FOTO DO DIA

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Veja o que o tempo Ă© capaz de fazer com gĂȘmeos idĂȘnticos

GĂȘmeos idĂȘnticos podem atĂ© parecer a mesma pessoa quando sĂŁo jovens, mas as personalidades e os rumos escolhidos na vida os transformam em indivĂ­duos completamente diferentes. AlĂ©m disso, segundo o filĂłsofo chinĂȘs ConfĂșcio, Ă© a partir dos 50 anos que as pessoas começam a compreender melhor seus destinos.

Com essas duas ideias em mente, o fotĂłgrafo Gao Rongguo, nascido na provĂ­ncia chinesa de Shandong, reuniu alguns gĂȘmeos idĂȘnticos com mais de 50 anos que cresceram na regiĂŁo, para o emocionante projeto intitulado “Identical Twins”.

Cada um dos gĂȘmeos foi fotografado frente a frente, de perfil, deixando claras as diferenças que o tempo traçou em cada um deles, apesar da semelhança fĂ­sica. A personalidade, as escolhas, as experiĂȘncias e os sentimentos mostram-se mais fortes que a genĂ©tica e se, no começo da vida, ambos carregavam o mesmo rosto e viviam na mesma famĂ­lia, hoje Ă© Ăłbvio afirmar que sĂŁo pessoas totalmente diferentes.

Veja as imagens:

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

E às vezes o tempo pode ser duro: 

GĂȘmeos idĂȘnticos e o tempo

Todas as fotos © Gao Rongguo

A ETNIA AFRICANA QUE USA AS FACHADAS DE SUAS CASAS COMO TELA PARA PINTURAS COLORIDAS

A África é um continente cheio de curiosidades e costumes interessantes, estampados por todos os lados. Um deles vem do grupo étnico Ndebeles, da África do Sul e Zimbåbue, que tem o costume de pintar, ou melhor, estampar suas casas com muitas cores e formas marcantes.

Pouco se sabe sobre as casas, mas aparentemente tiveram origem na tribo nguni, composta por quase dois terços da população negra da África do Sul. Após uma troca e mistura de culturas, as casas passaram a ser pintadas como resultado destas relaçÔes. Acredita-se que após uma terrível derrota numa guerra contra colonos de língua holandesa, chamados de Boers, pouco antes do início do século XX, o povo oprimido passou então a utilizar as pinturas como simbologia de identificação entre eles, comunicando-se secretamente uns com os outros através da arte.

O costume da padronagem nas fachadas nĂŁo foi identificado pelos inimigos, sendo interpretados apenas como algo decorativo, e assim deu-se continuidade ao que marcou uma Ă©poca de desentendimentos e conflitos. A resistĂȘncia foi entĂŁo marcada por estes murais coloridos e de estilo Ășnico, sempre pintados por mulheres, tornando-se uma tradição passada de geração em geração pelas matriarcas da famĂ­lia. Sendo assim, o visual da casa indica que ali vive uma boa esposa e mĂŁe, responsĂĄvel pela pintura das portas exteriores, paredes frontais, laterais e interiores tambĂ©m.

Antes da dĂ©cada de 1940, utilizavam apenas pigmentos naturais, pintados Ă s vezes com os dedos nas paredes de barro, que eram posteriormente enxurrados pelas chuvas de verĂŁo. ApĂłs o perĂ­odo, introduziram entĂŁo os pigmentos acrĂ­licos e os desenhos tĂȘm evoluĂ­do cada vez mais, atĂ© por conta da influĂȘncia externa. No entanto, ainda Ă© possĂ­vel encontrar as pinturas mais tradicionais em ĂĄreas remotas, como na provĂ­ncia de Nebo, com as cores predominantes desde seu surgimento: fortes linhas pretas, marrom, vermelho, vermelho escuro, amarelo-ouro, verde, azul e, ocasionalmente, o rosa. Outras aldeias Ndebele para se visitar sĂŁo Mapoch e Mpumalanga.

DĂĄ uma olhada nas fotos:

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https://i1.wp.com/lh3.ggpht.com/-gHRpwdByQQo/VA_2Mlt196I/AAAAAAAA7JM/gBYjsTnIK3Y/ndebele-house-painting-13%25255B2%25255D.jpg

https://i0.wp.com/www.iwebstreet.com/wp-content/uploads/2014/09/924.jpg

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Fotos: Wikimedia, Habitatio000, African America, LILY FR, Skyscrapercity, Craft and Art World, Pixel Chrome, Study Blue, Nick Pellegrino, Valerie Hukalo, ClaudeVoyage

Mais leituras sobre povos africanos vocĂȘ encontra na barra lateral direita 😀

Primeiro foto-jornalista do JapĂŁo, ainda tira fotos com a idade de 101, revela seu segredo

Tsuneko Sasamoto Ă© um dos primeira mulher foto-jornalistas do JapĂŁo. Nascido em 1 de setembro de 1914, ela tambĂ©m Ă© um dos fotĂłgrafos mais antigos do paĂ­s, e apesar de quebrar a mĂŁo dela e as duas pernas no ano passado, ainda estĂĄ tirando fotos. Sasamoto estĂĄ em reabilitação enquanto fotografa flores para um projeto intitulado “Hana Akari”, ou “Brilho da flor,” um tributo aos amigos que jĂĄ passaram.
Sasamoto tornou-se uma fotĂłgrafa profissional aos 25 anos e ganhou atenção para suas fotos de prĂ© e pĂłs-guerra de JapĂŁo. Zaikeinews relata que curiosidade inata do MS. Sasamoto sempre levou ela para trabalhar. “Muito assustada mas curioso, nĂŁo me agrada, mas quer vĂȘ–lo. Sinto-me compelido a enfrentar o mundo e as pessoas saberem o que eu vejo, sĂł quero ter as fotos tiradas
 “disse Sasamoto.
“É essencial para manter-se positivo sobre sua vida e nunca desistir,” diz Tsuneko
first-woman-photographer-japan-tsuneko-sasamoto-9
Image credits: 90thsite
 
“VocĂȘ nunca se tornar preguiçoso”

 

Image credits: 90thsite
“VocĂȘ precisa se esforçar e fique ciente, entĂŁo vocĂȘ pode mover para a frente”
Image credits: 90thsite
CĂșpula em Hiroshima apĂłs a explosĂŁo, 1953
Image credits: Tsuneko Sasamoto
Escola de gueixa, 1951
Image credits: Tsuneko Sasamoto
Tokutomi Soho, 1957
Image credits: Tsuneko Sasamoto
AntĂĄrtica navio soja, 1956
Image credits: Tsuneko Sasamoto
PolĂ­tico Inejiro Asanuma, 1955
Image credits: Tsuneko Sasamoto
Ela também é uma mulher muito elegante.
Image credits: Satoko Kawasaki

Primeiro foto-jornalista do JapĂŁo, ainda tira fotos com a idade de 101, revela seu segredo

Tsuneko Sasamoto Ă© um dos primeira mulher foto-jornalistas do JapĂŁo. Nascido em 1 de setembro de 1914, ela tambĂ©m Ă© um dos fotĂłgrafos mais antigos do paĂ­s, e apesar de quebrar a mĂŁo dela e as duas pernas no ano passado, ainda estĂĄ tirando fotos. Sasamoto estĂĄ em reabilitação enquanto fotografa flores para um projeto intitulado “Hana Akari”, ou “Brilho da flor,” um tributo aos amigos que jĂĄ passaram.

Sasamoto tornou-se uma fotĂłgrafa profissional aos 25 anos e ganhou atenção para suas fotos de prĂ© e pĂłs-guerra de JapĂŁo. Zaikeinews relata que curiosidade inata do MS. Sasamoto sempre levou ela para trabalhar. “Muito assustada mas curioso, nĂŁo me agrada, mas quer vĂȘ–lo. Sinto-me compelido a enfrentar o mundo e as pessoas saberem o que eu vejo, sĂł quero ter as fotos tiradas
 “disse Sasamoto.

“É essencial para manter-se positivo sobre sua vida e nunca desistir,” diz Tsuneko

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Image credits: 90thsite
 
“VocĂȘ nunca se tornar preguiçoso”

 

Image credits: 90thsite

“VocĂȘ precisa se esforçar e fique ciente, entĂŁo vocĂȘ pode mover para a frente”

Image credits: 90thsite

CĂșpula em Hiroshima apĂłs a explosĂŁo, 1953

Image credits: Tsuneko Sasamoto

Escola de gueixa, 1951

Image credits: Tsuneko Sasamoto

Tokutomi Soho, 1957

Image credits: Tsuneko Sasamoto

AntĂĄrtica navio soja, 1956

Image credits: Tsuneko Sasamoto

PolĂ­tico Inejiro Asanuma, 1955

Image credits: Tsuneko Sasamoto

Ela também é uma mulher muito elegante.

Image credits: Satoko Kawasaki

Pouco antes do 100Âș aniversĂĄrio do Sasamoto, ela deu uma entrevista Ă  NHK World: