FOTO DO DIA

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Avanços genéticos transformam os porcos em doadores perfeitos de órgãos para humanos

edicao de genes porcos doadores orgaos

Uma vantagem da proximidade genética entre porcos e humanos é que os suínos têm o potencial de serem bons doadores de órgãos. Mas, como tudo na ciência, não é uma mera questão de tirar um coração de um porco e colocar em uma pessoa.

Algumas complicações se põem no caminho de transplantes bem-sucedidos. A boa notícia, no entanto, é que os cientistas fizeram grandes avanços para ultrapassá-las.

Os progressos

Um dos maiores problemas é a possibilidade de retrovírus endógenos suínos (chamados PERVs) serem reativados dentro do humano receptor do órgão.

Agora, graças ao recente trabalho de George Church e seu laboratório na Universidade de Harvard, nos EUA, essa não é mais uma preocupação.

O grupo foi capaz de usar técnicas de edição de genes para inativar 62 PERVs em embriões de suínos. Os resultados foram publicados na revista Nature.

Outra grande preocupação é a rejeição de órgãos doados pelo sistema imunológico humano. Church já enfrentou essa dificuldade também, modificando mais de 20 genes que fabricam as proteínas que irritam as células do nosso sistema imunológico.

Microporcos

Pesquisadores na China também tiveram alguns sucessos recentes na edição de genomas suínos. Eles foram capazes de combinar a técnica de edição genética com a transferência nuclear de células somáticas (o método utilizado para corrigir mutações na criação de embriões multiparentais) sem quaisquer efeitos indesejáveis.

Talvez a notícia mais impressionante dos geneticistas chineses tem sido a sua criação de “microporcos coloridos” para servir como animal de estimação. Sim, é isso mesmo que você leu: porcos em miniatura, devido à inativação de uma cópia de seu gene receptor de hormônio de crescimento, que podem ser encomendados em cores diferentes.

Micro pigs first day of spring

Retrovírus

Retrovírus não são estranhos a maioria das formas multicelulares de vida. Aliás, eles coevoluíram com muitos de seus anfitriões, orquestrando vários rearranjos genéticos que levaram a inovações e adaptações fisiológicas importantes, como, por exemplo, placentas.

Genomas de primatas estão repletos de elementos que se acreditam serem derivados dos retrovirais. Estes elementos, denominados de “Alu”, compõem algo próximo a 11% do genoma total dos primatas.

Foi mostrado recentemente que os porcos dedicam aproximadamente a mesma percentagem do seu genoma a um elemento que é quase o mesmo que o Alu, estrutural e funcionalmente falando, o que sugere uma relação muito mais estreita entre seres humanos e suínos do que pensávamos.

Por exemplo, demonstrou-se há algum tempo que existem receptores humanos para PERVs suínos. No entanto, se PERVs podem ser geneticamente inativados, então não temos que nos preocupar com fazer vacinas contra eles, algo certamente importante.

O próximo passo de Church e sua empresa eGenesis é começar a implantar embriões de suínos com genes editados em porcas mães, o mais breve possível. [Phys]

Tribo das Margens do Rio Omo “Homens de Kibish” na Etiópia

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Às margens do Rio Omo, na Etiópia, vivem algumas comunidades tradicionais, entre elas os Bodi (Me’en), Daasanach, Kara, Kwegu, Mursi e Nyangatom. Estes povos somam cerca de 200 mil pessoas e ganharam visibilidade em todo o mundo, através do trabalho do fotógrafo alemão Hans Sylvester. Interessado em suas pinturas e posturas corporais, Sylvester acompanhou-as por seis anos, retratando alguns dos muitos aspectos artístico-culturais de algumas delas. Seu trabalho foi publicado no livro “Natural Fashion – Tribal Decoration from Africa” (Editora Thames & Hudson). Voltado à princípio para o mundo da moda, hoje se transformou em importante instrumento ativista. A pintura corporal dos Povos do Rio Omo, desenvolveu-se pela disponibilidade de cores oferecidas pelas condições geológicas do local onde vivem: o vale Rift, região vulcânica de onde extraem variada quantidade de pigmentos naturais. As pinturas são combinadas com arranjos de frutas, flores, cascos, folhas e galhos, o que as tornam ainda mais belas e peculiares.

 

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Nesta região africana habitam ainda algumas tribos cujo modo de vida se assemelha à pré-história: Dassanesh, Mursi, Hamar, Karo, Bume e Beshadar. No vale do Rift, onde se encontra a grande fenda africana que separa geograficamente os negros dos árabes, é uma região vulcânica que fornece uma grande diversidade de pigmentos com uma grande variação de cores. 
 
Com estes pigmentos, alguns raros, as tribos do rio Omo praticam a sua arte. Para a cultura Ocidental, estes seres são verdadeiros génios da pintura, pois os seus traços lembram muito a arte contemporânea de Picasso, Miró, Paul Klee e Tapies. Estas pessoas pintam o seu corpo à velocidade de um “action paint” de Jackson Pollock
 
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Em poucos minutos, com uma rapidez impressionante, decoram o peito, seios, pernas e pés. Não usam pincéis, apenas uma habilidade fantástica com a ponta dos dedos. Trata-se de uma arte ancestral praticada por todos da tribo: idosos, adultos, jovens e crianças. A aprendizagem ocorre apenas com a simples observação.Este povo integra-se perfeitamente na natureza, fazendo parte dela e sendo como ela. A arte deste povo é praticada por ele mesmo. Não há explicação nem teorias. Por isso, é arte no mais alto grau de pureza. Cada indivíduo é motivado apenas pelo desejo. O desejo de ser belo, de seduzir e de exteriorizar o prazer.
 

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Mas, o progresso precisa de energia elétrica. Há um projeto de construção de uma barragem no rio Omo para uma central hidrelétrica que vai gerar energia para Adis Abeba, capital da Etiópia.Infelizmente, o governo daquele país não está nada preocupado com as possíveis consequências nefastas desta barragem para estas tribos.O rio terá uma redução para um quinto do seu tamanho e irá acabar com as planícies alagadas que são essenciais para  agricultura tribal destes habitantes.Esta cultura pura, intacta, deve estar, infelizmente, com os dias contados. Um povo milenar pode-se tornar miserável em questão de dias. 
 
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No futuro talvez tenhamos apenas fotografias deste povo fascinante e da sua riqueza artística, para podermos mostrar às gerações vindouras.A nova geração da Etiópia terá imensa energia elétrica para poder apreciar toda esta beleza num computador.Esperemos que os governantes deste país, ainda muito longe do desenvolvimento, tenha a capacidade para se aperceber que a cultura e as tradições de um povo fazem parte do bem-estar de toda uma nação que se quer desenvolvida e próspera.

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O Rio Omo nasce nos planaltos do Shewa, na região central da Etiópia e deságua ao sul, no famoso Lago Turkana, na fronteira com o Quênia (você já assistiu o filme “O Jardineiro Fiel”?). Às suas margens foram encontrados fósseis dos “Homens de Kibish”, ancestrais humanos datados em 195 mil anos, ou seja, os fósseis de Homo sapiens mais antigos conhecidos até o presente momento. O Rio inunda anualmente e quando recua deixa o solo fértil, proporcionando condições ideais para o cultivo de sorgo, milho, feijão e outras culturas praticadas pelos povos que ali vivem. O Vale Inferior do Omo é considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, enquanto o Parque Nacional do Rio Omo é a maior Unidade de Conservação da Etiópia. É no Baixo Vale do Omo que encontramos uma das poucas matas fluviais inalteradas da região semiárida africana, que abriga enorme biodiversidade.

Tamanha importância arqueológica, cultural, ecológica não foram suficientes para barrar a prática do “desenvolvimento a qualquer custo”. Em 2006, o governo iniciou as obras da barragem hidrelétrica Gibe III. As consequências são catastróficas: o Omo ficará reduzido a um quinto, trazendo impactos socioambientais irreversíveis.

Na construção da Gibe III, que deve gerar energia para a capital etíope, estão envolvidos o governo local, o Banco Africano de Desenvolvimento, uma empresa italiana, um banco chinês, entre outros empreendedores. Mas será que vale a pena destruir culturas milenares e diversos ecossistemas em troca de energia elétrica?

 

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Todas as fotos: © Hans Silvester

15 frutas e legumes que você não imaginava que nasciam dessa forma

Todos nós temos uma fruta, legume ou até temperos favoritos. Mas a maioria de nós,provavelmente não sabe de onde vêm ou como é o pé em que eles nascem. É por isso que nós montamos uma lista de 20 tipos de frutas, legumes e especiarias antes deles estarem na forma que encontramos nos supermercados.

Alguns são mais comuns, mas outros, muitos de nós nunca nem parou para pensar como seriam. Também é interessante notar como muitos nascem em lindas árvores e até mesmo de flores. Além disso, descobrir que kiwis crescem em videiras pode não mudar muita coisa na sua vida, mas vai ser bem interessante.

1. Cacau

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2. Amendoim

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3. Baunilha

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4. Abacaxi

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5. Kiwi

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6. Pimenta Preta

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7. Amêndoa

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. Gergelim

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09. Castanha de caju

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10. Açafrão

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11. Alcaparra

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12. Couve de Bruxelas

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13. Alcachofra

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14. Canela

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15. Pistache

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E então, quantos da lista você já conhecia?

FOTO DO DIA

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Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o Amor toma conta dele.

Platão

Fotógrafo capta gatinhos pretos porque eles são sempre os últimos a ser adotados

Má sorte é ter de passar a vida toda num abrigo à espera de um dono. Ou ainda ser sacrificado por não poder, sequer, esperar por alguém. Há quem atribua gatos pretos ao azar. Muito provavelmente somos nós que não temos dado muita sorte a esses animais. Para ajudar a promover a adoção, a fotógrafa estadunidense Casey Elise divulga belas fotos dos felinos.

De acordo com Casey, os gatos pretos são os menos adotados e os que mais morrem com a eutanásia no abrigo que ela frequenta em Los Angeles. Para que os animais tenham maior visibilidade, ela resolveu criar um ensaio de gatinhos pretos a fim de relembrar a importância da adoção e avisar que os abrigos de sua cidade estão cheios desses felinos que com certeza ficariam felizes em passar o Halloween e o resto de suas vidas em segurança.

A beleza das imagens fala por si:

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Todas as fotos © Casey Elise

Mágica Flora e Fauna tatuagens inspiradas em desenhos antigos

Linha art é uma imagem usando linhas retas ou curvas, sem gradações de cor ou matiz. Antes do desenvolvimento da fotografia e meios-tons, isto era o formato padrão usado em publicações impressas.

Tribo das Margens do Rio Omo “Homens de Kibish” na Etiópia

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Nesta região africana habitam ainda algumas tribos cujo modo de vida se assemelha à pré-história: Dassanesh, Mursi, Hamar, Karo, Bume e Beshadar. No vale do Rift, onde se encontra a grande fenda africana que separa geograficamente os negros dos árabes, é uma região vulcânica que fornece uma grande diversidade de pigmentos com uma grande variação de cores. 
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Com estes pigmentos, alguns raros, as tribos do rio Omo praticam a sua arte. Para a cultura Ocidental, estes seres são verdadeiros génios da pintura, pois os seus traços lembram muito a arte contemporânea de Picasso, Miró, Paul Klee e Tapies. Estas pessoas pintam o seu corpo à velocidade de um “action paint” de Jackson Pollock.
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Em poucos minutos, com uma rapidez impressionante, decoram o peito, seios, pernas e pés. Não usam pincéis, apenas uma habilidade fantástica com a ponta dos dedos. Trata-se de uma arte ancestral praticada por todos da tribo: idosos, adultos, jovens e crianças. A aprendizagem ocorre apenas com a simples observação.Este povo integra-se perfeitamente na natureza, fazendo parte dela e sendo como ela. A arte deste povo é praticada por ele mesmo. Não há explicação nem teorias. Por isso, é arte no mais alto grau de pureza. Cada indivíduo é motivado apenas pelo desejo. O desejo de ser belo, de seduzir e de exteriorizar o prazer.
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O rio Omo, em África, atravessa a Etiópia, Sudão e o Quénia.Foi nas suas margens que os arqueólogos encontraram os “Homens de Kibish” um ancestral de 120 mil anos.

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Nesta região africana habitam ainda algumas tribos cujo modo de vida se assemelha à pré-história: Dassanesh, Mursi, Hamar, Karo, Bume e Beshadar.No vale do Rift, onde se encontra a grande fenda africana que separa geograficamente os negros dos árabes, é uma região vulcânica que fornece uma grande diversidade de pigmentos com uma grande variação de cores.  Com estes pigmentos, alguns raros, as tribos do rio Omo praticam a sua arte.

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 Para a cultura Ocidental, estes seres são verdadeiros génios da pintura, pois os seus traços lembram muito a arte contemporânea de Picasso, Miró, Paul Klee e Tapies.Estas pessoas pintam o seu corpo à velocidade de um “action paint” de Jackson Pollock. Em poucos minutos, com uma rapidez impressionante, decoram o peito, seios, pernas e pés.Não usam pincéis, apenas uma habilidade fantástica com a ponta dos dedos. Trata-se de uma arte ancestral praticada por todos da tribo: idosos, adultos, jovens e crianças.

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 A aprendizagem ocorre apenas com a simples observação. Este povo integra-se perfeitamente na natureza, fazendo parte dela e sendo como ela. A arte deste povo é praticada por ele mesmo. Não há explicação nem teorias.Por isso, é arte no mais alto grau de pureza. Cada indivíduo é motivado apenas pelo desejo. O desejo de ser belo, de seduzir e de exteriorizar o prazer. Mas, o progresso precisa de energia eléctrica.
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Há um projecto de construção de uma barragem no rio Omo para uma central hidroeléctrica que vai gerar energia para Adis Abeba, capital da Etiópia.Infelizmente, o governo daquele país não está nada preocupado com as possíveis consequências nefastas desta barragem para estas tribos.O rio terá uma redução para um quinto do seu tamanho e irá acabar com as planícies alagadas que são essenciais para a gricultura tribal destes habitantes.Esta cultura pura, intacta, deve estar, infelizmente, com os dias contados.
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© Hans Silvester. Courtesy Marlborough Gallery.:

Africa | People of the Omo Valley © Hans Silvester:

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Todas as fotos © Hans Silvester

 
 
Um povo milenar pode-se tornar miserável em questão de dias. No futuro talvez tenhamos apenas fotografias deste povo fascinante e da sua riqueza artística, para podermos mostrar às gerações vindouras.A nova geração da Etiópia terá imensa energia eléctrica para poder apreciar toda esta beleza num computador.Esperemos que os governantes deste país, ainda muito longe do desenvolvimento, tenha a capacidade para se aperceber que a cultura e as tradições de um povo fazem parte do bem-estar de toda uma nação que se quer desenvolvida e próspera.
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POVO BODI (Me’en)

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O Bodi viver no vale de Omo norte da Mursi. Eles número cerca de 10.000 pessoas. Falam a língua Me’en (Me’enen ou tuk de Me’enuny) e se chamam Me’en. O Me’en são compostas de vários grupos locais de cerca de 70.000 pessoas cujo território se estende desde o rio Omo para as terras altas Norte e Nordeste do Maji. Dois grupos de Me’en, o Mela ea Chirim, vivem nas terras baixas do leste do Omo e são conhecidos para a administração e os estrangeiros como “Bodi”.

O Bodi, e mais especificamente a Mela, são consideradas noutros Me’en como o ‘mais pura’ Me’en, que têm seguido a subsistência pastoral e os valores de seus antepassados. A recontagem Bodi que os antepassados ​​de seus clãs mais prestigiados costumava viver oeste do Omo e primeiro atravessou o rio cerca de doze gerações atrás. Durante o século XIX, empurrado por secas e epidemias de gado, alguns Me’en cruzou o Omo novamente para liquidar mais perto das montanhas do norte, adotando uma forma mais agrária da vida e da formação de novos grupos Me’en. Os contactos entre a Bodi e os grupos remotos Me’en agrícolas são mantidas sobretudo através de inter-casamento.

As estratégias de subsistência do Bodi são praticamente os mesmos que os da Mursi: eles praticam cultivo e rebanho de gado e pequeno estoque. Seu território é atravessado de leste a oeste por dois rios, o Hana eo Gura, que se originam nas montanhas Dime e correm maior parte do ano. Estas fontes confiáveis ​​de água significa que o Bodi tem que se mover com menos frequência do que os seus vizinhos Mursi.

Como entre outros pastores da África Oriental, os meios de subsistência Bodi e expressão cultural giram em torno de gado. O falecido Katsuyoshi Fukui, um antropólogo que conduziu a pesquisa em Bodi a partir de 1970 até sua morte em 2008, descreveu o refinamento da classificação Bodi de cores de gado que ele descobriu vai “além da capacidade da genética moderna”. A manutenção de efectivos com uma vasta gama de cores é importante para o Bodi porque seus sacrifícios rituais contar com o simbolismo da cor. Por exemplo, cada porção da sua terra está associada com uma cor específica gado. Antes da utilização de um novo ponto de água ou o desmatamento de uma nova área para o cultivo, um animal de estoque da cor certa tem de ser sacrificado.

O Bodi eo Mursi têm muitas características culturais em comum. Em relação a decoração corporal, a diferença mais notável é que as mulheres Bodi usar um plug-lip, e não um lip-placa. Outra diferença é que Mursi meninas perfuram e esticar seus lábios inferiores ao atingir a puberdade, enquanto as mulheres Bodi cortar seus lábios inferiores só depois de terem dado à luz a dois ou três filhos. Uma mulher Bodi, em seguida, estende-se o lábio para que ela possa inserir um plugue de madeira finamente esculpida, geralmente do tamanho de uma moeda. Ao invés de maturidade sexual, o lábio-plug Bodi sinaliza realização do papel de mãe madura de uma mulher. O plug, usado o tempo todo, é revestida com manteiga e ocre vermelho, e perfurado no centro com um pequeno pico de madeira. O Bodi também vestir a-plug lábio para servir como um marcador de identidade e eles muitas vezes se referem a si mesmos nos debates públicos como “as pessoas que perfuram a bordo de tomada ‘.

O Bodi ganhou alguma fama local para sua cerimônia anual, o ke’êl. Quando a constelação Plêiades (ke’êl) desaparece para o leste, em meados de junho, o Bodi celebrar o início de um novo ano. Homens de várias idades se alimentar exclusivamente com leite e sangue durante vários meses, a fim de ter corpos de gordura, mas firmes com barrigas salientes. A comunidade se reúne no lugar do padre local (komorut) e os homens que se submeteram a esta transformação corporal dança em círculos, cada grupo local que está sendo representado por uma ou mais círculos de homens. Eles cantam canções para glorificar seu sacerdote e da ferocidade de seu grupo. Cada komorut Mela detém a dança ke’êl sucessivamente. Este é um momento importante de festividades para toda a comunidade. Ele é tingida com a concorrência entre os grupos locais, porque todo mundo avalia os participantes, que são avaliados para a gordura e imponência de seus corpos. A administração local, na esperança de atrair turistas, se transformou recentemente o ke’êl de Hana em um evento competitivo, a criação de uma taxa para os visitantes e premiar o maior homem da cerimônia com um copo. Após a cerimônia, os homens retomar uma dieta normal e perder peso rapidamente, já que, na vida diária, a gordura corporal é reconhecida como um impedimento para a saúde geral e fitness. Fora do contexto do ke’êl, mulheres e meninas geralmente valorizam a beleza de um homem com base na sua altura ou estatura.

A cidade de Hana no coração de Bodiland começou como um posto de polícia, estabelecida no início de 1970. Com os planos do governo para os regimes de irrigação comerciais no vale do Omo, sua população cresceu exponencialmente. O Bodi ter visto milhares de trabalhadores diários vindos de outras partes da Etiópia para trabalhar no plantio de cana-de-açúcar, que está a desenvolver ao longo do Omo. Grandes extensões de mata-terra foram desmatadas para dar lugar a estradas, plantações, canais, uma unidade de transformação e habitação para os trabalhadores. Parte da população Bodi foram reassentadas em vilas permanentes e tiveram a sua primeira experiência de agricultura irrigada. Estas mudanças dramáticas não só permanentemente alteraram a paisagem e restringiu o acesso do Bodi aos recursos naturais, mas também profundamente prejudicado sua auto-estima e confiança e os deixou com um futuro muito incerto.

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Seis meses antes da cerimônia do Ka’el, todo mês de junho, cada família indica um homem solteiro para participar do concurso que elege o mais gordo da tribo. Nas semanas seguintes, o candidato ganha uma “dieta” especial: sangue e leite de vaca, com o objetivo de engordar ainda mais o candidato.

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Por causa da temperatura elevada, os solteiros indicados precisam consumir rapidamente cerca de 2 litros da mistura de leite e sangue antes que o produto fique sólido. O participante fica isolado em uma cabana e não pode ter relação sexual até a cerimônia. Mas todos os alimentos são levados a ele por mulheres da tribo.

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Magro poderia estar em outro lugar, mas para Bodi ou Me’en pessoas da Etiópia, maior é sempre melhor. A tribo, que vive em um canto remoto do Vale do Omo, na Etiópia, é o lar de um ritual incomum que vê os homens jovens devorar sangue e leite de vaca em uma tentativa de ser coroado como o homem mais gordo.

Seis meses após o início do regime, os homens saem para mostrar seus corpos recém-ingurgitadas e para um vencedor ser escolhido. O homem gordo campeão é então festejado como herói para o resto de sua vida.

Agora, o pequeno rito conhecido é o assunto de fotos incríveis tomadas pelo fotógrafo amador francês Eric Lafforgue – que passou um tempo com o Bodi durante a viagem através do sudoeste da Etiópia durante a cerimônia de correr até o Ano Novo Bodi ou Ka’el.

 
Hero: Toda criança quer se tornar um dos homens de gordura, de acordo com Lafforgue, que são festejados como heróis pelo resto da tribo por sua incrível façanha

Hero: Toda criança quer se tornar um dos homens de gordura, de acordo com Lafforgue, que são festejados como heróis pelo resto da tribo por sua incrível façanha

 
Concorrência: No dia da cerimônia Ka'el, homens gordos da tribo andar por horas em torno de uma árvore sagrada, assistido por outros homens e ajudou pelas mulheres

Concorrência: No dia da cerimônia Ka’el, homens gordos da tribo andar por horas em torno de uma árvore sagrada, assistido por outros homens e ajudou pelas mulheres

 
Desafio: A façanha começa seis meses antes da cerimônia Ka'el quando os participantes se retirar para suas cabanas onde permanecem, enquanto as mulheres trazer-lhes comida

Desafio: A façanha começa seis meses antes da cerimônia Ka’el quando os participantes se retirar para suas cabanas onde permanecem, enquanto as mulheres trazer-lhes comida

 
 
Demais! Um homem Bodi descobre que sua bacia da manhã de sangue e de leite é um pouco demais e está doente fora de sua cabana - vigiado por um rebanho perplexo com aparência de vacas

Demais! Um homem Bodi descobre que sua bacia da manhã de sangue e de leite é um pouco demais e está doente fora de sua cabana – vigiado por um rebanho perplexo com aparência de vacas

 
Um dos homens gordos da tribo Bodi com sua família
Um dos homens gosta de seus últimos sangue e leite refeições do dia
 

Regime: Cada competidor é nomeado por sua família que, em seguida, passar os próximos seis meses ajudando-o a engordar em uma dieta de sangue e leite de vaca

Infelizmente, o ritual Ka’el e forma tradicional do Bodi de vida está sob ameaça do governo etíope que pretende realojar 300.000 pessoas de todo o país em suas terras.

Por agora, a tribo continuar como sempre fizeram, e ainda celebrar Ka’el em estilo tradicional, todo mês de junho.

O concurso começa seis meses antes da cerimônia. Cada família tem permissão para apresentar um homem solteiro para o desafio, que, depois de ser escolhido, se retira para sua cabana e não deve se mover ou ter relações sexuais durante o período.

Alimentos vem na forma de sangue e leite mistura de uma vaca, servido regularmente para os homens pelas mulheres da aldeia. “As vacas são sagradas para a tribo Bodi para que eles não estão mortos”, explica Lafforgue. “O sangue é retirado, fazendo um buraco em uma veia com uma lança ou um machado, e depois disso, eles fechá-lo com o barro.”

Por causa das altas temperaturas, os homens tem que beber a taça de dois litros de sangue e leite rapidamente antes que ele coagula mas como Lafforgue revela, nem todo mundo pode lidar beber tanto em velocidade.

‘Os homens gordos beber leite e sangue durante todo o dia “, diz ele. ‘A primeira taça de sangue está bêbado ao nascer do sol. O lugar é invadido por moscas. O homem deve beber-lo rapidamente antes que ele coagula mas alguns não pode beber e vomitar tudo isso. ‘

No próprio dia, os homens cobrem seus corpos com barro e cinzas antes de emergir de suas cabanas para a caminhada até o local onde a cerimônia será realizada.

 
Preparação: No grande dia, os contendores para mais gordo homem cerimônia da tribo Bodi aprontar-se, cobrindo seus corpos em uma mistura de argila branca e cinzas

Preparação: No grande dia, os contendores para mais gordo homem cerimônia da tribo Bodi aprontar-se, cobrindo seus corpos em uma mistura de argila branca e cinzas

 
Decoração: O código de vestuário para a cerimônia inclui também uma seleção de cocares lindamente trabalhadas, neste caso, um feito de uma mistura de búzios e plumas de avestruz

Decoração: O código de vestuário para a cerimônia inclui também uma seleção de cocares lindamente trabalhadas, neste caso, um feito de búzios e plumas de avestruz

 
Cobrindo: Cada parte de corpos dos homens são daubed com a mistura de cinzas e de barro e os homens também usam colares de contas coloridas e pulseiras

Cobrindo: Cada parte de corpos dos homens são daubed com a mistura de cinzas e de barro e os homens também usam colares de contas coloridas e pulseiras

 
No caminho: Uma vez que os homens estão prontos para ir, eles caminhar até a árvore sagrada, onde a cerimônia acontece - um desafio para eles por causa de seu peso

No caminho: Uma vez que os homens estão prontos para ir, eles caminhar até a árvore sagrada, onde a cerimônia acontece – um desafio para eles por causa de seu peso

 
Uma mulher Bodi enxuga o suor de um dos homens gordos
Dado um elevador: Eric Lafforgue ajudou este homem chegar à cerimônia Ka'el
 

Desafiadora: Para muitos dos homens gordos, a uma curta prova desgastante. Felizmente, as mulheres (à esquerda) e se Lafforgue (à direita) ajudá-los

 
Socorro: Durante a caminhada ea cerimônia que se segue, as mulheres Bodi estão à disposição para ajudar os homens gordos com bebidas de água e álcool fortificando

Socorro: Durante a caminhada ea cerimônia que se segue, as mulheres Bodi estão à disposição para ajudar os homens gordos com bebidas de água e álcool fortificando

Graças ao ganho de peso, muitos deles encontrar cobrindo a curta distância mais resistente do que as semanas passadas engordar. “Alguns homens gordos são tão grandes que eles não podem mais andar”, explica Lafforgue.

“Um deles me perguntou se podia usar o meu carro para ir para a área da cerimônia. Uma vez no carro, ele começou a beber o leite e sangue novo, porque ele disse que queria continuar tentando ser o mais gordo até o último momento “.

A cerimônia em si envolve passar horas andando em um círculo em torno de uma árvore sagrada, observado por outros homens e ajudados pelas mulheres que os dobram com álcool e enxugar o suor.

Uma vez que o homem mais gordo foi escolhido, a cerimônia termina com o abate de uma vaca com uma enorme pedra sagrada. Anciãos da aldeia, em seguida, inspecionar o estômago e do sangue para ver se o futuro vai ser um brilhante ou não.

Após a cerimônia, as vidas dos homens voltam ao normal e mais perder suas enormes barrigas depois de algumas semanas de comer com moderação. Mas algumas semanas mais tarde, a próxima geração de homens gordos competitivos Bodi será escolhido eo ciclo começará novamente.

“Tornar-se um homem gordo é o sonho de toda criança Bodi”, diz Lafforgue. “Algumas semanas [após a cerimônia] ele vai se recuperar um estômago normal, mas ele continuará a ser um herói para a vida.”

 
Sacred: Os homens gordos correr ou caminhar em torno da árvore especial da aldeia, visto por anciãos da tribo e outros homens, e ajudou pelas mulheres

Sacred: Os homens gordos correr ou caminhar em torno da árvore especial da aldeia, visto por anciãos da tribo e outros homens, e ajudou pelas mulheres

 
Exausto: Os homens têm de fazer pausas regulares
Agonizante: Os homens mostram a tensão como eles correm
 

Esgotando: Porque os homens são tão acima do peso e têm sido incapazes de exercer durante seis meses, eles precisam de pausas regulares durante a cerimônia

 
Em xeque: Depois de horas de correr ao redor da árvore sob o sol escaldante, os homens esperar para ouvir o que levará o título de homem mais gordo do Bodi

Em xeque: Depois de horas de correr ao redor da árvore sob o sol escaldante, os homens esperar para ouvir o que levará o título de homem mais gordo do Bodi

 
Nervos: As mulheres aguardam os resultados com tanto interesse quanto os homens - a maioria dos Bodi meninas esperam um dia se casar com um dos homens gordos se puderem

Nervos: As mulheres aguardam os resultados com tanto interesse quanto os homens – a maioria dos Bodi meninas esperam um dia se casar com um dos homens gordos se puderem

 
O vencedor: O campeão de 2013 será considerado um herói para o resto de sua vida
Corredor para cima: Esta rachadura impressionantemente gordinho não chegou a fazer a classe
 

Vencedor: O campeão 2013 é o homem à esquerda, que bateu fora de todos os cantos – incluindo o homem à direita. Ambos serão festejados como heróis para o resto de suas vidas

 
 
Slaughter: Uma vaca é morto no clímax das celebrações usando uma pedra sagrada
Augury: Os anciãos olhar para futuras portentos no sangue da vaca

Sacrifício: A Bodi matar um de seus preciosos vacas no final da cerimônia e os anciãos da aldeia inspecionar seu sangue e entranhas para ver o que o futuro reserva para eles

 
Socorro: Após a cerimônia concluiu, os homens retornam aos padrões alimentares normais e têm geralmente perdeu o peso extra dentro de algumas semanas de Ka'el

Socorro: Após a cerimônia concluiu, os homens retornam aos padrões alimentares normais e têm geralmente perdeu o peso extra dentro de algumas semanas de Ka’el

 
 
Oportunidade: As mulheres Bodi também usam a cerimônia como uma oportunidade para inspecionar potenciais maridos
Foto: Eric Lafforgue
Beleza: A maioria das mulheres se vangloriar padrões elaborados cicatriz em sua pele
 

Oportunidade: As mulheres usam a cerimônia Ka’el para inspecionar potenciais futuros maridos – na tribo Bodi, a gordura é considerada extremamente atraente

 
Ameaçado: estilo de vida tradicional do Bodi está sob ameaça por causa de planos do governo para liquidar 300.000 pessoas de todo Etiópia em Hana Mursi, a principal cidade Bodi

Ameaçado: estilo de vida tradicional do Bodi está sob ameaça por causa de planos do governo para liquidar 300.000 pessoas de todo Etiópia em Hana Mursi, a principal cidade Bodi

 
Linda: Uma mulher Bodi vivendo na aldeia ameaçada de Hana Mursi exibe suas espetaculares padrões cicatriz e elegante ouro enrolada jóias manguito

Linda: Uma mulher Bodi vivendo na aldeia ameaçada de Hana Mursi exibe suas espetaculares padrões cicatriz e elegante ouro enrolada jóias manguito

 
Impressionante: Os tribeswomen Bodi usar roupas maravilhosamente brilhante para a cerimônia
 

Impressionante: As mulheres que frequentam a cerimônia de usá-lo como uma oportunidade de mostrar-se fora em suas roupas mais brilhantes e mais bonitas.

Bodi mulheres também usam cinzas e argila branca, mas, neste caso, a mulher retratada tem usado apenas para seu cabelo
Fotos: Eric Lafforgue