Por que esta modelo que faturou milhões com o Instagram decidiu abandonar as redes sociais

Com apenas 18 anos, a australiana Essena O’Neill já tinha alcançado mais de 500 mil seguidores no Instagram, 200 mil inscritos em seu canal do YouTube e cada uma de suas ações nas redes sociais rendia milhares de likes e comentários. Foi aí que ela, que estava trabalhando em sua influência online desde que tinha apenas 16 anos, resolveu sair das redes sociais. O motivo ela resume em apenas uma frase: mídias sociais não são a vida real.

A jovem excluiu cerca de 2 mil fotos de suas redes sociais nas últimas semanas e passou a editar as legendas dos posts que sobraram. Ela aproveitou o momento para excluir seu Tumblr e manteve apenas algumas das publicações em seu YouTube e Instagram. Nas novas legendas, ela conta fala sobre ego e sobre as vezes em que foi paga para posar com alguma roupa específica.

Confere só alguns dos desabafos:

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“Não paguei pelo vestido, tirei incontáveis fotos tentando parecer sexy para o Instagram, fez eu me sentir incrivelmente sozinha.”

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“Eu estava com acne aqui, isso é um monte de maquiagem. Eu estava sorrindo porque pensei que ficava bonita. Felicidade baseada em estética vai sufocar o seu potencial aqui na Terra.”

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“Me pagaram 400 dólares para postar um vestido. Isso foi quando eu tinha uns 150 mil seguidores. Com meio milhão, eu sei de várias marcas online que pagam até 2 mil por post. Não há nada de errado em aceitar acordos de marcas. Eu só acho que isso deve ser aberto ao conhecimento. Esta foto não tem substância, [o vestido] não foi feito através de uma fabricação ética (eu não sabia na época). Mídias sociais não são reais. Este é o meu ponto. Esteja atento ao que as pessoas promovem, questione você mesmo, qual é a intenção atrás da foto?”

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“NÃO É A VIDA REAL – tirei mais de cem em poses similares tentando fazer com que meu estômago ficasse bem. Quase não comi neste dia. E gritei com a minha irmã mais nova para que ela ficasse tirando elas até que eu ficasse, de alguma forma, orgulhosa disso.”

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“A única coisa que fez com que eu me sentisse bem nesse dia foi essa foto. Quão profundamente deprimente. Ter um corpo esculpido não é tudo que nós humanos somos capazes.”

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“NÃO É A VIDA REAL. Ganhei $$$ para promover o jeans e o top.”

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“E ainda outra foto tirada puramente para promover meu corpo de 16 anos. Essa era toda minha identidade. Isso era tão limitante. Me fez sentir incrivelmente insegura. Você não tem ideia.”

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“Fui paga por essa foto. Se você se encontra olhando para as “meninas do Instagram” e desejando estar no lugar delas… Perceba que você só vê o que elas querem. Se elas etiquetam uma empresa, 99% das vezes é pago. Não há nada errado em apoiar marcar que você ama (por exemplo, eu iria orgulhosamente promover lençóis Eco ou uma refeição vegan em troca de dinheiro se eu recebesse essa proposta). MAS isso ^^^ isso não tem propósito. Propósito nenhum em um sorriso forçado, roupas curtas e ser paga para parecer bonita. Nós somos uma geração ensinada a consumir e consumir, sem pensar em de onde as coisas vem e para onde vão.”

Todas as fotos © Essena O’Neill

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O maior prêmio para as menores fotos

nikon small world photomicrography competition fitoplancto

Durante a maior parte do ano seu trabalho é oculto ao público, apenas visto em poderosos microscópios.

Mas uma vez ao ano a “Nikon Small World Photomicrography Competition” as magnífica e as coloca no centro das atenções.O ganhador deste ano é Michael Stringer, do Reino Unido, que ganhou o primeiro lugar com a fotografia de um Pleurogisma (acima), uma forma comum de fitoplancto, aumentado 200 vezes.

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Nanotubos de carbono aumentados aumentados 30x

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Diferenciação do microorganismo unicelular Dictyostelium discoideumem uma larva multicelular

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Mitomicina (medicamento anticâncer) aumentado 10x

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Mistura de composto químico cristalizado aumentado 13x

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Orchestia gammarella (pulga de areia) aumentado 10x

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Parte da pata traseira de um inseto aquático da família Corixidae (Water Boatmen) aumentada 200x

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Larva de Sergestes, um crustáceo decápode de grande profundidades aumentado 30x

via  [CNN]

Como a tecnologia e a internet fizeram com que este cachorro paraplégico voltasse a andar

 

O que você faria se encontrasse um cachorro abandonado sem o movimento das pernas traseiras e buscando muito carinho? Enquanto muitas pessoas poderiam nem dar atenção para o animal, a canadense Meagan Penman sabia que precisava ajudar o cãozinho, encontrado em uma praia na Tailândia.

O bichano ganhou o nome de Leo e também um novo lar para chamar de seu, agora no Canadá. Meagan estima que o animal pudesse morrer em um mês caso não tivesse sido socorrido por ela. Foi o que a levou a procurar instituições na Tailândia que pudessem ficar com o cãozinho – mas, como nenhuma aceitou, ela o levou consigo para seu país de origem.

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Depois de visitar um veterinário, Meagan ficou sabendo que Leo tinha a coluna quebrada e nunca voltaria a andar. Ele também precisou passar por algumas cirurgias devido a problemas urinários. Mas, apesar de todo o carinho com o qual cuidou do animal, a canadense não poderia mantê-lo em casa. Foi assim que ele conheceu seu novo e definitivo lar, com a mãe adotiva Jamie. Hoje, o cãozinho caminha com a ajuda de uma cadeira de rodas especial para animais e não poderia estar mais feliz.

Além de ter uma história de amor sem fronteiras, Leo também recebeu ajuda de pessoas de diversas partes do mundo, que se comoveram com sua história, através de uma campanha para cobrir as despesas médicas do animal, chamada de Love for Leo, que arrecadou mais de US$ 4 mil para ajudar o bichano.

Acompanhe a história dele nas fotos abaixo:

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Todas as fotos © Love for Leo

Conheça aquela que é considerada a menor pug do mundo

Apesar de amarmos cachorros vira-lata, não podemos negar o quanto a menor pug do mundo é fofa! Nascido há quatro meses, a pequena Pip já está dominando a internet graças a seu curioso tamanho, de cerca de 10 centímetros. Para se ter uma ideia, Pip é menor do que uma lata de refrigerante.

Parte de uma ninhada de quatro cães, a pequenina já é um grande guerreira, sobrevivendo a inúmeros casos de pneumonia por conta do lábio leporino, fruto de uma má formação. A dona do animal, Joanne Astley, contou ao Daily Mail que acredita que este seja o menor pug da Inglaterra ou até mesmo do mundo. “As pessoas ficam encarando ela e não acreditam que ela é real, acham que é um brinquedo”, contou.

A mãe de Pip, uma pug chamada Ruby, deu à luz em janeiro deste ano e logo Joanne percebeu o quão menor era a cadelinha, que pesa em torno de 450 gramas. Atualmente, a menor cachorra do mundo é a chihuahua Miracle Milly, que tem 9,6 centímetros e está no Guinness Book, o livro dos recordes.

Pip está lá perto, olha só:

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Todas as fotos: Reprodução