10 coisas que aprendemos dormindo na casa de pessoas pelo mundo

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Quando queremos saber mais sobre o mundo e suas inúmeras possibilidades, nada melhor do que ouvir quem o conhece melhor. E o mesmo funciona para os vários programas e oportunidades que hoje existem para viajar. Uma delas,  é o couchsurfing, a comunidade que te permite passar uma ou várias noites em casa de outra pessoa sem pagar nada. A ideia é facilitar a troca de experiências e proporcionar uma viagem mais autêntica.

E é isso que tem feito o casal brasileiro responsável pelo canal no YouTube Travel and Share. Mirella Rabelo e Rômulo Wolff estão viajando o mundo de carro e aproveitam o couchsurfing para reduzir os custos e para aprender muito mais do que numa viagem de turismo convencional.

Eles contaram pra gente 10 dos incríveis aprendizados que têm feito por aí. Vale a pena ler:

1. Aprendemos que couchsurfing é muito mais que hospedagem gratuita

Antes da viagem nunca tínhamos feito couchsurfing, nossas expectativas eram pequenas e pensávamos que apenas seria uma forma de não gastar com hotéis durante a viagem. Percebemos que independente do país que visitamos as pessoas que nos hospedam estão dispostas a não somente nos oferecer um lugar para dormir mas também mostrar sua cidade, explicar sobre a cultura local e compartilhar sua vida com as pessoas que recebem.

With our host Mariel and Mariano in Buenos Aires ArgentinaCom nossos anfitriões Mariel e Mariano, em Buenos Aires, Argentina

2. Aprendemos o real significado da palavra generosidade

Até o momento nos hospedamos em mais de 60 casas, desde a mais luxuosas e com muito conforto até as casas mais simples. Em todas elas percebemos que as pessoas que hospedam viajantes são muito generosas e dispostas a compartilhar o que tem. Muitos nos ajudaram com contatos importantes, outros dividiram sua comida, nos levaram para onde precisávamos e alguns até deixaram sua cama para que pudéssemos ter um pouco mais de conforto.

With our hosts in Monte Hermoso _ArgentinaNossos hóspedes em Monte Hermoso, Argentina

3. Aprendemos a ser menos exigentes

Nunca sabemos o que vamos encontrar quando chegamos em uma casa nova, qual será a rotina da família que nos recebe, como é a casa, o que comem e como vivem. Muitas vezes temos sorte e temos um quarto só para nós com banheiro e tudo mais, mas muitas vezes tivemos apenas um espaço no chão da sala para dormir, o chuveiro não funcionava bem e às vezes não tínhamos estrutura para que cozinhar. Independente disso, aprendemos a agradecer por tudo aquilo que nos oferecem, muitos deles vivem a vida toda com muito pouco e ainda dividem o pouco que têm com completos desconhecidos, no caso nós. Isso faz nossa viagem ser muito especial.

4. Aprendemos que é muito fácil fazer novos amigos

Entrar na casa de uma nova pessoa, conhecer sua vida, passear juntos, comer juntos é uma forma muito intensa de conviver. É inevitável a amizade quando nos hospedamos na casa de um estranho por alguns dias. Entramos em suas casas como estranhos e saímos como bons amigos.

In Temuco_Chile with Our Hosts Cristobal and Gisella Em Temuco, Chile, com Cristobal e Gisella

5. Aprendemos a importância de ser organizado e prestativo

Apesar de algumas casas que ficamos ser muito confortáveis aprendemos que couchsurfing não é hotel. É muito importante ser organizado, se oferecer para ajudar com as tarefas da casa, arrumar sua cama todas as manhãs, lavar sua louça e dobrar suas roupas este é o mínimo que você deve fazer quando estiver se hospedando na casa de outras pessoas. O couchsurfing é uma comunidade baseada em referências, deixar uma boa impressão no quesito limpeza e organização vale muito pontos.

In Lontué Chile with our hostsEm Luntué, no Chile, com nossos anfitriões

6. Aprendemos a confiar em nossa intuição

Apesar de termos somente experiências boas sobre se hospedar na casa de estranhos pelo mundo, temos muito cuidado ao pedir hospedagem, sempre checamos as referências, olhamos suas redes sociais e sempre seguimos nossa intuição. Se algo nos diz que alguma casa ou pessoa parece ser suspeita, não pensamos duas vezes em recusar a hospedam gratuita e buscar outra alternativa. Sempre trocamos mensagens com nossos hosts e isso ajuda a tirar algumas dúvidas e também entender melhor sobre o lugar onde você irá se hospedar, afinal segurança em primeiro lugar.

7. Aprendemos a estar mais disponível

Se hospedar na casa de uma pessoa estranha não significa que você ficará fora da casa o dia todo e quando voltar ficará quieto no seu canto ou grudado no seu computador. Aprendemos que é importante dedicar um tempo para seu host, contar sobre seus planos para os dias em que ficará hospedado, preparar alguma comida juntos e escutar as histórias do seu host também. O couchsurfing é uma comunidade para troca de experiências e isso só acontece se você estiver aberto para falar e escutar o próximo.

With our hosts in La Plata ArgentinaLa Plata, Argentina

8. Aprendemos que é melhor seguir dicas locais

Dicas de viagem e do que visitar quando se esta viajando local é muito fácil encontrar na internet mas dicas de lugares diferentes só um local pode te dar. Todos as pesssoas que nos receberam nos ajudaram com dicas do que ver, o que fazer como ir e essas dicas foram valiosas pois nos ajudaram muito a economizar tempo e dinheiro.

9. Aprendemos a respeitar o diferente

Já nos hospedamos em casas que pessoas tinham animais empalhados na parede, outros possuem coleção de armas, outros são veganos até em uma casa com banheiro ecológico, tudo isso fez com que a gente aprendesse com a diferença. Passar alguns dias com pessoas com estilos de vida tão diferentes dos nossos nos ajudou a entender melhor o outro e a razão de cada um ser como é.

In Ushuaia Argentina with our hostsUshuaia, Argentina

10. Aprendemos que o que faz uma viagem interessante são as pessoas que conhecemos e não lugares que visitamos

Depois de conhecer inúmeros lugares e passar por muitas cidades as memorias que mais nos marcaram não foram de lugares que visitamos e sim das pessoas que conhecemos no caminho. Suas histórias e os momentos que passamos juntos são mais memoráveis que os lugares que visitamos e isso é algo que nunca esqueceremos.

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Todas as fotos © Travel and Share

Como esta muçulmana transformou comentários de ódio em ajuda para crianças carentes

 
A australiana, doutora em sociologia, Susan Carland, 34, se converteu ao islamismo quando tinha 19 anos. O que para ela era apenas uma nova forma de viver e acreditar, aos poucos também se transformou em uma maneira de enfrentar o ódio gratuito. Em suas redes sociais, ela recebe dezenas de mensagens de ódio diariamente. Mas conseguiu, de forma criativa, tornar os haters em algo positivo.
Eu tentei bloquear, calar, responder e ignorar, mas nada disso parecia refletir o ensinamento do Alcorão de fugir da escuridão com luz. Eu senti que deveria gerar algo bom para o mundo a partir de cada bala horrorosa que vinha em minha direção“, explicou Susan, que decidiu doar US$ 1 para a UNICEF a cada tweet de ódio que recebesse.
A UNICEF ajuda crianças que estão em situação de vulnerabilidade em todo o mundo, como guerras, fome, violência e opressão. Com isso ela não só diminuiu as mensagens de ódio que recebia como inspirou outras pessoas a fazerem doações semelhantes. Mais de US$ 1.000 já foram doados.
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Imagem © Reprodução/Twitter
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Foto © Don Arnold
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Foto © Simon O’Dwyer

Conheça o adorável cachorro oferecido à França após a morte de cão polícia nos ataques terroristas

 
Os ataques que arrasaram Paris deixando dezenas de mortos no último dia 13 de novembro fizeram também uma vítima não-humana: o valente cãozinho Diesel, um pastor-belga que trabalhava com a polícia francesa. Embora as perdas do país tenham sido irreparáveis, a Rússia quis mostrar sua solidariedade, oferecendo um reforço para a polícia francesa: Dobrynya, um adorável cachorro da raça pastor-alemão.
Segundo o embaixador francês na Rússia, Jean-Maurice Ripert, o cãozinho é “um símbolo vivo dos fortes laços de amizade e cooperação” entre os dois países. Mas a fofura de Dobrynya mostra que ela representa muito mais do que isso: na cerimônia em que foi presenteada ao país, fez questão de interagir com soldados franceses e russos.
Seu nome foi dado em homenagem a uma lenda popular russa, Dobrynya Nikitich, cavaleiro reconhecido por sua coragem.
Confira um vídeo com os primeiros treinamentos do cachorrinho e as irresistíveis fotos abaixo:
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Foto © Yuri Kadobnov/AFP/Getty Images
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Foto © Yuri Kadobnov / AFP / Getty Images
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Foto © Pavel Golovkin/Associated Press
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Foto © Pavel Golovkin / Associated Press
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Foto © Pavel Golovkin/AP

O maior destroier da Marinha dos EUA já está no mar

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O maior (e mais futurista) destroier americano conheceu o mar pela primeira vez.O USS Zumwalt partiu do estaleiro Bath Iron Works, no Maine, no início desta semana para fazer os primeiros testes em mar aberto, oito anos após sua construção ter começado.Com lados inclinados e ângulos pontiagudos, o Zumwalt – o primeiro de três navios de sua classe – parece uma nave do Império, da franquia Star Wars. 
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Além disso, é dirigido por um capitão chamado James Kirk, como o personagem de Star Trek (sem brincadeira). “Estamos absolutamente animados para ver Zumwalt em ação”, disse Kirk à Associated Press. “Para a tripulação e todos os envolvidos na concepção, construção e preparação deste navio fantástico, este é um grande marco”.

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Caro e inovador

A classe Zumwalt é projetada para operar em águas fundas e rasas e pode cumprir uma série de funções, incluindo a proteção de navios maiores e disparo sobre alvos terrestres. É também fortemente automatizada para os padrões da Marinha americana, com uma tripulação de apenas 158 – quase metade da tripulação a bordo dos atuais destroieres da classe Arleigh Burke.

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Os navios Zumwalt também geram energia suficiente para incorporar as futuras armas (como a arma a laser) que a Marinha está desenvolvendo, embora a construção dos destroieres tenha visto um grande aumento nos custos ao longo dos anos.

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Trinta e dois navios foram originalmente planejados, mas esse número caiu para vinte e quatro, em seguida para sete, até finalmente chegar em três – cada um custando cerca de US$ 4 bilhões, ou R$ 15,7 bilhões no câmbio atual (excluindo os custos de pesquisa e desenvolvimento).

Instabilidade

Os primeiros testes em mar aberto serão importantes para analisar as características de Zumwalt em ação, incluindo a sua estabilidade.

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O navio utiliza uma arquitetura incomum atualmente, com seus lados estreitando à medida que sobem acima da água. Esta costumava ser a norma em navios de madeira e nos primeiros revestidos de metal feitos no século 19 – eles eram mais difíceis de embarcar e tinham uma armadura mais resistente (projéteis que atingem uma superfície inclinada em vez de vertical têm uma chance maior de deflexão e precisam penetrar mais material).

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Esse design foi extinto no final do século 20 devido a problemas de estabilidade. No entanto, a Marinha diz que os lados inclinados do Zumwalt e a curva de perfuração de onda têm benefícios interessantes, enquanto seus novos sistemas de computador devem eliminar quaisquer problemas de instabilidade.

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Será? Bom, vamos descobrir isso logo, logo. [TheVerge]

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