Smeagol é descoberto no Brasil

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Nomeado em homenagem ao personagem de “Senhor dos Anéis”, Smeagol, uma nova espécie de opilão (animal aracnídeo) sem olhos foi encontrada engatinhando em uma caverna úmida no sudeste do Brasil. Eles nunca saem de sua casa subterrânea, o que torna esta uma descoberta preciosa para todos os envolvidos.

A espécie é altamente modificada em comparação com seus semelhantes. A pesquisa que levou a sua descoberta foi feita pela equipe do Dr. Ricardo Pinto-da-Rocha, do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo, juntamente com a Dra. Maria Elina Bichuette e Rafael Fonseca-Ferreira, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Poucos, mas preciosos

Embora existam habitantes das cavernas que podem sobreviver facilmente acima do solo e até mesmo regularmente saem para se alimentar ou matar, há alguns, tais como os integrantes desta nova espécie de opilão, a Iandumoema smeagol, que absolutamente NUNCA deixam seus habitats subterrâneos. Como uma adaptação, a nova espécie não tem olhos e tem uma quantidade reduzida de pigmentação, através da qual mostra cores amareladas pálidos.

Os 14 adultos e jovens indivíduos da espécie que foram observados pelos pesquisadores demonstraram um comportamento de ficar sempre perto da água, e mais frequentemente preferir as paredes das cavernas molhadas. Enquanto os jovens pareceram bastante ativos, os adultos mostraram um comportamento mais sedentário.

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Outra característica marcante é que a nova espécie foi encontrada em uma caverna com depósitos de matéria orgânica ou manchas. Em uma ocasião, a equipe também observou que um dos animais estava se alimentando de carcaças de invertebrados.

Em conclusão, os autores destacam que estudos adicionais sobre a biologia populacional da espécie são urgentes para traçarmos uma estratégia de conservação adequada. Isso é importante porque o habitat destes animais poderá, muito provavelmente, sofrer as consequências do desmatamento que afeta as imediações da caverna.[phys]

11 LUGARES COM ÁGUAS CRISTALINAS PELO BRASIL QUE VOCÊ PRECISA CONHECER

O Brasil deixa a desejar em muitas coisas, mas não dá para pensar em ficar longe de suas belas praias, que se destacam no mundo todo. Em especial, as regiões litorâneas com águas cristalinas causam um encantamento ainda maior e, por isso, lugares como o Caribe fazem tanto sucesso entre os turistas.

Para a nossa sorte nem é necessário ir tão longe, já que a diversidade é ponto alto na nossa terra verde e amarela. O azul intenso na bandeira pode ser encontrado também em rios e grutas no interior de alguns estados.

Não perca mais tempo pensando na cotação do dólar e do euro. Vamos explorar as águas surpreendentes do Brasil? Acompanhe a lista de 10 lugares com águas de fazer inveja a qualquer estrangeiro.

1. Morro de São Paulo

Em duas horas de barco de Salvador, você chega a esta ilha incrível e isolada, onde não entram carros. A gastronomia é ponto forte, assim como as noites animadas e as praias de águas intensamente azuis.

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2. Península de Maraú

Interior da Bahia, a Península reúne algumas das praias mais lindas da região, com águas cristalinas ideais para a prática de mergulho. São 40 praias praticamente desertas entre Morro de São Paulo e Itacaré, como Taipus de Fora.

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3. Praia de Atalaia

Muito protegida para manter os recifes intactos, a praia em Fernando de Noronha se destaca pela piscina natural que é um verdadeiro berçário de tubarões. Só é permitida a entrada de 100 pessoas por dia e o mergulho só pode ser feito com a maré alta.

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4. Rio Triste

Não tendo nada de triste, este rio a 17 quilômetros de Bom Jardim, no Mato Grosso, fica na região de Nobres e surpreende por suas águas transparentes, ideais para a prática de snorkel.

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5. Gruta do Lago Azul

O azul da água nesta gruta de Bonito, no Pantanal, é uma incógnita por ser tão diferente, escuro e muito intenso. Considerada umas das maiores cavidades inundadas do planeta, a gruta já reuniu diversas teorias sobre a cor da água, mas pode ser que a origem seja de um rio subterrâneo. O mistério atrai ainda mais para um mergulho.

gruta-azulFoto © wikipedia

6. Bombinhas

Santa Catarina tem praias fantásticas, mas a praia de Bombinhas se destaca. A cor da água é um verdadeiro convite em dias ensolarados, num local cercado pela natureza.

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7. Gruta da Pratinha

Parece de mentira, mas é “só” uma gruta linda na Chapada da Diamantina, que tem águas intensamente azuis e transparentes, ideais para observar os peixes.

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8. Arraial do Cabo

O Rio de Janeiro pode ser a Cidade Maravilhosa, mas são nos arredores da capital que se encontram algumas das praias mais bonitas. Arraial do Cabo fica a apenas 140 quilômetros da capital e encanta turistas do mundo todo, mantendo um pedaço da Mata Atlântica e águas cristalinas.

arraial do caboFoto © arraialtur

9. Rio Sucuri

Estranho pensar que existem rios de águas cristalinas. Mas em Bonito, no Pantanal, está um dos mais lindos e encantadores do mundo, de onde dá para avistar os peixes facilmente.

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10. Ilha de Boipeba

Também na Bahia, a ilha em Valença, a 300 quilômetros de Salvador, pode ser o recanto perfeito para quem quer fugir de tudo. As águas de azul intenso são um encontro do oceano com o estuário do Rio do Inferno.

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11. Cavalcante

Na Chapada dos Veadeiros, mais precisamente em Cavalcante, a cachoeira Santa Bárbara chama a atenção pelo poço de água cristalina, um tanto quanto chamativa. O local é ótimo para mergulho e para lavar a alma na queda de 35 metros de altura.

CavalcanteFoto © rodoviariadegoiania [Via]

Casas bem preservadas da Idade do Bronze são descobertas no Reino Unido

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Arqueólogos dizem ter descoberto a “Pompeia Britânica”: as habitações mais bem preservadas da Idade do Bronze já encontradas no Reino Unido.

As casas de madeira circulares, construídas sobre palafitas, fazem parte de um assentamento em Must Farm, Cambridgeshire. Elas datam de cerca de 1000 a 800 aC.

Um incêndio destruiu os postes, fazendo com que as casas caíssem em um rio. Por sua vez, a lama ajudou a preservar os materiais. A comparação com Pompeia é justa: até mesmo panelas com refeições ainda dentro foram encontradas no local.

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Achados fascinantes

Os pesquisadores acreditam ter encontrado cerca de cinco casas, que agora estão sendo escavadas.A Idade do Bronze na Grã-Bretanha durou de 2500 a 2000 aC, até o uso de ferro tornar-se comum, entre 800 a 650 aC.

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Restos clássicos da época no assentamento incluem machados sofisticados, objetos de ouro preciosos e túmulos redondos, os quais ainda podem ser vistos pela Grã-Bretanha.

Os arqueólogos também encontraram pequenas xícaras, taças e jarras, além de peças de vidro “exóticas” que faziam parte de um colar e insinuam uma sofisticação que não é geralmente associada com a Idade do Bronze. Por fim, tecidos feitos de fibras vegetais, como a casca de uma árvore chamada tília, também foram desenterrados.

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Dois metros abaixo da superfície do assentamento, os pesquisadores ainda encontraram pegadas preservadas, que se acredita serem das pessoas que lá viviam.

Dificuldades que valerão a pena

A escavação precisará ser rápida. Existem preocupações que o nível da água no local possa cair em algum momento no futuro, de forma que os restos das casas não podem ser preservados in situ.

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“Um incêndio dramático 3.000 anos atrás, combinado com subsequente preservação alagada, deixou-nos um momento congelado no tempo, o que nos dá uma imagem gráfica da vida na Idade do Bronze”, disse Duncan Wilson, presidente-executivo da Historic England, que está financiando a escavação em conjunto com a Forterra. “Este sítio é de importância internacional e sua escavação vai realmente transformar a nossa compreensão do período”

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David Gibson, da Cambridge Archaeological Unit, o líder da escavação, disse: “Podemos realmente ver a vida cotidiana durante a Idade do Bronze. É arqueologia pré-histórica em 3D, com achados insuperáveis tanto em termos de variedade quanto de quantidade”.

Enquanto outros assentamentos da Idade do Bronze já foram encontrados no Reino Unido, nenhum é tão bem preservado. “A maioria não tem qualquer madeira restante, apenas furos e marcas de onde os postes teriam estado”, explica Gibson. “Até agora, este é único sítio com a estrutura do telhado também”.

Uma vez que todos os itens do local forem recuperados, limpos e documentados, devem ser colocados em exposição pública. [BBC]

Mensagem de Reflexão

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Às vezes é necessário excluir pessoas, apagar lembranças, jogar fora o que machuca, abandonar o que nos faz mal, se libertar de coisas que nos prendem… Espere sempre o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier. Ouse, arrisque, não desista jamais e saiba valorizar quem te ama, esses sim merecem seu respeito. Quanto ao resto, bom, ninguém precisou de resto para ser feliz.

FOTÓGRAFO CRIA SÉRIE INCRÍVEL QUE MOSTRA A VIDA POR CIMA E POR BAIXO D’ÁGUA AO MESMO TEMPO

Quem ama a vida marítima e não consegue sequer esperar o próximo mergulho vai se encantar com a série Over/Under (“Sobre/Abaixo”, em português), que mostra o que acontece em cima e embaixo d’água ao mesmo tempo.

A ideia inovadora é uma criação do fotógrafo australiano Matthew Smith. Na parte superior das fotografias, o universo é mais do que conhecido: pôr-do-sol, árvores, rochas; enquanto a parte inferior é ocupada pela vida marinha com suas algas, peixinhos, medusas e corais.

As fotografias só foram possíveis com uma técnica única, ajustando a iluminação e o foco das duas áreas separadamente. Mas, mais do que tudo, a série mostra um lado do fotógrafo, que é também mergulhador nas horas vagas e aproveita para compartilhar suas experiências sob a água.

“Essa é talvez a melhor maneira que eu tenho para explicar para um não-mergulhador sobre como é mergulhar, casar um mundo molhado e não familiar com um seco e mais conhecido”, conta ele sobre as incríveis fotografias que você vê abaixo.

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Todas as fotos © Matty Smith

As incríveis estações de metrô de Estocolmo que parecem um labirinto de arte

Há muito o que fazer em Estocolmo. Já no aeroporto de Arlanda, você encontra um simulador de clima para diversas cidades do mundo, mas as atrações da cidade não param por aí: ela também possui uma das ruas verdes mais bonitas do mundo e é considerada uma das mais seguras do planeta.

Mas os motivos para conhecer a capital e maior cidade da Suécia vão muito além de sua superfície: seu sistema de metrô é conhecido por ser a maior exposição de arte do mundo, com 110 quilômetros de extensão. Mais de 90 das 100 estações encontradas na cidade são decoradas com obras de 150 artistas, que vão de mosaicos a instalações de arte.

Quem utiliza o transporte público poderá conferir todas essas atrações ao longo do passeio – e pagando apenas o valor das passagens – o que faz com que você não tenha desculpas para pensar em pegar um táxi enquanto estiver por lá. As fotos abaixo são a prova de que você vai querer andar nesse metrô todos os dias.

Vem ver:

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Veja também outras cidades com estações de metrô que são verdadeiras obras de arte.

Todas as fotos © Luis Rodriguez

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Você já ouviu falar da Li-Fi? É uma tecnologia sem fio que transmite dados em alta velocidade utilizando “comunicação de luz visível” (VLC, na sigla em inglês).

Inventada por Harald Haas, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, em 2011, a transmissão é feita piscando a luz de um único LED. Haas demonstrou que esse método pode enviar muito mais dados do que uma torre de celular.

O registro baseado em laboratório é de 224 gigabits por segundo – cerca de 18 filmes de 1,5 GB sendo transferidos a cada segundo! (Eu sei. Dá vontade de chorar quando você lembra que sua realidade é muito diferente deste sonho).

Ou seja, o potencial de transformação da internet desta tecnologia é enorme.

O teste no mundo real

Agora, os cientistas finalmente levaram o Li-Fi para fora do laboratório. A tecnologia está sendo testada em escritórios e ambientes industriais em Tallinn, na Estônia, com transmissão de dados de 1 GB por segundo – o que é 100 vezes mais rápido do que a média atual de velocidade do Wi-Fi.

Para utilizar a VLC, os pesquisadores projetaram uma solução de iluminação inteligente para um ambiente industrial, onde a comunicação de dados é feita através da luz visível entre 400 e 800 terahertz (THz).

Funciona basicamente como uma forma incrivelmente avançada de código Morse – assim como um determinado padrão de traços pode transmitir uma mensagem secreta, ligar e desligar uma luz LED em velocidades extremas pode ser um método usado para escrever e transmitir dados em código binário.

Não se preocupe, sua casa ou escritório não vai piscar constantemente – tais velocidades extremas são imperceptíveis a olho nu.

Ainda vai demorar

Além das velocidades potencialmente muito mais rápidas, como a luz não pode passar através das paredes, a rede torna-se muito mais segura e há menos interferências entre os dispositivos.

Apesar de todos esses benefícios, o Li-Fi provavelmente não irá substituir completamente o Wi-Fi nas próximas décadas. Isso porque nossas casas, escritórios e edifícios industriais já são equipados com infraestrutura para fornecer Wi-Fi, e substituir tudo com a tecnologia Li-Fi não é particularmente viável.

Ao invés disso, as duas tecnologias podem ser utilizadas em conjunto para alcançar redes mais eficientes e seguras. Aos poucos, uma mudança maior deve ocorrer.

Os primeiros passos

Haas e sua equipe já estão trabalhando em uma forma comercial da tecnologia, a PureLiFi, que oferece um aplicativo para acesso seguro à internet sem fio com uma capacidade de 11,5 MB por segundo, o que é comparável a primeira geração de Wi-Fi.

A empresa Oledcomm também está no processo de instalação de sua própria tecnologia Li-Fi em hospitais da França.

Dentro de alguns anos, o sonho de Haas pode se tornar realidade.

“Tudo o que precisamos fazer é encaixar um pequeno microchip em cada dispositivo de iluminação potencial e este, então, vai combinar duas funcionalidades básicas: iluminação e transmissão de dados sem fio”, disse o visionário em uma palestra do TED Talks em 2011. “No futuro, não teremos apenas 14 bilhões de lâmpadas, teremos 14 bilhões de Li-Fis implantados em todo o mundo para um futuro mais limpo, mais verde e ainda mais brilhante”. [ScienceAlert]

Homem em busca de uma vida mais simples constrói casa na floresta com menos de 4 mil dólares

O verde das folhas, o som dos pássaros e a calma e a liberdade de se viver longe de tudo. Para conquistar isso, Dave Herrle teve de abrir mão de muita coisa, mas afirma ter valido a pena. Desde o outono de 2013, ele e a esposa moram na Wee House, uma cabana que foi construída nas florestas de Connecticut (EUA) e custou menos de US$ 4 mil para ser feita.

Dave Herrle, que antes trabalhava de terno e gravata em um escritório, encantou-se pela possibilidade de viver uma vida simples e hoje realiza atividades de carpintaria para se manter. Muito do que aprendeu foi colocando a mão na massa ao construir a cabana. Para isso, ele contou com madeira descartada de construções e com a doação de portas e janelas de casas demolidas – o custo maior ficou por conta das ferramentas e do acabamento.

A Wee House é uma simpática cabana de dois andares, com cozinha e sala de estar no térreo e um pequeno quarto na parte de cima. Na propriedade, Dave construiu uma segunda casa, onde há um banheiro e uma cozinha maior. Vão-se as TVs a cabo, congestionamentos e comida congelada, fica a liberdade.

Olha só:

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Todas as fotos © Sarah Grote

Fotógrafo lança livro com série de retratos íntimos e expressivos de animais domésticos

O fotógrafo britânico Robert Bahou cresceu numa casa onde os animais transitavam livremente. Gatos, cachorros e até mesmo cavalos marcaram sua infância e fizeram com que seu olhar pudesse captar, no futuro, a “Alma Animal”.

Animal Soul é o primeiro livro de fotografias do artista, financiado via Kickstarter. Para compor a publicação, Robert contou que fez uma cuidadosa curadoria dos animais, a fim de captá-los de perto; e acrescenta que os animais têm uma relação diferente da nossa ao serem fotografados: “Eles não se ajustam, não escolhem seu melhor lado, já têm o rosto preparado e não escondem nada. O que nos resta é um momento verdadeiramente honesto entre eles e a câmera”.

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Abaixo o vídeo de apresentação do projeto e algumas das fotos que podem ser encontradas no livro:

https://www.kickstarter.com/projects/1498570909/animal-soul/widget/video.html

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Todas as fotos © Robert Bahou

Nesta floresta tropical da Costa Rica, fica o lago do azul mais intenso que você já viu

Qual é o azul mais forte que você já viu no mar? Os tons são infinitos, mas nesta floresta tropical da Costa Rica pode ser que você encontre o lago azulado mais intenso que você já viu. Dentro do Parque Nacional Tenorio Volcano, o rio Celeste chama a atenção por conta da coloração surreal, obtida devido reações de compostos químicos.

A explicação para a cor turquesa foi um tanto difícil de ser concluída pelos cientistas. Alguns apontavam que a iluminação e o reflexo solar justificavam o cor, mas na verdade tudo indica que deriva da mistura de gases sulfúricos com carbonato de cálcio, ambas liberadas pelo vulcão Tenorio, que dá nome ao parque. A reação acaba trazendo à tona um cheiro forte.

Este tom fascinante, porém, só aparece na confluência dos rios Buena Vista e Roble, que são cristalinos, ponto este chamado de Teñideros. O encontro das águas revela uma mudança brusca em suas cores. Olha que incrível:

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Fotos © The Rohit

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Foto © François Bianco

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Foto © Bruce Thomson

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Foto © Efrain Gonzalez Buitrago

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Foto © Steve Corey

O menino de 14 anos que cuida (quase) sozinho de uma fazenda nos Alpes

Cuidar de uma fazenda exige muito trabalho e a maioria delas conta com diversos trabalhadores para poder dar conta de todas as tarefas necessárias. Mas as coisas não parecem ser exatamente assim nesta pequena fazenda localizada nos Alpes Suíços, onde um menino de apenas 14 anos toma conta do local praticamente sozinho.

Entre os meses de maio e setembro, é esse o trabalho do pequeno Chläus Anderegg após a escola. O menino vive em uma fazenda a 1.259 metros acima do nível do mar, no cume do alpe Chliwald, onde há um celeiro, um piso de esterco e uma cabana alpina.

Com apenas 14 anos Chläus já tem o seu próprio ciclomotor, com o qual vai da escola para a fazenda e vice-versa quando não está montado em seu pônei. É em meio à natureza que ele desfruta da maior parte de seu tempo cuidando de 20 vacas, 7 bezerros, um cachorro e um pônei. “Eu acho que as vacas me amam tanto quanto eu amo elas“, lembra o garoto.

E, embora o tempo médio de trabalho semanal de um fazendeiro nos Alpes Suíços seja de cerca de 86 horas semanais, a família do menino nunca o deixaria ter uma carga horária tão exaustiva. “Nosso filho está fazendo este trabalho com o coração e a alma, conhecemos o nosso menino e sabemos que podemos confiar nele, e ele mesmo também sabe o quanto pode trabalhar“, lembra a mãe, Doris Anderegg, em entrevista ao site Schweizer Illustrierte.

Por sinal, seus pais têm outra fazenda em uma aldeia próxima chamada de Urnäsch, que administram com os outros quatro filhos, enquanto a propriedade de Chliwald é ocupada apenas nos meses do verão europeu. Foi o pai, Hans Anderegg, quem ensinou tudo o que Chläus precisava saber para se tornar um bom agricultor. É ele também que ajuda o menino a cuidar do local.

Sempre que termina o trabalho na aldeia de Urnäsch, Hans viaja até a fazenda nos Alpes para poder ordenhar os animais no início da manhã, permitindo que o menino tenha algumas horas a mais de sono e vá descansado para a escola. Enquanto está estudando, todo o trabalho no local fica por conta do pai e é só quando retorna da escola que inicia sua jornada na fazenda.

Apesar da rotina cansativa, as fotos abaixo são uma prova de que ele está mais do que feliz com o trabalho. Vem ver:

Todas as fotos © Kurt Reichenbach via Schweizer Illustrierte

Artista corre o mundo criando animações divertidas e que interagem com as cidades por onde passa

Qual é a coisa mais importante que você quer quando viaja? Se divertir! E nisso a artista Eliska Podzimkova tem chegado longe. Sob o pseudônimo de AnimateNY, ela começou por colocar sua imaginação em prática na cidade que nunca dorme. Hoje, de cada vez que viaja, se diverte usando a fotografia e a ilustração como mídias.

Natural da República Tcheca, Eliska é bastante criativa e gosta que as pessoas parem para olhar e… sorriam. É isso que certamente vai acontecer com você nessa viagem pelo mundo feita de bonecos animados interagindo com as cidades.

Olha só:

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Todas as imagens © Eliska Podzimkova

Artistas ocupam convento abandonado e fazem exposição de apenas um dia em SP

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Imagina o tanto de lugares secretos que São Paulo tem. Um deles é um convento abandonado em plena rodovia Raposo Tavares, que fica num canto escondido, tranquilo e ainda assim, sinistro. Com espírito coletivo maior do que aqueles que ali rondam, um grupo de artistas urbanos se uniu para pintar e criar intervenções no local inteiro, que será aberto apenas hoje (29/01) para o público.

Depois de seguir um caminho que passa despercebido facilmente, logo se avista o primeiro graffiti num dos muros do local, que fica num ponto alto e silencioso da região. Abandonado e judiado pelo tempo, o prédio serviu de residência para os artistas durante 10 dias, quando aproveitaram para ver palestras, interagir e se dedicarem às suas obras que ocupam paredes, banheiros, escadas e tudo mais o que vier pela frente.

Chamado de Zona Autônoma Temporária, o projeto ocupa o convento conhecido como Warzone, onde atualmente é um campo de tiro de airsoft. Ao todo, 27 artistas se alojaram por lá: Tinho, Leiga, Marcio Shimabukuro, Roberto Bieto, Andre Coletto, Alexandre Vianna, Vitor Zanini, Felipe Borges, Marcio Ficko, coletivo SHN, Daniel Minchoni, Lincoln Lavado Checo, Helio Marquess, Luis Alexandre Lobot, Michele Micha, Fabiano Nunes, Daniel Caballero, Saulo di Tarso, Jerry Batista, Marcelo Ruggi, Simone Martins, Enivo, Bartolomeu Gelpi, Antonio Dorta, Marcelo Xue e Alexandre Orsetti e Sinhá.

Cada um deles exerceu a criatividade como bem entendia, um sem intervir no espaço do outro. “Eu vou colocando um monte de palavras da minha cabeça, do meu convívio, que quando a pessoa bate o olho, aquela palavra vai dar outros sentidos e lembranças pra ela. Assim há uma liberdade de interpretação”, contou Lobot, que ocupou uma sala e um banheiro inteiro.

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No mesmo andar, Vitor Zanini espalhou tinta vermelha por todos os lados numa sala, e nuances de preto e cinza em outra, ambas ligadas por meio de um buraco. “A primeira sala te leva a um caminho de introspecção. Existe um choque na passagem de um pro outro”. Andando pelos corredores que mais se parecem com o cenário de um hospício encontro a artista Michele Micha encerando um chão perfeito, com todos os tacos no lugar, um ponto definitivamente “fora da curva” neste lugar.

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A ideia de sua instalação é, num primeiro momento, chocar as pessoas com a obra em que pênis cortados estão num saquinho e, atravessando o buraco na parede, se chega até a sala de ar sofisticado onde estarão chocolates perfumados em formatos inusitados de partes do corpo humano. “As pessoas podem comer. A ideia é misturar o visual chocante com o prazer de comer e sentir o sabor do doce numa sala bonita, mesmo que estes chocolates tenham formatos bizarros”, explicou.

Os andares contam com labirintos infinitos, paisagens que só o abandono e a ação do tempo são capazes de oferecer, além de água, uma intervenção promovida pelo acaso da natureza, que também quis dar seu pitaco por ali. O projeto foi feito sem patrocínio, contando somente com a boa vontade dos artistas que se uniram e bancaram a ocupação. Um outro caso parecido foi o antigo Hospital Matarazzo, também ocupado mas com verba privada.

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O ex-convento de freiras se tornou uma zona onde tudo pode acontecer, especialmente o acaso. O anarquismo ali não é utopia, se faz presente na essência de não ser tomado por rédeas nem regras. Um verdadeiro playground para quem não quer viver aprisionado em sua própria caixinha. Quem quiser ver tudo isso de perto tem apenas esta sexta-feira (29), das 10h às 21h, com festa de encerramento.

Como chegar: chegando na estação Butantã do metrô haverá uma van escolar que fará o trajeto de hora em hora até o local, a cerca de 15 minutos de distância. Os interessados devem aguardar pela van na Rua Engenheiro Bianor, em frente à padaria Savana. Quem for de carro pode dirigir até o km 18,5 da rodovia Raposo Tavares. Passando uma passarela de pedestres e avistando um posto policial, pode tentar encontrar uma vaga dentro da propriedade. Mas já aviso que a entrada é bem discreta, portanto, é preciso ter atenção.

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Todas as fotos © Brunella Nunes