Série de fotos raras mostra o charme de Paris há 100 anos

Com a ajuda da tecnologia, as fotos antigas em preto e branco podem até ganhar cores. Acontece que o banqueiro francês Albert Kahn comissionou quatro fotógrafos em 1909 para documentar as charmosas ruas de Paris em fotografias coloridas. E o resultado dificilmente poderia ter sido melhor.

As imagens foram clicadas por Leon Gimpel, Stephane Passet, Georges Chevalier e Auguste Leon com um processo chamado autocromo, ou Autochrome Lumière, que permitia fotos em cores em meados do século XX. O grupo chegou em Paris, que estava entre as cidades a serem fotografadas, em 1914 para dar início aos trabalhos.

O sistema para alcançar fotos coloridas era bem artesanal, porém eficiente. Uma chapa de vidro era revestida com uma camada bem fina de grãos minúsculos de fécula de batata nas cores laranja, verde e violeta, que eram sobrepostos a uma fotografia preta e branca. Depois de receber uma camada de verniz impermeável, a chapa era imersa numa emulsão pancromática – solução homogênea de compostos sensíveis a todas as cores.

Não é incrível? Olha só:

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Todas as fotos © Albert Kahn

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FRASE DO DIA

“As mulheres não podem…”

pode sim ,como pode,além de poder deve,além de dever faz,se tem algo que mulher pode é poder.

Cantora de jazz que ficou sem teto visitava seu papagaio de estimação num abrigo para cantarem juntos

Wende Harston, uma talentosa cantora de jazz de Denver, EUA, perdeu sua casa e passou boa parte deste ano morando num trailer. E, além de todas as dificuldades que vêm junto com ficar desabrigado, a saída dela teve uma fonte de sofrimento extra: Wende teve de deixar para trás o seu mais querido companheiro, um papagaio chamado Samela.

Por falta de espaço, a vocalista da Queen City Jazz Band não conseguiu levar o animal com ela, mas também não o abandonou. A cantora deixou Samela no abrigo para pássaros The Gabriel Foundation e, mesmo não vivendo mais juntos, fez questão de o visitar todas as semanas. Mas não eram visitas normais: Harston levava consigo um violão para cantar e tocar enquanto estivesse no abrigo com o papagaio e seus novos companheiros.

A música contagiante da cantora e seu amor incondicional pelo papagaio mobilizaram as pessoas e o abrigo iniciou uma campanha para ajudar os dois a morarem juntos novamente. O resultado desta foi positivo e hoje a dupla musical está junta novamente.

Assista a dupla abaixo e aproveite para conhecer a Queen City Jazz Band também.

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Imagens via Facebook

Conheça o restaurante que serve pratos à base de insetospara ajudar a salvar o planeta

 

É cultural que a gente sinta nojo de insetos. Sempre vimos diversas informações de que eles podem estar contaminados por pesticidas e por todo tipo de doenças. Apesar disso, existe gente que pratica a entomofagia, que é o hábito de comer insetos. No mínimo estranho, certo?

Errado. O chefe britânico Adam Holcroft abriu um restaurante, chamado Grub Kitchen, no País de Gales, Reino Unido, com um cardápio cheio de insetos. O motivo? Vivemos um momento em que cada vez mais as pessoas se apercebem que o planeta está sofrendo com a forma como nos alimentamos e é preciso buscar soluções.

Para Adam, os invertebrados podem ser essa solução, já que eles fornecem as proteínas que necessitamos diariamente. Além disso, educar as pessoas a comer esse tipo de alimento pode deixar de sobrecarregar a indústria pecuária, matando menos mamíferos e aves. 

Não precisamos comer carne todos os dias, os insetos têm as mesmas proteínas que a carne tem e que o corpo humano precisa”, diz Adam.

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O mais engraçado é que os ingredientes são orgânicos e muito criativos. Para se ter uma ideia, o preparo de algumas receitas é feito com massa de farinha de grilos torrados e triturados. Já o menu também parece atraente. Dá para comer pratos, como o bolinho de cebola com espinafre e joaninha, e como sobremesa biscoitos de chocolate de grilo com manteiga de amendoim.

Veja as imagens abaixo e conta pra gente – você estaria disposto a mudar seus hábitos alimentares em prol do planeta?

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Todas as fotos © Grub Kitchen

5 lugares fora das rotas turísticas tradicionais para conhecer na Toscana

Hoje vamos até a uma região bem especial da Itália, com a Marina Chor, do Rent a Local Friend.

A região da Toscana, na Itália, é um lugar onde todos deveriam ir pelo menos uma vez na vida. Além de Florença, a principal cidade da região, o local também tem outras pequenas cidades encantadoras. Se quiser conhecer tudo, tire pelo menos uma semana. Mesmo assim, você vai querer ficar muito mais. Vale a pena conferir alguns dos pontos que não poderão ficar de fora dessa viagem cheia de ares e arquiteturas medievais. Nota: não colocamos na lista Florença, Pisa e Siena, as principais cidades, para dar lugar a outros lugares pitorescos.

Tuscany_1Foto via Shedexpedition

Para chegar na Toscana, é possível pegar um trem das principais cidades italianas, como Roma, Milão e Veneza. Mas, para quem está indo de fora, também há um aeroporto internacional. Para circular por lá, o ideal é alugar um carro para fazer seu próprio roteiro e chegar nos lugares mais distantes. Há muitos cantinhos escondidos e pequenas cidades que não entram nos roteiros habituais. Estes lugares dão uma verdadeira aula de história e são responsáveis pela produção de alguns dos melhores vinhos do mundo.

Vem descobrir:

1. San Gimignano

Um dos lugares que não pode deixar de ser visto é San Gimignano, conhecida pela grande quantidade de torres. Nos séculos 12 e 13, as famílias ricas da cidade ergueram 72 torres, que na época eram sinal de vaidade. Hoje restam 14. Passear por lá parece uma volta ao passado através da arquitetura intacta. Não deixe de tomar um sorvete na Gelateria di Piazza, que fica na praça central.

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Foto via Italy by Segway

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Foto via Chiado Magazine

2. Montalcino

O pequeno vilarejo de Montalcino tem apenas 5 mil habitantes. Lá todos vivem da produção do vinho Brunello di Montalcino. No topo da cidade, há uma fortaleza construída no século 14. Dentro dela, uma vinoteca vende o vinho local e os produzidos pela Toscana. As vinícolas ao redor da vila também valem o passeio.

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Foto via Culto aos Sentidos

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Foto via Chiado Magazine

3. Lucca

Em Lucca, as pequenas ruelas medievais resultam em um ótimo passeio de bicicleta. Mas é bom estar com uma mapa, pois é muito fácil de se perder. A cidade tem 5 quilômetros de muro construídos no século 16, para garantir proteção em caso de guerra. Como o lugar nunca foi atacado, a grande parede continua intacta. O destaque é a praça romana Piazza Anfiteatro, local onde aconteciam batalhas entre gladiadores. Hoje é cercada de lojinhas, restaurantes e, claro, maravilhosas sorveterias.

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Foto via Camping Dal Pino

????????????Foto via In Italia

4. Volterra

Cortona, depois de ter sido cenário do livro e filme Sob o Sol da Toscana , entrou nos roteiros de tantas pessoas que passou a ser um local turístico. O segredo está em ir para Volterra. Esta fica em cima de uma colina e tem uma das melhores vistas da Toscana. As construções se parecem com Cortona, mas dá para sentir melhor o ar de cidade antiga. Sem contar que não é tão visitada por estar mais distante de Siena e Florença.

Volterra tem o maior conjunto de herança etrusca da Itália, como uma muralha do século 12.

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Foto via 

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Foto via 

5. Pistoia

A Província de Pistoia carrega na história parte do Brasil. Foi lá que, durante a 2ª Guerra Mundial, os corpos dos soldados da FEB (Força Expedicionária Brasileira) foram enterrados. Depois de muitos anos, os restos mortais foram trazidos ao Brasil, mas as lápides e homenagens continuam por lá. Além disso, Pistoia traz muita arte e cultura, pela grande quantidade de museus. Os banhos termais de Montecatini não podem ficar de fora do roteiro.

A Nathalia, do Rent a Local Friend, é brasileira mas mora por lá. Sem dúvidas, o melhor jeito de conhecer a Província de Pistoia é através das dicas de um morador.

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Foto via Slow Tourism

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Foto via Casalbosco