Conheça a brasileira que já recebeu em casa mais de 100 pessoas de 31 países

 

A curitibana Bruna Castro, 27, é o tipo de pessoa que adora uma novidade, principalmente quando isso envolve conhecer gente. Foi há cerca de 5 anos, quando ela começou a hospedar pessoas por serviços como o AirBnB e o Couchsurfing, que se deu conta que a felicidade é compartilhada.

Desde então, Bruna já hospedou mais de 100 pessoas de 31 países diferentes e teve a chance de conhecer de perto culturas de todo o mundo. Mas não é estranha a ideia de abrir a porta da sua casa para desconhecidos? “Sempre me perguntam por primeiro ‘já aconteceu algo ruim?’ Nunca alguém chegou e perguntou ‘qual foi a melhor coisa que te aconteceu?’ E te garanto que tenho 100 histórias legais para 1 mais ou menos“, afirmou.

Entre dramas e comédias, Bruna se lembra da vez em que uma senhora argentina, terapeuta de shiatsu, a ajudou a tomar uma decisão importante após a leitura do I Ching, o livro mais antigo do mundo. “Ela resolveu ‘jogar’ o I Ching para mim e me ajudou demais. Até hoje mantemos muito contato e eu a considero como uma guia da minha vida“, conta. Entre risos, ela também recorda quando um russo e um alemão, que estavam hospedados em sua casa, decidiram fazer um jejum de sete dias para desintoxicar. “Depois, começaram a suar, a ter febre e eu realmente fiquei com medo que eles morressem. Eles ficaram uns 5 dias deitados. E mesmo assim, foi legal.”

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Fotos © Arquivo Pessoal

Para Bruna, hospedar viajantes é ter a chance de conhecer pessoas que jamais conheceria de outra forma, além de poder estar em contato com outras culturas e aprender. “Aprendizado é a palavra, em todos os sentidos. Nem sempre o hóspede tem tudo a ver com você, mas alguma coisa vai te ensinar“, explica. O contato diário com tanta gente diferente teve impactos positivos em sua vida, da música que escuta até a rotina.

Bruna tem levado tão a sério o estilo de vida do compartilhamento, que tem como premissa a experiência e não a posse – saiba mais sobre a economia compartilhada aqui, que transformou sua nova casa, a Casa Samambaia, em um espaço colaborativo multifuncional, que serve como lar, restaurante e escritório de coworking. Os hóspedes? Eles adoram!

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Fotos © Ricardo Perini

Numa ação ainda mais impressionante, Bruna Castro chegou a fazer cópias de sua chave de casa e colocá-las em um cartão de visitas, quando esteve em São Francisco, EUA, num evento do site AirBnb. “Ter a cópia da chave da casa de alguém é sinal de confiança, respeito e amizade, e eu queria transmitir isso para as pessoas que eu encontrasse no caminho. Além disso, era uma maneira de dizer ‘você será muito bem-vindo no Brasil’”.

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Cadáver não é enterrado para participar de sua última festa de aniversário

Foto: Reuters

O padrão, muitas vezes, está longe de ser adotado pelas pessoas para a resolução de problemas. Que o diga a família do criminoso porto-riquenho Jomar Collazo.

No último domingo (18), ele foi assassinado por conta de sua relação com o tráfico de drogas. O crime aconteceu poucos dias antes de seu aniversário de 23 anos, o que causou grande movimentação na família.Inconformados de não poderem comemorar os 23 anos de Jomar, os familiares resolveram que adiariam o enterro e comemorariam com a aniversariante, mesmo ele estando morto. E então começou uma festa macabra.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

A família se reuniu normalmente na casa da mãe de Jomar e fez as festividades acontecerem como é praxe. O diferente, no entanto, era a presença do morto. Ele ficou a festa toda no meio dos presentes.Ao invés de enterrar Jomar, sua família pagou para que o cadáver ficasse em bom estado, com maquiagens bem feitas. Depois disso, o vestiu com uma de suas roupas preferidas em vida e deixou ali, sentado à mesa.

Mais do que isso, Jomar “interagiu” com a família. Sua mãe o beijava a todo o momento e outros familiares se sentaram em torno dele para “jogar dominó”. O aniversariante não ficou fora da bagunça e ganhou suas peças, que eram comandadas por um primo.

Foto: Reuters

À agência Reuters, os familiares falaram que, apesar de estranho, o fato estava sendo encarado normalmente. Para eles, foi a chance de se despedir de maneira menos melancólica de uma pessoa querida que eles nunca mais irão ver.

Você consegue distinguir animais tristes num zoológico de animais mortos num museu?

 

Há mais de 25 anos, o fotógrafo Andrea Alessio registra animais em zoológicos, mostrando toda a solidão e monotonia a que eles são submetidos. Mas com seu novo livro, “Un_natural Bestiary”, ele não apenas nos mostra esses animais, como junta fotos de animais mortos, expostos no Museu de História Natural de NY, e nos confunde, questionando sobre a real diferença entre os bichos do zoo (apenas meio vivos) e os do museu (realmente mortos).

“Os olhos de um animal quando olha um homem são atenciosos e cuidadosos. Mesmo um animal pode muito bem olhar para outras espécies da mesma maneira. Ele não reserva um olhar especial para o homem. Mas nenhuma outra espécie, exceto o homem, irá reconhecer o olhar do animal como familiar”.

Essa é a citação de John Berger que abre o livro de Alessio, e parece que iremos ver apenas animais enjaulados, mas quanto mais se avança no livro, mais temos que apurar o olhar para tentar diferenciá-los dos animais que foram taxidermizados. Embarque nessa jornada e tente descobrir quais animais são os do zoológico e os do museu.

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Todas as fotos © Andrea Alessio

Largo do Campo Grande Salvador Bahia

O Largo do Campo Grande, também conhecido como Praça Dois de Julho, é uma praça em Salvador. Surgido no início do século XIX, sofreu uma série de transformações urbanas no decorrer da sua história. Constitui-se em um dinâmico centro cultural, nomeadamente devido à presença de instituições como o Teatro Castro Alves (TCA) e o Teatro Vila Velha, de importantes colégios e de associações como a “Casa d’Itália” na sua área.

Com árvores centenárias, situa-se após o “Corredor da Vitória” (parte da Avenida Sete de Setembro, que atravessa o bairro da Vitória), o Vale do Canela e o Canela, centralizando boa parte dos acessos que conduzem à “Cidade” – como é chamado o antigo centro de ruas comerciais.

História

A sua origem está relacionada, no contexto da transferência da corte portuguesa para o Brasil, com a passagem da Família Real Portuguesa a Salvador (1808). Diferentemente de bairros mais antigos, neste, as casas foram construídas distantes dos lotes vizinhos e das vias públicas.

A praça do Campo Grande, primitivamente denominada como Campo de São Pedro, viria a ser palco de aguerridos combates durante os eventos que precederam as lutas pela Independência da Bahia, já em 1821, dada a vizinhança com o forte de São Pedro, praça disputada pelas vertentes em conflito no seio das tropas: brasileiros e portugueses.

Cortada ao meio por um profundo vale, foi somente ao final do século XIX, no governo republicano de Rodrigues Lima, que a praça foi ricamente ornamentada e recebeu a configuração que hoje ostenta, com monumentos grandiosos encomendados na França, evocando os heróis das lutas pela Independência da Bahia.

No início da década de 1980 o Campo Grande viu-se novamente transformado em palco de batalhas campais, desta feita entre os estudantes, contestando o aumento das passagens de ônibus, ocasião em que foram reprimidos pelas tropas da Polícia Militar, enviadas pelo então governador Antônio Carlos Magalhães (1981). Desde então, tem sido palco das grandes manifestações populares e reivindicatórias – como a gigantesca passeata do “Fora Collor”, dez anos depois.

Monumento ao Caboclo

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No centro do largo está o Monumento ao Caboclo, também chamado de Monumento ao Dois de Julho. É uma homenagem à Independência da Bahia, à figura de “O Caboclo”, mas também incluindo alegorias em referência ao Rio São Francisco, à Cachoeira de Paulo Afonso e ao Rio Paraguaçu. Foi inaugurado em 1895.O monumento aos heróis das batalhas da Independência da Bahia, ao centro da praça.

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E a  VIVIMETALIUN esteve no largo para conhecer e clicar algumas fotos por lá.

O lago que você ver a cima tem muitos peixinhos

Fotos:Vivimetaliun

Adorável Animal cerâmica feito pelo artista polonês “Clay Opera”

Estas cerâmica artesanal não é  adorável? Baseado em Varsóvia, Polónia artista Marta Turowska cria essas tigelas caprichosas e placas que caracterizam nossos favoritos animais como gatos, ouriços e baleias. Seus trabalhos são todos feitos completamente à mão sobre uma roda de oleiro e então pequenas características dos animais são pintadas em.
“Estou apaixonado por argila, esmaltes e tintas”, ela afirma. “Cada caneca, salter ou chapeador saindo da minha oficina tem sua própria história, inspiração diferente. Cada um dos meus itens tem o seu carácter individual que eu quero compartilhar com seus futuros proprietários. No início do século XX, o escritor Nadezhda Mandelstam anunciou o início de uma era de coisas feias. Eu gostaria de trazer que a beleza em coisas cotidianas, sabão pratos, tigelas de açúcar manteiga agita.”
 

Cat bowl

Wolf bowl

Hedgehog bowl

Fox Bowl

Vlad the bat

Mouse bowl

Turtle bowl

Rabbit bowl

Wolf plate

Owl bowl

Frog bowl

Bear plate

Unicorn bowl

Você pode encontrar todas essas curvas e mais no Etsy