Concurso de fotos engraçadas mostra outro lado da vida selvagem

Concurso de fotos é uma coisa que a gente já ama. Agora um concurso como este… Ainda mais!Animais hilariantes têm sido negligenciados pela mídia, de uma maneira geral. Mas, este ano, Paul Joynson-Hicks mudou essa história. O fotógrafo lançou um concurso para premiar as imagens mais engraçadas da vida selvagem, o “Comedy Wildlife Photography Awards”.

A ideia é, claramente, celebrar o lado mais divertido da vida selvagem com fotos um tanto inusitadas.

Qual é o prêmio?

Um safári de 7 dias pelo sul da Tanzânia, na África Oriental, e uma DSLR Nikon D750 com uma lente 24-85mm. Parece bom, não?E se você achou que teriam poucos participantes, está muito enganado. Para o juiz e comediante britânico Hugh Dennis, o número e a qualidade das fotos participantes foi fantástico.

Os finalistas, e não apenas o vencedor, devem ficar muito orgulhosos de si mesmos, assim como os animais que fotografaram, simplesmente por terem um olhar tão engraçado.

Conheça os vencedores e finalistas do concurso de fotos mais engraçadas da vida selvagem: [via]

1. Vencedor: Hora do rush

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2. Segundo lugar: Esconde-esconde

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3. Terceiro lugar: Tirando tatu

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4. Finalista: Projeto de Usain Bolt

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5. Finalista: Meu jeitinho…

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6. Finalista: Deu a louca

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7. Finalista: Família entediada

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8. Finalista: Iáááááááááá

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9. Finalista: Amigos para sempre

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10. Finalista: Dando asas à imaginação

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11. Finalista: Curtindo a vida adoidado

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12. Finalista: Deu ruim

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13. Finalista: No flagra

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A emocionante história do baiano que foi sozinho pra SP para cumprir o sonho de ser fotógrafo

Algumas pessoas parecem estar destinadas a fazer o que amam, independente das circunstâncias apresentadas pela vida no caminho para realizar esse sonho. João Machado, nascido em Xique-Xique, no interior da Bahia, pode se considerar uma destas pessoas.

Ele foi tentar a vida em São Paulo nos anos 90, quando, após passar 5 meses desempregado, conseguiu um trabalho na construção civil. Com o dinheiro que juntou, conseguiu comprar de um colega de trabalho uma câmera fotográfica analógica, usada, da marca Nikon. Foi aí que a vida dele começou a mudar, quando João aproveitava o tempo livre para experimentar a câmera e desenvolver um olhar próprio na hora de registrar suas fotografias.

Mas a vida dá voltas e, novamente desempregado, ele precisou voltar para Xique-Xique, onde um fotógrafo amigo da família o presenteou com uma câmera e o incentivou a voltar para São Paulo e seguir o sonho de se tornar um fotógrafo. O conselho foi seguido à risca e logo João estava trabalhando em uma empresa fazendo fotos de formatura, oportunidade que usou para desenvolver melhor sua técnica.

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Para aprender ainda mais sobre o assunto, ele estudava com revistas especializadas e começou a descobrir seu talento para a fotografia autoral.

Hoje vivemos em uma era digital em que as imagens se espalham diariamente através das redes sociais. Para se adaptar, o fotógrafo agora trabalha com câmeras digitais da Nikon. Como as câmeras DSLR da marca possuem wi-fi integrado, fica mais fácil para ele compartilhar as imagens diretamente com smartphones e publicá-las na internet.

O tema de suas fotos também mudou: João agora retrata suas raízes, o sertão nordestino e, há 12 anos, acompanha as romarias de Bom Jesus da Lapa, na Bahia, onde registra os romeiros e seus hábitos. Por trazer um olhar local, ele sabe como ninguém como capturar a simplicidade e a beleza da região.

A técnica desenvolvida por João envolve se enturmar com as pessoas do local, para captar cenas mais espontâneas. Ele também sabe sempre o momento certo do pôr e do nascer do sol. Quem quiser conhecer mais do trabalho do artista, não pode perder de conferir a mostra “O Sertão de João Machado”, que ficará em exposição até o dia 16 de janeiro na Galeria Nikon, na Vila Madalena, em São Paulo.

O Sertão, de João Machado. Exposição na Galeria NIKON. Fotos para uso exclusivo de divulgação da exposição. DOC Galeria. contato@docgaleria.com.br

Dá o play para conferir um pouco mais da história do fotógrafo:

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O Sertão, de João Machado. Exposição na Galeria NIKON. Fotos para uso exclusivo de divulgação da exposição. DOC Galeria. contato@docgaleria.com.br

O Sertão, de João Machado. Exposição na Galeria NIKON. Fotos para uso exclusivo de divulgação da exposição. DOC Galeria. contato@docgaleria.com.br

O Sertão, de João Machado. Exposição na Galeria NIKON. Fotos para uso exclusivo de divulgação da exposição. DOC Galeria. contato@docgaleria.com.br

O Sertão, de João Machado. Exposição na Galeria NIKON. Fotos para uso exclusivo de divulgação da exposição. DOC Galeria. contato@docgaleria.com.br

O Sertão, de João Machado. Exposição na Galeria NIKON. Fotos para uso exclusivo de divulgação da exposição. DOC Galeria. contato@docgaleria.com.br

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O Sertão, de João Machado. Exposição na Galeria NIKON. Fotos para uso exclusivo de divulgação da exposição. DOC Galeria. contato@docgaleria.com.br

Conheça a “Veneza do Japão” antes que ela seja invadida por turistas

Uma das coisas mais gostosas de viajar é descobrir aquele lugarzinho escondido que ninguém conhece, a não ser você. Pode ser um vulcão inativo no México, uma localidade no interior da Eslováquia ou mesmo um pequeno vilarejo no Japão, como Ine no Funaya (“As Casas-Barco de Ine”, em tradução livre).

Conhecida como a Veneza do Japão, esse povoado pertence à prefeitura de Quioto e, por enquanto, ainda não foi descoberto pelos turistas. Com apenas 230 casas flutuantes construídas às margens d’água, a localidade promete ser um paraíso para os turistas mais aventureiros. Reconhecida como um lugar de importantes construções tradicionais, as casas aqui conservam um estilo único, com portas tipo as de garagem, para que as pessoas possam ancorar seus barcos.

Embora ainda não figure em muitos guias de viagem – o que mantém as hordas de turistas distantes – muitas das casas locais já foram transformadas em alojamento para os viajantes, o que permite que você encontre um bom lugar para se hospedar por lá.

Dá só uma olhada nas fotografias únicas desse lugarzinho perdido no meio da Ásia:

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Foto © Hiroshi Termy Hosokawa

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Foto © Ichio Usui

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Foto via

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Foto © Hiroaki Kaneko

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Foto © Hiroshi Termy Hosokawa

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Foto © Cristobal Padilla

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Foto © yukarichandesu

Fotógrafo cria álbuns de casamento incríveis (e assustadores!) a mais de 100 metros de altura

Ensaios fotográficos têm aquele velho clichê de serem feitos em jardins, praias paradisíacas ou até em grandes avenidas do mundo todo. Esqueça isso e conheça o trabalho do fotógrafo Jay Philbrick. Ele, junto com sua esposa Vicky, mostra que dá para fazer algo, digamos, um pouco mais radical.

Eles oferecem aos clientes a oportunidade de produzir um álbum (de casamento, ou book mesmo) em locais com mais de 100 metros de altura. São diversos lugares com alta perículosidade, como bordas de penhascos, poços profundos e montanhas íngremes. Não bastasse isso, eles ainda procuram o local onde a luz está no seu mais perfeito estado. Enquanto Jay fotografa, Vicki faz rapel e encontra a melhor posição de iluminação para a foto.

Eu vou um pouco contra as tendências atuais de luz natural única e sessões fotográficas lifestyle”, explica Jay. O resultado é esse:

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Recentemente, os noivos Christie e Kevin Coleman foram fotografados por eles. Jay capturou as imagens pendurado em uma corda, enquanto o casal ficava na ponta de um penhasco.

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Todas as fotos © Jay Philbrick

A missão de um único homem de fotografar 12.000 espécies antes que elas desapareçam

Joel Sartore é um fotógrafo no meio de uma missão pessoal muito bonita: documentar 12.000 espécies em cativeiro antes que elas desapareçam da face da Terra.O objetivo é aumentar a conscientização sobre esses animais, e a ameaça de extinção que muitos deles enfrentam.

A ideia

Sartore é um contribuinte da National Geographic há 20 anos, fotografando em lugares desde seu estado americano natal, Nebraska, até as planícies de Uganda.Ele sempre teve uma paixão por conservação da natureza, mas sentiu que não estava tendo muito impacto sobre as mudanças em curso e as taxas de extinção cada vez mais rápidas.
Assim, começou a pesquisar a obra de grandes artistas conservacionistas como James Audubon, que tentou pintar e descrever todas as espécies de aves da América. A missão de Audobon inspirou Sartore a começar seu próprio catálogo ambicioso dos animais que ele tanto ama.Segundo estimativas, estamos no meio da sexta extinção em massa, e 30 a 50% das espécies do mundo serão eliminadas até o final do século. Como é impossível saber quais animais não estarão conosco no futuro, Sartore decidiu fotografar todos que pudesse.

5.600

Ele iniciou o projeto uma década atrás, capturando com suas lentes um rato-toupeira-pelado em um jardim zoológico de Lincoln, Nebraska.Até agora, já visitou 250 zoológicos, aquários, centros de reabilitação animal e outros locais, onde fotografou 5.600 espécies. Faltam ainda 6.400.
Seus retratos são simples e íntimos, sempre contra um fundo preto ou branco. Embora o público goste mais dos grandes felinos e elefantes, o coração de Sartore pertence às criaturas menores, como os brilhantes sapos venenosos.Os enquadramentos que escolhe permitem que a personalidade de cada animal registrado venha à tona. “Todas as criaturas grandes e pequenas são iguais neste fundo”, diz.

As dificuldades

Apesar de estarem em cativeiro, esses animais são selvagens e podem ser um pouco imprevisíveis. No início do projeto, Sartore tentou fotografar chimpanzés contra um fundo de papel colado na parede, mas um deles rasgou todo o painel enquanto os outros riam descontroladamente.
Para evitar ser mordido, arranhado, pisoteado e tudo o mais, Sartore age rapidamente. Depois de arrumar o fundo e as luzes, gasta apenas alguns minutos com cada animal. Os modelos, é claro, nem sempre ajudam. “Eles não se sentam e raramente prestam atenção”, conta o fotógrafo. “Então, é tudo uma questão de sorte e esperar que eles olhem pra mim algumas vezes”.Para promover seu trabalho e sua mensagem, Sartore tem escrito livros, dado discursos e até mesmo exibido suas imagens no Empire State Building e no Vaticano.Apesar disso, ele considera mídia social sua ferramenta mais poderosa, por seu alcance instantâneo e enorme.

25 animais cativantes

A dedicação de Sartore com seu projeto continua tão forte como quando ele começou, e o artista espera passar o resto de sua vida fazendo isso.“Quando as pessoas me perguntam qual é meu animal preferido para fotografar, eu sempre digo o próximo”, conclui.
Veja algumas das belas espécies que Sartore conseguiu imortalizar: [Wired]
Camaleão de dois chifres (Kinyongia multituberculata) no jardim zoológico de Houston, EUA

Camaleão de dois chifres (Kinyongia multituberculata) no jardim zoológico de Houston, EUA
Ratos-toupeira (Cryptomys damarensis) no jardim zoológico de Houston. Estes roedores subsaarianos são um dos dois únicos conhecidos mamíferos eussociais

Ratos-toupeira (Cryptomys damarensis) no jardim zoológico de Houston. Estes roedores subsaarianos são um dos dois únicos conhecidos mamíferos eussociais
Um tigre-malaio em vias de extinção (Panthera tigris jacksoni) no jardim zoológico de Omaha, EUA

Um tigre-malaio em vias de extinção (Panthera tigris jacksoni) no jardim zoológico de Omaha, EUA
Porco-espinho (Hystrix indica) no jardim zoológico de Omaha

Porco-espinho (Hystrix indica) no jardim zoológico de Omaha
Gato-da-Líbia (Felis silvestris lybica) no Wildlife Safari Park do zoológico de Omaha

Gato-da-Líbia (Felis silvestris lybica) no Wildlife Safari Park do zoológico de Omaha
Calau-sundanês-enrugado (Aceros corugatus) no jardim zoológico de Houston

Calau-sundanês-enrugado (Aceros corugatus) no jardim zoológico de Houston
Uma bebê orangotango-de-bornéu (Pongo pygmaeus) chamada Aurora, com sua mãe adotiva, Cheyenne, um cruzamento de orangotango-de-bornéu com orangotango-de-sumatra (Pongo pygmaeus x abelii) no jardim zoológico de Houston

Uma bebê orangotango-de-bornéu (Pongo pygmaeus) chamada Aurora, com sua mãe adotiva, Cheyenne, um cruzamento de orangotango-de-bornéu com orangotango-de-sumatra (Pongo pygmaeus x abelii) no jardim zoológico de Houston
Elefante africano (Loxodonta africana) no jardim zoológico de Indianapolis, EUA

Elefante africano (Loxodonta africana) no jardim zoológico de Indianapolis, EUA
Guarás (Eudocimus ruber) no Zoológico de Caldwell em Tyler, Texas, EUA

Guarás (Eudocimus ruber) no Zoológico de Caldwell em Tyler, Texas, EUA
Mandril (Mandrillus sphinx) no Zoológico Gladys Porter, em Brownsville, EUA

Mandril (Mandrillus sphinx) no Zoológico Gladys Porter, em Brownsville, EUA
Lagarto-de-gola (Chlamydosaurus kingii) no jardim zoológico de Lincoln, EUA

Lagarto-de-gola (Chlamydosaurus kingii) no jardim zoológico de Lincoln, EUA
Harapan, um rinoceronte de Sumatra macho de quatro anos (Dicerorhinus sumatrensis) no Centro de Conservação White Oak, EUA

Harapan, um rinoceronte de Sumatra macho de quatro anos (Dicerorhinus sumatrensis) no Centro de Conservação White Oak, EUA
Uma raposa vermelha (Vulpes vulpes)

Uma raposa vermelha (Vulpes vulpes)
Lobo-mexicano (Canis lupus baileyi) no Wild Canid Survival and Research Center, EUA

Lobo-mexicano (Canis lupus baileyi) no Wild Canid Survival and Research Center, EUA
Sapo-boi-azul venenoso (Dendrobates azureus) no Reptile Gardens, EUA

Sapo-boi-azul venenoso (Dendrobates azureus) no Reptile Gardens, EUA
Um rinoceronte-indiano ameaçado fêmea, com seu filhote (Rhinoceros unicornis) no jardim zoológico de Fort Worth, EUA

Um rinoceronte-indiano ameaçado fêmea, com seu filhote (Rhinoceros unicornis) no jardim zoológico de Fort Worth, EUA
Pantera-da-flórida (Puma concolor coryi) no zoológico de Tampa, EUA

Pantera-da-flórida (Puma concolor coryi) no zoológico de Tampa, EUA
Tetraz-das-pradarias (Tympanuchus cupido attwateri) no zoológico de Tyler, Texas

Tetraz-das-pradarias (Tympanuchus cupido attwateri) no zoológico de Tyler, Texas
Pandas-vermelhos gêmeos de três meses de idade (Ailurus fulgens fulgens) no jardim zoológico de Lincoln

Pandas-vermelhos gêmeos de três meses de idade (Ailurus fulgens fulgens) no jardim zoológico de Lincoln
Macaco de De Brazza (Cercopithecus neglectus) no jardim zoológico de Omaha

Macaco de De Brazza (Cercopithecus neglectus) no jardim zoológico de Omaha
Pinguins-rei (Aptenodytes patagonicus) no jardim zoológico de Indianapolis

Pinguins-rei (Aptenodytes patagonicus) no jardim zoológico de Indianapolis
Antílope-real (Neotraus pygmaeus), o menor dos antílopes, no jardim zoológico de Los Angeles, EUA

Antílope-real (Neotraus pygmaeus), o menor dos antílopes, no jardim zoológico de Los Angeles, EUA
Leopardo-nebuloso (Neofelis nebulosa) no jardim zoológico de Houston

Leopardo-nebuloso (Neofelis nebulosa) no jardim zoológico de Houston
Águia-de-cabeça-branca (Haliaeetus leucocephalus) chamada Bensar no George M. Sutton Avian Research Center, EUA

Águia-de-cabeça-branca (Haliaeetus leucocephalus) chamada Bensar no George M. Sutton Avian Research Center, EUA
Gladys, uma gorila-do-ocidente de seis semanas (Gorilla gorilla gorilla) no jardim zoológico de Cincinnati, EUA

Gladys, uma gorila-do-ocidente de seis semanas (Gorilla gorilla gorilla) no jardim zoológico de Cincinnati, EUA

Capas de revistas femininas mostram como se vestiam as mulheres no Irã nos anos 70

Quem vê fotografias das mulheres iranianas atualmente já sabe o que esperar: o corpo quase todo tapado, um lenço para cobrir também a cabeça e poucos pedaços de pele à mostra. As vestimentas femininas são determinadas por lei e, por isso mesmo, são poucas as mulheres que se atrevem a usar roupas mais ousadas. O que pouca gente sabe é que, no passado, as mulheres tiveram muito mais liberdade de vestimenta no país. Mais do que em países hoje na vanguarda.

Uma série de imagens mostra como eram as revistas femininas antes da Revolução Islâmica de 1979 – e nos dá também uma dimensão da moda no país durante esse período. As vestimentas que estampam as capas são modernas e bastante próximas do padrão ocidental, mostrando que havia uma boa dose de liberdade neste sentido.

Algumas das fotos são bastante ousadas e deixariam a população atual do país chocada. Atualmente, as mulheres são obrigadas a cobrir o cabelo, pescoço e braços e, embora muitas optem por inovar nas cores, as vestimentas tendem a seguir sempre os mesmos modelos.

Dá uma olhada na moda que o país deixou pra trás:

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Todas as fotos via Design You Trust

Mulher aconselhada a não ser mãe por conta de doença celebra nascimento do filho com fotos encantadoras

Trish McCoy testemunhou um milagre. Dois, na verdade. Há 11 anos, quando sua irmã encerrara uma luta contra um câncer, foi diagnosticada com uma doença rara chamada Mielopatia, por deficiência de cobre, e fazia tratamento com infusões bissemanais, de segunda à sexta-feira. Seu estado frágil de saúde não impedia seu desejo de ter um filho. Ela, então, foi informada pelos médicos que isso não seria possível.

Onze anos se passaram e ela engravidou. Os médicos novamente a desencorajaram, dizendo que seu bebê não resistiria por ela sofrer de uma doença auto imune. Bem, a força esteve com ela, que deu a luz a um pequeno Jedi. O bebê nasceu com a imunidade baixa, Icterícia e o tamanho dos pulmões menores do que deveriam. Mas ele está aqui entre nós e pronto para novas batalhas.

Ah, e para as fotos que sua tia coruja tirou resultando nesse ensaio temático de Star Wars que você vê abaixo.

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Todas as fotos © Trish McCoy