Série de fotos mostra as ondas gigantes (e assustadoras!) de cidade em Portugal

As praias de Portugal são reconhecidas como alguns dos melhores lugares para se surfar em toda a Europa e costumam encher de turistas durante o verão. Na cidade costeira de Nazaré as coisas não são diferentes. A região atrai turistas que buscam relaxar em suas praias de areias brancas durante o verão e, é claro, praticar um pouco de surf.

É quando o inverno chega que o cenário da região muda de figura e apenas os mais corajosos ficam por lá. É que as ondas já deixam de ser propícias para a prática diária do esporte e começam a se tornar dignas de um filme de terror, chegando 30 metros de altura.

A cidade ganhou notoriedade em 2011, quando o surfista havaiano Garrett McNamara encarou uma onda de 23 metros – em 2013, ele bateria o próprio recorde ao surfar com êxito uma onda de 30 metros. O brasileiro Carlos Burle também encarou uma que parecia ser ainda maior. Graças a esses feitos, a cidade se tornou sinônimo de ondas gigantescas no mundo inteiro. E as fotos (e o impressionante vídeo!) abaixo provam o porquê dessa fama:

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Foto © Jorge Santos/Flickr

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Fotos © Pedro Miranda/Demotix

Série de fotos impactante mostra a dura realidade por trás de seus gadgets

O conforto que a tecnologia nos traz através de smartphones e outros adereços nos limita a um mundo somente nosso, e, ao contrário dessa ideia de que nos comunicamos com o mundo todo, parece que estamos apenas nos alimentando de nós mesmos. Essa redoma não nos causa curiosidade em saber de onde provém e como são captados os materiais, como o tântalo, usado para fabricar nossos tão valiosos gadgets.

O fotojornalista britânico Marcus Bleasdale resolveu tirar a venda de nossos olhos e reportou através de imagens quem são as pessoas que colhem os minerais necessários para fabricar nossos smartphones: crianças, homens e mulheres que vivem na República Democrática do Congo em condições terríveis que colocam suas vidas em risco.

O trabalho realizado em 2004 durante uma visita aos locais devastados pela guerra conta a história da exploração de recursos minerais do país e a demanda por consumo de eletrônicos que impulsiona isso. Através de uma negociação com os senhores da guerra local, o fotógrafo, que começou a documentação em 1999, conseguiu o aval para ficar por ali e fotografar a cena por alguns dias.

O resultado deste trabalho intitulado The Price of Precious foi publicado na edição comemorativa de 125 anos da revista National Geographic.

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Em 2010, o congresso norte-americano aprovou a Lei para Reforma de Wall Street e Proteção ao Consumidor, que, entre outros fatores, exige que empresas públicas divulguem a origem dos materiais, logo, se auxiliam grupos armados da República Democrática do Congo no controle da exploração e abuso de populações locais.

Para o fotógrafo, “Toda a indústria tem que chegar a um ponto maduro, onde existem muitos mais minas que podem ser classificadas como minas verdes. E uma vez que ocorra essa massa crítica, então eu realmente sentirei que o povo congolês vai ver a diferença para a economia local. É apenas chegar a esse ponto de inflexão”.

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Todas as fotos © Marcus Bleasdale/National Geographic

Veja todas as imagens no site do Marcus Bleasdale.

 

 Fotógrafa cria série surreal para mostrar como é conviver com a depressão

A depressão é uma doença que leva a pessoa ao seu lado mais obscuro e doloroso de tristeza. Ela pode gerar dores muito grandes física e emocionalmente. Quando afetado, o ser humano tende a pensar que está sozinho nessa e que ninguém mais sente essas mesmas dores. O que não é verdade. 
É o que mostra a fotógrafa argentina Luciana Rodriguez, que, em uma série de autorretratos, tenta mostrar a beleza que se esconde por trás dos aspectos mais entristecedores da vida. Baseada em Córdoba, na Argentina, a fotógrafa faz uma viagem até o momento em que tudo passa por uma intensidade muito grande de escuridão, a procura de compaixão e empatia da sociedade.  
Com essas imagens, de acordo com ela, o público conseguirá enxergar que esses sentimentos são universais e qualquer um pode vir a senti-los. Além disso, Luciana diz que as imagens podem ser como uma espécie de purificação da alma, onde as pessoas desafiam a repressão emocional em que vivem.
Dá uma olhada:
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Todas as fotos © Luciana Rodriguez

Série de ilustrações mostra porque você deveria agradecer mais e se desculpar menos


O ser humano acostumou-se a sempre pedir desculpas por tudo, sendo quando a pessoa está passando por momentos difíceis e pede desculpas a quem a está escutando choramingar ou quando demora para realizar uma tarefa e pede desculpas por se atrasar na resolução.

A fim de mostrar que isso só traz mais negatividade ao nosso dia a dia, mas que existe uma solução, a artista chinesa, atualmente a viver em Nova York, Xiao Yao mostra, através de seus quadrinhos, que dizer “obrigado” ao invés de “desculpe” pode melhorar o cotidiano das pessoas, além de soar mais bonito. 

Tem dúvidas? Vem ver:

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Se você quiser dizer: “Obrigado por sua paciência”/ Não diga: “Me desculpe, estou sempre atrasado”; “Tanto faz”.

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Se você quiser dizer: “Obrigado por passar seu tempo comigo”/ Não diga: “Me desculpe, eu sou entediante”

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Se você quiser dizer: “Obrigado por me escutar”/ Não diga: “Desculpe, eu estou divagando”

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Se você quiser dizer: “Obrigado por gostar de mim”/ Não diga: “Desculpe, eu tomo muito espaço”

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Se você quiser dizer: “Obrigado por ter esperança em mim todo esse tempo“/ Não diga: “Desculpe, eu sou uma decepção

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Se você quiser dizer: “Obrigado por me entender”/ Não diga: “Desculpe, eu não faço o menor sentido” 

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Aprecie as pessoas pelo que elas já fizeram – “obrigado” – elas sabendo disso ou não./

Não se desculpe por simplesmente existir. Porque isso não é errado. Se você quiser dizer “obrigado”, não diga “desculpe”

Todas as imagens © Yao Xiao

As 3 mães incríveis que estão levando seus filhos para se aventurarem na natureza

 
A gente sabe que ser mãe não é uma tarefa fácil, ainda mais porque além de todas as tarefas e cuidados básicos, elas ainda têm que ser criativas na hora de entreter os pequenos. Pensando em sair da rotina, as mamães Brooke Froelich, Morgan Brechler e Shannon Robertson se uniram e resolveram levar seus filhos para se aventurarem junto com elas no meio da natureza.
As três são protagonistas do primeiro filme do Born Wild Project, focado em mostrar experiências de famílias que criam seus filhos livres e próximos do meio ambiente, com o intuito de inspirar outras a seguirem o mesmo caminho. Incentivar pais e crianças a se conectarem com a natureza selvagem pode trazer grandes benefícios para todos os envolvidos.
Shannon é mãe de Bodhi, de 3 anos e de Skye, de 1 ano; Morgan é mãe de Hadlie, de 4 anos; e Brooke é mãe de Huck, de apenas 11 meses. Elas são a prova de que é possível manter o espírito aventureiro após a maternidade, levando as crianças para se divertirem junto e se arriscarem a escalar, nadar, correr, abraçar o mundo e viver, da maneira mais genuína possível.
Assista ao trailer do documentário abaixo, filmado nas montanhas de Wyoming – EUA, e veja as duas gerações convivendo em harmonia com a natureza:

Morgan e Hadlie

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Shannon, Bodhi e Skye

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Brooke e Huck

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Todas as fotos © Born Wild Project

Gata com “dentes de vampiro” é resgatada das ruas e faz sucesso incentivando a adoção

Princess Monster Truck é uma das felinas mais famosas da história da internet. Hoje a gata de olhos amarelos e dentes “de vampiro” possui mais de 200 mil seguidores no Instagram e seu próprio site que vende seus próprios produtos. Mas não é apenas pela sua aparência singular que ela conquistou o mundo.

Certa noite, Tracy, dona da Monster, estava andando pelas ruas do Brooklyn, NY, e deu um grito ao ouvir um estranho miado vindo de um arbusto. “Nós decidimos que não podíamos deixá-la, ela não parecia que ia sobreviver, e por isso a levamos para a nossa casa“, contou. Monster estava magra, faminta e com os pelos todos desgrenhados.

A gata logo foi levada para uma consulta médica e Tracy perguntou sobre os dentes de Monster: “O veterinário assegurou que a maneira de como a mandíbula foi estruturada parecia ser uma condição de nascimento, e esses tipos de coisa acontecem comumente em raças persa“.

Monster se recuperou e virou celebridade. Hoje sua fama é usada para incentivar campanhas de adoção de animais, como no vídeo abaixo, onde Tracy conta sua história e visita seu abrigo de animais favorito, convidando as pessoas a adotarem um animalzinho também.

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Todas as imagens via @PrincessMonsterTruck

Modelo com síndrome de Down vai desfilar na New York Fashion Week

A modelo Madeline Stuart tem 18 anos e síndrome de Down. É desta maneira que a garota nascida em Brisbane, na Austrália, se apresenta em seu site. Ela entrou no mundo da moda há aproximadamente um ano e recentemente foi convidada para desfilar na próxima edição da New York Fashion Week, no dia 13 de setembro para a grife FTL Moda.

Madeline conta que há 14 meses estava acima do peso e decidiu mudar o seu estilo de vida, a partir de uma reeducação alimentar. Hoje ela é dançarina, líder de torcida, pratica esportescomo basquete, críquete, natação e, em menos de um ano, participou de duas campanhas para grifes de roupas.

A garota criou, com a ajuda de sua mãe, uma página no Facebook, onde declarou: “Eu sou uma modelo e espero que meu trabalho ajude a mudar a forma como a sociedade enxerga as pessoas com deficiência. A visibilidade cria consciência, aceitação e inclusão“.

A modelo desfilará com o apoio da Christopher & Dana Reeve Foundation, especializada em auxiliar pessoas que sofreram lesões graves na coluna ou com problemas neurológicos. Ementrevista ao The Huffington Post, sua mãe, Rosanne Stuart, contou: “Nós queremos continuar a trabalhar com pequenas companhias, de caridade ou startups, para que possamos continuar a ajudar as pessoas. Nós realmente acreditamos na inclusão, isso significa todo mundo, desde que esteja de acordo com nossas crenças e costumes”.

Leia aqui a entrevista que Rosanne concedeu ao Cosmopolitan na semana passada, onde conta sobre como a visibilidade de sua filha está ajudando a mudar a percepção das pessoas sobre a questão da deficiência intelectual.

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Foto © Erica A. Nichols

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Foto © MellyS Photography

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Foto © Erica A. Nichols

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Foto © Erica A. Nichols

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Foto © Erica A. Nichols