Casal usa materiais reciclados para transformar cabana de 50 m² em incrível casa de família

 

Muitas vezes, não é preciso muito dinheiro ou grandes investimentos em tecnologia para transformar completamente um ambiente. Foi com esse pensamento em mente que Jessica e Yianni remodelaram a cabana de 50 m², comprada em 2008, para viver com seus dois filhos.

O espaço precisava de muitas reformas, mas o casal não queria que isso significasse mais danos ao meio ambiente. Dessa forma, os dois deram início à transformação utilizando apenas materiais reutilizados ou reciclados. Um grande ambiente mistura sala e cozinha em um mesmo espaço, criando uma sensação de amplitude.

Além disso, tudo foi pensado para maximizar o espaço: gavetas sob os sofás guardam os brinquedos das crianças, enquanto uma parede-estante abriga os livros.

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O quarto do casal fica em uma espécie de mezanino sobre o banheiro e o quarto dos filhos. Já os hóspedes podem ser facilmente acomodados no enorme sofá-cama da sala. Os pequenos tem o seu próprio espaço, onde dormem em um beliche.

A preocupação da família com a sustentabilidade não é de hoje. Eles estão buscando a auto-suficiência em termos de comida. Para isso, criaram uma estufa de 110 m² onde plantam frutas e vegetais. O casal também cria galinhas para aproveitar sua carne e seus ovos e abelhas, para recolher o mel. Com o leite obtido com seus vizinhos, a dupla produz o seu próprio queijo, resultando em uma cozinha quase completa, mas com baixo impacto para o meio ambiente.

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Todas as fotos © Lincoln Barbour

Flintstones do século XXI: conheça a comunidade que vive em incríveis “casas de Hobbit”

Nas montanhas de Granada, na Espanha, a música calma embala uma rotina tranquila que se baseia no amor, na reaproximação com a natureza e no desapego material. Lá habitam os ciganos de Sacromonte, que vivem como hippies modernos em cavernas que parecem ter saído de livros d’O Senhor dos Anéis.

Apesar de terem uma construção extremamente rústica, as casas contam com energia elétrica, predominantemente vinda de painéis solares, e aparelhos eletrônicos do dia a dia, como liquidificadores, luminárias e até mesmo televisores. Água encanada e banheiros coletivos também ficam disponíveis para o uso da comunidade.

Quem registrou a curiosa forma como essas cerca de 30 pessoas vivem foi o fotógrafo e blogueiro Matthew Karsten, que inclusive passou uma noite por lá e pode conhecer um pouco mais desses ciganos. A comunidade é formada por pessoas das mais diversas origens, como alemães, romenos e senegaleses, que dividem os espaços e os bens. Não raro, a comunidade também recebe outros nômades e viajantes que queiram passar um tempo por lá. Dá uma olhada nas fotos incríveis que Karsten tirou:

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Todas as fotos © Matthew Karsten

Fotógrafa convida crianças com Síndrome de Down para recriar obras de arte famosas

 
 

Para a albanesa Soela Zani, “todo ser humano é uma obra de arte”. A fotógrafa especializada em retratos de família é aficionada por obras de arte clássica e fez uma bela junção de fotografia e pintura numa releitura de diversas obras bem especial: ela foi interpretada por crianças com Down.

O projeto intitulado, precisamente, “Todo ser humano é uma obra de arte” foi realizado para a Fundação da Síndrome de Down da Albânia, que visa ampliar a consciência da importância da educação para crianças com necessidades especiais.  Soela conta que a mensagem que quer compartilhar através deste projeto é que precisamos aprender a ver todos os seres de uma maneira bonita:“essas crianças são muito bonitas e são capazes de fazer tudo, se nós dermos a oportunidade para isso“.

Veja abaixo o resultado deste emocionante trabalho:

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Tom de irmã – Kol Idromeno

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Samuel – Joshua Reynolds

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Harriet Ann Seale – John Hoppner  

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Mestre John Heathcote – Mestre John Heathcote

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Garoto e coelho – Henry Raeburn

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O tocador de pífaro – Edouard Manet

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Clara Serena Rubens – Peter Paul Rubens

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Criança com pombo – Pablo Picasso

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Miss Bowles – Joshua Reynolds

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O filho do Homen – Rene Magrite

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Pablo vestido de Arlequim – Pablo Picasso

Todas as imagens © Soela Zani

Mulher que emagreceu 86 kg conta sua jornada nas redes sociais

A neozelandesa Simone Anderson, 23, sentia dificuldades para realizar tarefas banais, como levar o lixo para fora de casa e subir um pequeno lance de escadas. Quando enfim tomou coragem de subir em uma balança, assustou-se com o marcador, que indicava nada menos que 169 kg.

Ela sabia que, se continuasse sedentária e movida a junk food dificilmente passaria dos 30 anos. Foi então que decidiu que era hora de mudar – e dessa vez, o efeito sanfona estava proibido!

Simone trocou a dieta composta por alimentos processados, açúcar e gordura por castanhas, vegetais, frutas e grãos integrais. Além disso, ela começou a se exercitar aos poucos, intercalando entre atividades divertidas, como basquete, polo aquático e, mais recentemente, corridas e sessões com personal trainer.

A jornada, que durou 12 meses, foi documentada nas redes sociais, onde a moça prometeu compartilhar todos os aspectos do processo de emagrecimento com honestidade. Ao fim de um ano de projeto, ela conseguiu perder incríveis 86 kg, cerca de metade do que ela pesava, atingindo um índice de massa corporal (IMC) de 25,6 – no ápice da obesidade, esse número chegou a 51,6.

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No entanto, por mais que se esforçasse para perder ainda mais peso, Simone não conseguiria se livrar do excesso de pele que ficou em seu corpo. Barriga, seios e costas ficaram flácidos, tornando necessária uma intervenção cirúrgica para a remoção. Em um ato corajoso, a moça chegou a compartilhar uma foto mostrando o antes e o depois da perda de peso e o excesso de pele que ficou na barriga.

Após uma cirurgia que durou 8 horas, ela finalmente chegou ao seu objetivo final: não um corpo escultural, mas um físico magro e saudável e uma autoestima lá em cima. Veja algumas fotos do processo:

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Todas as fotos © Simone Anderson

São Paulo ganha bar e restaurante num vagão de trem de 1918

O fim de semana chega e apesar de ter inúmeras coisas para se fazer, parece que não há nada de diferente. Em São Paulo, uma nova atração pode te tirar da mesmice: o BTNK (ou Beatnik), bar que fica na área de uma estação de trem na Mooca, contando ainda com um restaurante dentro de um vagão de 1918, banda e discotecagem. 

O projeto pop up tem data para terminar: 14 de novembro. Segundo Marco Assub, sócio da empreitada junto com Mariana Bastos e Ian Haudenschild, há chances de estender o dia do grand finale devido o sucesso que vem fazendo. Apesar de hype, este não é um endereço só para descolados,  sediado numa antiga estação de trem de 1922, em trilhos atualmente desativados mas logo ao lado daqueles que circulam normalmente na CPTM.

Pagando R$ 20 de couvert artístico na entrada, o público deve retirar fichas para consumação nos caixas e já pagar na hora, o que acaba facilitando a saída depois. As cervejas long neck Sol e Heineken saem pelo preço pouco amigável de R$ 12, enquanto os drinques custam R$ 28 e o ponche Timothy Leary (vodca, licor de morango, espumante, suco de cranberry e cítricos) sai por R$ 18. A cozinha, comandada pelo Z Deli, serve duas opções de lanches a R$ 26 e R$ 28, além da ótima porção de batatas rústicas que custa R$ 12.

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Tudo pode ser consumido tanto no vagão quanto no espaço logo ao lado, decorado com peças vintage, remetendo a Geração Beat e a vanguarda artística de ícones como Jack Kerouac e Neal Cassady, que fizeram parte do grupo conhecido como Beatniks. Seguindo a  cultura da não-conformidade e da criatividade espontânea, encontraram seu lugar no mundo de maneira boêmia-hedonista, como pretende ser o bar em questão.

Uma banda que toca releituras de jazz dos anos 1950/1960 dá o tom da noite, enquanto o público se divide entre as mesas da área aberta e algumas poltronas confortáveis. A partir da 01h00 da manhã é a vez de um DJ convidado montar uma pistinha e dar novos ares ao espaço até a hora de fechar as portas, às 03h00.

Para garantir uma ida nesta temporada, esteja ciente de que só funciona aos sábados e que, teoricamente, não há chances de reserva, embora eu tenha presenciado o contrário, inclusive com placa de “reservado” sob uma das mesas. Sabe como é, coisas de São Paulo…

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Bar e restaurante pop up BTNK

Todas as fotos: divulgação

Artista cria série de retratos hiperrealistas que mais parecem pinturas

 

Algumas pessoas nascem com o dom de fazer com que pinturas se pareçam com fotografias, de tão realistas que ficam. É o caso de Charles Bierk, que vive em Toronto, no Canadá, pintando rostos a partir de fotos de amigos, familiares e conhecidos captadas em seu estúdio.

As características minuciosas de cada um dos retratos são capturadas não só pela lente da câmera, mas por suas mãos que pintam detalhes como fios de barbas e sardas, compondo uma obra de arte com paleta de cores em preto e branco. É possível observar uma textura impressionante nas imagens, que dão o tom hiperrealista em cada uma delas.

O talento é de família, já que o pai de Charles, David Bierk, também é um artista reconhecido por suas técnicas e que parece ter passado seu conhecimento ao filho.

Depois de se aperfeiçoar e criar um estilo próprio, Charles acaba por cair nas graças da internet e impressiona a todos. Olha só:

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Veja mais obras no site de Charles Bierk.

Todas as fotos © Charles Bierk

Conheça Isao Machii, o samurai que consegue cortar uma bala ao meio com uma espada

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Isso realmente parece difícil de acreditar. É tão incrível que centralizarei a frase principal e colocar-la-ei em negrito:

Um homem que se auto-denomina um guerreiro samurai moderno foi filmado em câmera lenta ao cortar um projétil extremamente rápido ao meio com uma espada.

Isao Machii conseguiu a proeza aparentemente sobre-humana em um stand de tiro em Los Angeles em 2011. Então, foi feito um vídeo com uma câmera especial que diminuiu a velocidade das imagens em 250 vezes. Podemos ver claramente a lâmina de Machii cortando o projétil, que estava se movimentando a 88 metros por segundo, em duas partes.

Dr. Ramani Durvasula, professor de psicologia da Universidade da Califórnia e testemunha do que aconteceu, diz que ele escutou no momento em que a lâmina encosta a bala, mas não conseguiu ver nada.

“Isso se deve a um nível sensorial inteiramente diferente, pois nem mesmo o samurai é capaz de visualizar nada”, Durvasula diz no vídeo, “Trata-se de um senso de processamento antecipatório, que é algo muito fluido e processual para ele”.

Daily Mail nota que o homem começou a estudar as artes marciais aos 5 anos e, agora, lidera sua própria escola de samurais.

Machii também já computa vários recordes para o Guiness Book, incluindo um para o maior número de cortes em três minutos, que foi de 252.

Talvez, sem surpresa, o YouTube está cheio de vídeos do talentoso homem. O samurai foi filmado cortando um ovo ao meio e a parte superior de um cogumelo.

Confira o vídeo:

Traduzido e adaptado