Jovem clica sua bike em cenários inspiradores para retratar a paixão pelas magrelas

A maneira como uma paixão pode levar à outra é sempre inusitada e muitas vezes o caminho percorrido entre as duas pode parecer quase inacreditável. Mesmo assim, o fotógrafo e ciclista amador holandês Rob van Driel insiste em lembrar que a paixão pelas magrelas foi o que o levou a se aventurar pela fotografia.

Ele sempre teve uma adoração por bicicletas clássicas, principalmente aquelas criadas entre as décadas de 30 e 80. Foi pesquisando por estes modelos que encontrou uma grande comunidade do gênero na rede de compartilhamento de fotos Flickr. Ele, que adora viajar sobre duas rodas, aproveitou a oportunidade para começar a testar suas habilidades na fotografia: “Eu sou um fotógrafo amador tirando fotografias legais dos lugares que vejo; é o que um turista faz”, diz ele.

Hoje, Rob costuma tirar fotografias de bicicletas em cenários mais do que inspiradores que encontra durante suas pedaladas e compartilha todas através de seu Flickr. Ele conta ainda que as magrelas foram uma ótima maneira que encontrou de fazer amigos ao redor do mundo. Afinal, quem não gostaria de começar uma conversa frente a uma paisagem dessas?

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Todas as fotos © Rob van Driel

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Side Pike, Langdale Pikes

 

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5 plantas do mal que provavelmente deveríamos eliminar da face da Terra

Há uma razão pela qual ninguém faz filmes de terror sobre plantas. A princípio, elas parecem inofensivas. Mas se a gente olhar com cuidado, vamos perceber que algumas delas só têm cara de boazinhas. Na melhor das hipóteses, podem nos dar alguma uma erupção cutânea ou crescer alguma fruta que pode nos envenenar. Se você já assistiu “Na Natureza Selvagem”, sabe do que eu estou falando.
Veja cinco frutas que deveríamos eliminar da face da Terra:

5. Acácia megafone: a flor controladora de mentes

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Esta planta seria um excelente supervilão de quadrinhos: ela é capaz de comandar enxames inteiros de insetos.

A chamada “acácia megafone” fornece abrigo e néctar repleto de nutrientes para formigas, mas com um porém: uma enzima neste néctar altera a fisiologia dos insetos, o que torna impossível para as formigas irem atrás de qualquer outro tipo de açúcar. Isso faz com que se tornem quimicamente dependentes da doçura da acácia, especificamente, a qual terão à disposição apenas enquanto protegerem a planta.
A acácia fabrica um certo produto químico que faz o inseto ter um apetite psicótico pelo seu néctar – e somente por ele. Assim, sempre que um animal grande, como uma girafa, por exemplo, tenta comer a planta, a acácia libera o produto químico e tem o seu exército de formigas programado para defendê-la.
A acácia também pode produzir uma substância química diferente, que atrai abelhas polinizadoras para ajudá-la a se reproduzir. Esta substância também é totalmente repelente de formigas, permitindo que suas flores cresçam em paz.
Uma vez que a polinização é completa, a acácia convida as formigas de volta para sua casa e as torna viciadas em seu néctar novamente. Mãe natureza, a rainha dos vícios. Quem diria!

4. Gympie ferrão: a planta venenosa que é uma fonte infinita de dor

plantas malevolas 4A Gympie ferrão é uma árvore venenosa da Austrália.

Para entender como ela é maligna, tente imaginar um matagal feito com ácido, e você vai mais ou menos entender do que esta árvore terrível é capaz.

Tecnicamente, ela é mais um arbusto do que uma árvore. A folha do gympie ferrão é coberta de pelos minúsculos que, em contato com a pele humana, podem proporcionar uma picada que permanece latejando dolorosamente por vários meses – ou, se você não estiver com sorte, mais de um ano.

Um cientista (que estava usando luvas de soldagem quando foi picado) comparou esta sensação com “ser queimado com ácido quente e eletrocutado ao mesmo tempo”.Alguém aí quer testar para ver se ele está falando a verdade?

3. Mancenilheira: a macieira da morte

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A mancenilheira é uma obra-prima da morte. Cada parte da árvore foi projetada presumivelmente pela natureza, em um dia em que ela estava namorando Satanás para irritar seus pais. Como resultado, ela pode assassinar seres humanos nas formas mais terríveis possíveis.
Oficialmente chamada de “árvore mais perigosa do mundo” pelo Livro dos Recordes, o menor dos contatos com a mancenilheira pode deixar vítimas cobertas de bolhas, e até mesmo cegas. E isso apenas com sua seiva.
Seus frutos, que enchem os olhos e são lindos de ver, pois se parecem com pequenas maçãs, podem gerar sintomas terríveis com apenas uma mordida, como grande inchaço bucal, extremamente doloroso, gânglios linfáticos aumentados, sangramento na garganta, problemas de respiração e morte.
Além disso, ficar debaixo desta árvore enquanto está chovendo pode ser suficiente para fazer você sair de lá cheio de bolhas. E se você tentar queimá-la, a árvore vai produzir uma fumaça tóxica que causa cegueira. Agora ficou fácil de entender porque, alegadamente, algumas tribos nativas americanas amarravam pessoas nesta árvore como forma de tortura.

2. Puya chilensis: monstro comedor de ovelhas dos Andes

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Nativa da América do Sul, Puya chilensis é uma planta que cresce até 3 metros e se alimenta de carne de animais. Mas não é simplesmente uma grande planta carnívora que, ocasionalmente, arrebata um rato ou alguma coisa assim.

Puya é uma planta bastante faminta. As olhas com espinhos afiados em sua base ajudam a planta a reter pequenos animais, como aves ou roedores.Os animais capturados permanecem no pé da Puya, e morrem lentamente de fome e sede, até que, finalmente começam a se decompor. Em seguida, a planta absorve todos os nutrientes que se infiltraram no solo.
Até aí, tudo bem (ou tão bem quanto uma planta assassina pode ser). Mas existem também contos de que as Puya chegaram as se alimentar de carneiros, porque sua lã fica facilmente presa na planta. Se isso é verdade ou não, continua um mistério. Aparentemente ninguém conseguiu capturar isso em câmera.

1. Cavalinha: a planta que se reproduz com ajuda de

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Um dos principais pontos fracos de qualquer planta é que elas são aparafusadas ao chão e não podem correr atrás de você. Quando o bicho pega, os seres humanos se reservam o direito de correr como se não houvesse amanhã.E também é isso que vai nos ajudar a ganhar a guerra: humanos x cavalinha.

As plantas Equisetum (cavalinhas) reproduzem-se por dar à luz a minúsculos esporos com pernas. Uma vez liberadas, as pernas dos esporos começam a se enrolar. Quando os níveis de umidade mudam muito, esses malditos esporos conseguem praticamente andar pelo chão.Estes esporos não são aranhas, mas também podem SALTAR. Ninguém sabe por que, exatamente (provavelmente para matar). Uma explicação é que eles fazem isso para pegar o vento e se espalhar para outras áreas mais frutíferos.

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Mas isso é apenas um palpite. E essa é a parte mais assustadora sobre esses demônios microscópicos: ninguém sabe por que eles têm pernas, como aprenderam a saltar e andar, e que finalidade tais pernas têm exatamente. Basicamente, não sabemos de nada.

E, no futuro, quando tudo o que restar for a terra queimada e esqueletos humanos em um cenário pós-apocalíptico, saberemos. Mas, acho que aí vai ser tarde demais. [cracked]

Série de fotos inquietante mostra que anorexia é muito mais do que “estar fraca”

A indústria da moda nos mostra quase que diariamente um mundo repleto de mulheres magérrimas, algumas delas muito abaixo do seu peso ideal, o que acaba estimulando meninas adolescentes a buscar um padrão de beleza nada saudável.

Na França, uma medida proibiu modelos muito magras de desfilarem, visando combater a anorexia. Porém, enquanto para alguns a doença já virou sinônimo de política nacional, há ainda quem acredite que a anorexia é simplesmente uma fraqueza do organismo.

A série fotográfica 32 Kg, da artista alemã Ivonne Thein, busca alertar exatamente para isso, mostrando os problemas causados pela doença. Suas fotos retratam modelos esquálidas, em que os ossos são visíveis e algumas partes do organismo permanecem envoltas em bandanas, lembrando que estes são corpos doentes. É difícil não se assustar com a ideia de que algumas pessoas tenham essa como referência de beleza. Mas engana-se quem pensa que Ivonne chamou modelos anoréxicas para criar o ensaio: embora não pareçam, todas as fotos são manipuladas digitalmente.

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Mais do que chamar a atenção para o problema, a série também gerou um impacto em sites pró-anorexia (também chamados de “pró-ana”), onde muitas jovens consideraram os retratos uma verdadeira inspiração. A recepção positiva destes grupos acende o sinal vermelho e mostra que o problema é ainda pior.

Dá uma olhada nas fotos:

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Todas as fotos © Ivonne Thein

Ilustradora posta um novo desenho hiperrealista no Instagram a cada 24h

Você já parou para pensar sobre quanto tempo passamos com os olhos vidrados em nossos tablets e smartphones? Nem mesmo as reuniões entre amigos ou familiares são mais as mesmas e parece normal ficar conferindo nossas redes sociais enquanto deveríamos estar, na verdade, interagindo entre humanos.

A possibilidade de passar alguns minutos sozinho, sem fazer absolutamente nada, parece ter desaparecido. Para retratar esse cenário e colocar a mão em nossa consciência, um artista francês está disposto a mostrar a ironia que há por trás de nossa relação com a tecnologia.

Jean Jullien retrata cenas cotidianas em que telas de todos os tamanhos acompanham os mais diversos acontecimentos. Com um toque de humor, ele mostra como essa dependência da tecnologia criou uma nova escravidão, em que precisamos estar constantemente conectados para sermos alguém.

O estranho no metrô

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Mais do que um ilustrador, Jean também trabalha com vídeos, design gráfico e fotografia, buscando cada vez mais formas de se expressar. Entretanto, seu trabalho mais famoso ganhou o mundo justamente graças às redes sociais: sua imagem Peace For Paris foi compartilhada por milhares de pessoas em todo o mundo.

Confere só o trabalho dele:

Liberdade

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A evolução (?) da leitura de notícias no café da manhã

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Show ao vivo

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Jantar gostoso

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Nunca sozinhos

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Um fotógrafo

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Bebê real: é um menino

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Futuro da fotografia

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Natal

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Uma maçã (Apple) para todos

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Vida moderna

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Orando antes do jantar

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Dia dos Namorados

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Praia

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Guerra

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É assim que estamos?

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Todas as fotos © Jean Jullien

Mini documentário emocionante mostra os últimos momentos de um homem com seu cão

O documentário em curta-metragem Last Minutes with ODEN (“Últimos Minutos com ODEN”) narra o último dia de vida de um cachorro que lutava contra um câncer terminal.

Dirigido e editado pelo estaduniense Eliot Rausch em 2009, o filme de apenas seis minutos é de dar um nó na garganta. O dono de Oden, Jason Wood, é um ex-presidiário e viciado em drogas e teve sua vida transformada através do relacionamento com seu cachorro.

A despedida dos dois amigos nos faz lembrar dos animais que temos ou que tivemos e a importância deles em nossas vidas. Last Minutes with ODEN ganhou o prêmio de melhor filme no festival Vimeo Awards, em 2010. Assista:

Last Minutes with ODEN from  on Vimeo

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Todas as imagen: Reprodução Vimeo

Quer viajar pro Vietnã? Comece por essa encantadora série de fotos

Apesar de seu nome ainda estar mais associado à palavra “guerra”, o Vietnã hoje é um país pacífico e que atrai turistas de todo o mundo graças às suas belezas naturais e a um povo muito hospitaleiro. E, dizem, não há maneira melhor de registrar uma cultura do que ser parte dela. Dessa forma, uma boa maneira de entender um pouco sobre a realidade atual do país é conhecer um dos maiores expoentes locais quando se trata de fotografia, Nguyen Vu Phuoc.

O fotógrafo captura imagens do dia-a-dia do país como uma maneira de contar a história de seu povo e seu trabalho já foi reconhecido com mais de 200 prêmios ao redor do mundo. Uma rápida olhada nas fotos abaixo mostra o talento de Nguyen por trás das câmeras e promete te deixar morrendo de vontade de viajar para o Vietnã.

Nota: o Vietnã, tal como muitos outros países daquela região asiática, tem se tornado uma opção apetecível para nômades digitais, por razões como a qualidade/velocidade da internet, o valor da moeda, os preços baixos ou a hospitalidade de seus povos.

Vem ver:

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Todas as fotos © Nguyen Vu Phuoc