A reação amorosa de um pit bull, maltratado a vida toda, ao receber o seu primeiro carinho

Pit bull maltratado comove milhões pelo mundo.

Quando se fala em cães da raça pit bull, as polêmicas logo são levantadas, pois há os que defendem o extermínio da espécie por ser considerada nociva. Entretanto, existem os protetores dos animais em geral e mais especificamente dos pit bulls, que dizem não existir dados científicos suficientes que comprovem a agressividade desse cão.

Algumas nações proíbem a presença dos pit bulls, mas estudos demonstraram que tais leis não diminuíram as cenas de mordedura até mesmo porque, outras raças também já foram condenadas, tais como o rottweiler, dobermann e o fila do Brasil.

Os cães de porte pequeno no Brasil são os responsáveis pelo maior número de mordeduras, só que como causam lesões menos expressivas, não chamam a atenção como quando os pit bulls atacam. Deve ser entendido primeiramente que apesar dos pit bulls quase sempre receberem a má fama de violentos, muitos desses ataques são feitos por raças parecidas ou cães que são mestiços.

Surge ainda, o fator que talvez mais contribua para o eventual comportamento intempestivo do pit bull, bem como de outras raças caninas, que é a criação inadequada dos filhotes em geral, que são incitados a violência, ou seja, o comportamento do cão é uma reprodução clara por vezes do comportamento do seu dono.

A Sociedade de Veterinária Americana do Comportamento Animal afirma que o ser humano ao ser um tutor adequado dos cães como o pit bull, fará com que haja o início da socialização satisfatória do animal mais o treinamento necessário para qualquer espécie de bicho que vive domesticamente com o homem.

Todos os cães se comunicam ou “avisam” antes do ataque para que a pessoa se afaste, como, por exemplo, emissão de posturas de apaziguamento, animosidade em rosnados e latidos e o homem não respeita esse tipo de mensagem. Será que ele faria o mesmo se uma cascavel balançasse o seu chocalho?

Por vezes, as pessoas para “curar” o mau comportamento do pit bull, o submetem a violência extrema em enforcamento, choques, trancos, coleiras de garra, chutes, gritos e agressão verbais, sufocamento, cutucões, pauladas, vassouradas, etc. Ações covardes que provocam tristeza, frustração, medo, ansiedade e reação em qualquer ser vivo, racional ou não.

Foi exatamente isto que aconteceu com um pit bull abusado covardemente como cão de briga que após ter sido resgatado por um protetor, teve o seu vídeo transformando-se rapidamente em um terno viral na internet. O canal Pet Lovers Youtube mostra que o pobre animal, de início, tem muito medo de se achegar ao cuidador, justamente pelas agressões e maus tratos sofridos nas mãos humanas.

Porém, as expressões de afeto, amor e carinho do seu tratador, fazem com que o pit bull gradativamente responda as sensibilizações positivas, ronronando, abanando a cauda e por fim, se aproximando das grades de sua jaula para, pela 1ª vez, ser acariciado e não espancado pelo homem.

A felicidade do animal com o resgate de sua dignidade, proteção e amor do homem que lhe salvou a vida, confirma o que estudo algum foi capaz de provar, que a raça é agressiva por si só. Certamente, o trabalho constante e duradouro da sociedade em como se tratar os cães, guarda equilibrada e responsável, criar dignamente os animais, esterilizar preventivamente, educar a população e formar profissionais qualificados, diminuirão em muito os ataques de cães a todos.via

Artista usa areia como tela para suas obras na Califórnia

 
Sem agredir a natureza, o artista Andres Amador, de São Francisco, realiza um belíssimo trabalho nas praias da Califórnia (EUA). Sua arte é feita na areia, sendo que os desenhos costumam ser feitos em até duas horas. Entretanto, contemplar o resultado é quase impossível: as águas do mar limpam a sua tela momentos depois de finalizada.
Com um rastelo na mão e os pés na areia, Amador precisa ser rápido, antes que a maré suba e apague o trabalho já iniciado. Depois de pronto também resta pouco tempo para ser apreciado pelo público que se forma em torno da praia. Os cliques de pessoas desconhecidas e do próprio artista garantem que a efemeridade de suas obras se eternize.
“Com as criações, gosto de deslumbrar as pessoas, de trazer maravilha e beleza ao mundo”, afirma Amador em seu site. “A única constante em nossa existência é a impermanência. No final, as nossas vidas são sobre as experiências que tivemos, e não sobre as coisas que temos realizado”, relata o artista.
O conceito de “impermanência” está muito presente no contexto budista em que se prega, entre outras coisas, o desapego e a aceitação. Em seus desenhos é possível perceber uma forte influência esotérica.
A maior parte de seus trabalhos foi realizada no norte da Califórnia. Segundo ele, é bom ter sempre uma tela em branco nas areias das praias. Sua arte é levada para diversos eventos e ele realiza workshops com oficina de criação e arte.
 

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O.bra Festival, que trouxe novas cores ao centro de SP através do graffiti

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São Paulo esteve em obras mas não é daquelas insuportavelmente barulhentas e caóticas, às quais os paulistanos já estão bem acostumados e sim por causa do O.bra Festival, evento internacional de arte de rua que conseguiu trazer novas cores ao centro da capital, dando vida aos dias nublados que se passaram.

A iniciativa chegou ao Brasil através dos idealizadores do Instagrafite, o DaTerra Produções Culturais e o empresário Luan Cardoso. Juntos, selecionaram 18 artistas nacionais e internacionais para transformar a região central numa verdadeira galeria a céu aberto, como já acontece no MAAU, na zona norte da cidade; nas ruas da Vila Madalena e, mais recente, na Av. 23 de Maio.

Foram pintadas 9 empenas de grande escala nos arredores do Largo Arouche, ponto de encontro principal das atividades gratuitas como workshops, palestras, jam sessions e onde estavam estacionados alguns food trucks. Um time de nove artistas foi convocado e, assim, poderiam convidar outros nove de sua preferência e de qualquer lugar do mundo, para formarem uma parceria artística.

O brasileiro Herbert Baglione ficou com a missão de criar uma instalação de 10x10m no chão.

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Grande parte das empenas estavam estrategicamente localizadas ao lado de estacionamentos e espaços livres, podendo assim dar maior mobilidade para os convidados pintarem. Esta foi ainda a primeira vez que os artistas Alexis Diaz, Conor Harrington, Herakut, Interesni Kazki  e Suiko pintaram no Brasil. A dupla Herakut contou que tiveram ótimas experiências no país e o clima amistoso entre os envolvidos na ação. “Eles sempre foram rápidos em retribuir um sorriso ou gesto amigável, e isso ajuda muito a criar uma atmosfera confortável. Todos estavam tão interessados e dispostos a nos apoiar“, contou Hera.

Para ela, outro ponto alto e positivo durante o O.bra foi uma visita, à convite do artista Mauro Neri ao bairro do Grajaú. “Quando as crianças perceberam que não falávamos português, pegaram um dicionário da biblioteca do estúdio do Mauro e procuraram palavras para conversar com a gente. É tão incrível o que projetos sociais podem fazer”, disse. “Nós, artistas de rua, somos a melhor prova de que nem toda criação deve vir da tela do computador. Você pode criar algo realmente grande com ferramentas muito simples, desde que você esteja disposto a direcionar sua mente para isso.”

Os murais tiveram início no dia 13 de outubro e durante 12 dias progrediram aos olhos do público. A ideia do festival é não só levar a arte e revitalização para o centro, mas a valorização do artista do rua como muralista. Todas as obras têm um impacto visual incrível e falam por si mesmas em termos de qualidade, profundidade e criatividade. “Sentimos falta de um festival de arte urbana no Brasil e queremos existir e voltar anualmente para evoluir este cenário e dar voz aos artistas da street art no país”, diz Vera Santana. Entre tantas cores, colaborações, ocupações, só podemos desejar que este movimento continue a abraçar a cidade.

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Todas as fotos © Brunella Nunes

As duplas foram compostas por: INTI (Chile) e Alexis Diaz (Porto Rico); Jaz (Argentina) e Conor Harrington (Irlanda); Herakut (Alemanha) e M-City (Polônia); Aleksei e Waone Interesni Kazki (Ucrânia); Speto (Brasil) e Never 2501 (Itália); Tinho (Brasil) e Carlos Vergara (Brasil); Binho (Brasil) e Suiko (Japão); Vitché (Brasil) e Jan Kalab (República Tcheca).

Artista dá nova vida à madeira criando impressionantes e realistas esculturas humanas

 

O artista italiano Peter Demetz transforma a madeira sem vida em arte. Ele cria esculturas humanas de madeira, esculpidas à mão, com um realismo que impressiona qualquer um. Com muita precisão e maestria, reproduz com perfeição a anatomia humana e faz com que suas esculturas fiquem parecidas com pessoas reais.

As esculturas têm aproximadamente de 20 a 50 centímetros de altura. Demetz esculpe homens, mulheres e crianças, com uma impressionante riqueza de detalhes. Ele molda dobras de roupas, fios de cabelos, músculos e curvas humanas de uma forma tão minuciosa e detalhista que é difícil acreditar que as obras são feitas de madeira.

O trabalho do artista é também bastante intrigante, com a maioria das figuras humanas olhando para baixo ou com um olhar distante de nós. As peças não são necessariamente tristes, mas remetem ao sentimento da saudade, perda ou solidão. O artista já ganhou diversos prêmios e exposições ao redor do mundo.

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Todas as imagens via Peter Demetz

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Na natureza selvagem: conheça o homem que foi para o Alasca num jipe com seu cachorro

Já dizia o clássico livro de Christopher McCandless, o cara que protagoniza a história de Na Natureza Selvagem: “a felicidade só é real quando compartilhada”. Seguindo tal premissa e os mesmos passos, Dwayne Parton levou seu cão Bobby para dar uma voltinha no Alasca, onde o frio poderia ser tão cruel quanto a solidão.

A jornada de 90 dias teve a Carolina do Norte como ponto de partida, a bordo de uma camioneta esportiva, que os levou até o destino final. Foram muitas milhas percorridas, escaladas, contemplação de belas paisagens, novas amizades e aventuras memoráveis durante os dois meses que a dupla permaneceu no Alasca.

A vontade de viajar foi somada a possibilidade de poder trabalhar em qualquer lugar do mundo, sendo Parton um nômade digital que trabalha normalmente todos os dias. Enquanto fica no país durante o inverno, ele já planeja sua próxima viagem, carregando consigo sempre a vontade de explorar mais e, claro, seu amigo fiel.

Reconhece esta cena abaixo? É uma reprodução da foto de McCandless.

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Todas as fotos © Dwayne Parton