FOTO DO DIA

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Avan√ßos gen√©ticos transformam os porcos em doadores perfeitos de √≥rg√£os para humanos

edicao de genes porcos doadores orgaos

Uma vantagem da proximidade genética entre porcos e humanos é que os suínos têm o potencial de serem bons doadores de órgãos. Mas, como tudo na ciência, não é uma mera questão de tirar um coração de um porco e colocar em uma pessoa.

Algumas complica√ß√Ķes se p√Ķem no caminho de transplantes bem-sucedidos. A boa not√≠cia, no entanto, √© que os cientistas fizeram grandes avan√ßos para ultrapass√°-las.

Os progressos

Um dos maiores problemas é a possibilidade de retrovírus endógenos suínos (chamados PERVs) serem reativados dentro do humano receptor do órgão.

Agora, graças ao recente trabalho de George Church e seu laboratório na Universidade de Harvard, nos EUA, essa não é mais uma preocupação.

O grupo foi capaz de usar t√©cnicas de edi√ß√£o de genes para inativar 62 PERVs em embri√Ķes de su√≠nos. Os resultados foram publicados na revista Nature.

Outra grande preocupação é a rejeição de órgãos doados pelo sistema imunológico humano. Church já enfrentou essa dificuldade também, modificando mais de 20 genes que fabricam as proteínas que irritam as células do nosso sistema imunológico.

Microporcos

Pesquisadores na China tamb√©m tiveram alguns sucessos recentes na edi√ß√£o de genomas su√≠nos. Eles foram capazes de combinar a t√©cnica de edi√ß√£o gen√©tica com a transfer√™ncia nuclear de c√©lulas som√°ticas (o m√©todo utilizado para corrigir muta√ß√Ķes na cria√ß√£o de embri√Ķes multiparentais) sem quaisquer efeitos indesej√°veis.

Talvez a not√≠cia mais impressionante dos geneticistas chineses tem sido a sua cria√ß√£o de ‚Äúmicroporcos coloridos‚ÄĚ para servir como animal de estima√ß√£o. Sim, √© isso mesmo que voc√™ leu: porcos em miniatura, devido √† inativa√ß√£o de uma c√≥pia de seu gene receptor de horm√īnio de crescimento, que podem ser encomendados em cores diferentes.

Micro pigs first day of spring

Retrovírus

Retrov√≠rus n√£o s√£o estranhos a maioria das formas multicelulares de vida. Ali√°s, eles coevolu√≠ram com muitos de seus anfitri√Ķes, orquestrando v√°rios rearranjos gen√©ticos que levaram a inova√ß√Ķes e adapta√ß√Ķes fisiol√≥gicas importantes, como, por exemplo, placentas.

Genomas de primatas est√£o repletos de elementos que se acreditam serem derivados dos retrovirais. Estes elementos, denominados de ‚ÄúAlu‚ÄĚ, comp√Ķem algo pr√≥ximo a 11% do genoma total dos primatas.

Foi mostrado recentemente que os porcos dedicam aproximadamente a mesma percentagem do seu genoma a um elemento que é quase o mesmo que o Alu, estrutural e funcionalmente falando, o que sugere uma relação muito mais estreita entre seres humanos e suínos do que pensávamos.

Por exemplo, demonstrou-se há algum tempo que existem receptores humanos para PERVs suínos. No entanto, se PERVs podem ser geneticamente inativados, então não temos que nos preocupar com fazer vacinas contra eles, algo certamente importante.

O pr√≥ximo passo de Church e sua empresa eGenesis √© come√ßar a implantar embri√Ķes de su√≠nos com genes editados em porcas m√£es, o mais breve poss√≠vel. [Phys]

Tribo das Margens do Rio Omo “Homens de Kibish” na Eti√≥pia

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√Äs margens do Rio Omo, na Eti√≥pia, vivem algumas comunidades tradicionais, entre elas os Bodi (Me‚Äôen), Daasanach, Kara, Kwegu, Mursi e Nyangatom. Estes povos somam cerca de 200 mil pessoas e ganharam visibilidade em todo o mundo, atrav√©s do trabalho do fot√≥grafo alem√£o Hans Sylvester. Interessado em suas pinturas e posturas corporais, Sylvester acompanhou-as por seis anos, retratando alguns dos muitos aspectos art√≠stico-culturais de algumas delas. Seu trabalho foi publicado no livro ‚ÄúNatural Fashion ‚Äď Tribal Decoration from Africa‚ÄĚ (Editora Thames & Hudson). Voltado √† princ√≠pio para o mundo da moda, hoje se transformou em importante instrumento ativista. A pintura corporal dos Povos do Rio Omo, desenvolveu-se pela disponibilidade de cores oferecidas pelas condi√ß√Ķes geol√≥gicas do local onde vivem: o vale Rift, regi√£o vulc√Ęnica de onde extraem variada quantidade de pigmentos naturais. As pinturas s√£o combinadas com arranjos de frutas, flores, cascos, folhas e galhos, o que as tornam ainda mais belas e peculiares.

 

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Nesta regi√£o africana habitam ainda algumas tribos cujo modo de vida se assemelha √† pr√©-hist√≥ria: Dassanesh, Mursi, Hamar, Karo, Bume e Beshadar. No vale do Rift, onde se encontra a grande fenda africana que separa geograficamente os negros dos √°rabes, √© uma regi√£o vulc√Ęnica que fornece uma grande diversidade de pigmentos com uma grande varia√ß√£o de cores.¬†
 
Com estes pigmentos, alguns raros, as tribos do rio Omo praticam a sua arte. Para a cultura Ocidental, estes seres s√£o verdadeiros g√©nios da pintura, pois os seus tra√ßos lembram muito a arte contempor√Ęnea de Picasso, Mir√≥, Paul Klee e Tapies. Estas pessoas pintam o seu corpo √† velocidade de um ‚Äúaction paint‚ÄĚ de Jackson Pollock
 
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Em poucos minutos, com uma rapidez impressionante, decoram o peito, seios, pernas e pés. Não usam pincéis, apenas uma habilidade fantástica com a ponta dos dedos. Trata-se de uma arte ancestral praticada por todos da tribo: idosos, adultos, jovens e crianças. A aprendizagem ocorre apenas com a simples observação.Este povo integra-se perfeitamente na natureza, fazendo parte dela e sendo como ela. A arte deste povo é praticada por ele mesmo. Não há explicação nem teorias. Por isso, é arte no mais alto grau de pureza. Cada indivíduo é motivado apenas pelo desejo. O desejo de ser belo, de seduzir e de exteriorizar o prazer.
 

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Mas, o progresso precisa de energia elétrica. Há um projeto de construção de uma barragem no rio Omo para uma central hidrelétrica que vai gerar energia para Adis Abeba, capital da Etiópia.Infelizmente, o governo daquele país não está nada preocupado com as possíveis consequências nefastas desta barragem para estas tribos.O rio terá uma redução para um quinto do seu tamanho e irá acabar com as planícies alagadas que são essenciais para  agricultura tribal destes habitantes.Esta cultura pura, intacta, deve estar, infelizmente, com os dias contados. Um povo milenar pode-se tornar miserável em questão de dias. 
 
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No futuro talvez tenhamos apenas fotografias deste povo fascinante e da sua riqueza art√≠stica, para podermos mostrar √†s gera√ß√Ķes vindouras.A nova gera√ß√£o da Eti√≥pia ter√° imensa energia el√©trica para poder apreciar toda esta beleza num computador.Esperemos que os governantes deste pa√≠s, ainda muito longe do desenvolvimento, tenha a capacidade para se aperceber que a cultura e as tradi√ß√Ķes de um povo fazem parte do bem-estar de toda uma na√ß√£o que se quer desenvolvida e pr√≥spera.

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O Rio Omo nasce nos planaltos do Shewa, na regi√£o central da Eti√≥pia e des√°gua ao sul, no famoso Lago Turkana, na fronteira com o Qu√™nia (voc√™ j√° assistiu o filme ‚ÄúO Jardineiro Fiel‚ÄĚ?). √Äs suas margens foram encontrados f√≥sseis dos ‚ÄúHomens de Kibish‚ÄĚ, ancestrais humanos datados em 195 mil anos, ou seja, os f√≥sseis de Homo sapiens mais antigos conhecidos at√© o presente momento. O Rio inunda anualmente e quando recua deixa o solo f√©rtil, proporcionando condi√ß√Ķes ideais para o cultivo de sorgo, milho, feij√£o e outras culturas praticadas pelos povos que ali vivem. O Vale Inferior do Omo √© considerado Patrim√īnio da Humanidade pela UNESCO, enquanto o Parque Nacional do Rio Omo √© a maior Unidade de Conserva√ß√£o da Eti√≥pia. √Č no Baixo Vale do Omo que encontramos uma das poucas matas fluviais inalteradas da regi√£o semi√°rida africana, que abriga enorme biodiversidade.

Tamanha import√Ęncia arqueol√≥gica, cultural, ecol√≥gica n√£o foram suficientes para barrar a pr√°tica do ‚Äúdesenvolvimento a qualquer custo‚ÄĚ. Em 2006, o governo iniciou as obras da barragem hidrel√©trica Gibe III. As consequ√™ncias s√£o catastr√≥ficas: o Omo ficar√° reduzido a um quinto, trazendo impactos socioambientais irrevers√≠veis.

Na construção da Gibe III, que deve gerar energia para a capital etíope, estão envolvidos o governo local, o Banco Africano de Desenvolvimento, uma empresa italiana, um banco chinês, entre outros empreendedores. Mas será que vale a pena destruir culturas milenares e diversos ecossistemas em troca de energia elétrica?

 

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Todas as fotos: © Hans Silvester

15 frutas e legumes que voc√™ n√£o imaginava que nasciam dessa forma

Todos n√≥s temos uma fruta, legume ou at√© temperos favoritos. Mas a maioria de n√≥s,provavelmente n√£o sabe de onde v√™m ou como √© o p√© em que eles nascem. √Č por isso que n√≥s montamos uma lista de 20 tipos de frutas, legumes e especiarias antes deles estarem na forma que encontramos nos supermercados.

Alguns são mais comuns, mas outros, muitos de nós nunca nem parou para pensar como seriam. Também é interessante notar como muitos nascem em lindas árvores e até mesmo de flores. Além disso, descobrir que kiwis crescem em videiras pode não mudar muita coisa na sua vida, mas vai ser bem interessante.

1. Cacau

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2. Amendoim

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3. Baunilha

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4. Abacaxi

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5. Kiwi

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6. Pimenta Preta

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7. Amêndoa

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. Gergelim

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09. Castanha de caju

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10. Açafrão

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11. Alcaparra

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12. Couve de Bruxelas

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13. Alcachofra

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14. Canela

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15. Pistache

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E então, quantos da lista você já conhecia?

FOTO DO DIA

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Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o Amor toma conta dele.

Plat√£o

Fot√≥grafo capta gatinhos pretos porque eles s√£o sempre os √ļltimos a ser adotados

Má sorte é ter de passar a vida toda num abrigo à espera de um dono. Ou ainda ser sacrificado por não poder, sequer, esperar por alguém. Há quem atribua gatos pretos ao azar. Muito provavelmente somos nós que não temos dado muita sorte a esses animais. Para ajudar a promover a adoção, a fotógrafa estadunidense Casey Elise divulga belas fotos dos felinos.

De acordo com Casey, os gatos pretos s√£o os menos adotados e os que mais morrem com a eutan√°sia no abrigo que ela frequenta em Los Angeles. Para que os animais tenham maior visibilidade, ela resolveu criar um ensaio de gatinhos pretos a fim de relembrar a import√Ęncia da ado√ß√£o e avisar que os abrigos de sua cidade est√£o cheios desses felinos que com certeza ficariam felizes em passar o Halloween e o resto de suas vidas em seguran√ßa.

A beleza das imagens fala por si:

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Todas as fotos © Casey Elise

M√°gica Flora e Fauna tatuagens inspiradas em desenhos antigos

Linha art √© uma imagem usando linhas retas ou curvas, sem grada√ß√Ķes de cor ou matiz. Antes do desenvolvimento da fotografia e meios-tons, isto era o formato padr√£o usado em publica√ß√Ķes impressas.

Tribo das Margens do Rio Omo ‚ÄúHomens de Kibish‚ÄĚ na Eti√≥pia

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Nesta regi√£o africana habitam ainda algumas tribos cujo modo de vida se assemelha √† pr√©-hist√≥ria: Dassanesh, Mursi, Hamar, Karo, Bume e Beshadar. No vale do Rift, onde se encontra a grande fenda africana que separa geograficamente os negros dos √°rabes, √© uma regi√£o vulc√Ęnica que fornece uma grande diversidade de pigmentos com uma grande varia√ß√£o de cores.¬†
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Com estes pigmentos, alguns raros, as tribos do rio Omo praticam a sua arte. Para a cultura Ocidental, estes seres s√£o verdadeiros g√©nios da pintura, pois os seus tra√ßos lembram muito a arte contempor√Ęnea de Picasso, Mir√≥, Paul Klee e Tapies. Estas pessoas pintam o seu corpo √† velocidade de um ‚Äúaction paint‚ÄĚ de Jackson Pollock.
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Em poucos minutos, com uma rapidez impressionante, decoram o peito, seios, pernas e pés. Não usam pincéis, apenas uma habilidade fantástica com a ponta dos dedos. Trata-se de uma arte ancestral praticada por todos da tribo: idosos, adultos, jovens e crianças. A aprendizagem ocorre apenas com a simples observação.Este povo integra-se perfeitamente na natureza, fazendo parte dela e sendo como ela. A arte deste povo é praticada por ele mesmo. Não há explicação nem teorias. Por isso, é arte no mais alto grau de pureza. Cada indivíduo é motivado apenas pelo desejo. O desejo de ser belo, de seduzir e de exteriorizar o prazer.
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O rio Omo, em √Āfrica, atravessa a Eti√≥pia, Sud√£o e o Qu√©nia.Foi nas suas margens que os arque√≥logos encontraram os “Homens de Kibish” um ancestral de 120 mil anos.

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Nesta regi√£o africana habitam ainda algumas tribos cujo modo de vida se assemelha √† pr√©-hist√≥ria: Dassanesh, Mursi, Hamar, Karo, Bume e Beshadar.No vale do Rift, onde se encontra a grande fenda africana que separa geograficamente os negros dos √°rabes, √© uma regi√£o vulc√Ęnica que fornece uma grande diversidade de pigmentos com uma grande varia√ß√£o de cores.¬† Com estes pigmentos, alguns raros, as tribos do rio Omo praticam a sua arte.

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¬†Para a cultura Ocidental, estes seres s√£o verdadeiros g√©nios da pintura, pois os seus tra√ßos lembram muito a arte contempor√Ęnea de Picasso, Mir√≥, Paul Klee e Tapies.Estas pessoas pintam o seu corpo √† velocidade de um “action paint” de Jackson Pollock. Em poucos minutos, com uma rapidez impressionante, decoram o peito, seios, pernas e p√©s.N√£o usam pinc√©is, apenas uma habilidade fant√°stica com a ponta dos dedos. Trata-se de uma arte ancestral praticada por todos da tribo: idosos, adultos, jovens e crian√ßas.

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 A aprendizagem ocorre apenas com a simples observação. Este povo integra-se perfeitamente na natureza, fazendo parte dela e sendo como ela. A arte deste povo é praticada por ele mesmo. Não há explicação nem teorias.Por isso, é arte no mais alto grau de pureza. Cada indivíduo é motivado apenas pelo desejo. O desejo de ser belo, de seduzir e de exteriorizar o prazer. Mas, o progresso precisa de energia eléctrica.
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Há um projecto de construção de uma barragem no rio Omo para uma central hidroeléctrica que vai gerar energia para Adis Abeba, capital da Etiópia.Infelizmente, o governo daquele país não está nada preocupado com as possíveis consequências nefastas desta barragem para estas tribos.O rio terá uma redução para um quinto do seu tamanho e irá acabar com as planícies alagadas que são essenciais para a gricultura tribal destes habitantes.Esta cultura pura, intacta, deve estar, infelizmente, com os dias contados.
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© Hans Silvester. Courtesy Marlborough Gallery.:

Africa | People of the Omo Valley © Hans Silvester:

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Todas as fotos © Hans Silvester

 
 
Um povo milenar pode-se tornar miser√°vel em quest√£o de dias. No futuro talvez tenhamos apenas fotografias deste povo fascinante e da sua riqueza art√≠stica, para podermos mostrar √†s gera√ß√Ķes vindouras.A nova gera√ß√£o da Eti√≥pia ter√° imensa energia el√©ctrica para poder apreciar toda esta beleza num computador.Esperemos que os governantes deste pa√≠s, ainda muito longe do desenvolvimento, tenha a capacidade para se aperceber que a cultura e as tradi√ß√Ķes de um povo fazem parte do bem-estar de toda uma na√ß√£o que se quer desenvolvida e pr√≥spera.
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POVO BODI (Me’en)

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O Bodi viver no vale de Omo norte da Mursi. Eles n√ļmero cerca de 10.000 pessoas. Falam a l√≠ngua Me’en (Me’enen ou tuk de Me’enuny) e se chamam Me’en. O Me’en s√£o compostas de v√°rios grupos locais de cerca de 70.000 pessoas cujo territ√≥rio se estende desde o rio Omo para as terras altas Norte e Nordeste do Maji. Dois grupos de Me’en, o Mela ea Chirim, vivem nas terras baixas do leste do Omo e s√£o conhecidos para a administra√ß√£o e os estrangeiros como “Bodi”.

O Bodi, e mais especificamente a Mela, s√£o consideradas noutros Me’en como o ‘mais pura’ Me’en, que t√™m seguido a subsist√™ncia pastoral e os valores de seus antepassados. A recontagem Bodi que os antepassados ‚Äč‚Äčde seus cl√£s mais prestigiados costumava viver oeste do Omo e primeiro atravessou o rio cerca de doze gera√ß√Ķes atr√°s. Durante o s√©culo XIX, empurrado por secas e epidemias de gado, alguns Me’en cruzou o Omo novamente para liquidar mais perto das montanhas do norte, adotando uma forma mais agr√°ria da vida e da forma√ß√£o de novos grupos Me’en. Os contactos entre a Bodi e os grupos remotos Me’en agr√≠colas s√£o mantidas sobretudo atrav√©s de inter-casamento.

As estrat√©gias de subsist√™ncia do Bodi s√£o praticamente os mesmos que os da Mursi: eles praticam cultivo e rebanho de gado e pequeno estoque. Seu territ√≥rio √© atravessado de leste a oeste por dois rios, o Hana eo Gura, que se originam nas montanhas Dime e correm maior parte do ano. Estas fontes confi√°veis ‚Äč‚Äčde √°gua significa que o Bodi tem que se mover com menos frequ√™ncia do que os seus vizinhos Mursi.

Como entre outros pastores da √Āfrica Oriental, os meios de subsist√™ncia Bodi e express√£o cultural giram em torno de gado. O falecido Katsuyoshi Fukui, um antrop√≥logo que conduziu a pesquisa em Bodi a partir de 1970 at√© sua morte em 2008, descreveu o refinamento da classifica√ß√£o Bodi de cores de gado que ele descobriu vai “al√©m da capacidade da gen√©tica moderna”. A manuten√ß√£o de efectivos com uma vasta gama de cores √© importante para o Bodi porque seus sacrif√≠cios rituais contar com o simbolismo da cor. Por exemplo, cada por√ß√£o da sua terra est√° associada com uma cor espec√≠fica gado. Antes da utiliza√ß√£o de um novo ponto de √°gua ou o desmatamento de uma nova √°rea para o cultivo, um animal de estoque da cor certa tem de ser sacrificado.

O Bodi eo Mursi t√™m muitas caracter√≠sticas culturais em comum. Em rela√ß√£o a decora√ß√£o corporal, a diferen√ßa mais not√°vel √© que as mulheres Bodi usar um plug-lip, e n√£o um lip-placa. Outra diferen√ßa √© que Mursi meninas perfuram e esticar seus l√°bios inferiores ao atingir a puberdade, enquanto as mulheres Bodi cortar seus l√°bios inferiores s√≥ depois de terem dado √† luz a dois ou tr√™s filhos. Uma mulher Bodi, em seguida, estende-se o l√°bio para que ela possa inserir um plugue de madeira finamente esculpida, geralmente do tamanho de uma moeda. Ao inv√©s de maturidade sexual, o l√°bio-plug Bodi sinaliza realiza√ß√£o do papel de m√£e madura de uma mulher. O plug, usado o tempo todo, √© revestida com manteiga e ocre vermelho, e perfurado no centro com um pequeno pico de madeira. O Bodi tamb√©m vestir a-plug l√°bio para servir como um marcador de identidade e eles muitas vezes se referem a si mesmos nos debates p√ļblicos como “as pessoas que perfuram a bordo de tomada ‘.

O Bodi ganhou alguma fama local para sua cerim√īnia anual, o ke’√™l. Quando a constela√ß√£o Pl√™iades (ke’√™l) desaparece para o leste, em meados de junho, o Bodi celebrar o in√≠cio de um novo ano. Homens de v√°rias idades se alimentar exclusivamente com leite e sangue durante v√°rios meses, a fim de ter corpos de gordura, mas firmes com barrigas salientes. A comunidade se re√ļne no lugar do padre local (komorut) e os homens que se submeteram a esta transforma√ß√£o corporal dan√ßa em c√≠rculos, cada grupo local que est√° sendo representado por uma ou mais c√≠rculos de homens. Eles cantam can√ß√Ķes para glorificar seu sacerdote e da ferocidade de seu grupo. Cada komorut Mela det√©m a dan√ßa ke’√™l sucessivamente. Este √© um momento importante de festividades para toda a comunidade. Ele √© tingida com a concorr√™ncia entre os grupos locais, porque todo mundo avalia os participantes, que s√£o avaliados para a gordura e impon√™ncia de seus corpos. A administra√ß√£o local, na esperan√ßa de atrair turistas, se transformou recentemente o ke’√™l de Hana em um evento competitivo, a cria√ß√£o de uma taxa para os visitantes e premiar o maior homem da cerim√īnia com um copo. Ap√≥s a cerim√īnia, os homens retomar uma dieta normal e perder peso rapidamente, j√° que, na vida di√°ria, a gordura corporal √© reconhecida como um impedimento para a sa√ļde geral e fitness. Fora do contexto do ke’√™l, mulheres e meninas geralmente valorizam a beleza de um homem com base na sua altura ou estatura.

A cidade de Hana no cora√ß√£o de Bodiland come√ßou como um posto de pol√≠cia, estabelecida no in√≠cio de 1970. Com os planos do governo para os regimes de irriga√ß√£o comerciais no vale do Omo, sua popula√ß√£o cresceu exponencialmente. O Bodi ter visto milhares de trabalhadores di√°rios vindos de outras partes da Eti√≥pia para trabalhar no plantio de cana-de-a√ß√ļcar, que est√° a desenvolver ao longo do Omo. Grandes extens√Ķes de mata-terra foram desmatadas para dar lugar a estradas, planta√ß√Ķes, canais, uma unidade de transforma√ß√£o e habita√ß√£o para os trabalhadores. Parte da popula√ß√£o Bodi foram reassentadas em vilas permanentes e tiveram a sua primeira experi√™ncia de agricultura irrigada. Estas mudan√ßas dram√°ticas n√£o s√≥ permanentemente alteraram a paisagem e restringiu o acesso do Bodi aos recursos naturais, mas tamb√©m profundamente prejudicado sua auto-estima e confian√ßa e os deixou com um futuro muito incerto.

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Seis meses antes da cerim√īnia do Ka‚Äôel, todo m√™s de junho, cada¬†fam√≠lia¬†indica um homem solteiro para participar do concurso que elege o mais gordo da tribo. Nas semanas seguintes, o candidato ganha uma ‚Äúdieta‚ÄĚ especial: sangue e leite de vaca, com o¬†objetivo¬†de engordar ainda mais o candidato.

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Por causa da¬†temperatura¬†elevada, os solteiros indicados precisam consumir rapidamente cerca de 2 litros da mistura de leite e sangue antes que o produto fique s√≥lido. O participante fica isolado em uma cabana e n√£o pode ter rela√ß√£o sexual at√© a cerim√īnia. Mas todos os alimentos s√£o levados a ele por¬†mulheres¬†da tribo.

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Magro poderia estar em outro lugar, mas para Bodi ou Me’en pessoas da Eti√≥pia, maior √© sempre melhor. A tribo, que vive em um canto remoto do Vale do Omo, na Eti√≥pia, √© o lar de um ritual incomum que v√™ os homens jovens devorar sangue e leite de vaca em uma tentativa de ser coroado como o homem mais gordo.

Seis meses após o início do regime, os homens saem para mostrar seus corpos recém-ingurgitadas e para um vencedor ser escolhido. O homem gordo campeão é então festejado como herói para o resto de sua vida.

Agora, o pequeno rito conhecido √© o assunto de fotos incr√≠veis tomadas pelo fot√≥grafo amador franc√™s Eric Lafforgue – que passou um tempo com o Bodi durante a viagem atrav√©s do sudoeste da Eti√≥pia durante a cerim√īnia de correr at√© o Ano Novo Bodi ou Ka’el.

 
Hero: Toda criança quer se tornar um dos homens de gordura, de acordo com Lafforgue, que são festejados como heróis pelo resto da tribo por sua incrível façanha

Hero: Toda criança quer se tornar um dos homens de gordura, de acordo com Lafforgue, que são festejados como heróis pelo resto da tribo por sua incrível façanha

 
Concorr√™ncia: No dia da cerim√īnia Ka'el, homens gordos da tribo andar por horas em torno de uma √°rvore sagrada, assistido por outros homens e ajudou pelas mulheres

Concorr√™ncia: No dia da cerim√īnia Ka’el, homens gordos da tribo andar por horas em torno de uma √°rvore sagrada, assistido por outros homens e ajudou pelas mulheres

 
Desafio: A fa√ßanha come√ßa seis meses antes da cerim√īnia Ka'el quando os participantes se retirar para suas cabanas onde permanecem, enquanto as mulheres trazer-lhes comida

Desafio: A fa√ßanha come√ßa seis meses antes da cerim√īnia Ka’el quando os participantes se retirar para suas cabanas onde permanecem, enquanto as mulheres trazer-lhes comida

 
 
Demais! Um homem Bodi descobre que sua bacia da manhã de sangue e de leite é um pouco demais e está doente fora de sua cabana - vigiado por um rebanho perplexo com aparência de vacas

Demais! Um homem Bodi descobre que sua bacia da manhã de sangue e de leite é um pouco demais e está doente fora de sua cabana Рvigiado por um rebanho perplexo com aparência de vacas

 
Um dos homens gordos da tribo Bodi com sua família
Um dos homens gosta de seus √ļltimos sangue e leite refei√ß√Ķes do dia
 

Regime: Cada competidor é nomeado por sua família que, em seguida, passar os próximos seis meses ajudando-o a engordar em uma dieta de sangue e leite de vaca

Infelizmente, o ritual Ka’el e forma tradicional do Bodi de vida est√° sob amea√ßa do governo et√≠ope que pretende realojar 300.000 pessoas de todo o pa√≠s em suas terras.

Por agora, a tribo continuar como sempre fizeram, e ainda celebrar Ka’el em estilo tradicional, todo m√™s de junho.

O concurso come√ßa seis meses antes da cerim√īnia. Cada fam√≠lia tem permiss√£o para apresentar um homem solteiro para o desafio, que, depois de ser escolhido, se retira para sua cabana e n√£o deve se mover ou ter rela√ß√Ķes sexuais durante o per√≠odo.

Alimentos vem na forma de sangue e leite mistura de uma vaca, servido regularmente para os homens pelas mulheres da aldeia. “As vacas s√£o sagradas para a tribo Bodi para que eles n√£o est√£o mortos”, explica Lafforgue. “O sangue √© retirado, fazendo um buraco em uma veia com uma lan√ßa ou um machado, e depois disso, eles fech√°-lo com o barro.”

Por causa das altas temperaturas, os homens tem que beber a taça de dois litros de sangue e leite rapidamente antes que ele coagula mas como Lafforgue revela, nem todo mundo pode lidar beber tanto em velocidade.

‘Os homens gordos beber leite e sangue durante todo o dia “, diz ele. ‘A primeira ta√ßa de sangue est√° b√™bado ao nascer do sol. O lugar √© invadido por moscas. O homem deve beber-lo rapidamente antes que ele coagula mas alguns n√£o pode beber e vomitar tudo isso. ‘

No pr√≥prio dia, os homens cobrem seus corpos com barro e cinzas antes de emergir de suas cabanas para a caminhada at√© o local onde a cerim√īnia ser√° realizada.

 
Prepara√ß√£o: No grande dia, os contendores para mais gordo homem cerim√īnia da tribo Bodi aprontar-se, cobrindo seus corpos em uma mistura de argila branca e cinzas

Prepara√ß√£o: No grande dia, os contendores para mais gordo homem cerim√īnia da tribo Bodi aprontar-se, cobrindo seus corpos em uma mistura de argila branca e cinzas

 
Decora√ß√£o: O c√≥digo de vestu√°rio para a cerim√īnia inclui tamb√©m uma sele√ß√£o de cocares lindamente trabalhadas, neste caso, um feito de uma mistura de b√ļzios e plumas de avestruz

Decora√ß√£o: O c√≥digo de vestu√°rio para a cerim√īnia inclui tamb√©m uma sele√ß√£o de cocares lindamente trabalhadas, neste caso, um feito de b√ļzios e plumas de avestruz

 
Cobrindo: Cada parte de corpos dos homens são daubed com a mistura de cinzas e de barro e os homens também usam colares de contas coloridas e pulseiras

Cobrindo: Cada parte de corpos dos homens são daubed com a mistura de cinzas e de barro e os homens também usam colares de contas coloridas e pulseiras

 
No caminho: Uma vez que os homens est√£o prontos para ir, eles caminhar at√© a √°rvore sagrada, onde a cerim√īnia acontece - um desafio para eles por causa de seu peso

No caminho: Uma vez que os homens est√£o prontos para ir, eles caminhar at√© a √°rvore sagrada, onde a cerim√īnia acontece – um desafio para eles por causa de seu peso

 
Uma mulher Bodi enxuga o suor de um dos homens gordos
Dado um elevador: Eric Lafforgue ajudou este homem chegar √† cerim√īnia Ka'el
 

Desafiadora: Para muitos dos homens gordos, a uma curta prova desgastante. Felizmente, as mulheres (à esquerda) e se Lafforgue (à direita) ajudá-los

 
Socorro: Durante a caminhada ea cerim√īnia que se segue, as mulheres Bodi est√£o √† disposi√ß√£o para ajudar os homens gordos com bebidas de √°gua e √°lcool fortificando

Socorro: Durante a caminhada ea cerim√īnia que se segue, as mulheres Bodi est√£o √† disposi√ß√£o para ajudar os homens gordos com bebidas de √°gua e √°lcool fortificando

Gra√ßas ao ganho de peso, muitos deles encontrar cobrindo a curta dist√Ęncia mais resistente do que as semanas passadas engordar. “Alguns homens gordos s√£o t√£o grandes que eles n√£o podem mais andar”, explica Lafforgue.

“Um deles me perguntou se podia usar o meu carro para ir para a √°rea da cerim√īnia. Uma vez no carro, ele come√ßou a beber o leite e sangue novo, porque ele disse que queria continuar tentando ser o mais gordo at√© o √ļltimo momento “.

A cerim√īnia em si envolve passar horas andando em um c√≠rculo em torno de uma √°rvore sagrada, observado por outros homens e ajudados pelas mulheres que os dobram com √°lcool e enxugar o suor.

Uma vez que o homem mais gordo foi escolhido, a cerim√īnia termina com o abate de uma vaca com uma enorme pedra sagrada. Anci√£os da aldeia, em seguida, inspecionar o est√īmago e do sangue para ver se o futuro vai ser um brilhante ou n√£o.

Ap√≥s a cerim√īnia, as vidas dos homens voltam ao normal e mais perder suas enormes barrigas depois de algumas semanas de comer com modera√ß√£o. Mas algumas semanas mais tarde, a pr√≥xima gera√ß√£o de homens gordos competitivos Bodi ser√° escolhido eo ciclo come√ßar√° novamente.

“Tornar-se um homem gordo √© o sonho de toda crian√ßa Bodi”, diz Lafforgue. “Algumas semanas [ap√≥s a cerim√īnia] ele vai se recuperar um est√īmago normal, mas ele continuar√° a ser um her√≥i para a vida.”

 
Sacred: Os homens gordos correr ou caminhar em torno da √°rvore especial da aldeia, visto por anci√£os da tribo e outros homens, e ajudou pelas mulheres

Sacred: Os homens gordos correr ou caminhar em torno da √°rvore especial da aldeia, visto por anci√£os da tribo e outros homens, e ajudou pelas mulheres

 
Exausto: Os homens têm de fazer pausas regulares
Agonizante: Os homens mostram a tens√£o como eles correm
 

Esgotando: Porque os homens s√£o t√£o acima do peso e t√™m sido incapazes de exercer durante seis meses, eles precisam de pausas regulares durante a cerim√īnia

 
Em xeque: Depois de horas de correr ao redor da árvore sob o sol escaldante, os homens esperar para ouvir o que levará o título de homem mais gordo do Bodi

Em xeque: Depois de horas de correr ao redor da árvore sob o sol escaldante, os homens esperar para ouvir o que levará o título de homem mais gordo do Bodi

 
Nervos: As mulheres aguardam os resultados com tanto interesse quanto os homens - a maioria dos Bodi meninas esperam um dia se casar com um dos homens gordos se puderem

Nervos: As mulheres aguardam os resultados com tanto interesse quanto os homens – a maioria dos Bodi meninas esperam um dia se casar com um dos homens gordos se puderem

 
O vencedor: O campeão de 2013 será considerado um herói para o resto de sua vida
Corredor para cima: Esta rachadura impressionantemente gordinho n√£o chegou a fazer a classe
 

Vencedor: O campeão 2013 é o homem à esquerda, que bateu fora de todos os cantos Рincluindo o homem à direita. Ambos serão festejados como heróis para o resto de suas vidas

 
 
Slaughter: Uma vaca √© morto no cl√≠max das celebra√ß√Ķes usando uma pedra sagrada
Augury: Os anci√£os olhar para futuras portentos no sangue da vaca

Sacrif√≠cio: A Bodi matar um de seus preciosos vacas no final da cerim√īnia e os anci√£os da aldeia inspecionar seu sangue e entranhas para ver o que o futuro reserva para eles

 
Socorro: Ap√≥s a cerim√īnia concluiu, os homens retornam aos padr√Ķes alimentares normais e t√™m geralmente perdeu o peso extra dentro de algumas semanas de Ka'el

Socorro: Ap√≥s a cerim√īnia concluiu, os homens retornam aos padr√Ķes alimentares normais e t√™m geralmente perdeu o peso extra dentro de algumas semanas de Ka’el

 
 
Oportunidade: As mulheres Bodi tamb√©m usam a cerim√īnia como uma oportunidade para inspecionar potenciais maridos
Foto: Eric Lafforgue
Beleza: A maioria das mulheres se vangloriar padr√Ķes elaborados cicatriz em sua pele
 

Oportunidade: As mulheres usam a cerim√īnia Ka’el para inspecionar potenciais futuros maridos – na tribo Bodi, a gordura √© considerada extremamente atraente

 
Ameaçado: estilo de vida tradicional do Bodi está sob ameaça por causa de planos do governo para liquidar 300.000 pessoas de todo Etiópia em Hana Mursi, a principal cidade Bodi

Ameaçado: estilo de vida tradicional do Bodi está sob ameaça por causa de planos do governo para liquidar 300.000 pessoas de todo Etiópia em Hana Mursi, a principal cidade Bodi

 
Linda: Uma mulher Bodi vivendo na aldeia amea√ßada de Hana Mursi exibe suas espetaculares padr√Ķes cicatriz e elegante ouro enrolada j√≥ias manguito

Linda: Uma mulher Bodi vivendo na aldeia amea√ßada de Hana Mursi exibe suas espetaculares padr√Ķes cicatriz e elegante ouro enrolada j√≥ias manguito

 
Impressionante: Os tribeswomen Bodi usar roupas maravilhosamente brilhante para a cerim√īnia
 

Impressionante: As mulheres que frequentam a cerim√īnia de us√°-lo como uma oportunidade de mostrar-se fora em suas roupas mais brilhantes e mais bonitas.

Bodi mulheres também usam cinzas e argila branca, mas, neste caso, a mulher retratada tem usado apenas para seu cabelo
Fotos: Eric Lafforgue