10 imagens que vão te dar vontade de viajar para Santorini agora mesmo

Não é a toa que os deuses fizeram da Grécia a sua casa. Olhando para sua beleza tão distinta, parece realmente que foi moldada por criaturas que não pertencem a este mundo. Na ilha de Santorini, as paisagens diante do mar Egeu não passam despercebidas, enfeitiçando turistas do mundo todo e deixando ainda maior a vontade de ficar neste paraíso.

O que poucos sabem é que a cidade de apenas 14 mil habitantes se originou de um vulcão ativo, que teve sua última erupção em 1680 a. C., formando ilhas que são parte de uma cratera. A capital, chamada Thera (ou Fira), tem a típica característica grega marcante: casas pintadas de branco e vielas que formam verdadeiros labirintos onde se perder é quase uma obrigação. Boa parte dos caminhos nos levam ao mar, oferecendo uma visão privilegiada.

A cidade mais bonita, porém, é Oía. O lugar fica ainda mais surreal quando chega o pôr-do-sol que deixa o céu alaranjado como você nunca viu antes. Algumas casas são coloridas, pintadas em cores tão vibrantes quanto o sol, deixando a paisagem ainda mais notável e inesquecível. Aproveite ainda e prove os sabores das delícias gregas, como os folhados de pistache, nozes, amêndoas e uma calda de mel. O sabor também consegue ser assim, divino.

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Conheça a tatuagem inspiradora deste talentoso artista mineiro

Outrora um tabu muito grande – capaz até mesmo de gerar desconfortos em eventuais entrevistas de emprego e jantares de família -, o universo das tatuagens tem ganhado destaque nos últimos anos.

Não é incomum encontrar, por aí, pessoas mais velhas desfilando desenhos pelo corpo – e os motivos são variados, passando pela estética ou grandes significados pessoais. Uma das maiores buscas dos tatuados ao redor do mundo, porém, é a exclusividade. E disso o artista mineiro Phellipe Rodrigues entende.

O rapaz de 25 anos chamou atenção nesse nicho graças a sua originalidade e versatilidade. Suas influências vão do old school ao neo tradicional, com uma forte percepção sobre grafitti e street art.

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Depois de passar cinco anos tatuando em Minas Gerais (Araxá é a cidade de nascensa de ‘Phil’), o artista ficará em São Paulo até o dia 11 de dezembro, numa curta temporada realizada no estúdio True Love Tattoo.

Outros grandes nomes da tatuagem pelo Brasil e pelo mundo irão se juntar a Rodrigues, no estúdio localizado no bairro da Bela Vista, dando chance aos tatuados paulistanos aproveitarem a “coceirinha” que todo fã de tatuagem sente em oportunidades como essa.

Veja as tatuagens de Phellipe e deixe se encantar:

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Todas as fotos © Phellipe Rodrigues

Série de fotos impressionante retrata tribo brasileira considerada a mais ameaçada do mundo

Enquanto muitas tribos indígenas foram completamente dizimadas com a chegada dos europeus ao Brasil, algumas delas ainda permanecem com quase nenhum contato com o mundo exterior. Os Awá fazem parte deste seleto grupo de sobreviventes, mas não se sabe por quanto tempo: a tribo natural do Maranhão foi considerada como a mais ameaçada do mundo pela Survival International, uma organização que luta pelos direitos das tribos indígenas.

Dezenas de milhares de Awá se espalhavam pelo Brasil há 500 anos – hoje, restam apenas cerca de 300 membros da tribo, dos quais 60 nunca tiveram contato com o mundo exterior. Eles vivem em completa harmonia com a natureza e suas mulheres chegam a amamentar macacos e esquilos órfãos, que passam  ser considerados hanima ou membros da família.

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Os Awá são nômades e exímios caçadores. Mas, embora sejam parte importante da alimentação da tribo, os animais que foram amamentados por suas mulheres nunca são comidos, mesmo após retornarem para a natureza. Eles também possuem diferentes bichinhos de estimação, que muitas vezes os ajudam a buscar frutos mais altos ou quebrar sementes.

Apesar disso e mesmo tendo suas terras demarcadas desde 2003, muitos membros da tribo continuavam sendo mortos por madeireiros ilegais que ocupam a região. Em 2014, uma campanha internacional conseguiu que o governo brasileiro retirasse centenas de madeireiros da região e oferecesse paz novamente aos Awá.

O fotógrafo Domenico Pugliese foi um dos privilegiados que teve oportunidade de contatar diretamente com a tribo. O resultado são essas fotos impressionantes:

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Fotos © Domenico Pugliese

Abaixo mais algumas fotos, estas da autoria da organização que luta para preservar a tribo, a Survival International:

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Fotos © Survival

CASAL VIAJA PELO MUNDO EM BUSCA DO SIGNIFICADO DO AMOR

Já dizia a banda Legião Urbana: “Quem inventou o amor? Me explica, por favor”. Na busca por esta resposta e muitas outras que envolvem este sentimento tão sublime, o casal Ryan Fontana e Molly Joseph disse adeus ao emprego para se jogar numa jornada que, segundo eles, “vive intensamente o presente, escolhe o amor acima do medo, diz ‘sim’ para a aventura e ultrapassa os limites da zona de conforto“.

A viagem um tanto filosófica dos DJs e namorados foi movida também pela vontade de ganhar novas perspectivas sobre o relacionamento. Depois de viajar para o Parque Nacional Yosemite, no EUA, o casal notou que alguma coisa estava faltando em suas vidas. Foi então que venderam suas coisas, saíram de seus empregos e cruzaram o Pacífico para encontrar esta peça-chave da qual careciam.

A dupla compartilha suas histórias no Instagram e no site com o intuito de inspirar as pessoas. Molly teve câncer há três anos atrás, o que faz sua vida ter um novo sentido a partir das aventuras ao lado de Ryan. Entre cachoeiras, praias exuberantes, templos e novos amigos, acharam a mudança que se fazia necessária, outras perspectivas e muita felicidade. “A maioria das pessoas sai para uma jornada em busca de se encontrar. Para nós, era mais sobre deixar de lado aquilo que não somos“, contou Fontana ao Elite Daily.

Quanto ao amor, Fontana disse que as viagens permitem que os casais se conheçam melhor, exatamente do jeito que são. ”Viajar com o seu parceiro significa que nada permanece escondido, ele vê absolutamente tudo de você: o bom, o mau e o feio. É ser completamente honesto e vulnerável (…). O amor incondicional é aceitar e apreciar a outra pessoa por tudo o que ela é, a sua beleza, bem como suas sombras“.

E assim viveram os pombinhos em busca pelo amor.

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Todas as fotos © Ryan Fontana e Molly Joseph

Os incríveis abrigos desenhados pela Ikea que estão mudando a vida de refugiados no Iraque

 
A crise em torno dos refugiados tem aumentado na Europa e muitas pessoas já buscam alternativas para melhorar a vida de quem está tentando reconstruí-la em um novo país. Na chegada, muitos dos imigrantes precisam viver em abrigos temporários em acampamentos de refugiados e ficam sujeitos à falta de privacidade, o que expõe mulheres e crianças a abusos sexuais.

Uma iniciativa da instituição Better Shelter, mantida pela IKEA Foundation, promete devolver a dignidade a estas pessoas ao oferecer um lar temporário mais confortável e seguro para as famílias de refugiados que vivem no Iraque. Os espaços foram desenvolvidos para durar por até três anos e permitem que as pessoas fiquem em pé dentro da estrutura, enquanto abrigos comuns são feitos para resistir por somente alguns meses e não têm espaço suficiente para que uma pessoa possa caminhar.

Para proporcionar mais comodidade a quem vive nos abrigos, eles foram equipados com painéis solares, telas mosquiteiras, luz e ventilação. Além disso, as portas podem ser trancadas pela família, o que confere mais segurança ao local.

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Protótipos dos produtos já foram testados por 40 famílias de refugiados vivendo no Iraque e na Etiópia. “Os refugiados foram envolvidos no processo desde o começo. Nós recebemos feedback regular das famílias que vivem nas estruturas e nos certificamos de incorporar seus comentários ao nosso design“, conta Anders Rexare Thulin, diretor da Better Sherlter.

Vale a pena ver e prestigiar essa ação:

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Todas as fotos © Better Shelter

Barbeiro brasileiro realiza o sonho de viajar o mundo e incentiva pessoas a fazer o mesmo

Enquanto algumas pessoas pensam que viajar é apenas uma coisa para privilegiados, outras não se contentam com essa ideia e vão atrás de seus sonhos mesmo não tendo uma poupança gorda para cobrir as despesas de viagem. É o caso de Gerson Saldanha, que ouviu da mãe que seu nome significava “peregrino” ou “viajante” e se fascinou com a ideia: era exatamente isso que ele queria ser quando crescesse.

Não tinha dinheiro para viajar, então minha mãe disse que, se eu estudasse, um dia poderia pagar minhas viagens”, contou ele ao Buzzfeed. Ele não teve dúvidas a respeito de seguir esse caminho e, ao terminar o ensino médio, começou a trabalhar na Marinha, onde fez um curso de barbeiro.

Foi lá que ficou sabendo a respeito de um concurso de redação. O prêmio? Um intercâmbio nos Estados Unidos.

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Gerson desbancou todos os outros concorrentes e foi o escolhido para embarcar para a América do Norte com tudo pago, em sua primeira viagem para fora do país. Quando voltou ao Brasil, ele sabia que precisava compartilhar a experiência e motivar mais pessoas a investir em seus sonhos. Para isso, passou a oferecer palestras em escolas públicas contando sua experiência de vida e mostrando para jovens que vem de famílias humildes que nada é impossível.

Com o projeto O Que Eu Trouxe Na Bagagem, Gerson também compartilha informações sobre bolsas e concursos que oferecem viagens ao redor do mundo, para estimular jovens a tentar estas oportunidades. Mas quem pensa que ele planeja investir todo seu dinheiro em viagens está muito enganado: Gerson conta que se tivesse R$ 10 mil em sua conta investiria em seu novo projeto, chamado International Student – Brazil.

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Todas as fotos: Reprodução Facebook.

“Alisa não, mãe!”: projeto fotográfico desafia meninas a amarem seus cachos

Você sabia que apenas 4 em cada 10 meninas de cabelo cacheado acham seus cachos bonitos? E elas são 7 vezes mais propensas a gostar do seu cabelo se as pessoas ao redor também gostarem. A partir dessas constatações, a fotógrafa Carolina Castro percebeu que poderia contribuir para a autoestima de meninas com cabelo afro, muitas das quais sofrem preconceito na escola por sua aparência.

Assim surgiu o projeto “Alisa não, mãe!“, em que a fotógrafa registra meninas exibindo orgulhosamente seus cachos. Além das fotografias, Carolina reúne também relatos das famílias sobre o preconceito com a textura dos cabelos das meninas e situações vividas por elas. “Minha professora se incomodava em ver eu e uma amiga que tem o mesmo ‘estilo’ de cabelo que o meu, e fazia críticas em tom de ironia: -Amarra esse cabelo pra gente continuar nossa aula!“, conta uma das fotografadas.

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Carolina é mãe de duas meninas e diz que os ensaios são também uma maneira de dialogar com mães e trocar experiências na luta contra o preconceito. “Apesar de não ser negra, sou bisneta, neta e filha de negra. Sempre tive muita admiração e respeito. Eu sabia que era um risco que eu corria de parecer hipócrita, por ter pele clara, mas a causa me movia“, contou ao site M de Mulher.

Os ensaios começaram com meninas de 9 meses a 16 anos, além de algumas mães que toparam ser fotografadas. Até agora, dois deles já foram realizados, mas outros devem surgir em breve.

Confere só:

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Todas as fotos © Carolina Castro