Mulher recebe implante de crânio com impressão 3D

Pela primeira vez no país, cirurgiões aqui do Brasil anunciaram que conseguiram implantar com sucesso placas de titânio produzidas com a técnica da impressão 3D no crânio de uma mulher de 23 anos de idade, que tinha fraturado os ossos em todo o lado direito de sua cabeça.

Depois de cair de uma moto e bater o rosto contra um latão de lixo no ano passado, Jessica Cussioli teve um buraco de aproximadamente 12 centímetros de comprimento através do seu crânio. Ela sofria de dores por todo o seu corpo. “Tontura, dor de cabeça, mal-estar”, disse ela, de acordo com o site da 3dprint.com. “O desconforto que sinto … Imagine que você tem fortes dores de cabeça todos os dias, o tempo todo.”

Ela precisava de uma prótese feita sob encomenda para reconstruir o seu rosto, a prótese e a cirurgia reconstrutiva, e os valores referentes ao custeio da cirurgia era demasiadamente caro. Os pais de Jesica tentaram entrar em contato com os médicos da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), que estavam experimentando cirurgias com implantes de titânio produzidos a partir das impressoras 3D.

TOP SURGERYUsando a tomografia computadorizada, uma equipe da Biofabris desenvolveu um modelo virtual do crânio de Jessica , e a partir deste, eles o usaram para criar uma placa de titânio que cobrisse o buraco causado no crânio.  A fabricação da placa levou cerca de 20 horas, de acordo com um comunicado da Biofabris.

Em comparação com materiais como o polimetilmetacrilato, há um menor risco de rejeição com o titânio – o que também é resistente à corrosão dentro do corpo humano. E enquanto ele é leve, o material tem uma forte resistência mecânica.

 

 

O procedimento experimental cirúrgico durou cerca de 8 horas e foi um sucesso. “Eu quero ir às compras! Terminar meus estudos na universidade, ir para uma nova vida, com uma nova cabeça “, disse Jessica com uma semana após a operação. “Tudo é novo”. IFLScience


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Fotógrafa captura imagens inéditas das cidades nucleares secretas da URSS

 

Nadav Kander viajou para as estepes do Cazaquistão, quatro anos atrás para ver as “cidades fechadas”, localizadas na antiga área de testes nucleares da União Soviética, uma rede de cidades invisíveis para todos de fora até a chegada do Google Earth. A fotógrafa aventurou-se primeiro na cidade de Kurchatov, que recebe o nome do físico que desenvolveu a primeira bomba nuclear da URSS.

Kander, com a ajuda de um contato local, convenceu o guarda a deixá-los passar as barreiras de isolamento. Suas imagens fantasmagóricas de uma bela paisagem levantam questões sobre sigilo, transparência e a atração humana universal a ruínas.

“Eu gosto de fotografar coisas que são muito difíceis de se olhar, mas de uma maneira bonita”, disse Kander.

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Mulher arranca seis costelas e fica com cintura bizarríssima

As decisões de Pixee Fox, modelo sueca, são bem controversas. Isso porque, obcecada por mudar o corpo, ela chocou a todos ao retirar nada menos do que seis costelas de uma vez!

A modelo tinha o sonho de ter uma cintura minúscula e, para isso, realizou uma operação extremamente criticada pela maioria dos médicos. Isso porque apesar da diminuição obtida, a retirada causa inúmeros riscos à saúde dela.

Agora, Pixee vive com uma cintura finíssima que mede apenas 35 cm.
Veja as fotos:
 
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A empregada doméstica brasileira que usou livros achados no lixo para se tornar juíza


Certamente você já ouviu histórias de gente com muito poucos recursos e que, com um esforço e superação incríveis, conseguiu atingir seus objetivos. Dessas que te dão vontade de seguir em frente quando você estava pensando em desistir. Antônia Maria Faleiros tem uma dessas histórias de superação.

A mineira nascida em Serra Azul (MG) de empregada doméstica conseguiu se tornar uma juíza estudando com livros que encontrava no lixo. 

Filha mais velha e com 5 irmãos, Antônia trabalhou aos 12 anos em um canavial no interior de Minas Gerais. Uma menina esforçada, sempre fazia questão de ler o que via pela frente. Segundo ela, no “acampamento” do canavial, acendia uma lamparina em uma cabana para ficar lendo até tarde da noite.

E, paralelo a esse emprego, Antônia conseguiu se formar no ginásio e fazer magistério. Tudo isso até os 17 anos, quando foi para Belo Horizonte para ser empregada doméstica.

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Na capital mineira, Antônia enfrentou muito perigo: dormir oito meses em um ponto de ônibus, por não ter onde passar a noite. “Eu não podia dormir na casa da patroa. Então dizia para ela que eu morava com uma tia em um bairro distante e para minha mãe que morava com a patroa”, conta Antônia. 

Durante esse tempo, ela se inscreveu para um concurso de oficial de justiça no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Como não tinha dinheiro para comprar o material de estudos, Antônia pegava do lixo folhas borradas de um mimeógrafo que fazia apostilas de um cursinho preparatório. O mais incrível: ela ficou em terceiro lugar do concurso.

Depois dessa vitória, a então oficial de justiça foi estudar direito na Universidade e se tornou juíza. Eu rompi uma barreira”, diz Antônia. “Gosto de contar essa história para reafirmar: a filha de uma dona de casa simples e de um trabalhador rural pode sim alcançar o que quer. Todos nós podemos”, completa.

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Todas as fotos: Reprodução

A incrível tribo Dassanech

 
O Daasanach são um grupo étnico da Etiópia, Quênia Sudão. Sua pátria principal é na zona Debub Omo das Nações Sul, nacionalidades, e região da Etiópia do povo, em torno da extremidade norte do LagoTurkana. De acordo com o censo nacional de 2007,eles numeram 48.067 pessoas (ou 0,07% do total da população da Etiópia), de quem 1.481 são moradores urbanos.

 
uma série de grafias variantes de Daasanach,incluindo Dasenach e Dassanech (este último utilizado em um episódio sobre eles na série de TV tribo).Daasanach é o nome principal dado na entrada de idioma do Ethnologue.
O Daasanach também são chamados Merille especialmente por seus vizinhos, os Turkana do Quénia.
O Daasanach são, tradicionalmente, um povo pastoral  pela tradição, mas nos últimos anos, tornaram-se essencialmente agro-pastoris. Tendo perdido a maioridade suas terras ao longo dos últimos cinquenta anos ou mais, principalmente como resultado de serem excluídos do suas terras quenianas tradicionais,incluindo em ambos os lados do Lago Turkana e o“triângulo de Ilemi” do Sudão, eles sofreram uma diminuição massiva do número de bovinos, caprinos ovinos. Como resultado, grande número deles moveram-se para as áreas mais perto do rio Omo,onde eles tentam plantar o suficiente para sobreviver. muita doença ao longo do Rio (incluindo a mosca tsé-tsé, que aumentou com o desenvolvimento de florestas e bosques lá), no entanto, tornando esta solução a sua situação econômica difícil. Como muitos povos pastorais em toda esta região da África, Daasanach são uma sociedade altamente igualitária,com um sistema social envolvendo conjuntos de idade e linhagens de clã ambos os quais envolvem relações de reciprocidade forte.
A linguagem Daasanach é uma língua cuchítica, notável pelo seu grande número de classes do substantivo,verbo irregular sistema e consoantes implosivas (parainstância, o D inicial em Daasanach é implosiva, por vezes escrita como tinha).
Vida diária 
 
O Daasanach são um principalmente agro-pastoris pessoas; Eles crescem abóboras de sorgo, milho e feijão quando o rio Omo e suas inundações de delta. Caso contrário o Daasanach dependem de suas cabras gado que dar-lhes leite e é abatidos na época da seca para carne e couros. Sorgo é cozido com água em um mingau comido com um guisado. Milho geralmente é assado, e sorgo é fermentado em cerveja. O Daasanach que o gado ao vivo em casas em forma de cúpula,feitas de um frame de ramos, cobertos com peles caixas de tecido (que são usadas para transportar ben sem burros quando migrar a Daasanach). As cabanas tem uma lareira, com tapetes cobrindo o chão usadopara dormir. O morre, ou classe baixa, são as pessoas que perderam o seu gado e sua maneira de viver. Eles vivem nas margens do Lago Turkana crocodilos de caça e pesca. Apesar de seu status é baixo por causa de sua falta de gado, morre o ajuda os pastores com peixes em troca de carne e carne de crocodilo.
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As mulheres são circuncidadas, removendo o clitóris.Mulheres que não são circuncidadas são chamadas de animais ou meninos e não podem me casar ou vestem roupas. As mulheres usam uma saia plissada cowskin colares e pulseiras, eles são geralmente são casados aos 17 anos enquanto os homens são às 20. Rapazes são circuncidados. Os homens usam apenas um pano xadrez em torno de sua cintura.
 
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Vídeo adorável: mamãe baleia e seu filhote nadam ao lado de mamãe golfinho com seu filhote

O vídeo acima foi gravado na costa leste da Austrália e mostra uma baleia jubarte com seu filhote nadando próxima a uma mamãe golfinho com seu filhote.pturado usando uma câmera montada em um drone. Os animais estão nadando próximos à superfície, por isso a filmagem foi possível.

Amizade animal?

Baleias e golfinhos são ambos cetáceos, ou seja, pertencem a mesma ordem de animais.

As jubartes se alimentam de animais pequenos, como krill e peixes menores. Elas não possuem dentes e são conhecidas como “baleias filtradoras”. Por exemplo, um dos modos de caça desses animais é a “rede”: um grupo de baleias faz um círculo em volta de um cardume, prendendo os peixes a fim de engoli-los.

Ou seja, apesar de ser consideravelmente maior que o golfinho, a baleia nadando atrás da outra mamãe não está pensando em comê-la.

baleia e golfinho 2

Isso não significa que esses animais sejam “amigos”, no entanto. A interação entre as espécies é rara, mas acontece.  [Telegraph, InfoEscola, BaleiaJubarte]

Fotógrafo agradece o tempo passado no Peru e as pessoas que conheceu com incríveis fotografias

Já deve ter acontecido com você: visitar um lugar e voltar tocado por tudo o que viu e conheceu por lá. É uma situação comum para muitos viajantes e que, diversas vezes, pode ser uma experiência capaz de mudar nossas vidas e a maneira como pensamos sobre elas. Ao que parece, foi o que aconteceu com o fotógrafo Brian Flaherty em sua viagem para o Peru.

Para agradecer os momentos que ele e sua esposa passaram no país, Brian criou a série Notes from Peru. O tempo em que esteve por lá, o casal não traçou um roteiro ou planos, mas se surpreendeu com as maravilhas naturais do Peru e por seu povo tão amigável. Apesar das barreiras linguísticas, ambos garantem que foram muito bem recebidos no país dos Incas – o que é perceptível pelas fotografias abaixo.

Confere só:

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Todas as fotos © Brian Flaherty