FOTO DO DIA

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Moradores criam sinais de trânsito em miniatura para pequenos animais

Muitas vezes nós agimos como se a espécie humana fosse a única a conviver em uma cidade, mas as coisas não são bem assim… Pensando em conscientizar a população a respeito de outros animais que vivem em ambientes urbanos, a agência de marketing criativo e comunicação Clinic 212, da Lituânia, criou a campanha #TinyRoadSign (algo como “#PequenoSinalDeTrânsito”, em tradução livre).

No projeto, a equipe da agência criou sinais de trânsito em miniatura mostrando os pequenos animais que convivem no espaço urbano, como ouriços, gatos, pássaros, patos… Os sinais representam lugares destinado a estes animais, como uma faixa de pedestres para ouriços ou um aeroporto para pássaros, por exemplo.

Todas as placas foram colocadas na cidade de Vilnius, capital da Lituânia, mas você também pode conferir a brincadeira nas fotos abaixo:

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Fotos: Greta GedminaitėClinic 212.

Este casal de velhinhos vive sozinho numa ilha isolada há 45 anos

Dizem que tudo o que você precisa na vida é um amor e uma cabana. Seguindo esta premissa, o casal Juan Martin e Sinforosa Colome vive isolado numa ilha chamada La Estrella, próxima a Valência, na Espanha. Tendo como companhia apenas alguns gatos e cães que vivem no local, a dupla continua onde suas raízes estão, mesmo depois dos 200 habitantes não estarem mais lá.

Juntos há 45 anos, eles discordavam sobre ficar na remota ilha. Isso porque Sinforosa, de 82 anos, nasceu na aldeia e não tinha vontade de sair, embora todos estivessem partindo. Martin, atualmente com 79, acabou cedendo à vontade da amada e ambos tiveram uma filha no lugar, que morreu tragicamente aos 12 anos de idade. A vila rural já teve dias melhores e mais prósperos, mas após a Guerra Civil Espanhola, dos êxodos rurais e um desastre natural, que acabou matando muitos residentes, não conseguiu mais recuperar seu vigor de outrora.

Filmando o dia a dia do casal, a produtora Jungles in Paris fez um curta metragem sobre suas vidas isoladas do mundo, mostrando momentos da vida simples e pacata que decidiram levar até o fim de seus dias:

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Todas as fotos: Reprodução

O que acontece quando uma cerva filhote “invade” o álbum de fotos de um recém-nascido

 

Você provavelmente já praticou o chamado “photobomb” na sua vida, querendo ou não. O termo é usado quando alguém invade a foto de outra pessoa, tornando a cena um tanto engraçada ou estranha. No caso do pequeno Connor, de apenas 1 mês de idade, a invasão é bem inusitada, já que vem de uma notável cerva filhote.

Os registros da sessão de fotos estavam sendo feitos pela fotógrafa Megan Rion no Parque Estadual Sam Houston Jones, em Luisiana, no Estados Unidos. Durante os cliques, quem dá o ar da graça? A Maggie, uma cerva resgatada que vive na floresta e acabou “invadindo” as fotos do bebê.

A visita surpresa acabou deixando os retratos ainda mais bonitos e Maggie se tornou parte do cenário, que tinha o outono como tema central. As fotos foram encomendadas por Tiffany e Scott Rogers, pais do recém-nascido que certamente vai ficar feliz com a presença do animal quando olhar as recordações.

Olha só:

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Todas as fotos © Megan Rion

Série impactante empodera pessoas com câncer ao destacar suas cicatrizes

Em 2010, Jasmine Gailer sentiu uma dor forte, seguida por uma fraqueza na perna. O que parecia estranho, para uma jovem de 22 anos, revelou-se um divisor de águas em sua vida: após alguns exames, os médicos descobriram que ela possuía um tumor no osso do joelho.

Mesmo tendo encarado de frente a doença, passando por cirurgias e tratamentos e tendo até mesmo que reaprender a andar, Jasmine ainda precisou conviver com uma cicatriz de 30 centímetros em sua perna. Por muito tempo, a cicatriz incomodou a jovem. Até o dia em que ela decidiu postar uma foto sua nas redes sociais, com a marca visível.

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Logo percebeu que essa poderia ser uma boa maneira de conscientizar mais pessoas sobre o câncer e não demorou muito para que bolasse a campanha Scar Stories (“Histórias de Cicatrizes”, em tradução livre), para a qual obteve a ajuda de diversos fotógrafos, que se dispuseram a fotografar as cicatrizes de pessoas que haviam convivido com o câncer.

A iniciativa foi realizada em parceria com a organização australiana Can Teen, que trabalha para ajudar adolescentes e jovens adultos a vencer os desafios da doença. Todas as fotos do projeto foram exibidas e leiloadas na Austrália, com o objetivo de arrecadar fundos para a instituição e, assim, ajudar mais pessoas a superar as cicatrizes físicas e emocionais deixadas pelo câncer.

Algumas dessas fotografias e histórias você confere abaixo:

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Sara – diagnosticada com câncer ósseo aos oito anos, passou por diversas cirurgias e tratamentos, mas nunca deixou de surfar. Costuma se referir à cicatriz como uma “mordida de tubarão”.

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Nathan – diagnosticado com um tumor cerebral raro antes de chegar aos 20 anos, faleceu pouco tempo depois de tirar a fotografia para o projeto.

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Nathalie – após ser diagnosticada com câncer nos ossos, precisou ter sua perna removida, mas nem por isso deixou de encarar a vida de maneira positiva.

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Lucy – diagnosticada com sarcoma de Ewing, um tipo de câncer raro e muito agressivo, ela agora tem uma cicatriz de 40 centímetros na perna.

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Hayley – teve seu olho removido aos seis meses de idade graças a um retinoblastoma. Hoje usa uma prótese artificial e conta que, desde que parou de esconder sua cicatriz, tem sido mais fácil aceitar o fato de ter tido câncer.

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Hannah – venceu a vergonha de suas cicatrizes e hoje lembra que “Minhas cicatrizes são a prova do meu passado, da minha dor e da minha luta. Mas eu não vou deixá-las determinar o meu futuro”.

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Tough Beautiful Chicks – grupo de mulheres mais velhas que sobreviveram ao câncer de mama e comemoram seus triunfos sobre a doença. Todas as fotos © Scar Stories

Detentas brasileiras fazem perucas e próteses para mulheres com câncer

No Brasil, os presídios são superlotados e não ajudam a ressocializar os presos. Não há nada melhor que o trabalho para fazer com que presos se aproximem da sociedade e recuperem a auto-estima perdida. O projeto Mãos Solidárias, da ONG Amigas Para o Bem Viver, no Espírito Santo, oferece para as detentas do Centro Prisional Feminino de Colatina (CPFCOL) equipamentos para que produzam acessórios para mulheres com câncer e assim se mantenham ocupadas com uma boa ação.

Até hoje foram confeccionados 120 lenços, 14 perucas e 80 próteses mamárias artesanais para doação. Além disso, as internas já começaram um novo trabalho para produzir turbantes. Algumas mulheres que cumprem pena doaram os próprios cabelos para a campanha, outra parte veio de parcerias com salões de beleza, escolas e empresas do município.

As detentas trabalham voluntariamente, mas, para cada três dias de trabalho, conseguem reduzir um dia de penaRealizar este tipo de trabalho voluntário possibilita momentos de reflexão e de empatia com o público que receberá o material produzido por elas. Além disso, a iniciativa permite a capacitação profissional das internas e as prepara para retornarem à sociedade”, diz a gerente Educação e Trabalho da Sejus, Regiane Kieper do Nascimento. 

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Imagem via Sejus/ES.

Como uma bailarina está usando comida vegana para mudar a vida de moradores de rua de SP

 

Muitas vezes, não nos damos conta do quanto é valioso ter um prato de comida na mesa. Na região central de São Paulo, centenas de pessoas em situação de rua passam fome constantemente. Mas, através do incrível projeto Rango Vegano Solidário, a bailarina Bruna Dias ajuda a mudar este cenário, distribuindo marmitas veganas e um tanto de amor.

Com a ajuda de outros 15 voluntários, a vegana prepara e entrega 300 refeições livres de derivados animais uma vez por mês nas ruas do centro paulistano. O investimento nos pratos, que inclui ainda água e fruta, chega a cerca de R$ 500,00. Para tanto, conta atualmente com doações de quatro empresas e empreendedores da cidade, que abraçaram a causa.

A ideia é aumentar a capacidade de entregas e chegar a duas vezes mensais no próximo ano, portanto, doações continuarão a ser bem vindas para que o rango solidário se expanda cada vez mais. Os interessados em doar ou ajudar no preparo e entrega das marmitas pode entrar em contato pela página do Facebook.

Amenizar a fome e multiplicar o amor faz bem pra saúde.

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Todas as fotos: Reprodução