existem menos de 10 mil espécimes no mundo.

Rusty Spotted Cat
Medindo apenas 20-30 centímetros de comprimento, o Rusty Spotted Cat é o menor gato selvagem do mundo e vive Na Índia e Sri Lanka. Não sabemos quase nada sobre esse felino, apenas que está listado como vulnerável, porque muito do seu habitat foit transformado em terras para cultivo.

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Gato-da-selva

O gato-da-selva (Felis chaus), também chamado de lince-do-pântano, muito embora não relacionado com linces, é um pequeno gato com uma cauda bastante curta. Conta com cerca de 70 cm de comprimento e mais 30 cm de cauda. Dependente nas subespécies a coloração da pele é cinza-amarelada à marron-avermelhado. Enquanto listras verticais são visíveis na pelagem dos gatinhos, essas listras desaparecem nos gatos adultos. Devido as pontas das orelhas e as longas patas estes gatos lembram um pequeno lince (portanto o nome “Lince do pântano”).

Distribuição

Estes gatos estão distribuídos sobre o Egito, Oeste da Ásia, Índia, Sri Lanka e Sudeste da Ásia. Eles habitam vários habitats, por exemplo savanas, floresta tropical seca e as plantações ao longo dos rios e lagos, mas, ele não é encontrado em selvas. Em algumas áreas o Gato-da-selva vem junto aos vilarejos e pode viver em casas abandonadas. Os Gatos da selva vivem em altitudes acima de 2500 m, mas, é mais comum nas terras baixas. O Gato-da-selva caça durante o dia por roedores, rãs e pássaros. Aqueles gatos que vivem próximo da água são hábeis para nadar e mergulhar em busca de peixes. Esta espécie pode ser hibridizada com o gato doméstico, produzindo uma raça doméstica chamada Chausie. Durante a estação de acasalamento, os machos “ladram”, soando como um grande cão. Em cativeiro, os machos têm sido observados ser muito protetores de sua prole, mais que as fêmeas de sua própria espécie, ou machos de outras espécies.
Esta espécie é freqüentemente valorizada por não estar em perigo e tem por tanto sido ignorada como uma espécie rara. De fato, em anos recentes um quadro mais esclarecido mostrou esta espécie pode bem estar entre a mais rara dos pequenos gatos na Ásia, e definitivamente a mais rara por que não existe proteção dentro da maior parte da corrente distribuição. As espécies supostamente raras estão no território marginal africano. É também supostamente mais raro através do Oriente Médio, onde sua abundante caçada e envenenamento (os recentes recordes só da Jordânia é de envenenamento de animais) e é provavelmente que esta espécie é escassa na maioria das partes do Oriente Médio. As espécies são supostamente comum no Cáucaso, embora seja abundantemente caçado por sua pele.

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Gato-Dourado-Africano


Leopardus Jacobita


Gato-Bravo-Dourado-Da-Ásia


Gato-Vermelho-de-Bornéu


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Lince do Canadá


Lince do deserto


Leão da montanha chinês


Guepardo ou Chita


Leopardo Nebuloso


Gato doméstico



Lince Euroasiático


Gato Pescador


Gato-de-cabeça-chata


Gato do mato grande


Lince Ibérico


Gato de Iriomote


Jaguar


Gato Mourisco


Gato da selva


Gato Chileno


Gato-leopardo


Leopardo


Leão


Gato-marmorado


Gato-Maracajá


Leão da montanha


Jaguatirica


Gato-do-Mato


Gato-de-Pallas


Gato-do-pantanal


Gato-ferrugem-pintado


Gato-do-deserto


Serval


Leopardo-das-neves


Pantera-nebulosa-de-Bornéu


Tigre


Gato-bravo


 

Frísio (cavalo)

Frísio (ou frisão), também chamado de friesian, é uma raça de cavalos de cor negra originária da Frísia. É um animal de temperamento dócil e fisicamente bastante robusto. É criado principalmente na Frísia, litoral norte dos Países Baixos, de onde se origina seu nome.

É difícil datar a origem do cavalo frísio com precisão. É certo que o cavalo era famoso na Idade Média pois é achado em trabalhos de arte daquele período. No século XVII foi usado para levar carga debaixo de sela. Devido ao seu esplêndido trote, o frísio foi também usado posteriormente para trabalhos leves. Isto, infelizmente, limitou seu uso em agricultura e conduziu a seu declínio do número de animais no início do século XX. Ele quase foi levado à extinção durante a Segunda Guerra Mundial pois era muito utilizado para puxar os canhões, tendo restado apenas cinco garanhões e algumas éguas após a guerra. Uma procriação sistemática restabeleceu a qualidade da raça e seus números são crescentes atualmente.

Mede entre 1,65 m e 1,75 m na cernelha. Destaca-se por ser um excelente animal de tiro, embora também seja utilizado como animal de sela. É um animal fácil de ser mantido do ponto de vista econômico, e é muito dócil.

O cavalo frísio é o único nativo dos Países Baixos que conseguiu sobreviver à passagem do tempo. As suas origens remontam a séculos atrás. Sendo uma das mais antigas raças na Europa, esteve à beira da extinção várias vezes ao longo do último século. Graças à devoção de um grupo de entusiastas, sobreviveu até o presente, gozando, hoje, de grande popularidade em todo o mundo.

A sua origem se deu por volta do ano 500 a.C., quando o povo frísio se estabeleceu ao longo do mar do Norte trazendo os seus cavalos, descendentes diretos de Equus robustus. No ano 800, o mar do Norte era denominado mar Frísio, local onde se desenvolveu a raça.

Em cerca de 150, historiadores romanos mencionaram a presença da cavalaria frísia na Britânia, na fronteira entre a Escócia e a Inglaterra. A cavalaria era formada por soldados montando garanhões frísios.

O escritor inglês Anthony Dent remete também para o aparecimento de tropas independentes frísias em Carlisle, no século IV, igualmente formada por ginetes no lombo de cavalos Friesians. Ele também menciona a influência do cavalo Friesian na raiz do Shire e também nos póneis Fell.Há inúmeras ilustrações de frísios que participem em torneios e justas na Idade Média.

Durante as Cruzadas e até o fim da guerra dos oitenta anos, foi introduzido sangue de cavalos árabes. Ao longo do século XVII, os frísios compartilhavam pistas com cavalos de origem espanhola em várias escolas onde se pratica a Alta Escola de Equitação.

No fim do século XIX, devido ao declínio da Europa feudal, a presença do cavalo frísio ficou reduzida à província da Frísia, onde se celebravam corridas de trote de frísios atrelados a carruagens. Essas corridas logo se tornaram uma festa popular que ocorriam ao longo de toda a província. Em 1823, rei Guilherme dos Países Baixos entregou um “chicote de ouro” ao vencedor de uma grande corrida de trotadores.

Em 1° de maio de 1879, numa pequena aldeia chamada Roodahuizum, foi formado o Registro Genealógico de cavalo frísio, o FPS, e assim, dar o primeiro passo para a salvação da raça. Tal foi o desastre que em 1913 foram apenas três garanhões em serviço, abrangendo: Prins 109, Alva e 113 Friso 117. Foi quando uma centena de agricultores, preocupada com a situação agonizante da raça, juntou-se para criar uma parceria para a preservação do frísio. A eles, se deve a salvação da raça. O luxuoso cavalo passou a se tornar um cavalo de trabalho nas fazendas, algo lógico se se pretende competir com os pesados Bovenlander.

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O autor de uma das fotos mais famosas de todos os tempos capta olhares como ninguém

 

A alma tem um intérprete, muitas vezes. … muitas vezes inconsciente, mas ainda um intérprete verdadeiro, são os olhos”, escreveu Charlotte Brontë no século XIX. A frase é hoje usada pelo fotógrafo Steve McCurry para abrir o post em seu blog em que reúne algumas de suas fotos cujo protagonista é o olhar.

A mais famosa delas deve estar em algum canto da sua memória: a garota paquistanesa dos olhos verdes, que estampou a capa da National Geographic em junho de 1985 – se você não se lembra dela, dá uma olhada:

Foto de Steve McCurry

Embora seja essa, talvez, a mais famosa foto de McCurry e uma das mais conhecidas fotografias do mundo, não foi só nela que o fotógrafo provou sua intimidade com olhares. Se neles são refletidas realidades e sentimentos, tudo isso pode ser capturado pelas lentes de Steve McCurry, como prova a série intitulada “Eloquence of the Eye” (“Eloquência do olhar”, em português).

De suas viagens ao redor do mundo, o fotografo registrou os mais diversos universos, que se deixaram transparecer em olhos verdes, azuis e castanho, em olhos semi-escondidos, em olhos pintados, em olhos vívídos e em olhos cansados. Da Etiópia à Itália, da Índia à França, cada olhar carrega consigo um futuro e um passado, habilmente capturados em filme. Veja alguns dos retratos:

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Foto de Steve McCurry

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Foto de Steve McCurry

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Todas as fotos © Steve McCurry