Conta no Instagram faz sucesso ao mostrar quanto de açúcar há naquilo que você come

 

Que uma latinha de refrigerante é puro açúcar você já está careca de saber. Mas você já parou para pensar quanto açúcar existe em um vidro de ketchup? Em um hambúrguer? Em um iogurte? Os produtos industrializados são recheados de açúcar e tem uma conta no Instagram que está pronta para te lembrar disso diariamente.

Trata-se da @_dealerdesucre, que facilita a visualização da quantidade de açúcar presente em cada alimento por meio de cubinhos. O resultado é um pouco assustador, mas é também uma forma simples e muito eficiente de ficarmos ligados e buscarmos mais informações sobre os alimentos que consumimos.

Dá uma olhada:

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Todas as fotos © @_dealerdesucre

5 provas que os homens não entendem as mulheres do passado

Um dos trabalhos dos historiadores é descobrir, nos relatos antigos sobre fatos marcantes, qual é a verdade. Muito ou tudo que nos deixaram não passa de uma versão parcial escrita por alguém que tinha algum interesse, tornando o relato histórico em propaganda.

Felizmente, a arqueologia moderna tem feito descobertas que estão desmistificando alguns relatos, e mostrando que o homem sempre foi sexista. Em resumo, as mulheres do passado não ficavam na cozinha. Veja:

5. Mulheres lutaram como gladiadoras

Roman civilization, Relief portraying fight between female gladiators

 

Quem assistiu o filme Gladiador, ou o filme Espártaco, e até mesmo quem leu o livro Espártaco, de Howard Fast, deve ter uma certa imagem dos gladiadores: escravos homens, forçados a lutar até a morte no Coliseu, para entreter a população corrupta daquela cidade corrupta, Roma.

A única mulher gladiadora que aparece no filme serve mais para reforçar esta imagem do que para apresentar a mulher como lutadora de arena. Mas é exatamente isto que acontecia: os gladiadores não eram apenas homens, ou escravos. Alguns gladiadores notáveis eram voluntários, como soldados e políticos, e muitos deles eram mulheres. Não se tratava de uma exceção; a presença de lutadoras era garantida até que no ano 200 o imperador Septimius Severus baniu a participação feminina.

Por que ninguém te contou isto antes? Por que os arqueólogos precisaram primeiro abrir seus próprios olhos e ver que, por exemplo, esta estátua abaixo não era uma mulher com uma ferramenta de limpeza, mas uma gladiadora com sua arma.

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O castelo da presunção masculina dos arqueólogos começou a cair no ano 2000, quando foi descoberta a tumba de um gladiador que continha um esqueleto de mulher.

4. Samurais mulheres eram mais comuns do que se pensa

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Qualquer imagem do Japão feudal não está completa sem a presença dos samurais, guerreiros que vendiam sua força para os senhores feudais. E as mulheres aparecem na figura só como gueixas ou… fazendo outras “coisas de mulher”.

Só que a realidade era outra. Mulheres crescendo dentro da filosofia e código do bushido, ou o caminho do guerreiro, participavam da batalha lá na linha de frente, lutando ferozmente.

O exame de DNA de 105 corpos de vítimas da batalha de Senbon Matsubaru, em 1580, mostrou que 35 destas vítimas eram mulheres. Ou seja, pelo menos a terça parte das forças que combatiam era feminina. E elas tinham treinamento com armas mais apropriadas, as naginatas, enormes lanças que, na sua ponta, possuem uma lâmina curva – era esperado das mulheres samurais que soubessem tanto de combate quanto seus maridos, para substituí-los caso necessário.

3. As amazonas existiram

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Conhecemos a lenda das amazonas por causa dos poemas de Homero, o que faz com que a gente pense que elas fazem parte do resto da fauna exótica dos contos daquele mendigo cego, como centauros, ciclopes e sereias. A imagem se completa com o costume de amputar um dos seios para não atrapalhar o lançamento do dardo, ou o uso de arco e flecha, e matar os filhos meninos ao nascer.

Só que a realidade é outra. A arqueologia moderna está aos poucos se acostumando com a ideia de que as amazonas existiam, e eram da tribo dos Citas, que viviam onde hoje é o Irã e a Turquia. E também não eram só mulheres, mas homens que faziam a barba e mulheres. Chamá-los de “guerreiras mulheres” provavelmente era uma forma de troçar de um inimigo que tinha feições “feminilizadas” e lutava lado-a-lado com suas mulheres.

 

A arqueologia descobriu túmulos que indicam tantos homens quanto mulheres eram amazonas, e ambos tinham a mesma quantidade de tatuagens e cicatrizes de batalha. Além disso, os dois gêneros tambémestavam enterrados com suas armaduras. A história de matar os filhos homens ao nascer é que deve ser conversa fiada do Homero.

2. Os vikings levavam as esposas junto

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Se quando você ouve a palavra “viking” você pensa em estupradores barbudos viajando em seus barcos compridos, vai ter que acrescentar à imagem algumas mulheres. E os filhos. E os bichos também.

O motivo é simples: os povos nórdicos estavam mais interessados em comércio e colonização pacífica do que em aparar a barba dos outros povos na altura do pescoço, de um lado a outro.

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E nesta parte, a da colonização, as mulheres tinham uma participação um pouco mais ativa – elas iam junto. Pelo menos, elas não ficavam em casa esperando que seus maridos voltassem da pilhagem e assassinato.

1. A arte antiga nas cavernas foi feita por mulheres

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A arte rupestre nas paredes das cavernas sempre foi assunto de fascinação. Recentemente, foram descobertas representações de órgãos genitais também.

Some-se a isto as pequenas vênus paleolíticas, com seus seios enormes e corpo avantajado, e o fato de que os arqueólogos que fizeram estas descobertas eram homens, e no imaginário de todo mundo ficou a ideia de que foi tudo feito por… homens.

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No entanto, alguns cientistas resolveram tirar isto a limpo. Considerando que, nos dedos das mulheres, o anular é menor que o indicador, eles passaram a comparar os tamanhos dos dedos das mãos desenhadas e chegaram à conclusão que pelo menos 75% dos desenhos foram feitos por mulheres.

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E as vénus paleolíticas? Não dá para afirmar nada com certeza, mas os cientistas notaram que todas elas se parecem quando vistas de cima, e apresentam uma imagem muito familiar a toda mulher que já ficou grávida: seios e barriga protuberantes. Talvez estas estatuetas fossem algo que as grávidas fizessem para ocupar seu tempo e lembrar desta época, um tipo de sessão de “fotos” de gestante, estilo paleolítico. [Cracked]

Por que 200 soterrados por uma mina em Mianmar não geram catarse?

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Ocidente minimiza catástrofe no Sudeste Asiático motivada por ganância de mineradoras; qualquer semelhança com Minas Gerais não será mera coincidência

Tome-se a editoria de Internacional do Estadão nesta segunda-feira. Ela que já foi a mais completa do jornalismo brasileiro. Procure-se a última notícia. Lá está: “Deslizamento de mina deixa pelo menos 100 mortos em Mianmar”. Mas há outros 100 trabalhadores desaparecidos. Ou seja, soterrados. Observem a matemática do crime: são duzentos assassinados por falta sistemática de segurança nas minerações de jade – a pedra preciosa. Certamente pendurada em alguns pescoços elegantes pelo planeta.

Mas não haverá luto mundial. Se não há impacto na notícia, não há comoção. Mark Zuckerberg não sugerirá a bandeira de Mianmar (ainda chamado de Birmânia em Portugal e outros países) em nossos perfis no Facebook. E por que essas outras vítimas da mineração não são notícia, ao menos não aquelas notícias que promovem catarse? Porque são trabalhadores pobres do Sudeste Asiático, num país que perdeu 100 mil pessoas – 100 mil pessoas – em 2008, após a passagem de um ciclone. E nem por isso entra pela porta da frente no noticiário sobre catástrofes.

(A vida imita os memes. No MapaMundi Trágico, Mianmar compõe os países que motivam a seguinte pergunta: “Um momento, esse país existe?” Existe e tem 53 milhões de pessoas.)

A própria edição de ontem do Estadão é bem ilustrativa dos critérios utilizados pelos editores. A manchete do jornal é a eleição na Argentina. E qual o segundo destaque internacional? A Bélgica. A Bélgica que “mantém alerta máximo para atentados”. Na página interna lemos que o país europeu mantém esse alerta “e busca suspeito”. O tema abre um caderno. Mais abaixo, França, Obama, Cameron. Na página seguinte, França, Rússia. Irã e Estado Islâmico aparecem em situações de confronto com o Ocidente.

E, lá no fim, onde a gente acha que cabe, o deslizamento de mina em Mianmar. Com os 200 mortos duplamente soterrados, pela terra e pelas notícias que nossos editores consideram mais importantes. Lemos ali que as grandes mineradoras no país pertencem a ex-generais e a barões do tráfico, e que eles faturam centenas de milhões de dólares. A página acaba e partimos para a página seguinte, ler sobre a catástrofe de Mariana (MG), o impacto ambiental no campo e nos mares num caderno chamado Metrópole.

NO MEIO DO CAMINHO TINHA UMAS PESSOAS

Pode soar cansativo repetir. Mas essas centenas de milhões de dólares estão perfeitamente integradas no sistema financeiro mundial. O capitalismo não se move à margem dessas pedras preciosas e dessa riqueza. E sim a partir delas, sem distinção. Assim como não se move à parte da riqueza – esta movida, em tese, conforme as leis vigentes no Brasil – gerada em Minas Gerais ou no Pará, por empresas como a Vale e a BHP Billinton. Nossos 20 mortos e os 200 mortos de Mianmar estão soterrados pela mesma lógica, as mesmas veias abertas.

O luto mundial é francês. A próxima preocupação do Ocidente, a Bélgica. “Militares patrulham ruas de Bruxelas após alerta”, informa a legenda do Estadão. Ao lado do soldado, incrivelmente encouraçado, um tanque. Atrás, vemos dois belgas esguios, como que parentes distantes de Tintin, o repórter da série de quadrinhos criada por Hergé (importantíssima na história das HQs), aquele que saía pelo mundo combatendo inimigos exóticos. Vários destes vilões eram larápios em busca de tesouros. (Tesouros!)

Era uma visão colonizadora. Mas Tintin era um repórter com espírito investigativo, misturado a um ímpeto policial (como o Mickey em sua fase de detetive), mas ainda assim um espírito investigativo. Esperem: repórteres internacionais investigativos? Como não temos mais nem correspondentes internacionais no jornalismo brasileiro, nada poderia ser mais distante. Ficamos sem saber com profundidade o que acontece pelo mundo. Quando sabemos, perde-se a intensidade, o drama, a cor. Ou a perspectiva crítica.

E fica assim: 200 mortos em Mianmar motivam somente um pé de página. E corta. Pula para a outra notícia.

Caso morram 10.000 birmaneses talvez eles ganhem metade do espaço dado para os mortos na França. Sem continuação no dia seguinte.

Em tempo: esta é a bandeira de Mianmar. Durante alguns segundos, você terá visto a bandeira de Mianmar.

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Fotógrafo clica imagens incríveis de seus amigos no fundo do mar

95% do trabalho fotógrafo espanhol Enric Adrian Gener, conhecido também como 27MM, é feito debaixo d’água. Amante dos oceanos, o artista cria imagens a partir dos mais impensáveis ângulos com a ajuda de seus amigos que atuam como modelos para as fotos.

O resultado impressionante deste processo pode passar a sensação que estamos nos deparando com uma super produção. Sim, as imagens são realmente grandiosas, mas o segredo de Enric não está nas parafernálias do mundo da tecnologia. O artista prefere usar a luz natural para fotografar: atividade que faz com apenas uma câmera e um snorkel.

O mar para mim é o lugar onde eu me sinto seguro, como em casa. Eu entendo a linguagem e as regras”, declarou.

Abaixo você vê imagens captadas em vastas extensões do oceano numa profundidade de até 32 pés. Bom mergulho!

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 Facebook e Instagram.Todas as imagens © 27 MM

Dupla de amigos faz sucesso vendendo hot dogs de sabores inusitados em SP

 
Japadog, o cachorro quente com maionese de wasabi, alga nori e molho tarê. Ou ainda o El Cabrón, que mistura catchup com guacamole e nachos – tudo isso no dog. Se pizzarias podem ser dar ao luxo de apresentar um cardápio com 70 sabores, por que não é possível adicionar pitadas de criatividade no hot dog?

Essa é a proposta do Hot D.O.C, um projeto entre dois amigos que começou como foodtruck e hoje já é um dos principais restaurantes para quem quer um dog no capricho em São Paulo (SP).

Em uma Kombi amarela e vermelha, sob o lema de “In Dog We Trust” (entendedores entenderão!), a dupla Fernando Mainardi e Mauricio Bicudo saiu pelas ruas vendendo seu dog. Com pães minuciosamente selecionados, salsichas artesanais e molhos exclusivos, a Hot D.O.C prometeu levar a experiência de comer um cachorro quente a um novo patamar gastronômico. Para isso, caprichou na qualidade dos alimentos e não decepcionou nas opções do cardápio.

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Além do Japadog e do El Cabrón, é possível ainda desgustar salsichas de calabresa, cordeiro, vitela e de cenoura – esta promete conquistar os estômagos vegetarianos. O cliente pode montar o dog como bem entender e, se ficar na dúvida quanto ao sabor, pedir meio a meio está liberado!

O truck deu tão certo que hoje a dupla também mantém um restaurante fixo, na região de Pinheiros. A decoração, claro, é toda inspirada na kombosa.

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Todas as fotos © Hot D.O.C

O marido e mulher que vão renovar os votos de casamento: agora como duas mulheres

 
As expectativas da sociedade sobre o indivíduo e todo o preconceito que permeia a liberdade de gênero e orientação sexual faz com que muitas pessoas levem uma vida infeliz, com dúvidas, anseios que permanecem secretos e culpa. Para o inglês Gary Frary, 33, o sentimento de apresentar a identidade de gênero errada estava presente desde a pré-adolescência. Mas foi só na vida adulta, depois de um casamento de quase uma década e três filhos, que ele decidiu assumir para si mesmo, para sua família e para o mundo a identidade de mulher transexual, Melissa.

Quando Gary se revelou transexual, eu pensei que o nosso casamento havia acabado“, afirmou ao Daily Mail a esposa, Amy. A situação, obviamente, gerou um grande choque, além de muitas dúvidas. “Ele era o amor da minha vida e eu queria dar uma outra chance a nós. Quando as crianças iam dormir, nós saíamos, Gary com roupas femininas“, contou ela. Com muita empatia e amor, o casal superou o estranhamento inicial e já pensa em renovar os votos de casamento, agora como esposas.

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Assim como muitas pessoas, Melissa pensava que uma mulher transexual obrigatoriamente deveria se sentir atraída por homens. “Eu não tinha certeza de que era trans“, contou ela, que acabou por confundir as ideias de gênero e orientação sexual. Hoje, mulher trans e homossexual, Melissa se sente muito mais feliz e completa, especialmente pelo apoio que recebe da esposa e dos filhos. “Eu percebi que quando eu conheci Gary, eu me apaixonei pela pessoa, não pelo gênero“, afirmou Amy.

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O dia do casamento

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Melissa, antes da transição

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A família, antes da transição de Melissa

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Todas as fotos via News Dog Media

[Via Daily Mail]