Indiano “volta da morte” e acorda momentos antes de autópsia

indiano morto acorda em autopsia

Um indiano sem-teto que havia sido declarado morto acordou em uma mesa de autópsia, chocando funcionários do hospital que estavam prestes a começar um exame post-mortem. O relato vem das autoridades do país, que informaram a agência de notícias AFP na última terça-feira, dia 13. A polícia de Mumbai disse que encontrou o homem, que não foi nomeado, inconsciente e sofrendo de infecções múltiplas no domingo de manhã e levou-o para o hospital local.

Um médico do Hospital Geral Municipal de Lokmanya Tilak declarou o homem como morto e enviou o corpo para autópsia, contou à AFP Ashok Dudhe, vice-comissário da polícia de Mumbai. “Quando a autópsia estava prestes a começar, o homem acordou, provocando caos, e em seguida os médicos correram para o quarto. Então, eles arrancaram a certidão de óbito [das mãos] da minha equipe e a rasgaram”, disse Dudhe.

 

O diretor do hospital, Suleman Merchant, disse que a polícia foi parcialmente responsável pelo erro ao pedir aos médicos que examinassem o homem ainda na estrada, fora do hospital. Isso porque a força policial estava ocupada com medidas de segurança para a visita do Primeiro-Ministro Narendra Modi.

“Eles forçaram meu médico a examinar o paciente na beira da estrada porque queriam correr de volta para a missão da segurança do primeiro-ministro”, disse Merchant. “Se a polícia tivesse permitido que a minha equipe o levasse para dentro, eles poderiam ter feito um trabalho melhor”.

O homem está sendo tratado no hospital por desnutrição grave, suspeita de alcoolismo e abuso de drogas. “Ele está delirando e ainda estamos tentando estabilizá-lo. Vamos torcer para que os danos do seu passado possam ser combatidos”, afirmou o diretor.

Segundo Dudhe, responsabilizar a polícia pela confusão é “ridículo” e o hospital estaria “tentando encobrir sua negligência”. Ele ainda garante que a polícia já finalizou um inquérito interno sobre o incidente e um relatório foi enviado ao escritório do comissário.

Frequentemente, a polícia de Mumbai precisa lidar com cadáveres de indigentes e relatos da mídia têm sugerido que os necrotérios estão ficando sem espaço para armazenar os corpos. [Medical Xpress]

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Série de fotos retrata as expressões dos excluídos da sociedade

 

Dependentes de drogas, sem-teto ou pobres. Em muitos casos, as três coisas de uma só vez. O fotógrafo Lee Jeffries mergulhou na vida do bairro de Overtown, em Miami, Estados Unidos, para descobrir as histórias e registrar as expressões de todos os que, não tendo perdido a humanidade, parecem esquecidos por ela.

“Ela é um ser humano, ela se preocupa com as outras pessoas. Ela é muito mais do que os rótulos”. Jeffries se refere a Margo Stevens, uma das mulheres fotografadas no projeto. Estrela pornô da década de 90, Margo foi também acompanhante de luxo e stripper. Fez bom dinheiro, mas hoje vive numa pequena garagem abandonada, que se esforça por dividir com cinco mulheres. Quase todas são viciadas e cada uma delas vive do dinheiro que ganha como profissional do sexo.

“Ela foi explorada toda a sua vida, mas, ainda assim, ela continua incrivelmente humana”, diz o fotógrafo, para quem registrar histórias como as de Margo se tornou bem mais do que um emprego.

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Margo (à direita) com uma das mulheres (algumas são quase meninas) com quem vive na garagem e que trocam o corpo por dinheiro, a maioria para alimentar o vício.

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Lee Jeffries tomou como sua a missão de revelar a face humana do vício, da pobreza e da falta de um teto onde se lavar, comer, dormir. Os rostos que encontrou estarão infinitamente marcados pelas linhas profundas que a vida deixou. Os retratos, feitos em preto e branco, captando cada expressão, cada ruga, a textura da pele ou a força do olhar, colocam estas pessoas, não raras vezes marginalizadas, num novo lugar, de respeito, de exaltação da individualidade, da beleza e da dignidade de cada um.

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Na foto, Smoke. Ao longo de anos conturbados, ele foi baleado por três vezes, uma delas no rosto.

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John, sem-teto, é muitas vezes visto em Lincoln, South Beach, fazendo flores de folhas de palmeira para turistas.

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O fotógrafo diz ter ficado marcado pelo projeto e por histórias de abuso por parte da indústria do sexo, como a de Margo. No entanto, histórias como essas se multiplicam nas ruas. Nas fotos acima, mais um exemplo de pobreza extrema, Latoria.

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Um leilão de imagens como a de cima, em Paris, rendeu 20 mil euros para uma instituição de caridade e apoio a sem-tetos.

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Ainda que não solucione a maioria dos problemas, Jeffries usa a iniciativa como forma de mostrar que existem pequenas coisas que todos podemos fazer.

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Cowboy é mais um dos nomes que circula e dorme no piso irregular das ruas de Overtown.

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Rotuladas de “crack whores” (Prostitutas do crack), mulheres como Margo chegam a vender o corpo por 10 dólares, o suficiente para alimentar o vício por mais um tempo. São mal-tratadas pelos homens e têm consciência das suas escolhas. O fotógrafo, mais uma vez acerca de Margo: “ela opta por não se ajudar a si mesma e, talvez, o aperto de sua dependência é tal que ela nem pode [se ajudar]. Ela entende o que ela está fazendo, a vida que está vivendo. Ela entende as escolhas que faz, ela simplesmente não consegue ver uma saída”.

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Como em todas as outras situações da vida, as crianças são influenciadas pelo ambiente em que vivem os pais, mesmo que por vezes nem os conheçam.

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Britanny

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Trish é prostituta e na foto acima é retratada sem a peruca que usa habitualmente, quando assume o alter-ego Snow.

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Acima Snow. Ou Trish.

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Lee Jeffries tem outros trabalhos sobre o tema, que podem ser vistos na página pessoal que mantém no Facebook. 

Todas as fotos © Lee Jeffries

Código de Hamurabi

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Código de Hamurabi, representa o conjunto de leis escritas, sendo um dos exemplos mais bem preservados desse tipo de texto oriundo da Mesopotâmia. Acredita-se que foi escrito pelo rei Hamurábi, aproximadamente em 1700 a.C.. Foi encontrado por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia correspondente a cidade de Susa, atual Irã.

É um monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica, com 282 leis em 3600 linhas. A numeração vai até 282, mas a cláusula 13 foi excluída por superstições da época. A peça tem 2,25 m de altura, 1,50 metro de circunferência na parte superior e 1,90 na base.

A sociedade era dividida em três classes, que também pesavam na aplicação do código:

  • Awilum: Homens livres, proprietários de terras, que não dependiam do palácio e do templo;
  • Muskênum: Camada intermediária, funcionários públicos, que tinham certas regalias no uso de terras.
  • Wardum: Escravos, que podiam ser comprados e vendidos até que conseguissem comprar sua liberdade.

Pontos principais do código de Hamurabi:

  • lei de talião (olho por olho, dente por dente)
  • falso testemunho
  • roubo e receptação
  • estupro
  • família
  • escravos
  • ajuda de fugitivos

Exemplo de uma disposição contida no código:

Art. 25 § 227 – “Se um construtor edificou uma casa para um Awilum, mas não reforçou seu trabalho, e a casa que construiu caiu e causou a morte do dono da casa, esse construtor será morto”.

O objetivo deste código era homogeneizar o reino juridicamente e garantir uma cultura comum. No seu epílogo, Hamurabi afirma que elaborou o conjunto de leis “para que o forte não prejudique o mais fraco, a fim de proteger as viúvas e os órfãos” e “para resolver todas as disputas e sanar quaisquer ofensas”.

Durante as diferentes invasões da Babilônia, o código foi deslocado para a cidade de Susa (no Irã atual) por volta de 1200 a.C.. Foi nessa cidade que ele foi descoberto, em dezembro de 1901, pela expedição dirigida por Jacques de Morgan. O abade Jean-Vincent Scheil traduziu a totalidade do código após o retorno a Paris, onde hoje ele pode ser admirado no Museu do Louvre, na sala 3 do Departamento de Antiguidades Orientais.

Durante o governo de Hamurabi, no primeiro império babilônico, organizou-se um dos mais conhecido sistema de leis escritas da antiguidade: O Código de Hamurábi. Outros códigos, (Código de Ur-Nammu), haviam surgido entre os sumérios que viveram entre 4.000 anos a.C. a 1900 a.C. na Mesopotâmia. No entanto, o Código de Hamurabi foi o que chegou até nós de forma mais completa – os sumérios viviam em pequenas comunidades autônomas, o que dificultou o conhecimento desses registros.

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Hamurábi, ou “Khammu-rabi” em babilônico, foi o sexto rei da Suméria (região do atual Iraque) por volta de 1750a.C. e também ele quem uniu os semitas e sumérios fundando o império babilônico.

O Código de Hamurábi ficava inicialmente no templo de Sippar (uma das cidades mais antigas da Mesopotâmia), sendo que diversas cópias suas foram distribuídas pelo reino de Hamurábi. No topo do monolito (monumento construído a partir de um só bloco de rocha) encontra-se uma representação de Hamurábi em frente ao deus sumeriano do sol Shamash.

Seu código trata de temas cotidianos e abrange matérias de ordem, civil, penal e administrativa como, por exemplo, o direito da mulher de escolher outro marido caso o seu seja feito prisioneiro de guerra e não tenha como prover a casa, ou a obrigação do homem de prover o sustento dos filhos mesmo que se separe de sua mulher..

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Importância

Durante o período de hegemonia do império babilônico sobre a Mesopotâmia (1800-1500 a.C.)Hamurabi foi responsável por uma das mais importantes contribuições culturais daquele povo: a compilação de um código de leis escrito quando ainda prevalecia a tradição oral, ou seja, em época em que as leis eram transmitidas oralmente de geração em geração ou de forma consuetudinária – costumeira.

Do código de Hamurabi foram traduzidos 281 artigos a respeito de relações de trabalho, família, propriedade e escravidão. Embora repouse sobre a tradição anterior do direito sumério, o código é conhecido por ser o primeiro corpo de leis de que se tem notícia fundamentado no princípio da lei de talião, que estabelece a equivalência da punição em relação ao crime. O termo talião é originado do latim e significa tal ou igual, daí a expressão “olho por olho, dente por dente”. Também inspira o código o princípio jurídico judicium dei, ou o ordálio, que indica a possibilidade de um julgamento divino. Um exemplo desse princípio está no artigo dois do código: “Se alguém acusar um homem e o acusado mergulhar em um rio e afundar, quem o acusa pode tomar posse de sua casa. Mas se o rio provar que o acusado é inocente e ele escapar ileso, então quem o acusa será executado, e o acusado tomará sua casa”.

O código é muitas vezes indicado como o primeiro exemplo do conceito legal de que algumas leis são tão básicas que mesmo um rei não pode modificá-las. Ao escrever as leis na pedra, elas se tornaram imutáveis. Este conceito existe em vários sistemas jurídicos modernos e deu origem à expressão em língua inglesa written in stone (escrito na pedra). No entanto, para alguns investigadores da história, o fato de gravar escritos em pedras não implica propriamente a perpetuação da mensagem e sim na facilidade oferecida pelo autor aos menos letrados de reproduzirem esses textos fiel e rapidamente. No caso da estela de Hamurabi em questão, viajantes de outras regiões, quando em passagem por Susa, tinham a oportunidade de obter cópias para serem lidas por escribas em suas aldeias e para isso normalmente utilizavam o processo similar ao de xilogravura, transcrevendo diretamente da estela para o papel ou papiro, que com o passar do tempo e o uso, por se tratar de material perecível, se perderam, permanecendo apenas essas matrizes de pedra para contar a origem das leis.

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Outras coleções de leis incluem os códigos de Ur Nammu, rei de Ur (cerca de 2050 a.C.), o código de Eshnunna (cerca de 1930 a.C.) e o código de Lipit-Ishtar de Isin (cerca 1870 a.C.).

É um dos mais antigos conjuntos de leis escritas já encontrados, e um dos exemplos mais bem preservados deste tipo de documento da antiga Mesopotâmia. Segundo os cálculos, estima-se que tenha sido elaborado pelo rei Hamurabi por volta de 1700 a.C.. Foi encontrado por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia correspondente a cidade de Susa, atual Irã.

É um monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica, com 282 leis em 3600 linhas. A numeração vai até 282, mas a cláusula 13 foi excluída por superstições da época. A peça tem 2,25 m de altura, 1,50 metro de circunferência na parte superior e 1,90 na base.

Diferenças da Torah

Algumas partes da Torah abordam aspectos mais apurados de algumas seções do código de Hamurabi que tem a ver com o direito de propriedade, e devido a isso alguns especialistas sugerem que os hebreus tenham derivado sua lei deste. No entanto, segundo a Torah, desde a época de Noé, já existiam sete preceitos (Sheva Mitzvót bnei Noach) que são transmitidos oralmente de uma geração a outra,e que posteriormente foram escritas na Torah, que por sua vez prega 613 preceitos apenas para os judeus, enquanto que os outros povos continuaram obrigados a cumprir aqueles sete preceitos. Portanto era de se esperar que alguém possa ter escrito algo que já existia de forma oral.via

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Família com 4 filhos vende sua casa e posses pra passar a vida viajando pelo mundo

Normalmente, costumamos colocar um bocado de obstáculos no nosso próprio caminho, o que acaba adiando os planos e sonhos. Muitas pessoas fazem isso quando pensar em viajar e mudar de país, mas a família Kortman prova que é possível levar uma vida nômade, mesmo com todas as responsabilidades e cuidados que os filhos possam trazer.

Ao todo, eles são seis pessoas sem endereço fixo: o casal Paul e Becky Kortman, e os pequenos Alia, Josia, Mathias e Zander. Em meados de 2014, eles venderam todos os seus pertences para embarcar pelo mundo num novo estilo de vida, seguindo sem rumo muito certo. Os caminhos já os levaram a Filipinas, Tailândia, África do Sul e Portugal.

Ambos trabalham como uma espécie de missionários religiosos, embora não usem o termo. A ideia central de viajar era poder não só exercer seu ofício pelos quatro cantos do mundo, como também dar uma nova perspectiva para os filhos. As aventuras são compartilhadas no site  “Home Along The Way“, e ainda no Nomad Together, onde ajudam outras famílias que querem seguir seus passos nômades.

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Todas as fotos © Família Kortman

7 restaurantes pelo mundo em que a comida e a vista vão disputar a sua atenção

Melhor do que sentar-se à mesa de um restaurante e saborear uma boa refeição é poder fazer isso acompanhado de uma vista encantadora. Afinal, com paladar e olhos bem tratados, corpo e alma ficam bem.Confira alguns restaurantes pelo mundo em que pratos e vistas competem de igual para igual!

1. Ithaa Undersea Restaurant (Maldivas)

Saborear os pratos da cozinha contemporânea europeia ou apreciar peixes (bem vivos!), tubarões e os corais nas Maldivas? No Ithaa Undersea Restaurant, é possível fazer os dois, já que o pequeno restaurante, com capacidade para 20 pessoas, fica a cinco metros da superfície e traz uma vista panorâmica do oceano.

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Foto © The Points Guy

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Foto © Ithaa Undersea Restaurant

2. Ristorante Grotta Palazzese (Polignano a Mare, Itália)

Se a gastronomia tem séculos de tradição, o bom gosto acompanha a história. Desde o século XVIII, os nobres de Polignano a Mare, na região da Puglia, curtiam belos banquetes em um espaço esculpido em um rochedo. Como uma charmosa caverna, o ambiente abriga hoje o Ristorante Grotta Palazzese, que além de oferecer a típica e deliciosa culinária italiana, dá a você a oportunidade de curtir o mar de camarote!

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Fotos © Ristorante Grotta Palazzese

3. Asiate (Nova York, EUA)

Ah, Nova York! Se ver a cidade a partir das ruas já é uma experiência incrível, imagine vê-la de cima? Mas para isso você não precisa se aglomerar entre os turistas no Empire State ou no Rockefeller. Para quem quer apreciar uma das vistas mais incríveis da Big Apple, o Asiate é a pedida. E de quebra você ainda saboreia o melhor da culinária contemporânea americana.

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Foto © Asiate

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Foto © Falando de Viagem

4. Le Jules Verne (Paris, França)

Se a Torre Eiffel é um dos pontos turísticos mais bonitos do mundo, a vista em seu topo não é diferente. E é justamente por isso que o Le Jules Verne, um restaurante que oferece pratos da culinária francesa, é tão famoso. Ao chegar à torre, pegue um dos elevadores e você será levado para curtir uma das vistas mais incríveis de Paris – acompanhado de um bom vinho e de uma culinária incrível!

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Fotos © Le Jules Verne

5. El Farallón (Cabo San Lucas, México)

Com uma vista dessas, você nem vai querer saber da comida – mas se quiser, a dica do chef é provar as ostras. Especializado em frutos do mar, o El Farallón, localizado no The Resort at Predegral, tem um deck com vista para o mar e promete arrancar suspiros!

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Fotos © El Farallón

6. Beyond Ngorongoro Crater Lodge (Ngorongoro, Tanzânia)

O Beyond Ngorongoro Crater Lodge não é bem um restaurante aberto ao público, mas um hotel que disponibiliza sacadas incríveis em que os hóspedes podem almoçar ou jantar. Dá uma olhada nessa vista:

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Foto © Beyond Ngorongoro Crater Lodge

7. Labassin Waterfalls (San Pablo City, Filipinas)

Em mesinhas de bambu, o almoço no Labassin Waterfalls é servido com um elemento especial: uma cachoeira que ganha os pés dos clientes e garante uma vibe relaxante ao local. Já pensou?

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Fotos © Labassin Waterfalls